Cinco passos para virtualização de desktops

Companhias podem mensurar benefícios em custo e segurança por meio da virtualização de desktop, mas é preciso um planejamento claro
 

A virtualização de desktop assiste a um rápido crescimento nas taxas de adoção, já que as companhias, cada vez mais, buscam reduzir custos de administração de TI enquanto melhoraram a questão da segurança com esse modelo de computação centralizada. O Gartner prevê que 60% das companhias terão alguma forma de virtualização de desktop até 2012, comparado com menos de 10% em 2008.Um dos catalisadores para essa guinada é a chegada do Windows 7 no final do ano passada – a nova versão do sistema operacional da Microsoft está causando uma onda de atualização e os gestores de TI aproveitam a oportunidade para, simultaneamente, avaliar arquiteturas alternativas.Mas os especialistas afirmam que os departamentos de tecnologia não deveriam aderir à virtualização de desktop repentinamente sem um desenho cuidadoso de um plano.”Esta não é uma tecnologia que pode ser implementada como acender uma switch”, explicou Sumit Dhawan, diretor de marketing de produto para desktop da Citrix, no Interop, em Las Vegas.”Isto é uma jornada”, avisa Dhawan. Com isso, ele apresentou cinco passos para que as organizações elaborem seus planos de virtualização de desktop.O primeiro deles, diz Dhawan, é simplesmente iniciar. Os departamentos de TI podem ver um payoff imediato com a virtualização de desktop ao identificar pequenos grupos de trabalhadores que representam os maiores desafios em termos de gestão de desktop. Esses empregados normalmente incluem times terceirizados ou contratados.”Não não esperaria que você fizesse pilotos com seu time executivo”, explica Dhawan.Depois, as organizações podem considerar desenvolver uma única imagem de desktop virtual para trabalhadores internos, como o staff de produção, centro de suporte e escritório. Outro candidato é o grupo previamente identificado para upgrade para Windows 7, observa.O terceiro passo visa ao lançamento dos desktops virtuais para a força de trabalho em geral. Um dos caminhos mais efetivos para isso é considerar serviço hospedado, como o Citrix FlexCast. Um possível quarto passo é ampliar a virtualização para além dos muros, ao disponibilizar aplicativos sob demanda para alguns funcionários. Isso permite que empregados chave acessem aplicações crítica virtualmente por qualquer device.”Você não precisa entregar todo o desktop em um iPhone”, avisa Dhawan.Finalmente, as organizações podem agregar tecnologia VM local para virtualização da arquitetura que permite o trabalho offline.Mudanças em aplicações ou dados são automaticamente sincronizadas com os seus servidores espelhos (server-side counterparts) quando o empregado entrar no sistema novamente. Esta opção faz sentido para usuários que mantêm múltiplas imagens de desktops ou diversos aplicativos personalizados. 

Fonte: Cinco passos para virtualização de desktops