Empresas brasileiras não têm plano de sucessão

Pesquisa revela que 72% dos empresários acreditam que a saída do CEO seria prejudicial à corporação

Para 64% dos executivos brasileiros, as companhias em que atuam não possuem um plano de sucessão bem estruturado, que define seus principais líderes. A conclusão é de um estudo do Korn/Ferry Institute.

De acordo com o levantamento, 72% dos empresários acreditam que a saída do CEO seria prejudicial à corporação. Apenas 18% avaliam que não haveria impacto negativo, enquanto outros 10% apontam que a saída traria benefícios aos negócios.

Em relação à própria posição na empresa, 65% dos líderes afirmam saber quem assumiria seu posto em caso de desligamento. “O plano de sucessão da diretoria é ponto crítico para a perpetuação de qualquer organização e de seus conselhos”, afirmou Sérgio Averbach, presidente da Korn/Ferry para a América do Sul. “Um plano de sucessão claramente definido e desenvolvido antes da partida do CEO, não só reduz o risco, mas diminui os impactos contra-produtivos gerados pela falta de clareza em relação aos esforços da liderança”, complementou.

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