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	<title>Tripletech IT Solutions &#187; Virtualização</title>
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	<description>Blog da Tripletech IT Solutions com dicas, notícias e soluções de tecnologia</description>
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		<title>ROI da virtualização: Como uma PME pode economizar US$ 814 mil dólares</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 19:57:02 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
		<category><![CDATA[faculdade Baldin-Wallace]]></category>
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		<description><![CDATA[CIO da faculdade Baldwin-Wallace encontra benefícios que vão além do dinheiro, os conselhos são para os líderes de TI, em especial, de empresas de pequeno e médio portes A infraesrutura de TI da faculdade Baldin-Wallace suporta mais de 600 empregados em tempo integral, sem mencionar os 4300 estudantes e é quase inteiramente virtualizada. Mas esse é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><p><strong>CIO da faculdade Baldwin-Wallace encontra benefícios que vão além do dinheiro, os conselhos são para os líderes de TI, em especial, de empresas de pequeno e médio portes</strong></p>
<p>A infraesrutura de TI da faculdade Baldin-Wallace suporta mais de 600 empregados em tempo integral, sem mencionar os 4300 estudantes e é quase inteiramente virtualizada. Mas esse é o efeito bola de neve de uma série de pequenos sucessos, de uma implantação feita aos poucos.<span id="more-2552"></span></p>
<p>Na verdade, o CIO Greg Flanik disse que a transformação começou há dois anos com um exercício na lousa de um projeto restrito de virtualização de servidor, pensado, em partes, por causa do crescimento de dados da escola – e, por causa dos sistemas ineficientes de armazenamento. Alguns dos 65 sistemas da faculdade (na época) foram sobrecarregados, enquanto outros recursos foram sub-utilizados. Um desafio fundamental para Flanik e sua equipe foi suportar muitos sistemas diferentes, aplicações e grupo de usuários inerentes a um ambiente universitário.</p>
<p>“Ser CIO de uma faculdade é como gerenciar uma pequena cidade”, comparou Flanik. “Nós temos serviço de alimentação, livraria, segurança do campus, sistema financeiro e outras instalações – e todo este material está rodando na rede e utilizando os servidores virtuais de alguma maneira para fazer o trabalho. “Os dados são explosivos.” E esta é apenas uma pequena lista de exemplos.</p>
<p>A implantação do servidor virtual, usando VMware como espinha dorsal, foi rapidamente um sucesso. Usando NetApp, o projeto liberou alguns dos 3,5 TB de espaço de armazenamento, por meio da consolidação e deduplicação. As lâmpadas começaram a se apagar para Flanik e para sua equipe de vinte e nove pessoas.</p>
<p>“Nós dissemos que a virtualização está começando a trabalhar para nós”, disse Flanik. Isso significa que as aplicações das escolas como e-mail, sistema de gerenciamento, base de dados, servidores web estão sendo migradas para ambiente virtual.</p>
<p>Com três pessoas dedicadas ao projeto em tempo integral dando suporte ao VMware e NetApp, o processo inicial foi feito em apenas um mês. “Foi tão fácil, uma pessoa da equipe de sistemas disse que deveríamos migrar um sistema por vez, programando o tempo de inatividade e movendo-a adiante”, relembrou Flanik. E foi exatamente o que foi feito ao longo de todos esses meses.</p>
<p>Com o rápido avanço, a Baldiwin-Wallace é 92% virtualizada e Flanik estima que a virtualização e os esforços relacionados vão economizar U$ 814 mil dólares em três anos. Valores estes resultantes do consumo de energia elétrica, corte de custos com refrigeração e armazenamento mais eficiente e outras áreas. Eles encolheram o espaço físico necessário para o centro de dados em 40% e a disponibilidade de aplicativos está sendo executada em 99,95%. Mas de acordo com Flanik o retorno do investimento vai além do dinheiro.</p>
<p>Por um lado, Flanik disse que a mudança permitiu implantar um sistema mais avançado de disaster recovery – ele agora acredita que a aplicação crítica da Baldin-Wallace continuará disponível em todos os casos de desastres. A transição também deu um grande impulso para a área de TI, graças à habilidade de fazer manutenção e upgrade durante horário comercial.</p>
<p>“A moral do pessoal definitivamente melhorou porque eu não tenho que ter equipes trabalhando até tarde da noite na manutenção do Windows, como era quando trabalhávamos no ambiente físico”, disse Flanik</p>
<p>Apesar de uma história de sucesso global, avalia o executivo, o caminho para a virtualização não acontece sem uns solavancos. Portanto, segue aqui aqui algumas lições fundamentais que o CIO aprendeu ao longo do caminho e que pode ajudar colegas, líderes de TI, nas PMEs.</p>
<p><strong>Não é porque pode virtualizar que significa que deve:</strong></p>
<p>“Tenha certeza que o aplicativo escolhido é suportado para a virtualização”, disse Flanik, acrescentando que Baldwin-Wallace “reforçou a questão” com as aplicações e transações do campus, mesmo depois que o fornecedor disse que não poderia suportar o ambiente VMware. A faculdade foi adiante de qualquer maneira, e, enquanto as coisas correram bem para o primeiro ano, houve um tropeço há seis semanas que causou algumas dores de cabeça. Em última instância, o provedor tentou ajudar a resolver o problema – Flanik suspeita que o fornecedor começou a receber mais pedidos de virtualização de empresas maiores, como serviços de alimentação, entretenimento, e varejo. No entanto, se você optar por ir sozinho em um ambiente sem suporte vai conhecer os riscos à frente.</p>
<p><strong>Saber o que deseja virtualizar e o motivo:</strong><br />
A velocidade com que Baldwin-Wallace passou de ambiente físico para virtual causou esporadicamente alinhamento de disco, performance e outros problemas, lembrou Flanik. Um plano claro e pensativo – mesmo que isso exija abrandar um pouco no início – pode evitar problemas ao longo do caminho. Em última análise, esse conselho se resume a simplesmente não seguir uma tendência, mas ter boas razões de negócios para fazer a mudança.</p>
<p><strong>Converse com seu CFO:</strong><br />
(Virtualização) muda um pouco o balanço dentro da organização de TI, disse Flanik. “Vale a pena ter uma conversa com o diretor financeiro”. Se o financiamento dos servidores físicos estava se depreciando a cada ano e TI de repente parou de fazer a manutenção do hardware, há um impacto obvio. O conceito de virtualização pode exigir alguma explicação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>fonte: <a rel="nofollow" target="_blank" href="ROI%20da%20virtualização:%20Como%20uma%20PME%20pode%20economizar%20US$%20814%20mil%20dólares" rel="nofollow" target="_blank">ROI da virtualização: Como uma PME pode economizar US$ 814 mil dólares</a></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Virtualização reduz em 60% custos de energia em refinaria</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2011/04/25/virtualizacao-reduz-em-60-custos-de-energia-em-refinaria/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 15:51:57 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
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		<category><![CDATA[missão crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[A Univen Petróleo começou pelos servidores que rodam ERP, banco de dados e sistema que emite Nota Fiscal Eletrônica.A maioria das empresas começa a testar a virtualização pelos sistemas que geram menos impacto aos negócios para depois ganhar maturidade e estender a tecnologia para as aplicações de missão crítica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>A Univen Petróleo começou pelos servidores que rodam ERP, banco de dados e sistema que emite Nota Fiscal Eletrônica</h3>
<p>A maioria das empresas começa a testar a virtualização pelos sistemas que geram menos impacto aos negócios para depois ganhar maturidade e estender a tecnologia para as aplicações de missão crítica. Na Univen Petróleo, uma das mais novas refinarias de derivados de petróleo do Brasil, essa ordem foi invertida. A necessidade de implementação de um novo ambiente TI, em curto espaço de tempo, obrigou a empresa a adotar esse modelo para processamento das soluções que são o coração da operação e que não podem parar.<span id="more-2283"></span></p>
<p>O projeto na petroquímica começou com a <a href="http://www.tripletech.com.br/?Solu%E7%F5es:Virtualiza%26ccedil%3B%26atilde%3Bo:Virtualiza%26ccedil%3B%26atilde%3Bo" target="_blank">virtualização </a>do sistema de gestão empresarial (ERP) da SAP. Hoje, todas as aplicações que suportam os negócios da empresa estão rodando em servidores virtuais. A iniciativa, segundo a companhia, está trazendo benefícios. Entre os ganhos com adoção da tecnologia estão a redução de 60% dos gastos com energia, aluguel de espaço físico e melhor gerenciamento do parque, que agora funciona com administração centralizada.</p>
<h3><strong>A modernização</strong></h3>
<p><strong><br />
</strong>Sediada na cidade de Itupeva, no interior de São Paulo, a Univen Petróleo atua no mercado desde o final da década de 90. A empresa produz e comercializa derivados de petróleo para diversas finalidades e atende diferentes segmentos de mercado. Seu sócio majoritário era o grupo Vibrapar, dono de outras empresas que atuam no comércio varejista, transporte e logística de combustíveis.</p>
<p>Em 2007, houve uma cisão no grupo e a refinaria saiu debaixo da holding.<br />
“Toda a nossa TI estava na Vibrapar e tivemos de criar uma nova estrutura”, diz o gerente de <a href="http://www.tripletech.com.br/blog/category/tecnologia/" target="_blank">Tecnologia </a>da Univen Petróleo, Diógenes Gianini Novaes. A companhia precisava construir muito rapidamente um novo ambiente e optou pela virtualização com solução da VMware.</p>
<p>O projeto começou a ser implementado em janeiro de 2010 e em junho, o ambiente já estava pronto, funcionando com 20 servidores virtuais e quatro físicos. A migração do ERP da SAP para a nova estrutura foi dividida em duas etapas, para não paralisar algumas aplicações críticas, como a emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e).</p>
<p>A mudança foi feita em um final de semana e na segunda-feira o ERP amanheceu rodando em novo ambiente, sem interromper as operações da refinaria. “Somos pioneiros no Brasil com a virtualização de SAP. Era um risco, mas tínhamos a necessidade de executar o projeto”, relata Novaes.<br />
Atualmente, os quatro ambientes (produção, desenvolvimento, qualidade e solution manager) do SAP rodam em plataforma virtual. Além do ERP, os servidores virtuais estão processando o banco de dados Oracle e o sistema PW-SAT, da Sonda Procwork, que gerencia toda a parte fiscal.</p>
<h3><strong>Ganhos com a tecnologia</strong></h3>
<p><strong><br />
</strong>Quando estava compartilhando a infraestrutura de TI da holding Vibrapar, a Univen Petróleo utilizava 15 servidores para processar suas transações de negócios em um ambiente que era 100% <a href="http://www.tripletech.com.br/blog/category/microsoft/" target="_blank">Microsoft</a>. Quando partiu para o modelo de virtualização, o número de máquinas físicas caiu para quatro.<br />
O gerente de TI da petroquímica estima que com a redução da quantidade de servidores físicos, a empresa terá economia anual da ordem de 150 mil reais.</p>
<p>Esse valor é o ganho que a companhia terá por não precisar investir no mesmo volume de máquinas mais modernas. O executivo observa que, a cada três anos, os equipamentos precisam ser substituídos.</p>
<p>Há também os custos com a renovação dos contratos de licenças de software, que caíram de 15 para quatro servidores. Além dessa economia, Novaes avalia que a gestão do ambiente centralizado também se torna menos onerosa. ³Eu preciso de menos gente para manutenção do ambiente. Tenho mais flexibilidade e agilidade na hora de fazer mudanças², diz o executivo de TI da Univen.</p>
<p>Os negócios ganharam com a virtualização, segundo Novaes. A disponibilidade dos sistemas hoje é de 100% em razão de a empresa ter mais agilidade para fazer a troca das soluções. ³Os gestores passaram a ter acesso às aplicações em qualquer lugar e com segurança², garante o executivo.</p>
<p>O tempo de manutenção dos sistemas também caiu. Antes, era necessário fazer paradas de dois a três dias por semana. Agora, esse período reduziu para entre duas e três horas.</p>
<h3><strong>Próximos passos</strong></h3>
<p><strong><br />
</strong>Animada com os resultados, a Univen Petróleo já se prepara para implementar a segunda fase do projeto, que englobará a virtualização das 150 estações de trabalho, que serão substituídas por máquinas thin clients.</p>
<p>Essa etapa está prevista para começar este ano com um piloto para virtualização de 20 desktops, quando serão implementadas licenças do <a href="http://www.tripletech.com.br/?Solu%E7%F5es:Virtualiza%26ccedil%3B%26atilde%3Bo:VMware" target="_blank">VMware </a>View nas máquinas magras.</p>
<p>Novaes conta que o plano é ter 100% das estações nesse modelo para economizar com a compra de licenças de software. Pretende entregar as máquinas dos usuários mais rapidamente e de acordo com a necessidade de cada um.</p>
<p>Apesar de a virtualização semear caminhos para cloud computing, a Univen Petróleo ainda não tem planos para adotar esse modelo. O gerente de TI acha que a petroquímica ainda não tem estrutura para ter uma rede privada na nuvem. Esse é um projeto futuro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte: <a rel="nofollow" target="_blank" rel="nofollow" href="http://cio.uol.com.br/gestao/2011/04/11/virtualizacao-reduz-em-60-custos-de-energia-em-refinaria/" target="_blank">Virtualização reduz em 60% custos de energia em refinaria</a></em></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Network Computing Lab aponta a melhor ferramenta de virtualização</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2011/04/25/network-computing-lab-aponta-a-melhor-ferramenta-de-virtualizacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 15:45:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Embora a VMware apresente a melhor avaliação geral, distância em relação aos principais concorrentes já é pequena]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Embora a VMware apresente a melhor avaliação geral, distância em relação aos principais concorrentes já é pequena</h3>
<p>Data centers grandes ou pequenos rumam para a completa virtualização, isso é inegável. Mas por um longo período, o mercado ficou concentrado na <a href="http://www.tripletech.com.br/?Solu%E7%F5es:Virtualiza%26ccedil%3B%26atilde%3Bo:VMware" target="_blank">VMware</a>, que foi o primeiro fornecedor a perceber que precisaria oferecer interoperabilidade com estabilidade, algo importante para que os servidores virtuais entrassem em produção diária. Mas hoje já há diversas opções no mercado.<span id="more-2281"></span></p>
<p>Para apurar de forma precisa como está a corrida pela virtualização, os fornecedores Citrix, Microsoft, Red Hat e VMware aceitaram testar produtos no Network Computing Lab, na Universidade do Havaí, colocando suas soluções em teste. A InfoWorld coordenou o trabalho, comparando o Citrix XenServer, Microsoft Windows Server 2008 R2 Hyper-V, Red Hat Enterprise Virtualization e VMware vSphere. As métricas foram abrangentes, de facilidade de instalação a desempenho e funcionalidades de gerenciamento.</p>
<p>Para o teste, foram usados o mesmo hardware, mesma topologia de rede, rodando as mesmas máquinas virtuais. As ferramentas de análise foram executadas em Linux e Windows, que avaliaram testes subjetivos de gerenciamento e administração. A publicação analisou configuração de host, criação de templates e clonagem de máquinas virtuais, atualizações e correções, snapshots e backups, opções de scripts, além de recursos mais avançados como balanceamento de carga.</p>
<p>Os resultados mostraram que as quatro soluções combinam desempenho excelente com um conjunto rico de ferramentas de gerenciamento. Mas a VMware ainda leva um pouco de vantagem, talvez em razão de seu tempo de mercado. A ferramenta do fornecedor possui funcionalidades avançadas que as outras ainda não têm, além de mostrar um nível de consistência e precisão que ainda não foram alcançadas pelos outros. Os concorrentes possuem preços mais baixos, mas esse fator não é determinante, pois todas as ferramentas podem conter custos ocultos.</p>
<p>Em relação ao desempenho, os quatro chegaram a um parecido, sem grandes vencedores ou perdedores. As principais diferenças emergiram nos testes de carga, no qual o Hyper-V da Microsoft e o XenServer, da Citrix, tiveram um desempenho prejudicado. Rodando em servidor Windows, os melhores resultados vieram dos hypervisors da Microsoft e da VMware. Rodando em Linux, os produtos da <a href="http://www.tripletech.com.br/?Solu%E7%F5es:Virtualiza%26ccedil%3B%26atilde%3Bo:Citrix_XenServer" target="_blank">Citrix</a>, Red Hat e VMware tiveram resultados sólidos, com uma pequena desvantagem para a Microsoft. Nos testes de largura de banda com dados criptografados, Citrix e VMware se mostraram três vezes mais rápidos que Microsoft e Red Hat, graças a um melhor aproveitamento do processador Intel Westmere.</p>
<p>Três outros quesitos que importam muito para ambientes de qualquer tamanho é migração em tempo real de máquinas virtuais, alta disponibilidade e balanceamento de carga. O primeiro é a capacidade das máquinas de se movimentarem entre diferentes hosts sem um reboot. O segundo permite que o sistema reconheça máquinas virtuais que não estão em funcionamento para tomar as medidas necessárias, como reiniciar as máquinas. O terceiro nivela a carga das máquinas em toda a infraestrutura, para não haver problemas de desempenho. Esses três recursos-chave, que já foram exclusivos da VMware, agora estão presentes em cada solução testada.</p>
<p>Atrás desses recursos, estão alguns também importantes, como provisionamento otimizado, criação de templates e snapshots, backups automáticos, migração de storage em tempo real e recursos avançados de gerenciamento de memória. Nesses casos, existem algumas exceções. Entre os hypervisors, a VMware ainda é a única capaz de fazer migrações em tempo real de storage. Quanto aos recursos avançados de gerenciamento de memória, somente VMware e Red Hat oferecem recursos completos.</p>
<p>Algumas dessas últimas ferramentas citadas são extremamente importantes para infraestruturas rodando um número muito grande de máquinas virtuais por host e um grande número geral de máquinas virtuais. No entanto, ambientes menores podem não precisar de todos eles no curto prazo. Alguns desses recursos facilitam a gestão, mas não têm um impacto direto na experiência do usuário, como as migrações em tempo real, alta disponibilidade e balanceamento de carga.</p>
<p>Deve-se, ainda, analisar a questão da integração com API, que pode trazer grandes benefícios em casos de implementações muito grandes de virtualização, mas todas as soluções têm alguma forma de gestão de scripts ou recurso similar. Já no quesito compatiblidade com sistema operacional, só a VMware tem suporte explícito para Mac OS X Server, FreeBSD, NetWare e Solaris. Os demais limitam-se às distribuições Linux e plataformas Windows.</p>
<p>Em resumo, todos os fornecedores fornecem recursos suficientes para uma variedade de tamanhos de ambientes, mas a VMware ainda se demonstra o mais maduro e rico em recursos.</p>
<p>A complexidade do modelo de licenças é um quesito importante a ser levado em consideração. Os modelos utilizados pela VMware e Microsoft são os mais complexos. A VMware oferece diversos níveis de vSphere, cada um com um conjunto de recursos diferentes, cobrados por socket físico. A Microsoft oferece o <a href="http://www.tripletech.com.br/?Solu%E7%F5es:Virtualiza%26ccedil%3B%26atilde%3Bo:Virtualiza%26ccedil%3B%26atilde%3Bo" target="_blank">Hyper-V</a> como parte do Windows Server 2008 R2, com uma licença corporativa permitindo quatro servidores rodando o mesmo sistema operacional em um servidor físico, além de uma licença para datacenter que permite rodar um número ilimitado de máquinas virtuais por servidor físico.</p>
<p>O XenServer, da Citrix, é cobrado por servidor, não importando a capacidade do mesmo. Como a VMware, a Citrix oferece diversos níveis de sistema. O Red Hat Enterprise Virtualization é o mais simples (e barato), com uma única taxa anual por servidor físico, com opções de suporte em meio período ou no sistema 24&#215;7.<strong><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Considerações finais</strong></p>
<p>A desculpa mais comum para o atraso em projetos de virtualização no passado era o preço das ferramentas contraposto à falta de recursos importantes, muitos deles citados aqui. Hoje, todos os recursos desejados estão disponíveis e projetos bem-sucedidos mostram que a capacidade de redução de custos e o aumento da eficiência da virtualização é real, compensando muito os investimetnos.</p>
<p>Em uma avaliação geral, o Hyper-V, da <a href="http://www.tripletech.com.br/?Solu%E7%F5es:Microsoft:Microsoft" target="_blank">Microsoft</a>, é o que chega mais perto da vSphere, da VMware, nas funcionalidades gerais de gerenciamento. No entanto, a Microsoft possui uma gestão de funções espalhadas em diversas ferramentas, enquanto os demais têm a vantagem de concentrar tudo em um único servidor de gerenciamento.</p>
<p>O XenServer, da Citrix, combina uma excelente performance com Linux, implantação rápida, mas algumas funções avançadas requerem configurações adicionais e outras ferramentas de suporte. Uma desvantagem é o fato de que todas as operações de gestão de máquina virtual são serializadas, tomando mais tempo para realizar algumas ações, como ligar ou desligar máquinas. Limitação que impacta na gerenciabilidade e escalabilidade.</p>
<p>O Red Hat Enterprise Virtualization, por sua vez, também é de rápida instalação e tem as funcionalidades primárias de gerenciamento, mas ainda tem alguns problemas em relação à gestão de host e à alta disponibilidade. A sua performance é sólida tanto com sistemas Windows e Linux e é o mais próximo do VMware quando o assunto é um sistema com ingredientes para um ambiente altamente escalável.</p>
<p>Não é surpreendente que o <a href="http://www.tripletech.com.br/blog/category/vm/" target="_blank">VMware vSphere</a> ainda tenha a melhor a nota de uma forma geral, mas o que se pode observar é que a distância entre ele e os concorrentes está diminuindo velozmente, razão pela qual é possível afirmar que nunca houve melhor hora para apostar em soluções de virtualização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" rel="nofollow" href="http://cio.uol.com.br/tecnologia/2011/04/18/network-computing-lab-aponta-a-melhor-ferramenta-de-virtualizacao/" target="_blank">Network Computing Lab aponta a melhor ferramenta de virtualização</a></em></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O desktop está com os dias contados. Estamos na era do Virtual Workplace</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2011/04/25/o-desktop-esta-com-os-dias-contados-estamos-na-era-do-virtual-workplace/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 15:34:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
		<category><![CDATA[desktop]]></category>
		<category><![CDATA[Virtual Workplace]]></category>
		<category><![CDATA[vmware]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante o império do Personal Computer iniciado em 1981, o conceito de Desktop reinou absoluto sobre as mesas dos executivos e da maioria dos funcionários das empresas.
Já chegou a hora deste reinado de 30 anos acabar. E, por algumas boas razões.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Durante o império do Personal Computer iniciado em 1981, o conceito de Desktop reinou absoluto sobre as mesas dos executivos e da maioria dos funcionários das empresas.</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já chegou a hora deste reinado de 30 anos acabar. E, por algumas boas razões.</p>
<p>O primeiro motivo é porque 30 anos é tempo demais numa área tão dinâmica quanto a da informática e já estava na hora de aparecer um novo conceito.</p>
<p>A segunda é que o reinado físico da máquina em cima da mesa de trabalho começa a mudar. Estes equipamentos que ocupavam grande parte da mesa de trabalho começaram a ser substituídos por dispositivos móveis, como os tablets, que chegaram para ficar. Muito menores, mais elegantes, consumindo menos energia, e com mobilidade, eles são de fato irresistíveis. E, esta última característica vai fazer o mundo dos desktops tradicionais da maneira que conhecemos hoje se reduzir até praticamente desaparecer.<span id="more-2277"></span></p>
<p>A terceira razão para o conceito do desktop de software desaparecer é que a prioridade do futuro será a aplicação e não o sistema operacional. O conceito do desktop de software, associado ao sistema operacional vigente, também irá desaparecer.</p>
<p>A tentativa de alguns fabricantes de promoverem o Desktop Virtual terá vida curta.  É apenas uma tentativa de dar uma sobrevida para algo que não tem futuro: o desktop. Em substituição, está chegando um novo conceito mais amplo, menos restritivo. Ao invés de trabalharmos com um desktop de software que permite executar apenas os programas e utilitários de um único sistema operacional, vamos começar a gostar e nos acostumar ao conceito do Virtual Workplace, uma janela web genérica que pode ser acessada pelo usuário de qualquer lugar, através de qualquer browser, em qualquer máquina, com qualquer sistema operacional.</p>
<p>Esta janela Web do <a href="http://www.tripletech.com.br/?Solu%E7%F5es:Virtualiza%26ccedil%3B%26atilde%3Bo:Virtualiza%26ccedil%3B%26atilde%3Bo" target="_blank">Virtual </a>Workplace dará acesso às aplicações e ferramentas necessárias para realizar o trabalho, sejam aplicações corporativas (ERP, CRM, BI, etc), sejam ferramentas de produtividade na nuvem (Google Apps, Zoho, etc), tanto pra uso pessoal quanto corporativo.</p>
<p>Se analisarmos bem, o usuário mesmo hoje pouco se importa com o sistema operacional.  Ele quer mesmo é acessar aplicativos e informações da maneira mais simples e rápida possível.  Ninguém se importa em que lugar, e sob qual sistema operacional estas aplicações estarão rodando. Tudo que importa é que através do Virtual Workplace temos acesso às informações, aplicações e ferramentas necessárias para realizar o nosso trabalho.</p>
<p>A vantagem do Virtual Workplace é que ele é neutro de sistema operacional e de fabricante, é uma área de trabalho que podemos acessar qualquer aplicação de qualquer lugar, e que não sofre ação de modismos e da necessidade de fabricantes de venderem um novo sistema operacional. O Virtual Workplace será padronizado e dará acesso à coleção de ferramentas que se é necessário pra trabalhar.</p>
<p>Chegou o momento em que a Aplicação será o centro das atenções, a estrela do show. Máquinas servidores e sistemas operacionais se tornarão uma infraestrutura transparente e distante do usuário final. Ele interagirá com as aplicações através do Virtual Workplace a partir do tablet, não importando o sistema operacional que ele rode, seja Android, Apple iOS, Web OS ou Windows Mobile. Todos darão suporte e acesso à plataforma virtual, que concederá acesso às aplicações corporativas e às ferramentas de produtividade centralizadas, corporativas ou pessoais.</p>
<p>O acesso remoto às aplicações centralizadas será mais importante do que as aplicações móveis, pois o fator principal é a acessibilidade móvel e não necessariamente a mobilidade da aplicação. Dessa forma, o acesso remoto se tornará mandatório no mundo do Cloud Computing onde as aplicações rodarão remotamente e de forma centralizada. Ou seja, o Virtual Workplace permitirá que ninguém mais tenha controle sobre como, onde, e em que sistema operacional as aplicações estarão rodando.</p>
<p>O Virtual Workplace se tornará uma realidade, já que irá unir a necessidade de acesso remoto às informações com as aplicações rodando nas nuvens computacionais. Vamos nos libertar das interfaces proprietárias e distintas de cada desktop de sistema operacional.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" rel="nofollow" href="http://www.profissionaisti.com.br/2011/04/o-desktop-esta-com-os-dias-contados-estamos-na-era-do-virtual-workplace/?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+profissionaisti+%28Profissionais+TI+-+Pra+quem+respira+informa%C3%A7%C3%A3o.%29" target="_blank">O desktop está com os dias contados. Estamos na era do Virtual Workplace</a></em></span></p>
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		<title>IBM constrói data center de quase 1,9 milhão de m²</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2011/01/28/ibm-constroi-data-center-de-quase-19-milhao-de-m%c2%b2/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 16:56:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A IBM vai participar da construção de um novo centro de tecnologia a 50 quilômetros de Pequim, capital chinesa, e que será o maior centro de dados de cloud computing da Ásia, segundo anuncio feito pela companhia na quarta-feira (26/01).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3><em>Campus será instalado perto de Pequim e vai ter escritórios, call centers, restaurantes e sete centros de dados</em></h3>
<p>A IBM vai participar da construção de um novo centro de tecnologia a  50 quilômetros de Pequim, capital chinesa, e que será o maior centro de  dados de cloud computing da Ásia, segundo anuncio feito pela companhia na quarta-feira (26/01).<span id="more-2187"></span></p>
<p>O campus terá quase 1,9 milhão de metros quadrados e abrigará  escritórios, call centers, restaurantes e pelo menos sete centro de  dados low-slung, cada um com 48.768 metros quadrados, segundo o  arquiteto da obra.</p>
<p>Os data centers estão locados ao longo de um rio e serão construídos de  acordo com os últimos conceitos de construção verde, segundo o vice  presidente de sites da IBM,  Steve Sams. Em alguns casos, as técnicas de evaporação da água que  foram usadas pelo Google e pela Microsoft para refrigerar os data  centers serão usadas ao invés de ar condicionados.</p>
<p>Os centros de dados serão estáticos, terão um mix de usuários incluindo  empresas, governo e desenvolvedores de software além de oferecer vários  serviços de TI.</p>
<p>A IBM está construindo os data centers com a empresa chinesa Range Technology Development.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte: <a rel="nofollow" target="_blank" rel="nofollow" href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=75366" target="_blank">IBM constrói data center de quase 1,9 milhão de m²</a></em></span></p>
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		<title>&#8220;A nuvem será mais importante que a Internet&#8221;, afirma especialista</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/07/14/a-nuvem-sera-mais-importante-que-a-internet-afirma-especialista/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:33:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Info</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“A computação na nuvem está prestes a bater a internet em importância”. A afirmação parte do docente da Georgetown University, Mike Nelson e foi feita nos auspícios da World Future Society Conference, na sexta-feira, (9/7). Enquanto os desenvolvedores da Internet tinham uma perspectiva clara e dispunham do poder para tomar as decisões sobre que caminhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><p><strong>“A computação na nuvem está prestes a bater a internet em importância”. A afirmação parte do docente da Georgetown University, Mike Nelson e foi feita nos auspícios da World Future Society Conference, na sexta-feira, (9/7).<span id="more-2082"></span></strong></p>
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<p>Enquanto os desenvolvedores da Internet tinham uma perspectiva clara e dispunham do poder para tomar as decisões sobre que caminhos percorrer – resultando naquilo que experimentamos hoje em dia – Nelson questionou a capacidade dos desenvolvedores da atualidade em entender a dinâmica da expansão da web.</p>
<p>“Nos anos 90´ havia uma ideia muito clara acerca das possibilidades da Internet; como nos faltam a visão e a percepção daquela época pode ser que falhemos na aproximação com a web do futuro”, diz o professor.</p>
<p>Se a percepção que temos da web dos próximos anos nos parece turvada, é essencial entender como se dará o crescimento da nuvem. “Ela é mais importante que a web”, diz o docente ao se referir ao ambiente cloud.</p>
<p><strong>Nuvem e democracia?</strong></p>
<p>A computação na nuvem deverá possibilitar às nações em desenvolvimento o acesso a um contingente de softwares antes acessível somente para países desenvolvidos. Para pequenas empresas o ambiente das nuvens será uma maneira de economizar recursos, uma vez que podem se beneficiar de estruturas de software e de hardware como a solução oferecida pela Amazon, o Elastic Compute Cloud, para armazenar e processar os dados, sem ter de investir em equipamento.</p>
<p>Se os resultados do levantamento realizado pelo Pew Internet and Amrican Life Project estiverem corretos no que se refere à aproximação dos EUA com a web, as previsões de Nelson podem estar acertadas.</p>
<p>Em 2000 a organização realizou a primeira pesquisa e perguntou aos entrevistados se eles usavam o recurso de computação na nuvem. As respostas positivas foram inferiores a 10 por cento. A mesma pesquisa foi feita em maio desse ano e a adesão à tecnologia cloud cresceu para casa dos 66 pontos.</p>
<p>De maneira a enfatizar a importância da nuvem no dia–a-dia, a pesquisa também revela o aumento na participação de dispositivos móveis no tráfego de dados entre os aparelhos e a nuvem.</p>
<p><strong>Nuvem e ventos</strong></p>
<p>Nelson chama atenção para a falta de regulamentação e de desenvolvimento, marcantes no ambiente cloud. “Há vários ventos que nos afastam da nuvem”, diz.</p>
<p>Entre esses “ventos” Nelson cita a possibilidade de os fornecedores de soluções na nuvem, desenvolverem softwares proprietários e terminarem por prender os clientes às soluções. Ele chama isso de nuvens “parcialmente “abertas.</p>
<p>“Se os consumidores exercerem a pressão necessária, talvez cheguemos a esperada nuvem universal”, explica.</p>
<p>Na lista de desafios postos à cloud computing encontram-se: regulamentações governamentais, empresas de entretenimento voltadas ao combate da pirataria e países rumando em direção a um modelos de nuvem próprio &#8211; tementes de uma possível dominância mundial imposta pelos EUA.</p>
<p><strong>Internet e sociedade</strong></p>
<p>Outro foco do levantamento feito pela Pew Research Center, liderado por Lee Rainie, é a influência exercida pela Internet na inteligência dos usuários e na maneira de relacionamento das pessoas. O estudo também evidenciou a questão da privacidade na rede mundial de computadores.</p>
<p>Sobre a inteligência e a internet, a pesquisa conclui que a influência será relativa à postura do usuário. Haverá aquele disposto a assimilar tudo que o Google lhe responder e haverá os internautas preocupados em aglutinar informações e formar uma base cognoscitiva sólida e plural. A diretora do Imagining, Jann Anderson responde que o problema não está na tecnologia. À frente do instituto sediado na Elon University, na Carolina do Norte, Jann afirma que as pessoas não têm identificado qualquer indício de influência negativa da web nas relações sociais. Também foi dito que as relações mantidas nos círculos virtuais não resultam em amizades mais profundas. Na perspectiva de Jann, a internet provê às pessoas uma plataforma, em que podem ser mais extrovertidas ou mais tímidas.</p>
<p><strong>Quem quer privacidade?</strong></p>
<p>Jovens formam a parcela mais criticada pela publicação de dados excessivamente privados nas redes sociais, como o Facebook. De acordo com o levantamento, isso deverá continuar a ser uma tendência. Rainie, do instituto de pesquisas Pew Internet, avisa que o público jovem integrou as redes sociais no cotidiano e que as usa na formação de laços sociais. No tocante à pirataria, Rainie diz que existem movimentos de identificação de usuários mais precisos, o que deve inibir a prática.</p>
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<p><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" target="_blank" rel="nofollow" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/13/a-nuvem-sera-mais-importante-que-a-internet-afirma-especialista/" target="_blank"><em>&#8220;A nuvem será mais importante que a Internet&#8221;, afirma especialista</em></a></p>
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		<title>VMware lidera quadrante de virtualização</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/06/25/vmware-lidera-quadrante-de-virtualizacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 18:28:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A VMware, empresa de soluções de virtualização para o ambiente de trabalho, foi possicionada como uma das líderes do chamado Quadrante Mágico do Gartner, no segmento de infraestrutura de virtualização, em função de seus servidores x86. De acordo com o relatório, o mercado de infraestrutura de virtualização do servidor x86 constitui uma base essencial para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><p>A VMware, empresa de soluções de virtualização para o ambiente de trabalho, foi possicionada como uma das líderes do chamado Quadrante Mágico do Gartner, no segmento de infraestrutura de virtualização, em função de seus servidores x86.<span id="more-2053"></span></p>
<p>De acordo com o relatório, o mercado de infraestrutura de virtualização do servidor x86 constitui uma base essencial para todas as tendências do mercado – a modernização da infraestrutura e a computação cloud. A virtualização está permitindo uma troca fundamental na forma como as empresas administram, implementam e fazem possível a tecnologia da informação, e a virtualização da arquitetura do servidor x86 é considerada como uma tendência dominante (com penetração de 25% do mercado), tornando-se cada vez mais real nas empresas.</p>
<p>&#8220;Desde que começou a promover a virtualização para sistemas x86 há 10 anos, a VMware tem ajudado milhares de clientes a reduzir a complexidade de TI para alcançar novos níveis de eficiência, serviço e valor&#8221;, disse Rick Jackson, diretor de marketing da VMware. &#8220;Acreditamos que nossa posição como líder reforça a crença de que a virtualização é vital para as soluções estratégias de TI, e reconhece a nossa visão para proporcionar de forma clara e atraente a computação em nuvem&#8221;, acrescentou Jackson.</p>
<p>Fonte: <a rel="nofollow" target="_blank" rel="nofollow" href="http://corpbusiness.uol.com.br/interna.php?p=sn&amp;id=6493" target="_blank">VMware lidera quadrante de virtualização</a></p>
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		<title>VMware compra empresa focada em aplicações em nuvem</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/05/11/vmware-compra-empresa-focada-em-aplicacoes-em-nuvem/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 17:15:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Info</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fabricante de soluções adquire GemStone dentro de sua estratégia de fortalecer atuação como fornecedora de cloud computing   A SpringSource, unidade da VMware, acaba de comprar a GemStone Systems, fabricante de software que armazena dados em um cluster de servidores para garantir escala a aplicações. Os valores da transação não foram revelados. Os produtos da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><table style="width: 100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td height="30"><em><strong>Fabricante de soluções adquire GemStone dentro de sua estratégia de fortalecer atuação como fornecedora de cloud computing</strong></em></td>
</tr>
<tr>
<td height="10"> </td>
</tr>
<tr>
<td>
<div>
<div>A SpringSource, unidade da VMware, acaba de comprar a GemStone Systems, fabricante de software que armazena dados em um <em>cluster</em> de servidores para garantir escala a aplicações. Os valores da transação não foram revelados. Os produtos da empresa adquirida competem com o Oracle Coherence.O movimento reforça a determinação da companhia de virtualização em se transformar e um provedor de software para cloud computing. Em julho de 2009, a VMware comprou a SpringSource por US$ 420 milhões para ajudá-la nesse esforço, focando em aplicações Java. Em janeiro, comprou a Zimbra.  Ainda em abril, a SpringSource expandiu suas operações com a aquisição da Rabbit Technologias, empresa de sistemas de mensagens para aplicações, tecnologia vista como crucial em suas pretensões no mercado de computação em nuvem para prover comunicação com aplicativos.Rod Johnson, ex-CEO da SpringSource e porta-voz para os esforços de desenvolvimento de aplicativos afirmou que a GemStone vem como um middleware que ajudará os desenvolvedores Java para a estratégia de cloud, agilizando acesso a dados. &#8220;Computação em nuvem é um modelo de implantação distribuída. Por essa razão, cache a acessibilidade de dados terá grande importância a partir de agora&#8221;, avaliou.</p>
</div>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><em>Fonte:</em><a rel="nofollow" target="_blank" rel="nofollow" href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=67958" target="_blank"><em> VMware compra empresa focada em aplicações em nuvem</em></a></strong></p>
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		<title>VMware estuda centro de desenvolvimento no Brasil</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/05/03/vmware-estuda-centro-de-desenvolvimento-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2010 17:32:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Info</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cto]]></category>
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		<description><![CDATA[Fabricante de soluções de virtualização vê o País como celeiro de bons talentos, especialmente, em sistemas de código aberto   A VMware considera a possibilidade de instalar um centro de desenvolvimento na América Latina, mais especificamente no Brasil. &#8220;Estamos observando a região&#8221;, afirma Steve Herrod, diretor de tecnologia (CTO, na sigla em inglês) e vice-presidente-sênior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><table style="width: 100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td height="30"><em>Fabricante de soluções de virtualização vê o País como celeiro de bons talentos, especialmente, em sistemas de código aberto</em></td>
</tr>
<tr>
<td height="10"> </td>
</tr>
<tr>
<td>
<div>
<div>
<p>A VMware considera a possibilidade de instalar um centro de desenvolvimento na América Latina, mais especificamente no Brasil. &#8220;Estamos observando a região&#8221;, afirma Steve Herrod, diretor de tecnologia (CTO, na sigla em inglês) e vice-presidente-sênior de Pesquisa &amp; Desenvolvimento da fabricante de soluções de virtualização.<span id="more-1890"></span> Em visita ao Brasil, o executivo citou que o País abriga bons talentos, profissionais com conhecimento técnico e é reconhecido por sua capacidade de inovar sobre plataformas open source. A aproximação com o código aberto tem sido uma meta perseguida pela fabricante em sua estratégia.Uma série de dados sobre o mercado nacional foram apresentados ao executivo para ajudar a embasar o movimento. Segundo Herrod, atualmente, a VMware possui 3 mil desenvolvedores espalhados por centros de desenvolvimento na Índia, China, Europa e Estados Unidos. </p>
</div>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>Fonte:</em><a rel="nofollow" target="_blank" rel="nofollow" href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=67568"><em> <strong>VMware estuda centro de desenvolvimento no Brasil</strong></em></a></p>
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		<title>Cinco passos para virtualização de desktops</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/05/03/cinco-passos-para-virtualizacao-de-desktops/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2010 17:28:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Info</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[ti]]></category>
		<category><![CDATA[Vistualização de Desktops]]></category>

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		<description><![CDATA[Companhias podem mensurar benefícios em custo e segurança por meio da virtualização de desktop, mas é preciso um planejamento claro   A virtualização de desktop assiste a um rápido crescimento nas taxas de adoção, já que as companhias, cada vez mais, buscam reduzir custos de administração de TI enquanto melhoraram a questão da segurança com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><table style="width: 100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td height="30"><em>Companhias podem mensurar benefícios em custo e segurança por meio da virtualização de desktop, mas é preciso um planejamento claro</em></td>
</tr>
<tr>
<td height="10"> </td>
</tr>
<tr>
<td>
<div>
<div>
<p>A virtualização de desktop assiste a um rápido crescimento nas taxas de adoção, já que as companhias, cada vez mais, buscam reduzir custos de administração de TI enquanto melhoraram a questão da segurança com esse modelo de computação centralizada.<span id="more-1888"></span> O Gartner prevê que 60% das companhias terão alguma forma de virtualização de desktop até 2012, comparado com menos de 10% em 2008.Um dos catalisadores para essa guinada é a chegada do Windows 7 no final do ano passada &#8211; a nova versão do sistema operacional da Microsoft está causando uma onda de atualização e os gestores de TI aproveitam a oportunidade para, simultaneamente, avaliar arquiteturas alternativas.Mas os especialistas afirmam que os departamentos de tecnologia não deveriam aderir à virtualização de desktop repentinamente sem um desenho cuidadoso de um plano.&#8221;Esta não é uma tecnologia que pode ser implementada como acender uma switch&#8221;, explicou Sumit Dhawan, diretor de marketing de produto para desktop da Citrix, no Interop, em Las Vegas.&#8221;Isto é uma jornada&#8221;, avisa Dhawan. Com isso, ele apresentou cinco passos para que as organizações elaborem seus planos de virtualização de desktop.O primeiro deles, diz Dhawan, é simplesmente iniciar. Os departamentos de TI podem ver um payoff imediato com a virtualização de desktop ao identificar pequenos grupos de trabalhadores que representam os maiores desafios em termos de gestão de desktop. Esses empregados normalmente incluem times terceirizados ou contratados.&#8221;Não não esperaria que você fizesse pilotos com seu time executivo&#8221;, explica Dhawan.Depois, as organizações podem considerar desenvolver uma única imagem de desktop virtual para trabalhadores internos, como o staff de produção, centro de suporte e escritório. Outro candidato é o grupo previamente identificado para upgrade para Windows 7, observa.O terceiro passo visa ao lançamento dos desktops virtuais para a força de trabalho em geral. Um dos caminhos mais efetivos para isso é considerar serviço hospedado, como o Citrix FlexCast. Um possível quarto passo é ampliar a virtualização para além dos muros, ao disponibilizar aplicativos sob demanda para alguns funcionários. Isso permite que empregados chave acessem aplicações crítica virtualmente por qualquer device.&#8221;Você não precisa entregar todo o desktop em um iPhone&#8221;, avisa Dhawan.Finalmente, as organizações podem agregar tecnologia VM local para virtualização da arquitetura que permite o trabalho offline.Mudanças em aplicações ou dados são automaticamente sincronizadas com os seus servidores espelhos (server-side counterparts) quando o empregado entrar no sistema novamente. Esta opção faz sentido para usuários que mantêm múltiplas imagens de desktops ou diversos aplicativos personalizados. </p>
</div>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: <a rel="nofollow" target="_blank" rel="nofollow" href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=67557" target="_blank">Cinco passos para virtualização de desktops</a></p>
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