TBA terá data center

O Grupo TBA começa a investir em Cloud Computing. O negócio, entretanto, só ganha corpo quando as pequenas e médias empresas tiverem escala suficiente para comprar software por um preço baixo no formato de serviço.

“A síntese do Cloud Computing está no modelo de venda. Licenciamento acabou. Agora a indústria vai vender serviço”, proclama Mauro Muratório, do grupo. É por isso que a TBA está em busca de capital para comprar o seu próprio data center.

Na visão de Muratório, o data center é a porta de entrada do Cloud Computing, que desemboca na capacidade de entrega. Ele não revela quais são os parceiros de ERP, CRM e demais plataformas que estarão no pacote da nuvem. Tudo ainda é muito embrionário. A ideia é vender um serviço que represente o fim da dor de cabeça do médio e pequeno empresário.

“O Google ainda não deu certo na venda corporativa porque a cultura empresarial é Office”, opina. Não há dúvida de que a TBA busca tal transformação em função da reviravolta da indústria de TI. Especialmente da Microsoft, um dos principais parceiros da companhia, que vislumbra cada vez mais utilizar a sua base instalada para inovar com publicidade, além da nova ordem da era dos serviços.

Outra aposta do grupo é ingressar na cadeia de oferta de Mobilidade Corporativa. O foco do negócio é a integração. O modelo será oferecido por meio do serviço de sincronia de dados. O executivo acredita que essa etapa é um dos principais desafios do segmento, que ainda não alavancou o seu potencial de possibilidades. Diante de tais estratégias, a reestruturação do grupo ganha mais sentido, uma vez que Muratório considera a contratação de Celso Souza, um especialista em delivery e processo, crucial para a aposta do grupo.

Souza deixou a direção da True Acess para assumir a área de operações da TBA. Ele terá a missão de explorar ainda mais a sinergia entre suas três unidades de negócios (B2Br, NF-e Brasil e True Acess) com a possibilidade de abrir o braço de Data Center.

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