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	<title>Tripletech TI Solutions &#187; Virtualização</title>
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	<description>Blog da empresa Tripletech com dicas, notícias e soluções de tecnologia</description>
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		<title>&#8220;A nuvem será mais importante que a Internet&#8221;, afirma especialista</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:33:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“A computação na nuvem está prestes a bater a internet em importância”. A afirmação parte do docente da Georgetown University, Mike Nelson e foi feita nos auspícios da World Future Society Conference, na sexta-feira, (9/7).


Enquanto os desenvolvedores da Internet tinham uma perspectiva clara e dispunham do poder para tomar as decisões sobre que caminhos percorrer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“A computação na nuvem está prestes a bater a internet em importância”. A afirmação parte do docente da Georgetown University, Mike Nelson e foi feita nos auspícios da World Future Society Conference, na sexta-feira, (9/7).<span id="more-2082"></span></strong></p>
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<p>Enquanto os desenvolvedores da Internet tinham uma perspectiva clara e dispunham do poder para tomar as decisões sobre que caminhos percorrer – resultando naquilo que experimentamos hoje em dia – Nelson questionou a capacidade dos desenvolvedores da atualidade em entender a dinâmica da expansão da web.</p>
<p>“Nos anos 90´ havia uma ideia muito clara acerca das possibilidades da Internet; como nos faltam a visão e a percepção daquela época pode ser que falhemos na aproximação com a web do futuro”, diz o professor.</p>
<p>Se a percepção que temos da web dos próximos anos nos parece turvada, é essencial entender como se dará o crescimento da nuvem. “Ela é mais importante que a web”, diz o docente ao se referir ao ambiente cloud.</p>
<p><strong>Nuvem e democracia?</strong></p>
<p>A computação na nuvem deverá possibilitar às nações em desenvolvimento o acesso a um contingente de softwares antes acessível somente para países desenvolvidos. Para pequenas empresas o ambiente das nuvens será uma maneira de economizar recursos, uma vez que podem se beneficiar de estruturas de software e de hardware como a solução oferecida pela Amazon, o Elastic Compute Cloud, para armazenar e processar os dados, sem ter de investir em equipamento.</p>
<p>Se os resultados do levantamento realizado pelo Pew Internet and Amrican Life Project estiverem corretos no que se refere à aproximação dos EUA com a web, as previsões de Nelson podem estar acertadas.</p>
<p>Em 2000 a organização realizou a primeira pesquisa e perguntou aos entrevistados se eles usavam o recurso de computação na nuvem. As respostas positivas foram inferiores a 10 por cento. A mesma pesquisa foi feita em maio desse ano e a adesão à tecnologia cloud cresceu para casa dos 66 pontos.</p>
<p>De maneira a enfatizar a importância da nuvem no dia–a-dia, a pesquisa também revela o aumento na participação de dispositivos móveis no tráfego de dados entre os aparelhos e a nuvem.</p>
<p><strong>Nuvem e ventos</strong></p>
<p>Nelson chama atenção para a falta de regulamentação e de desenvolvimento, marcantes no ambiente cloud. “Há vários ventos que nos afastam da nuvem”, diz.</p>
<p>Entre esses “ventos” Nelson cita a possibilidade de os fornecedores de soluções na nuvem, desenvolverem softwares proprietários e terminarem por prender os clientes às soluções. Ele chama isso de nuvens “parcialmente “abertas.</p>
<p>“Se os consumidores exercerem a pressão necessária, talvez cheguemos a esperada nuvem universal”, explica.</p>
<p>Na lista de desafios postos à cloud computing encontram-se: regulamentações governamentais, empresas de entretenimento voltadas ao combate da pirataria e países rumando em direção a um modelos de nuvem próprio &#8211; tementes de uma possível dominância mundial imposta pelos EUA.</p>
<p><strong>Internet e sociedade</strong></p>
<p>Outro foco do levantamento feito pela Pew Research Center, liderado por Lee Rainie, é a influência exercida pela Internet na inteligência dos usuários e na maneira de relacionamento das pessoas. O estudo também evidenciou a questão da privacidade na rede mundial de computadores.</p>
<p>Sobre a inteligência e a internet, a pesquisa conclui que a influência será relativa à postura do usuário. Haverá aquele disposto a assimilar tudo que o Google lhe responder e haverá os internautas preocupados em aglutinar informações e formar uma base cognoscitiva sólida e plural. A diretora do Imagining, Jann Anderson responde que o problema não está na tecnologia. À frente do instituto sediado na Elon University, na Carolina do Norte, Jann afirma que as pessoas não têm identificado qualquer indício de influência negativa da web nas relações sociais. Também foi dito que as relações mantidas nos círculos virtuais não resultam em amizades mais profundas. Na perspectiva de Jann, a internet provê às pessoas uma plataforma, em que podem ser mais extrovertidas ou mais tímidas.</p>
<p><strong>Quem quer privacidade?</strong></p>
<p>Jovens formam a parcela mais criticada pela publicação de dados excessivamente privados nas redes sociais, como o Facebook. De acordo com o levantamento, isso deverá continuar a ser uma tendência. Rainie, do instituto de pesquisas Pew Internet, avisa que o público jovem integrou as redes sociais no cotidiano e que as usa na formação de laços sociais. No tocante à pirataria, Rainie diz que existem movimentos de identificação de usuários mais precisos, o que deve inibir a prática.</p>
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<p><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/13/a-nuvem-sera-mais-importante-que-a-internet-afirma-especialista/" target="_blank"><em>&#8220;A nuvem será mais importante que a Internet&#8221;, afirma especialista</em></a></p>
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		<title>VMware lidera quadrante de virtualização</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/06/25/vmware-lidera-quadrante-de-virtualizacao/</link>
		<comments>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/06/25/vmware-lidera-quadrante-de-virtualizacao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 18:28:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A VMware, empresa de soluções de virtualização para o ambiente de trabalho, foi possicionada como uma das líderes do chamado Quadrante Mágico do Gartner, no segmento de infraestrutura de virtualização, em função de seus servidores x86.
De acordo com o relatório, o mercado de infraestrutura de virtualização do servidor x86 constitui uma base essencial para todas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A VMware, empresa de soluções de virtualização para o ambiente de trabalho, foi possicionada como uma das líderes do chamado Quadrante Mágico do Gartner, no segmento de infraestrutura de virtualização, em função de seus servidores x86.<span id="more-2053"></span></p>
<p>De acordo com o relatório, o mercado de infraestrutura de virtualização do servidor x86 constitui uma base essencial para todas as tendências do mercado – a modernização da infraestrutura e a computação cloud. A virtualização está permitindo uma troca fundamental na forma como as empresas administram, implementam e fazem possível a tecnologia da informação, e a virtualização da arquitetura do servidor x86 é considerada como uma tendência dominante (com penetração de 25% do mercado), tornando-se cada vez mais real nas empresas.</p>
<p>&#8220;Desde que começou a promover a virtualização para sistemas x86 há 10 anos, a VMware tem ajudado milhares de clientes a reduzir a complexidade de TI para alcançar novos níveis de eficiência, serviço e valor&#8221;, disse Rick Jackson, diretor de marketing da VMware. &#8220;Acreditamos que nossa posição como líder reforça a crença de que a virtualização é vital para as soluções estratégias de TI, e reconhece a nossa visão para proporcionar de forma clara e atraente a computação em nuvem&#8221;, acrescentou Jackson.</p>
<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://corpbusiness.uol.com.br/interna.php?p=sn&amp;id=6493" target="_blank">VMware lidera quadrante de virtualização</a></p>
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		<title>VMware compra empresa focada em aplicações em nuvem</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/05/11/vmware-compra-empresa-focada-em-aplicacoes-em-nuvem/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 17:15:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
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		<description><![CDATA[


Fabricante de soluções adquire GemStone dentro de sua estratégia de fortalecer atuação como fornecedora de cloud computing


 




A SpringSource, unidade da VMware, acaba de comprar a GemStone Systems, fabricante de software que armazena dados em um cluster de servidores para garantir escala a aplicações. Os valores da transação não foram revelados. Os produtos da empresa adquirida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="width: 100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td height="30"><em><strong>Fabricante de soluções adquire GemStone dentro de sua estratégia de fortalecer atuação como fornecedora de cloud computing</strong></em></td>
</tr>
<tr>
<td height="10"> </td>
</tr>
<tr>
<td>
<div>
<div>A SpringSource, unidade da VMware, acaba de comprar a GemStone Systems, fabricante de software que armazena dados em um <em>cluster</em> de servidores para garantir escala a aplicações. Os valores da transação não foram revelados. Os produtos da empresa adquirida competem com o Oracle Coherence.O movimento reforça a determinação da companhia de virtualização em se transformar e um provedor de software para cloud computing. Em julho de 2009, a VMware comprou a SpringSource por US$ 420 milhões para ajudá-la nesse esforço, focando em aplicações Java. Em janeiro, comprou a Zimbra.  Ainda em abril, a SpringSource expandiu suas operações com a aquisição da Rabbit Technologias, empresa de sistemas de mensagens para aplicações, tecnologia vista como crucial em suas pretensões no mercado de computação em nuvem para prover comunicação com aplicativos.Rod Johnson, ex-CEO da SpringSource e porta-voz para os esforços de desenvolvimento de aplicativos afirmou que a GemStone vem como um middleware que ajudará os desenvolvedores Java para a estratégia de cloud, agilizando acesso a dados. &#8220;Computação em nuvem é um modelo de implantação distribuída. Por essa razão, cache a acessibilidade de dados terá grande importância a partir de agora&#8221;, avaliou.</p>
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</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><em>Fonte:</em><a rel="nofollow" href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=67958" target="_blank"><em> VMware compra empresa focada em aplicações em nuvem</em></a></strong></p>
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		<title>VMware estuda centro de desenvolvimento no Brasil</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/05/03/vmware-estuda-centro-de-desenvolvimento-no-brasil/</link>
		<comments>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/05/03/vmware-estuda-centro-de-desenvolvimento-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 May 2010 17:32:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
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Fabricante de soluções de virtualização vê o País como celeiro de bons talentos, especialmente, em sistemas de código aberto


 





A VMware considera a possibilidade de instalar um centro de desenvolvimento na América Latina, mais especificamente no Brasil. &#8220;Estamos observando a região&#8221;, afirma Steve Herrod, diretor de tecnologia (CTO, na sigla em inglês) e vice-presidente-sênior de Pesquisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="width: 100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td height="30"><em>Fabricante de soluções de virtualização vê o País como celeiro de bons talentos, especialmente, em sistemas de código aberto</em></td>
</tr>
<tr>
<td height="10"> </td>
</tr>
<tr>
<td>
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<div>
<p>A VMware considera a possibilidade de instalar um centro de desenvolvimento na América Latina, mais especificamente no Brasil. &#8220;Estamos observando a região&#8221;, afirma Steve Herrod, diretor de tecnologia (CTO, na sigla em inglês) e vice-presidente-sênior de Pesquisa &amp; Desenvolvimento da fabricante de soluções de virtualização.<span id="more-1890"></span> Em visita ao Brasil, o executivo citou que o País abriga bons talentos, profissionais com conhecimento técnico e é reconhecido por sua capacidade de inovar sobre plataformas open source. A aproximação com o código aberto tem sido uma meta perseguida pela fabricante em sua estratégia.Uma série de dados sobre o mercado nacional foram apresentados ao executivo para ajudar a embasar o movimento. Segundo Herrod, atualmente, a VMware possui 3 mil desenvolvedores espalhados por centros de desenvolvimento na Índia, China, Europa e Estados Unidos. </p>
</div>
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</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>Fonte:</em><a rel="nofollow" href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=67568"><em> <strong>VMware estuda centro de desenvolvimento no Brasil</strong></em></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cinco passos para virtualização de desktops</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/05/03/cinco-passos-para-virtualizacao-de-desktops/</link>
		<comments>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/05/03/cinco-passos-para-virtualizacao-de-desktops/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 May 2010 17:28:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
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		<description><![CDATA[


Companhias podem mensurar benefícios em custo e segurança por meio da virtualização de desktop, mas é preciso um planejamento claro


 





A virtualização de desktop assiste a um rápido crescimento nas taxas de adoção, já que as companhias, cada vez mais, buscam reduzir custos de administração de TI enquanto melhoraram a questão da segurança com esse modelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="width: 100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td height="30"><em>Companhias podem mensurar benefícios em custo e segurança por meio da virtualização de desktop, mas é preciso um planejamento claro</em></td>
</tr>
<tr>
<td height="10"> </td>
</tr>
<tr>
<td>
<div>
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<p>A virtualização de desktop assiste a um rápido crescimento nas taxas de adoção, já que as companhias, cada vez mais, buscam reduzir custos de administração de TI enquanto melhoraram a questão da segurança com esse modelo de computação centralizada.<span id="more-1888"></span> O Gartner prevê que 60% das companhias terão alguma forma de virtualização de desktop até 2012, comparado com menos de 10% em 2008.Um dos catalisadores para essa guinada é a chegada do Windows 7 no final do ano passada &#8211; a nova versão do sistema operacional da Microsoft está causando uma onda de atualização e os gestores de TI aproveitam a oportunidade para, simultaneamente, avaliar arquiteturas alternativas.Mas os especialistas afirmam que os departamentos de tecnologia não deveriam aderir à virtualização de desktop repentinamente sem um desenho cuidadoso de um plano.&#8221;Esta não é uma tecnologia que pode ser implementada como acender uma switch&#8221;, explicou Sumit Dhawan, diretor de marketing de produto para desktop da Citrix, no Interop, em Las Vegas.&#8221;Isto é uma jornada&#8221;, avisa Dhawan. Com isso, ele apresentou cinco passos para que as organizações elaborem seus planos de virtualização de desktop.O primeiro deles, diz Dhawan, é simplesmente iniciar. Os departamentos de TI podem ver um payoff imediato com a virtualização de desktop ao identificar pequenos grupos de trabalhadores que representam os maiores desafios em termos de gestão de desktop. Esses empregados normalmente incluem times terceirizados ou contratados.&#8221;Não não esperaria que você fizesse pilotos com seu time executivo&#8221;, explica Dhawan.Depois, as organizações podem considerar desenvolver uma única imagem de desktop virtual para trabalhadores internos, como o staff de produção, centro de suporte e escritório. Outro candidato é o grupo previamente identificado para upgrade para Windows 7, observa.O terceiro passo visa ao lançamento dos desktops virtuais para a força de trabalho em geral. Um dos caminhos mais efetivos para isso é considerar serviço hospedado, como o Citrix FlexCast. Um possível quarto passo é ampliar a virtualização para além dos muros, ao disponibilizar aplicativos sob demanda para alguns funcionários. Isso permite que empregados chave acessem aplicações crítica virtualmente por qualquer device.&#8221;Você não precisa entregar todo o desktop em um iPhone&#8221;, avisa Dhawan.Finalmente, as organizações podem agregar tecnologia VM local para virtualização da arquitetura que permite o trabalho offline.Mudanças em aplicações ou dados são automaticamente sincronizadas com os seus servidores espelhos (server-side counterparts) quando o empregado entrar no sistema novamente. Esta opção faz sentido para usuários que mantêm múltiplas imagens de desktops ou diversos aplicativos personalizados. </p>
</div>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=67557" target="_blank">Cinco passos para virtualização de desktops</a></p>
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		<title>Como a cloud computing afeta os empregos em TI</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/04/27/como-a-cloud-computing-afeta-os-empregos-em-ti/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 18:48:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As áreas de negócio já descobriram as vantagens da computação em nuvem, contudo, ainda dá tempo da equipe que atua no departamento de tecnologia se preparar para as rupturas provocadas pelo modelo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>As áreas de negócio já  descobriram as vantagens da computação em nuvem, contudo, ainda dá tempo  da equipe que atua no departamento de tecnologia se preparar para as  rupturas provocadas pelo modelo</h3>
<p>A menos que você more em uma caverna, já deve ter ouvido o barulho  que o cloud computing (computação em nuvem) está fazendo no mercado. O  conceito promete revolucionar o modo como as empresas lidam com a TI, ao  cortar custos e aumentar a eficiência. E tantos elogios a um setor que  mal começa a despontar são suficientes para atrair atenção das  organizações.<span id="more-1856"></span></p>
<p>Quem atua na área de TI, contudo, precisa fazer uma  análise mais profunda do tema. A nuvem está crescendo e vai afetar  inevitavelmente a infraestruturas e as equipes de tecnologia nas  empresas. Prova disso está no fato de que hoje as revistas de negócio &#8211;  sem qualquer foco técnico &#8211; já discutem o assunto, o que chama a atenção  dos gestores.</p>
<p>Felizmente o profissional de TI leva uma vantagem:  sabe que a nuvem está chegando. Ao contrário da legião de bem pagos  desenvolvedores de software que se viram sem emprego depois que suas  funções foram alvo de outsourcing na década passada, as equipes de  tecnologia da informação tem mais chances de garantir seu lugar. Isso  porque, elas sabem o que está vindo pela frente e têm a oportunidade de  se adaptar ao conceito de cloud computing antes que ela chegue com força  total.<br />
<strong>Cloud é inevitável</strong><br />
Dito de forma simples, a  nuvem será capaz de fazer o que a infraestrutura de TI já faz, só que a  um custo menor. Não há como lutar contra isso. Economias de escala ditam  as ordens, não importa se a empresa é grande ou pequena.</p>
<p>Um provedor, independentemente do tamanho, será capaz de oferecer os  mesmos recursos da infraestrutura de TI hoje alocada na organização, mas  por um preço mais baixo. O cenário afeta licenças de software,  armazenamento de dados e recursos computacionais.</p>
<p>É claro,  sabemos que nem sempre outsourcing representa a melhor solução. Quase  todo mundo já ouviu histórias de projetos que foram entregues a recursos  baratos de programação e que no fim saíram por mais do que custaria o  desenvolvimento interno. Em muitos casos, a falha em projetos de  outsourcing de software foi causada por uma verdade simples e  frequentemente esquecida: terceirização também significa muito trabalho  para a TI.</p>
<p>Quando a empresa decide terceirizar algo complicado –  seja escrever um novo módulo para suas aplicações de negócios ou migrar  todos servidores, desktops e armazenamento para a nuvem –, uma enorme  carga de trabalho espera a área de tecnologia, a qual tem de garantir o  mesmo nível de serviço das soluções hospedadas dentro de casa.</p>
<p>Não dá para esperar que um parceiro externo entenda todas as  necessidades específicas da organização sem um grande esforço da TI. A  falha na compreensão dessa verdade levou muitos projetos de  desenvolvimento a voltarem para as equipes internas, depois de serem  enviados para <a href="http://www.tripletech.com.br/?Solu%E7%F5es:Consultoria" target="_blank">outsourcing</a>. Mesmo assim, isso não impediu que um bocado  de dedicados desenvolvedores de software perdesse seus empregos.</p>
<p><strong>Adapte-se  ou morra</strong><br />
Como diz o ditado, a melhor defesa é o ataque. O  melhor que a equipe de TI pode fazer para exorcizar o fantasma de um  outsourcing sem limites é reimaginar a si mesma e à infraestrutura que  suporta com a visão de um provedor de serviço. Isso o forçará o CIO e  seu time a dar dois passos: vender seu valor à organização como se  estivesse tentando ganhar um contrato e renovar o foco no serviço ao  cliente.</p>
<p>Na maioria das organizações, a TI é vista como um enorme  centro de custo em vez de um gerador de valor. Se essa percepção  crescer, os serviços oferecidos pela área serão substituídos por uma  versão (aparentemente) mais barata na nuvem. A única coisa que realmente  pode diferenciar a equipe interna do provedor de <a href="http://www.tripletech.com.br/blog/tag/cloud-computing/" target="_blank">cloud computing</a> é o  conhecimento da organização.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte: <a rel="nofollow" href="http://cio.uol.com.br/carreira/2010/04/26/como-a-cloud-computing-afeta-os-empregos-em-ti/" target="_blank">Como a cloud computing afeta os empregos em TI</a></em></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Storage Netgear ganha certificação VMware</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/04/27/storage-netgear-ganha-certificacao-vmware/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 18:39:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Info Blog</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Netgear, fornecedora mundial de soluções de conectividade, obteve o selo VMware Ready]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>A Netgear,  fornecedora mundial de soluções de conectividade, obteve o  selo VMware  Ready</h3>
<p>A Netgear,  fornecedora mundial de soluções de conectividade, obteve o selo VMware  Ready em toda sua linha de storages corporativos ReadyNAS, incluindo as  versões desktop e rackmount. <span id="more-1851"></span></p>
<p>Durante o processo, os produtos foram  submetidos a rigorosos testes da AppLabs – empresa de certificação  aprovada pela VMware –, que classificou os produtos da Netgear como  componentes seguros para soluções de virtualização.</p>
<p>O selo VMware Ready  é a garantia de que as empresas possam compor – com Netgear e VMware –  uma solução acessível, sem ter que se preocupar com questões de  interoperabilidade. Além disso, revendedores parceiros poderão fazer uso  da linha da Netgear para entregar uma solução completa, juntamente com  os vendors líderes do mercado.</p>
<p>“Estamos extasiados  por termos completado a bateria de testes que nos certificaram com o  selo VMWare Ready, o que permitirá que nossos revendedores possam  oferecer soluções de virtualização por menos de mil dólares”, comentou  Drew Meyer, diretor de marketing de produtos de armazenamento da  Netgear.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte: <a rel="nofollow" href="http://corpbusiness.uol.com.br/interna.php?p=sn&amp;id=5848" target="_blank">Storage Netgear ganha certificação VMware</a></em></span></p>
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		<title>Cloud computing: segurança depende da localização do data center</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 20:19:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
		<category><![CDATA[data center]]></category>
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		<description><![CDATA[Cloud computing: segurança depende da localização do data center
O termo cloud computing remete a dados na internet e acessíveis em qualquer lugar. Mas a maioria dos serviços na nuvem compartilha o modelo de hospedagem tradicional. Isso significa que os dados dos clientes são gerados e armazenados em ambientes físicos, sujeitos a implicações legais e de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Cloud computing: segurança depende da localização do data center</h3>
<p>O termo cloud computing remete a dados na internet e acessíveis em qualquer lugar. Mas a maioria dos serviços na nuvem compartilha o modelo de hospedagem tradicional. Isso significa que os dados dos clientes são gerados e armazenados em ambientes físicos, sujeitos a implicações legais e de privacidade.<span id="more-1822"></span></p>
<p>O analista chefe da consultoria Forrester Research, James Staten, conta que após conversas com usuários e fornecedores de serviços na nuvem detectou que as organizações não estão cientes de onde se localizam os data centers que armazenam seus dados. &#8220;Essa falta de informação pode ser bastante crítica&#8221;, alerta o especialista. Ele lembra que a localização do ambiente de armazenamento pode representar que a empresa precisa cumprir algumas regras específicas de segurança e privacidade, &#8220;as quais, se não cumpridas, podem gerar um processo contra a empresa ou, no mínimo, um incômodo para atender às exigências de conformidade&#8221;, detalha.</p>
<p>Staten alerta que a responsabilidade pela segurança no ambiente de cloud computing está nas mãos da empresa usuária, não com o fornecedor do serviço. &#8220;Na verdade, eles não assumem a responsabilidade sobre o que as companhias vão inserir em suas infraestruturas virtualizadas&#8221;, relata o analista, ao lembrar que isso exige uma nova postura das áreas de TI.</p>
<p>Em um recente relatório, a Forrester identificou quatro boas práticas para ajudar as empresas usuárias a evitarem problemas com segurança e conformidade na nuvem:</p>
<h3><strong>1. Conheça a localização dos data centers dos fornecedores de serviços em nuvem</strong></h3>
<p>Existem leis regionais em relação à forma de armazenar dados de funcionários e de clientes, bem como informações financeiras. Por conta disso é importante que a empresa contratante verifique quais as regras específicas para a localidade na qual o data center do prestador de serviços  está instalado. Isso vale também para o caso do fornecedor realizar a replicação dos dados ou o backup em outras localidades.<br />
<strong><br />
</strong></p>
<h3><strong> 2. Fique atento a mudanças legais envolvendo busca e apreensão</strong></h3>
<p>Cada país tem restrições únicas sobre exigências para fornecer e restringir o acesso a dados. Preste atenção às informações fornecidas pelo prestador de serviços sobre as jurisdições em que os dados podem ser armazenados e processados, e avalie qualquer risco decorrente da legislação.</p>
<h3><strong>3. Use a localização que faz mais sentido ao seu negócio</strong></h3>
<p>Embora seja um fator importante, não deixe que as leis de privacidade ditem como e onde você conduz seus negócios. Se fizer sentido para você ter uma presença nos Estados Unido, na Europa e na China faça-o. Basta estar consciente das leis nessas localidades e certificar-se de implementar os serviços em conformidade com a legislação.</p>
<h3><strong>4. Mantenha a postura de segurança de suas aplicações e de seus dados</strong></h3>
<p>Empresas que usam soluções públicas de cloud precisam ter uma estratégia para garantir a segurança do sistema operacional, de aplicativos e de seus dados. Isso inclui manter mecanismos de segurança, como anti-malwares, atualizados, eliminando vulnerabilidades em seus aplicativos, além de empregar medidas como criptografia para proteger seus dados contra as ameaças na nuvem. Siga os mesmos procedimentos de <a href="http://www.tripletech.com.br/?Solu%E7%F5es:Consultoria" target="_blank">segurança</a> adotados para aplicações internas.</p>
<p><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" href="http://cio.uol.com.br/gestao/2010/04/16/cloud-computing-seguranca-depende-da-localizacao-do-data-center/" target="_blank"><em>Cloud computing: segurança depende da localização do data center</em></a></p>
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		<title>Computação em nuvem pode abrir brechas na política de acesso</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 20:10:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Computação em nuvem pode abrir brechas na política de acesso
Os departamentos de TI têm descoberto que é cada vez mais difícil controlar o acesso  dos funcionários às aplicações e aos recursos corporativos. E a cloud computing (computação em nuvem) vai tornar os complicadores ainda piores, segundo um estudo da consultoria Ponemon Institute.
A pesquisa &#8211; intitulada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Computação em nuvem pode abrir brechas na política de acesso</h3>
<p>Os departamentos de TI têm descoberto que é cada vez mais difícil controlar o acesso  dos funcionários às aplicações e aos recursos corporativos. E a cloud computing (computação em nuvem) vai tornar os complicadores ainda piores, segundo um estudo da consultoria Ponemon Institute.<span id="more-1817"></span></p>
<p>A pesquisa &#8211; intitulada “2010 Access Governance Trends Survey” &#8211; entrevistou 728 profissionais de TI sobre as políticas de acesso às informações corporativas. E para 73% deles, a adoção de aplicações baseadas em cloud computing deve abrir uma brecha para que as áreas de negócio driblem as atuais políticas de acesso às informações corporativas criadas pela área de TI.</p>
<p>Para os profissionais de TI, a computação em nuvem &#8220;está criando mais um problema em potencial que causa estress&#8221;, afirma o CEO do Ponemon Institute, Larry Ponemon.</p>
<p>Ainda de acordo com o estudo, nos últimos dois anos, a gestão das políticas de acesso às informações corporativas têm sido considerada um problema para as áreas de TI. Nesse sentido, 87% dos profissionais consultados no estudo acreditam que os funcionários contam com uma liberdade exagerada para acessar os dados da empresa &#8211; o que representa um aumento de 9% em relação ao levantamento de 2008.</p>
<p>Por fim, o levantamento constata que cada vez mais outras áreas, que não a TI, exercem um poder importante de influência para criar as políticas de acesso às informações corporativas. No atual estudo, 37% dos profissionais afirmam que as unidades de negócio têm a responsabilidade por essas regras, contra uma porcentagem de 29% em 2008.<span> </span></p>
<p>Os departamentos de TI têm descoberto que é cada vez mais difícil controlar o acesso  dos funcionários às aplicações e aos recursos corporativos. E a <a class="external-link" href="http://www.tripletech.com.br/blog/tag/cloud-computing/" target="_blank"><span style="color: #2238b5;">cloud computing </span></a>(computação em nuvem) vai tornar os complicadores ainda piores, segundo um estudo da consultoria Ponemon Institute.</p>
<p>A pesquisa &#8211; intitulada “2010 Access Governance Trends Survey” &#8211; entrevistou 728 profissionais de TI sobre as políticas de acesso às informações corporativas. E para 73% deles, a adoção de aplicações baseadas em cloud computing deve abrir uma brecha para que as áreas de negócio driblem as atuais políticas de acesso às informações corporativas criadas pela área de TI.</p>
<p>Para os profissionais de TI, a computação em nuvem &#8220;está criando mais um problema em potencial que causa estress&#8221;, afirma o CEO do Ponemon Institute, Larry Ponemon.</p>
<p>Ainda de acordo com o estudo, nos últimos dois anos, a gestão das políticas de acesso às informações corporativas têm sido considerada um problema para as áreas de TI. Nesse sentido, 87% dos profissionais consultados no estudo acreditam que os funcionários contam com uma liberdade exagerada para acessar os dados da empresa &#8211; o que representa um aumento de 9% em relação ao levantamento de 2008.</p>
<p>Por fim, o levantamento constata que cada vez mais outras áreas, que não a TI, exercem um poder importante de influência para criar as políticas de acesso às informações corporativas. No atual estudo, 37% dos profissionais afirmam que as unidades de negócio têm a responsabilidade por essas regras, contra uma porcentagem de 29% em 2008.</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://cio.uol.com.br/gestao/2010/04/19/computacao-em-nuvem-pode-abrir-brechas-na-politica-de-acesso/" target="_blank"><em>Fonte: Computação em nuvem pode abrir brechas na política de acesso</em></a></p>
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		<title>Lições que as empresas aprenderam com a adoção de cloud computing</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 20:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
		<category><![CDATA[cloud computing]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[A redução de custos virou um mantra na maior parte das empresas. Como consequência, as áreas de TI buscam alternativas para endereçar essa necessidade, o que justifica o crescente aumento do interesse pelo cloud computing (computação em nuvem).
Muitas organizações colocam parte de sua infraestrutura na nuvem como forma de aumentar os recursos destinados a pequisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A redução de custos virou um mantra na maior parte das empresas. Como consequência, as áreas de TI buscam alternativas para endereçar essa necessidade, o que justifica o crescente aumento do interesse pelo cloud computing (computação em nuvem).<span id="more-1810"></span></p>
<p>Muitas organizações colocam parte de sua infraestrutura na nuvem como forma de aumentar os recursos destinados a pequisa e desenvolvimento. Mas a grande maioria opta pelo modelo de cloud computing como forma de eliminar os custos relacionados aos ativos de TI, principalmente ao data center.</p>
<p>O diretor-executivo da empresa de soluções de segurança Immunet, Oliver Firedrichs, conta que a decisão de aderir à computação em nuvem ocorreu depois que a organização percebeu que precisaria construir um novo data center e o custo disso seria inviável. A partir daí, houve a decisão de utilizar a infraestrutura na nuvem fornecida pela Amazon.</p>
<p>A seguir, acompanhe a experiência da Immunet, bem como de outras duas organizações, com a adoção do cloud computing.</p>
<p><strong>1. De gestão da TI ao desenvolvimento de software</strong></p>
<p>De forma geral, o grande chamariz das empresas para adotar cloud computing é a redução de custos no data center. No entanto, em vez de reduzir o número de funcionários, muitas organizações que optam por esse modelo estão remanejando o orçamento de TI que sobra para investir em desenvolvedores de software com experiência em computação em nuvem.</p>
<p>&#8220;Em um data center tradicional, seria necessário um profissional de TI para manter os servidores e o próprio hardware&#8221;, lembra Friedrichs. &#8220;Então, alocamos o que seria pago para esse profissional aos desenvolvedores de software, que passam a trabalhar sobre uma plataforma mais flexível.&#8221;</p>
<p>Da mesma forma, a empresa de soluções para gestão de vendas Right 90 relata que ao transferir seus data center &#8211; espalhados por três países &#8211; para o modelo na nuvem, conseguiu desafogar a equipe de TI. &#8220;Os rapazes da área de tecnologia estão agora de questões mais estratégicas para a empresa e que são muito melhores do que gerenciar servidores&#8221;, relata o CEO do grupo, Arthur Wong.<br />
<strong>2. Segurança da informação &#8211; visão positiva</strong></p>
<p>Quando as empresas migram para cloud computing, uma preocupação recorrente é o estrago que um ataque malicioso aos provedores do serviço pode representar. Porém, até agora a Immunet não teve  qualquer problema. “Posso afirmar que desde que começamos tudo correu bem”, afirma Friedrichs. “Em um data center físico, os servidores estariam seguros, mas não haveria a concentração e a resistência na mesma medida que a nuvem proporciona”, completa.</p>
<p><strong>3. Segurança da informação &#8211; visão negativa</strong></p>
<p>O CEO da Immunet destaca, no entanto, que a empresa que contrata um serviço baseado em cloud computing precisa também gerenciar a segurança. &#8220;Não há direfença em hospedar na Amazon ou em um data center próprio”, aponta Friedrichs.</p>
<p>Exatamente essa questão de segurança fez com que a empresa de serviços que atua com transferência de arquivos YouSendIt optasse por implementar e gerenciar sozinha seu data center. Com 12 milhões de usuários, a companhia descarta qualquer possibilidade de utilizar cloud computing. Entre outras razões, o fundador e CTO do grupo, Ranjith Kumaran, destaca que quer evitar problemas de privacidade e de conformidade. “Nossos clientes europeus querem ter certeza de que seus dados estão na Europa”, ressalta o executivo, ao informar que hoje os provedores não garantem a localização geográfica dos ambientes nos quais estão armazenados os dados fornecidos por meio de cloud computing.</p>
<p><strong>4. Escolha do cliente</strong></p>
<p>Os problemas com a localização em que os dados estão armazenados enfatiza que a decisão de mudar ou não para serviços em nuvem não representa uma definição apenas da empresa, mas também de seus clientes.</p>
<p>“Já tivemos clientes que disseram: nós gostamos dos seus serviços, mas queremos ter tudo próximo de nós”, explica Kumaran. Para esses usuários, a YouSendit criou uma solução que utiliza o data center da própria companhia contratante.</p>
<p><strong>5. A vantagem de custo não dura para sempre</strong></p>
<p>Apesar das questões de requerimentos e segurança ainda serem uma barreira, a economia proporcionada pela computação em nuvem é algo que chama a atenção das empresas, na visão da CTO da ShareThis &#8211; que oferece soluções de compartilhamento de informações -, Nanda Kishore, que está entre os usuários de cloud computing.</p>
<p>Mas conforme sua companhia cresce, a executiva vejo menos vantagens de custo na adoção da nuvem. Um dos problemas, segundo Nanda, tem sido o consumo de banda para tráfego de dados.</p>
<p><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" href="http://cio.uol.com.br/gestao/2010/04/20/licoes-que-as-empresas-aprenderam-com-a-adocao-de-cloud-computing/" target="_blank"><em>Lições que as empresas aprenderam com a adoção de cloud computing</em></a></p>
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