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	<title>Tripletech IT Solutions &#187; TI Verde</title>
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	<description>Blog da Tripletech IT Solutions com dicas, notícias e soluções de tecnologia</description>
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		<title>Por que a TI verde não é suficiente para cortar custos com energia?</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 19:32:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Info</dc:creator>
				<category><![CDATA[TI Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Corte Custos]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>

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		<description><![CDATA[Os devem prestar atenção a todos os processos que envolvem o consumo energético dentro das organizações se quiserem resultados efetivos Gordon Katz, diretor de TI, estima que quando os monitores do escritório de advocacia Porter, Wright, Morris &#38; Arthur estão em modo &#8216;stand by&#8217;, ele poupa para a sua empresa eletricidade suficiente para iluminar por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><p><strong>Os devem prestar atenção a todos os processos que envolvem o consumo energético dentro das organizações se quiserem resultados efetivos</strong></p>
<div>
<p>Gordon Katz, diretor de TI, estima que quando os monitores do escritório de advocacia Porter, Wright, Morris &amp; Arthur estão em modo &#8216;stand by&#8217;, ele poupa para a sua empresa eletricidade suficiente para iluminar por um ano o estádio do time de futebol norte-americano Cleveland Browns. No entanto, ele não sabe quantificar essa economia em dinheiro.<span id="more-2026"></span></p>
<p>“Nós não temos como mensurar isso”, diz Katz. Com 230 advogados espalhados em seis cidades dos EUA, a firma divide seu espaço em vários edifícios, os quais pagam um percentual da conta de eletricidade de acordo com o consumo individual. Mas a empresa tem uma política de sustentabilidade, com base no que foi sugerido pela American Bar Association. “Isso cria uma padrão”, acrescenta Robert Meyer, um advogado que está a frente da empre Green Practice Group. “Isso nos permite enxergar as coisas ponto a ponto e ver até onde podemos progredir”.</p>
<p>Se existe uma forma de medir o quanto de combustível e de eletricidade é gasto na organização, os benefícios da redução do consumo de energia para o meio ambiente e para linhas de produção são relativamente simples. E é tentador para os CIOs focarem esse tipo de conduta para a TI, uma vez que o setor é responsável por uma grande fatia da “conta de luz”. Mas não se pode parar por aí. São necessários sistemas de apoio à decisão sustentável em todos os tipos de operações, desde o local no qual está instalado o armazem à temperatura dos escritórios.</p>
<p><strong>Expansão além do TI</strong></p>
<p>Tony Scott, CIO da Microsoft, diz que se interessou em quanta energia uma empresa consome quando ainda era CTO da General Motors, em 2002. “Nós éramos uma divisão da organização e era difícil negociar com os fornecedores para conseguir baixar os custos por unidade”, lembra. Ele calculou que muitos dos computadores que a GM comprou consumiam mais energia do que seu valor de compra. No entanto, naquela época, os custos de eletricidade não eram levados em consideração na hora de decidir sobre que tipo de PC adquirir. Ainda assim, Scott começou a focar-se  na tecnologia verde.</p>
<p>&#8220;Eu conversei com algumas pessoas que estavam desenvolvendo a tecnologia da bateria&#8221;, diz ele. A conversa foi se expandido para a gestão energética nos edifícios. &#8220;Foi a tecnologia focada em PCs que estava nos ajudando a ter um melhor controle sobre todos os outros setores.&#8221; Mais tarde, quando ele se tornou CIO da Walt Disney, uma das primeiras coisas que questionou foi quanto a empresa gastava de energia em data centers. &#8220;e ninguém sabia me dizer&#8221;, relata.</p>
<p>Depois que entrou na Microsoft, em 2008, a equipe de Scott uniu-se a Rob Bernard, estrategista-chefe da divisão ambiental da companhia, para consolidar e virtualizar servidores usados por engenheiros no desenvolvimento de produtos.  A empresa diz que a eficiência energética atual (com seu sistema de refrigeração de última geração) deixará de emitir 12 mil toneladas de carbono por ano.  Isso é o equivalente a retirar 8.400 carros da estrada por 12 meses.</p>
<p>Além dos data centers, Scott conclui que a TI é realmente a chave para que a gestão de energia vá para a frente. &#8220;Quanto mais aplicarmos a tecnologia para todas as coisas inúteis que temos, melhor será o resultado&#8221;, detalha.</p>
<p>Antes de investir em TI, no entanto, os líderes devem mudar seu foco, diz Richard Watson, diretor do Center for Information Systems, localizado na Universidade da Geórgia. A maioria dos CIOs precisa prestar tanta atenção tanto ao hardware quanto à gestão de transporte e às operações de fabricação e uso da água.</p>
<p>&#8220;Temos de abraçar a ideia de que a informação pode reduzir o consumo de energia”, disse Watson, acrescentando que o próximo passo será a criação de sistemas que façam relatórios sobre o uso  de energia, para que as empresas possam tomar as melhores decisões. &#8220;Nós ainda estamos aprendendo como as coisas funcionam&#8221;.</p>
</div>
<p>Fonte: <a rel="nofollow" target="_blank" rel="nofollow" href="http://cio.uol.com.br/gestao/2010/05/31/por-que-a-ti-verde-nao-e-suficiente-para-cortar-custos-com-energia/" target="_blank">Por que a TI verde não é suficiente para cortar custos com energia?</a></p>
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		<title>Greenpeace divulga lista das empresas mais verdes</title>
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		<comments>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/05/31/greenpeace-divulga-lista-das-empresas-mais-verdes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 May 2010 18:04:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Info</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TI Verde]]></category>
		<category><![CDATA[ecologicamente corretos]]></category>
		<category><![CDATA[empresas verdes]]></category>
		<category><![CDATA[Greenpeace]]></category>

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		<description><![CDATA[A Nokia continua liderando o ranking de empresa mais verde do mundo. Esse foi o dado da  15ª edição do “Guide to Greener Electronics”, relatório trimestral feito pelo Greenpeace que indica as companhias de eletrônicos ecologicamente corretas e as não tão corretas também. A empresa subiu dois décimos em relação à versão anterior, com 7,5 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><p>A Nokia continua liderando o ranking de empresa mais verde do mundo. Esse foi o dado da  15ª edição do “Guide to Greener Electronics”, relatório trimestral feito pelo Greenpeace que indica as companhias de eletrônicos ecologicamente corretas e as não tão corretas também. A empresa subiu dois décimos em relação à versão anterior, com 7,5 pontos numa escala de  0 a 10. A colocação deu-se graças ao  avanço no seu compromisso em retirar substâncias tóxicas de seus produtos, como os compostos de bromo e trióxidos de antimônio.<span id="more-1999"></span></p>
<p>O Greenpeace também  avaliou positivamente as declarações do executivo- chefe da companhia, Olli-Pekka Kallasvuo, que defendeu que os países industrializados cortem 30% de suas emissões de gases do efeito estufa até 2020. No entanto, a empresa recebeu criticas por não apoiar abertamente as restrições globais de outras substâncias poluentes, como o PVC, e por não utilizar plásticos reciclados em maior medida na produção de seus telefones.</p>
<p>A Sony Ericsson também fez bonito e ficou no segundo lugar, com  6,9 pontos, seguida pela Philips e Motorola, ambas com 5,1 pontos. Já a japonesa Nintendo, a chinesa Lenovo e americana Microsoft foram as empresas consideradas menos ecológicas. </p>
<p>O ranking  realizado desde 2006 leva em consideração aspectos como consumo de energia, uso de materiais tóxicos, programas de reciclagem e emissões de  gases-estufa. O objetivo é orientar o consumidor e pressionar as 18 maiores empresas do setor.</p>
<p><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" target="_blank" rel="nofollow" href="http://olhardigital.uol.com.br/digital_news/noticia.php?id_conteudo=12046" target="_blank"><em>Greenpeace divulga lista das empresas mais verdes</em></a></p>
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		<title>TI Verde: como empresas brasileiras se adequam ao tema</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/05/28/ti-verde-como-empresas-brasileiras-se-adequam-ao-tema/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 16:31:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Info</dc:creator>
				<category><![CDATA[TI Verde]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[A área de tecnologia da informação começa a lidar com demandas impostas pela preocupação com a sustentabilidade ambiental Reduzir o consumo de energia elétrica, o uso de papel e o gasto de combustível; estimular a adoção de produtos com materiais não tóxicos; ajudar a medir os impactos globais da atividade produtiva; inventar novas formas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><p><strong>A área de tecnologia da informação começa a lidar com demandas impostas pela preocupação com a sustentabilidade ambiental</strong></p>
<div>
<p>Reduzir o consumo de energia elétrica, o uso de papel e o gasto de combustível; estimular a adoção de produtos com materiais não tóxicos; ajudar a medir os impactos globais da atividade produtiva; inventar novas formas de trabalhar que beneficiem os negócios e o planeta. Tudo isso faz parte da nova demanda dos CIOs, empenhados cada vez mais em integrar o repertório da sustentabilidade ambiental à base das suas estratégias de investimentos em TI.<span id="more-1982"></span></p>
<p>Pré-requisitos &#8220;verdes&#8221; já entram nas licitações de organizações públicas e privadas, como o caso do grupo AES Eletropaulo ou da transportadora Águia Branca. E, mais do que isso, a preocupação com as emissões de gases que provocam efeito estufa, além de ser um diferencial competitivo e gerar valor para a imagem corporativa, vai tornar-se em breve uma obrigação legal.</p>
<p>O presidente Lula sancionou em dezembro do ano passado a Lei Nacional de Mudanças Climáticas, que fixou uma meta para redução das emissões de gases estufa no Brasil, de 36,1% a 38,9%, até 2020. O governo de São Paulo também já criou sua própria lei estadual, para passar dos 122 milhões de toneladas ao ano (medida dos gases convertidos em CO²) em 2005, para 98 milhões de toneladas dentro dos mesmos 15 anos. Amazonas, Santa Catarina, Goiás e, desde abril último, Rio de Janeiro também têm sua legislação de mudanças climáticas, e outros estados – como Bahia, Paraná e Tocantins – estão preparando documentos no mesmo sentido.</p>
<p>Ao longo dos próximos meses, no máximo até o final de 2011, especialistas esperam ver a consolidação dos marcos legais da sustentabilidade ambiental em todo o território brasileiro. Com as regulamentações das leis aprovadas, haverá um direcionamento de como, onde e de que forma atingir as metas estabelecidas.</p>
<p>A partir daí, os cortes nas emissões de gases de efeito estufa ganharão a urgência de obrigações legais dentro das empresas e uma parte indissociável de todos os seus processos internos, adverte João Bezerra Leite, diretor da área de infraestrutura e operações de tecnologia da informação do banco Itaú, única empresa brasileira finalista do prêmio de TI verde do Instituto Uptime, uma das maiores autoridades mundiais em certificação de data centers.</p>
<p>Para o diretor do Itaú, há várias razões para buscar ações ambientalmente sustentáveis: &#8220;É a coisa certa a fazer; existe uma mobilização mundial nessa direção; as companhias devem estar aderentes à tendência global de regulamentação; e, finalmente, as iniciativas &#8220;verdes&#8221; trazem retorno concreto&#8221;. Como exemplo, Leite cita que o seu banco conseguiu uma economia anual de 500 mil reais no consumo de energia, graças a um processo de modernização de uma parte dos data centers e à virtualização de servidores.</p>
</div>
<p>O executivo explica que seu trabalho de TI na área de sustentabilidade tem diferentes linhas de abordagem. A primeira delas trata justamente da eficiência energética. &#8220;Essa é a frente que paga a conta, ao tornar os resultados tangíveis. É o patrocinador das demais discussões&#8221;, ensina Leite, lembrando que metade da energia gasta pelo banco é consumida por equipamentos de TI ¬ data center, equipamentos de rede, PABX, 30 mil ATMs (terminais de autoatendimento), 70 mil terminais em agências, 45 mil estações de trabalho e impressoras. Dentro da proposta de economizar eletricidade, 10 mil monitores de tubo (CRT) já foram trocados por modelos LCD; e outros 16 mil vão seguir o mesmo caminho este ano.</p>
<p>De acordo com a diretora-geral de sistemas de informação da operadora celular Vivo, Christiane Almeida Edington, um monitor CRT consome o equivalente a 51,49 toneladas de CO² ao ano, em média, em comparação a 15,56 toneladas de CO² anuais no modelo de LCD. “Uma diferença significativa”, diz ela, que usa uma metodologia própria de conversão de Watts em CO² equivalente, com base em um mix de indicadores internacionais. A partir dessa conta, a companhia substituiu 50% dos seus 10 mil monitores por equipamentos mais modernos e que, no início de 2009, representavam apenas 20% do total.</p>
<p>Data center repaginado<br />
O grande devorador de energia, contudo, em se tratando de TI, são os data centers. Os desafios do diretor do Itaú até 2011 incluem ampliar em 30% ao ano a capacidade de processamento de dados e encarecer em apenas 10% a conta de energia do parque instalado. Leite conta que um ambiente de 1,4 mil m² foi modernizado no ano passado, gerando uma redução de 1,5 milhão de kW/hora/ano, o equivalente a uma taxa de 40% do consumo anterior. &#8220;Ainda há 3 mil m² de instalações a serem atualizadas&#8221;, conta o executivo.</p>
<p>Segundo Leite, os novos ambientes utilizam o modelo conhecido como Next Generation Data Center (NGDC). Entre outras características, usam racks padronizados e têm corredores frios e quentes – as máquinas ficam de frente para as saídas de ar gelado nos pisos e a parte traseira dos gabinetes é confinada em um corredor quente, onde o ar é removido pelas aberturas no teto, impedindo que se misture no mesmo ambiente refrigerado –, técnica que reduz sensivelmente a demanda do ar-condicionado.</p>
<p>A Vivo está iniciando um projeto avançado nessa área. Em meados de abril, a operadora fechou contrato para construir um data center de 4,6 mil m² (medida do piso falso) em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, afinado com padrões internacionais. Christiane acredita que o ambiente será um dos raros no País com a certificação internacional Leed (Leadership in Energy and Environmental Design).<br />
 <br />
Isso significa obedecer a uma porcentagem de ferro reciclável na obra, utilizar tintas com composições específicas, dispor de sistemas de reutilização de água, ter um estacionamento com vagas preferenciais para veículos a combustíveis de fontes renováveis, corredores quentes/frios para os gabinetes, entre outros. Todos os requisitos foram estabelecidos nos contratos com fornecedores que, em alguns casos, estarão trabalhando pela primeira vez nesse padrão.</p>
<p>“Esse tipo de cuidado encarece em cerca de 15% o projeto”, estima Christiane. Por outro lado, diz, garante ganhos nos custos (Opex) com energia, manutenção e suporte que justificam o investimento. Esse será o principal data center da Vivo, previsto para ficar pronto no segundo semestre do ano que vem. A empresa também vai manter a instalação do seu prédio da capital paulista como backup, e mais um data center, em Campinas (SP), rodando aplicações não críticas. Com isso, vai reduzir os atuais cinco centros de processamento para três unidades.</p>
<p>O gerente sênior e especialista em eficiência em TI da consultoria PriceWaterhousecoopers Brasil, Norberto Tomasini, integra um grupo de trabalho que está traduzindo e adaptando para o País a certificação Leeds. Também fazem parte do grupo de localização do certificado –que deve ser oferecido no mercado em cerca de um ano – representantes do Ministério do Meio Ambiente, técnicos da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), entre outros.</p>
<p>Para Tomasini, a certificação deve fortalecer um movimento amplo de renovação dos data centers, atualmente em curso. Muitos desses ambientes estariam chegando à fase final de sua vida útil, com 30 a 40 anos. Nesse sentido, o casamento do esgotamento com as novas demandas ecológicas podem estimular a tendência de terceirização.</p>
<p><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" target="_blank" rel="nofollow" href="http://cio.uol.com.br/gestao/2010/05/28/ti-verde-como-empresas-brasileiras-se-adequam-ao-tema/paginador/pagina_3" target="_blank"><em>TI Verde: como empresas brasileiras se adequam ao tema</em></a></p>
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		<title>Eficiência energética: tesouro escondido nos departamentos de TI</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/05/27/eficiencia-energetica-tesouro-escondido-nos-departamentos-de-ti/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 16:08:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Info</dc:creator>
				<category><![CDATA[TI Verde]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[reduzir consumo]]></category>

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		<description><![CDATA[As iniciativas &#8216;verdes&#8217; precisam estar atreladas com benefícios financeiros para as empresas Uma das alternativas para os departamentos de tecnologia da informação driblarem orçamentos cada vez mais reduzidos é investir na eficiência energética. Hoje, tecnologias como virtualização, otimização do armazenamento, produtos com selo Energy Star, soluções de gerenciamento de energia, entre outros, têm o potencial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><p><strong>As iniciativas &#8216;verdes&#8217; precisam estar atreladas com benefícios financeiros para as empresas</strong></p>
<div>
<div>Uma das alternativas para os departamentos de tecnologia da informação driblarem orçamentos cada vez mais reduzidos é investir na eficiência energética. Hoje, tecnologias como virtualização, otimização do armazenamento, produtos com selo Energy Star, soluções de gerenciamento de energia, entre outros, têm o potencial de reduzir o consumo energético imediatamente, sem ter de aguardar o temido retorno sobre o investimento (ROI).<span id="more-1964"></span></div>
<div> </div>
<div>Segundo o relatório IT&#8217;s Energy Efficient 2009, da consultoria em TI CDW, 52% das organizações que  trabalham ativamente para reduzir o consumo de energia, conseguiram diminuir os custos com TI em 1% ou mais. Dependendo do tamanho da empresa, esse 1% pode se traduzir em grandes economias.</p>
<p>Ao implementar todas as medidas necessárias para economizar energia em toda a organização, os profissionais de TI consultados no estudo acreditam que essa redução pode chegar a cerca de 17%, o que se traduz em 900 mil dólares de economia em média para grandes empresas.</p></div>
<div> </div>
<p><strong>O que funciona?</strong></p>
<div>Não existe milagre quando se trata de eficiência energética. Enquanto a maioria das organizações se preocupa com a redução do consumo de energia e reconhece a oportunidade para uma economia significativa, o sucesso só vem com persistência e com um foco preciso sobre as oportunidades de eficiência energética em todo o ambiente de TI.</div>
<div> </div>
<div>O relatório descobriu que os executivos de TI responsáveis pela conta da energia do departamento tendem a possuir uma visão de longo prazo e são duas vezes mais propensos a dar mais importância à eficiência energética no processo de aquisição dos equipamentos. Em organizações bem-sucedidas, o estudo aponta que gestão e TI fazem da eficiência energética uma prioridade partilhada por meio de três táticas &#8211; perguntar, delegar e incentivar, conforme exemplo abaixo:</div>
<div> </div>
<div><strong>Pedir para a TI gerenciar</strong> &#8211; organizações que pediram ao seu departamento de TI para reduzir os custos de energia têm resultados significativos: 57% cortaram os gastos em 1% ou mais.</div>
<div> </div>
<div><strong>Delegar responsabilidade </strong>- 60% das organizações nas quais a TI é responsável por gerenciar os gastos com energia estão tomando medidas específicas para diminuir esse consumo, comparado a 24% das organizações em que a tecnologia da informação não tem a mesma responsabilidade.</div>
<div> </div>
<div><strong>Incentivar o sucesso da TI </strong>- as empresas em que o departamento de TI é incentivado a melhorar a sua eficiência energética são mais propensas a ter a meta de redução do consumo como uma prioridade &#8211; 58% contra apenas 30% daqueles que não são incentivados.</div>
<div> </div>
<div>
<div>O relatório descobriu que os entrevistados também reduziram os custos de energia, privilegiando a eficiência energética na aquisição e gestão de equipamentos de TI, por meio das seguintes medidas:</div>
<div> </div>
</div>
<div>Compra de equipamentos com processadores de múltiplos núcleos e baixa-energia/baixa-voltagem; utilização de ferramentas de gerenciamento de rede de energia; uso de softwares inseridos nas fontes de alimentação ininterrupta (UPS) para acompanhar a demanda de consumo; monitoramento remoto do data center para manter as luzes apagadas quando os empregados não estiverem no local; colocação de cabos de gestão para reduzir a demanda dos sistemas de refrigeração; implementação de servidor de aplicação e de armazenamento virtualizado para diminuir o número de equipamentos que consomem energia.</div>
<div> </div>
<div>Uma pergunta feita no relatório foi: o que mantêm todos longe em aproveitar a eficiência energética? E a resposta curta é&#8230; não muito. Novas tecnologias melhoraram as soluções e adicionaram incentivos que permitiram os profissionais de TI aproveitarem o poder da eficiência energética.</p>
<p>Há anos, as equipes de tecnologia esperavam pelos padrões claros da indústria para a eficiência energética de equipamentos nos data centers. Agora, parece que tanto a indústria quanto os governos têm intensificado as discussões sobre a eficiência dos equipamentos de TI, o que permite aos CIOs tomarem as decisões de compra bem mais informados.</p></div>
<div>
<div>No relatório, 83% dos entrevistados disseram que os produtos de maior eficiência energética estão se tornando mais fáceis de serem identificados, e quase todos disseram que o selo Energy Star é muito importante para saber quais são os produtos energeticamente eficientes.</div>
<div> </div>
<div>Outra ferramenta vista como muito verde é a virtualização. Embora algumas empresas ainda tenham reservas quanto à essa tecnologia, conforme aponta outro estudo da CDW, a maioria dessas preocupações evapora após a adoção das soluções. Além disso, o uso de servidores na nuvem pode reduzir os custos de energia com os equipamentos em cerca de 80%.</div>
<div> </div>
<div><strong>Recomendações</strong></div>
<div>Apesar dos benefícios, muitos executivos ainda não sabem como tornar a teoria em prática. Confira algumas dicas de apoio na hora de adquirir os produtos e soluções verdes:</div>
<div> </div>
<div><strong>Crie o compromisso: </strong>aplique em todo o departamento de TI diretrizes de redução de energia. Atribua funções e responsabilidades, também forneça as ferramentas para monitorar e melhorar a eficiência de consumo</div>
<div> </div>
<div><strong>Procure com cuidado:</strong> os fabricantes de equipamentos de TI estão constantemente melhorando a eficiência energética de seus produtos, por isso, procure ativamente dispositivos de baixa-energia/baixa-voltagem que atendam aos requisitos de desempenho. De acordo com a pesquisa, os executivos podem se surpreender com o retorno rápido dos investimentos realizados para esses produtos.</div>
<div> </div>
<div><strong>Comece simples:</strong> ative as opções de gestão de energia incorporado nos PCs e sistemas operativos dos servidores, treine os funcionários com as melhores práticas de energia, como desligar os computadores, e use ferramentas de monitoração em sistemas &#8220;UPS inteligentes&#8221;.</div>
<div> </div>
<div><strong>Avalie o consumo de energia:</strong> identifique e quantifique todas as oportunidades para reduzir o consumo de energia e priorize-os pelo custo/benefício da ação.</div>
<div> </div>
<div><strong>Melhore a eficiência do data center: </strong>as organizações podem reduzir o uso de energia do data center de 10% a 45% ou mais, por meio de projetos inteligentes baseados em servidores e armazenamento otimizado, avaliação térmica e a utilização dos mais recentes racks que possuem sistemas de refrigeração.</div>
<div> </div>
<div><strong>Virtualize tanto quanto for possível:</strong> avalie a infraestrutura de desktop ao data center e olhe para uma série de tecnologias de virtualização disponíveis para reduzir a pegada do seu sistema, isso reduzirá os requisitos de energia e refrigeração nos locais da empresa.</div>
</div>
</div>
<p> </p>
<p><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" target="_blank" rel="nofollow" href="http://cio.uol.com.br/opiniao/2010/05/25/eficiencia-energetica-tesouro-escondido-nos-departamentos-de-ti/paginador/pagina_2" target="_blank"><em>Eficiência energética: tesouro escondido nos departamentos de TI</em></a></p>
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		<title>Itaú é finalista em premiações internacionais de TI Verde</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/04/26/itau-e-finalista-em-premiacoes-internacionais-de-ti-verde/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 19:43:58 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[TI Verde]]></category>
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		<category><![CDATA[itaú]]></category>
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		<description><![CDATA[O banco Itaú se tornou finalista de duas importantes premiações internacionais que reconhecem práticas de eficiência em TI e responsabilidade socioambiental]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><p>O banco Itaú se  tornou finalista de duas importantes premiações internacionais que  reconhecem práticas de eficiência em TI e responsabilidade  socioambiental: o Ethical Corporation Awards, promovido pela instituição  que dá nome ao prêmio, e o Green Enterprise IT Awards, realizado pela  Uptime Institute.<span id="more-1802"></span></p>
<p>Os reconhecimentos  se devem às iniciativas de <a rel="nofollow" href="http://www.tripletech.com.br/blog/category/ti-verde/" target="_blank">TI Verde</a>, que preveem a integração das ações  de eficiência tecnológica, como aquelas destinadas à redução do consumo  de energia, emissão de gases de efeito estufa e ao descarte adequado de  materiais do ponto de vista ambiental.</p>
<p>O programa de  descarte sustentável de lixo eletrônico, inscrito nos prêmios, já enviou  para reciclagem mais de 175 toneladas de equipamentos obsoletos de TI,  entre outros materiais. O projeto contempla também campanhas para os  funcionários do banco, que podem levar aparelhos quebrados ou sem uso  para a instituição, a fim de que seja feito o descarte correto.</p>
<p>“Essa iniciativa  abrange aspectos como economia de energia, com a aquisição de  equipamentos mais eficientes, e o descarte correto do ponto de vista  ambiental dos aparelhos substituídos”, afirma João Bezerra Leite,  diretor da área de Infraestrutura e operações de TI do Itaú. “Além  disso, viabilizamos também aos colaboradores que deem um destino correto  aos equipamentos que não usem mais”, diz o executivo.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte: <a rel="nofollow" target="_blank" rel="nofollow" href="http://corpbusiness.uol.com.br/interna.php?p=sn&amp;id=5793" target="_blank">Itaú é finalista em premiações internacionais de TI Verde </a></em></span></p>
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		<title>TI Verde: As tecnologias que tornam verde a TI</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 17:28:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
				<category><![CDATA[TI Verde]]></category>
		<category><![CDATA[data center]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[ti]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando chega a hora de aplicar de verdade a TI verde, alguns produtos e serviços põem a estratégia em prática: CPUs multicore, virtualização, consolidação de servidores e documentos online.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Quando chega a hora de aplicar de verdade a TI verde, alguns produtos e serviços põem a estratégia em prática: CPUs multicore, virtualização, consolidação de servidores e documentos online.</h3>
<p>Fazer uma pesquisa no Google gera 7 gramas de CO2 na atmosfera. O mesmo que ferver um bule de chá. O cálculo feito pelo físico americano Alex Wissner-Gross, da Universidade de Harvard, claro, é contestado pelo Google. A empresa retruca dizendo que cada consulta gera 0,2 g de CO2. A polêmica fica ainda maior por envolver a gigante da busca, e dá uma boa idéia da importância prática da TI verde.</p>
<p><span id="more-1618"></span></p>
<p>Além da face institucional, como cofundadora da Iniciativa de Computação dos Salvadores do Clima, o Google usa muita virtualização e consolidação de servidores para usar menos máquinas que em outro modelo de computação – que inviabilizaria o modelo de negócios da empresa. Assim mesmo, os data centers do Google geram toneladas de CO2, assim como outras grandes indústrias.</p>
<p>O britânico David Powell, presidente para a América Latina da Software AG, sabe dos benefícios que a atitude ecologicamente correta traz. Parte da estrutura do edifício-sede da companhia, em Darmstadt (Alemanha), é de madeira. “Somos ecoamigáveis há 40 anos”, diz Powell. “E temos um programa contínuo de redução de servidores.”</p>
<p>Do ponto de vista do produtor de software, que no fim das contas gera os consumos de máquina e de energia, quanto mais eficientes os processos dos programas que movem os negócios de uma empresa, mais verde será a <a href="http://www.tripletech.com.br/blog/category/ti-verde/" target="_blank">TI</a>.</p>
<p>No fim da história é o CIO que colocará a estratégia verde em prática. A decisão será sobre tecnologias como: CPUs multicore, virtualização, consolidação de servidores e gerenciamento eletrônico de documentos.</p>
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		<title>Com Obama, TI verde tem oportunidade histórica</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/01/06/com-obama-ti-verde-tem-oportunidade-historica/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 17:18:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
				<category><![CDATA[TI Verde]]></category>
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		<description><![CDATA[Discurso ecológico e aposta em tecnologias limpas: Obama sinaliza com investimento recorde em TI verde
A posse de Barack Obama como presidente dos Estados Unidos abre a perspectiva das tecnologias verdes receberem o maior investimento de todos os tempos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Discurso ecológico e aposta em tecnologias limpas: Obama sinaliza com investimento recorde em TI verde</h3>
<div id="entry-related"></div>
<p><span style="color: #000000;">A posse de Barack Obama como presidente dos Estados Unidos abre a perspectiva das tecnologias verdes receberem o maior investimento de todos os tempos.</p>
<p>Desde a campanha eleitoral, quando bateu duro na dependência americana do petróleo, até o discurso da posse, quando incluiu uma referência ao mau uso de energia pelas famílias e fábricas americanas, o novo presidente dos Estados Unidos sinaliza com investimentos inéditos em tecnologias limpas e TI verde.<span id="more-1614"></span></p>
<p>A onda ecológica impulsionada por Obama ganhou contornos reais com a indicação do prêmio Nobel e entusiasta das tecnologias verdes Steven Chu para o cargo de secretário da Energia, o equivalente a ministro das Minas e Energia no Brasil.</p>
<p>Chu foi a novidade positiva no quadro composto por nomes conservadores e experimentados de seu primeiro time. Se, por exemplo, a nomeação de Paul Volcker, ex-presidente do FED, para sua equipe econômica foi interpretada como um banho de água fria por quem esperava grandes mudanças, Chu é o contraponto inovador da administração Obama.</p>
<p>Não bastasse o discurso verde de que não é correto degradar o meio-ambiente em situações de normalidade econômica, Obama coloca nas tecnologias limpas sua principal aposta para gerar empregos e renda para a combalida economia americana.</p>
<p>Ao longo deste mês, o novo presidente deve anunciar um ambicioso pacote para jogar bilhões de dólares em projetos de energia eólica, solar, bicombustíveis e outras formas renováveis de gerar eletricidade. O plano energético de Obama promete criar – ou salvar – pelo menos 3 milhões de empregos nos próximos anos. Os mais otimistas projetam em até 5 milhões o número de empregos gerados pelo pacote verde.</p>
<p>Outra promessa do novo presidente é investir na expansão da banda larga, na melhor informatização do sistema de saúde e na melhoria da rede elétrica interna. Obama chegou a classificar como “vergonha” o país que inventou a internet não conseguir levar banda larga a todos seus cidadãos.</p>
<p>Um estudo da IBM projeta que, se o governo americano investir de fato US$ 30 bilhões nestes programas de TI, vai gerar ao menos 900 mil empregos em tecnologia da informação. Se cumprir as promessas, Obama poderá usar uma frase consagrada pelo colega brasileiro quando for se referir a seus esforços em TI verde.  Afinal, nunca antes na história daquele país planejaram-se tantos gastos em tecnologias limpas.</span></p>
<p><span style="color: #888888;"><em><span style="color: #000000;">fonte: </span><a rel="nofollow" target="_blank" rel="nofollow" href="http://info.abril.com.br/ti-verde/com-obama-ti-vede-tem-oportuni.shtml" target="_blank">Com Obama, TI verde tem oportunidade histórica</a></em></span></p>
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		<title>Maioria das empresas será pressionada a investir em TI Verde</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/01/05/maioria-das-empresas-sera-pressionada-a-investir-em-ti-verde/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 02:40:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
				<category><![CDATA[TI Verde]]></category>
		<category><![CDATA[co2]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[investir]]></category>

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		<description><![CDATA[Levantamento defende que a TI participe das discussões com gestores de outras áreas para entender suas necessidades de negócio e criar maneiras para que a tecnologia os leve a tais objetivos de forma sustentável e ambientalmente consciente]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><div id="texto-nivel3">
<div id="conteudo">
<div>
<h3>Levantamento defende que a TI participe das discussões com gestores de outras áreas para entender suas necessidades de negócio e criar maneiras para que a tecnologia os leve a tais objetivos de forma sustentável e ambientalmente consciente</h3>
<p>As pressões dos investidores e de órgãos regulatórios para reduzir o impacto das mudanças climáticas farão com que pelo menos dois terços das companhias ao redor do mundo adotem medidas para mitigar riscos. As conclusões são de um estudo da consultoria Gartner, a qual recomenda que as organizações criem um plano estratégico para se tornarem mais verdes nos próximos cinco anos  e aconselha que o CIO sente à mesa com os líderes das áreas de responsabilidade social, sustentabilidade, suply chain (cadeia de suprimentos) e logística para estruturar e colocar em prática as diretrizes.<span id="more-1592"></span></p>
<p>O levantamento constata que o crescimento da população e da competição pelos recursos naturais vão aumentar os desafios ambientais. Como as mudanças climáticas têm um forte impacto na operação das companhias, o instituto de pesquisas recomenda que as empresas concentrem mais esforços em programas para redução da emissão de gases estufa (EGE), com o uso de tecnologias apropriadas.</p>
<p>Na prática, isso significa que as companhias devem se preocupar com o uso mais eficiente de energia, de água, impressão de documentos, deslocamento de profissionais, infraestrutura de TI e materiais que danificam o meio ambiente, entre outras questões. É importante avaliar as atividades do negócio em toda a cadeia de suprimento para que as operações sejam sustentáveis. Veja a seguir algumas conclusões sobre o estudo do Gartner:</p>
<p><strong>Negócios sustentáveis<br />
</strong>Os planos de negócios para investimentos em novos projetos devem ser sustentáveis. Eles devem levar em consideração as questões de conformidade e ética, provar que o negócio tem eficiência, responsabilidade social, reputação, inovação, e que exploram as oportunidades de mercado com redução da emissão de dióxido de carbono (CO2).</p>
<p><strong>Contribuição da TIC<br />
</strong>A área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) pode dar uma importante contribuição para os projetos ambientais em toda a organização. Para isso, o CIO deve sentar à mesa com os líderes de programas como de responsabilidade social, sustentabilidade, suply chain e logística.</p>
<p>É fundamental que a TI participe das discussões com os times de outras áreas para entender suas necessidades e como a tecnologia pode ajudar no processo. O Gartner observa que os projetos bem-sucedidos para economia sustentável que reduzem a emissão de CO2 são os elaborados com visão integrada da empresa. Por isso é necessário que TI e demais áreas trabalhem juntas nas iniciativas.</p>
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		<title>O data center verde da Sun</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2009/12/30/o-data-center-verde-da-sun/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 21:35:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
				<category><![CDATA[TI Verde]]></category>
		<category><![CDATA[co2]]></category>
		<category><![CDATA[data center]]></category>
		<category><![CDATA[iniciativa verde]]></category>
		<category><![CDATA[sun]]></category>
		<category><![CDATA[sun Microsystems]]></category>

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		<description><![CDATA[A Sun Microsystems anuncia a conclusão de seu novo data center, em Broomfield, Colorado, nos Estados Unidos. O projeto é a maior consolidação de hardware da história da companhia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>As instalações de Broomfield incorporam os mais recentes sistemas de eficiência energética</h3>
<p>A Sun Microsystems anuncia a conclusão de seu novo data center, em Broomfield, Colorado, nos Estados Unidos. O projeto é a maior consolidação de hardware da história da companhia e permitirá uma economia de até 11 mil toneladas métricas de CO² por ano.<span id="more-1541"></span></p>
<p>As instalações de Broomfield incorporam os mais recentes sistemas de eficiência energética, incluindo design e tecnologias inovadores de alimentação de energia e de resfriamento.</p>
<p>De acordo com Dave Douglas, vice-presidente sênior de cloud computing e de sustentabilidade, os primeiros 20% de redução no consumo de eletricidade foram alcançados em 2002. Com o data center de Broomfield, a companhia espera atingir a meta de outros 20% na redução do consumo energético.</p>
<p>Além da economia de 11 mil toneladas métricas de CO² por ano – redução de 6% das emissões da empresa nos Estados Unidos &#8211; a Sun Microsystems estima economizar mais de 1 milhão de dólares em custos de eletricidade.</p>
<p>Segundo a empresa, o date center verde permitiu a diminuição de 1 milhão de kWh por mês do consumo de eletricidade, energia suficiente para alimentar mil casas em Colorado. O novo data center foi construído nos moldes de projetos similares da empresa concluídos em Blackwater (Reino Unido), Santa Clara (Califórnia) e Bangalore (Índia), em agosto de 2007.</p>
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		<title>Microsoft Dynamics vai medir emissão de CO2</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2009/12/30/microsoft-dynamics-vai-medir-emissao-de-co2/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 21:21:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[TI Verde]]></category>
		<category><![CDATA[co2]]></category>
		<category><![CDATA[emissão de CO2]]></category>
		<category><![CDATA[microsoft dynamics]]></category>

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		<description><![CDATA[A suíte de aplicativos Dynamics, da Microsoft, vai receber um novo recurso que permitirá medir e certificar a emissão de dióxido de carbono de uma empresa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>A suíte de aplicativos Dynamics, da Microsoft, vai receber um novo recurso que permitirá medir e certificar a emissão de dióxido de carbono de uma empresa</h3>
<p><span style="color: #000000;">A ideia da Microsoft é levar às médias empresas uma solução para medir o impacto ambiental que suas atividades causam, em especial em critérios como consumo de energia.<span id="more-1538"></span></span></p>
<p>A família Dymamics AX [ex-Axapta] é uma suíte para gestão corporativa que inclui aplicações de ERP e CRM voltadas para gerenciar o relacionamento com clientes e automação de vendas. Agora, usuários deste pacote poderão baixar um novo software dedicado apenas a medir o impacto ambiental que uma empresa causa.</p>
<p>Na aplicação, é possível dizer quantos servidores uma empresa usa, quantos PCs ela possui e quantas horas eles trabalham por dia e cruzar estes dados, por exemplo, com o consumo mensal de energia elétrica. Esta relação permite aferir qual a eficiência energética de uma companhia e facilita medir resultados de mudanças nos hábitos corporativos para economizar energia.</p>
<p>Reduzir o consumo de energia e, conseqüentemente, a quantidade de gás carbônico lançado na atmosfera pode ser um importante capital para as companhias, muito além do ato voluntário de poluir menos.</p>
<p>A evolução de um mercado de créditos de carbono pode onerar mais as empresas poluentes e garantir isenções às companhias ecologicamente responsáveis num futuro próximo.<br />
<script type="text/javascript">// <![CDATA[
 function abre(valor1,valor2) { window.open(valor1,valor2,'') }
// ]]&gt;</script></p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte: <a rel="nofollow" target="_blank" onclick="abre('http://info.abril.com.br/ti-verde/microsoft-dynamics-vai-medir-e.shtml','_blank')" rel="nofollow" href="javascript:void(0)">Microsoft Dynamics vai medir emissão de CO2</a></em></span><br />
<span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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