Itaú Unibanco investe na infra de TI

Atento para as necessidades do amanhã, o Itaú Unibanco se prepara para as demandas computacionais dos próximos dez anos com um projeto tecnológico para aumento da disponibilidade da infra-estrutura de TI de seus datacenters. A iniciativa, que conta com a experiência tecnológica da Intel, vem promovendo a padronização, a consolidação e a virtualização dos servidores, proporcionando maior integração, simplificação e controle ao ambiente de TI.

O projeto está focado em pilares estratégicos que envolvem todo o ambiente computacional da plataforma distribuída do banco. Em parceria com a Intel, que apoiou o processo no diagnóstico e nas recomendações estratégicas, o Itaú Unibanco identificou oportunidades de melhoria, que orientaram seus estudos. (mais…)

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Postado em Mercado, Notícias por Info Blog em segunda-feira 7 dezembro 2009 às 11:32

CEO do Google fala sobre era do supercomputador móvel

Eric Schmidt prevê banda larga de 100 megabit e diz que futuro pertence aos smartphones e data center

Depois de um evento que reuniu 900 executivos de tecnologia em Salt Lake City, nos Estados Unidos, o CEO do Google, Eric Schmidt descreveu o futuro previsto pelo Google e outras companhias como: banda larga de 100 megabit e um supercomputador em todos os bolsos.

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Postado em Notícias por Info Blog em quarta-feira 28 outubro 2009 às 13:22

Empresas falham ao gerenciar custos do data center

De acordo com Nik Simpson, analista do Burton Group, o principal problema está no fato das informações estarem espalhadas pela organização, o que prejudica o cálculo de estimativas e não favorece o planejamento

As organizações têm falhado na tentativa de solucionar o problema em que transformou-se a avaliação dos custos para funcionamento dos data centers. Esta é uma das principais conclusões de um estudo realizado pela empresa norte-americana de pesquisas em TI Burton Group, batizado de Counting the cost of the elephant in the data center (Contando o custo do elefante no data center, em português).

Para o analista sênior da Burton Group, Niki Simpson, essa falta de controle do data center representa um problema de quase todas as companhias. E, de acordo com o especialista, essa falta de informações afeta a gestão de toda a infraestrutura de TI e dificulta o planejamento e uma análise realista do retorno sobre investimentos nos  projetos da área de tecnologia.

“Parte do problema parece estar no fato das informações [sobre custos] estarem espalhadas por toda a organização”, afirma Simpson. Como exemplo, ele cita que o gestor de TI precisa acessar o administrador de serviços se quiser entender quanto o data center consome de energia  elétrica ou, ainda, deve pedir que a contabilidade estabeleça o nível de depreciação dos equipamentos e do local no qual a infraestrutura está instalada.

Ainda de acordo com o consultor, se o CIO não tiver uma clara noção de quanto gasta no data center, vai ficar impossível ele provar como a implementação de algumas soluções – como consolidação de servidores, virtualização e computação em nuvem (cloud computing) – podem gerar economias reais para a organização. “As pessoas até sabem que estão reduzindo custos, mas não têm como provar isso”, explica o consultor.

Entre os exemplos reais de companhias que buscaram solucionar esse problema de administração de custos, o especialista cita o caso de uma empresa que decidiu basear toda a análise de retorno sobre investimentos em servidores virtuais no mesmo modelo de cálculo dos servidores tradicionais. Para Simpson, isso resolve o problema de análise de custos, mas, em contrapartida, não soluciona a necessidade de ter uma avaliação detalhada de gastos.

fonte: Empresas falham ao gerenciar custos do data center

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Postado em Mercado, Tecnologia por Info Blog em segunda-feira 26 outubro 2009 às 19:57

HP investe em data center em Alphaville

Vice-presidente da fornecedora estima que a infraestrutura deve operar a 80% de sua capacidade até o final do próximo ano.

A HP investiu dezenas de milhões de dólares em um data center em Alphaville SP . Célio Bozola, vice-presidente da HP Enterprise Services no Brasil, não revelou o valor exato alocado na infraestrutura de mil metros quadrados montada dentro da antiga sede da EDS, em Barueri.
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Postado em Mercado, Notícias por Info Blog em sexta-feira 9 outubro 2009 às 20:44

Solução ITMAX da Furukawa visa mercado de Data Center

Os players do mercado brasileiro de Data Center vêm enfrentando acirrada competição na prestação de serviços e um de seus maiores desafios é eliminar pontos de falhas na infraestrutura em que trafegam as informações, aumentando a redundância e a confiabilidade do sistema. (mais…)

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Postado em Mercado por Info Blog em terça-feira 11 agosto 2009 às 08:33

Sun Microsystems anuncia “datacenter verde”

Projeto inovador permite economia de até 11 mil toneladas métricas de CO² por ano.

Atendendo à demanda do mercado por mais datacenters que sejam eficientes na redução do consumo de energia, a Sun Microsystems, líder mundial em soluções de infra-estrutura de tecnologia da informação, anuncia a conclusão de seu novo datacenter, em Broomfield, Colorado, nos Estados Unidos. Trata-se do maior projeto de consolidação de datacenter na história da companhia. As instalações de Broomfield incorporam os mais recentes sistemas de eficiência energética,incluindo design e tecnologias inovadores de alimentação de energia e de resfriamento. Sun Datacenter verde (mais…)

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Postado em Notícias, TI Verde, Tecnologia por Info Blog em terça-feira 11 agosto 2009 às 08:31

Alog cresce 32% no primeiro semestre e mira em aquisições

Mesmo diante das condições econômicas adversas, que afetaram seriamente o setor de TI, a Alog, fornecedora de serviços de data center, conseguiu um crescimento expressivo de 32% no primeiro semestre, quando faturou R$ 42 milhões, contra uma receita bruta de R$ 32 milhões registrada em igual período de 2008.

Segundo a empresa, o crescimento foi impulsionado pela conquista de 175 novos clientes no período, de diversos segmentos como de tecnologia, comércio eletrônico, entretenimento, telecomunicações, construção civil, governo, educação, indústria, varejo, comércio, engenharia, turismo e organizações não-governamentais.

O diretor comercial da Alog, Eduardo Carvalho, diz que o crescimento do primeiro semestre está de acordo com as metas da empresa para o ano, quando prevê faturar R$ 85 milhões e registrar crescimento de 35%.

Para suportar essa expansão, a empresa planeja investir cerca de R$ 20 milhões neste ano no aprimoramento dos serviços e da sua infraestrutura. “Vamos investir em novos produtos e até o fim do ano deveremos lançar entre oito e dez novas soluções no mercado. Além disso, a cifra também engloba a expansão do nosso data center, que é modular, por meio da compra de novos servidores, mainframes e maior capacidade de energia elétrica.”

Precisamos preparar nossa infraestrutura para a chegada de novos clientes”, afirma Carvalho. Atualmente, a empresa detém dois data centers, um em São Paulo e outro no Rio de Janeiro.

Da quantia total a ser investida, R$ 2 milhões já foram destinados a um projeto de cloud computing que deverá ser lançado até o último trimestre. Segundo o executivo, este é um mercado no qual a empresa pretende atuar com força a partir do ano que vem. “O mercado de cloud computing está em crescimento, mas leva um tempo para a solução ganhar maturidade. Queremos entrar nesse segmento com os pés no chão. Apostamos em forte expansão desse mercado em 2010 e queremos nos aproveitar disso para obtermos bons resultados”, diz Carvalho.

A Alog também estuda a aquisição de empresas. Segundo o diretor comercial, a companhia já mantém conversações com algumas empresas e a meta é comprar alguma que complemente o seu portfólio de serviços e que tragam base de clientes. “Se houver uma oportunidade interessante, fecharemos negócio. Estamos observando, atentos”, finaliza Carvalho.

fonte:TI INSIDE

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Postado em Mercado por Info Blog em quinta-feira 30 julho 2009 às 09:21

Empresas revisam plano de desastres

 Paula Zaidan  15/07/2009

A virtualização está empurrando as empresas para uma revisão de seus planos de Recuperação de Desastres. Segundo a Symantec, que ouviu 25 companhias do País, uma em cada cinco empresas no México e Brasil não faz testes em seus servidores virtuais. Das corporações entrevistadas de ambos os países, 16% não possuem suporte para ambientes virtualizados.

Em contrapartida, 60% dos servidores virtuais de empresas nas duas regiões, estão incluídos nos planos de Recuperação de desastres. “Por isso, há uma tendência do cenário atual mudar nos próximos anos e os números extraídos do estudo desse ano alterem”, avalia Vicente Lima, gerente Comercial da Symantec Brasil.

A preocupação com servidores virtualizados, segundo Lima, é porque atualmente se 20 máquinas virtualizadas pararem, muitos sistemas críticos da empresa sofrerão queda. “Quanto mais o ambiente estiver virtualizado, maior a complexidade e o tempo de inatividade dos servidores”.

A Pesquisa Symantec 2009 sobre Recuperação de Desastres, revela ainda que a perda de dados continue liderando como um dos principais motivos de desastres em uma organização, representando 60% das respostas. Os entrevistados de outros Países, além de México e Brasil, disseram que outras preocupações também impactam a recuperação de informações, como perda de vendas (46%) e queda de produtividade dos funcionários, também com 46%.

Tanto no México quanto no Brasil, a execução de um plano de Recuperação de Desastres é realizada por falta de energia elétrica – para 58% dos entrevistados -; falha no ambiente de infraestrutura de TI (hardware e software), com 56%; e ameaças externas (vírus e hackers), totalizando 54% das respostas.

“Um dos aspectos que os dois países entrevistados na América Latina apresentaram de melhora comparada com a pesquisa de 2008 foi o tempo para restabelecer todas as operações em caso de desastre: saiu de 12 horas no ano passado para três a quatro horas em 2008. Isso significa que estamos no mesmo patamar mundial”, explica. Para ele, o maior envolvimento de CTOs e CIOs nos comitês de Recuperação de Desastre também é reflexo dessa melhora. Em 2008, apenas 33% deles atuavam nos comitês. Em 2009, esse índice saltou para 76%.

fonte: www.decisionreport.com.br

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Postado em Segurança da Informação por Info Blog em quinta-feira 16 julho 2009 às 12:25

Banco do Brasil e Caixa mudam edital de Datacenter para atrair investidores

Nas contas do Banco do Brasil, as obras do Datacenter que a instituição financeira construirá em conjunto com a Caixa Econômica Federal começam em janeiro de 2010, devendo ser entregues 510 dias depois, portanto, no segundo semestre de 2011. O edital do que deve ser a primeira Parceria Público-Privada federal já está na praça e as propostas serão abertas no dia 31 de agosto.

“Fizemos mudanças no edital, que chegou a ser lançado em 2007, e deixamos o negócio mais atraente para os interessados, especialmente com a modificação na forma de ressarcimento dos investimentos”, explica o gerente executivo do BB e presidente do consórcio Datacenter, Jesualdo Conceição da Silva.

Do investimento inicial, a ser feito pelo vencedor da concorrência, 80% dos recursos serão ressarcidos já no primeiro dos 15 anos previstos para o contrato. Outros 10% serão repostos nos quatro anos seguintes e os últimos 10%, ao longo dos 10 anos restantes. O custo estimado do projeto é de R$ 1.012.746.414,50.

Outra mudança destacada por Silva está justamente nesse prazo de 15 anos de contrato – pelo qual, além das obras, o vencedor fica encarregado da gestão do Datacenter. O local é afastado do centro da capital, numa área de 40 mil metros quadrados próxima à residência oficial da Granja do Torto.

“Primeiramente, faríamos por 25 anos. Mas as regras das Parcerias Público-Privadas prevêem contratos de, no máximo, 35 anos. Com o novo prazo, damos a perspectiva de renovar o contrato por igual período de 15 anos, o que não seria possível se começássemos com o prazo maior”, diz o presidente do consórcio Datacenter.

Como o projeto prevê uma área específica para o Banco do Brasil, outra para a Caixa e uma terceira a ser usada pelo vencedor/gestor, parte da estrutura poderá ser utilizada para a prestação de serviços a terceiros. Nesse caso, 10% da receita obtida com os serviços de TI do Datacenter deve ser transferida aos dois bancos públicos.

Silva explica que o vencedor da concorrência poderá expandir essa área – terceirizável – dentro do que já está previsto no projeto – e que faz parte das expectativas dos bancos para uso das instituições quando, ao final do contrato, a estrutura voltar ao controle do BB e da CEF.

Para facilitar a comparação das propostas que serão apresentadas, o cálculo das contraprestações a ser pagas pelos bancos públicos foi dividido em três componentes: uma sobre a locação da área, outra pelo aluguel da central de gerenciamento e uma terceira pela interconexão do Datacenter com os CPDs do BB e da CEF.

Além do prédio e das instalações necessárias, bem como, o gerenciamento, manutenção e operação da infraestrutura predial, o contrato inclui dois pares independentes de interconexão de fibra ótica com os CPDs do BB e da CEF, a 5,5km e 7,7km de distância.

fonte: www.convergenciadigital.com.br

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Postado em Notícias por Info Blog em quarta-feira 15 julho 2009 às 10:20