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	<title>Tripletech IT Solutions &#187; Segurança da Informação</title>
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	<description>Blog da Tripletech IT Solutions com dicas, notícias e soluções de tecnologia</description>
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		<title>FBI terá mais agentes de combate ao cibercrime</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2011/12/26/fbi-tera-mais-agentes-de-combate-ao-cibercrime/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 10:11:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O FBI está prestes a receber novos ciberagentes especiais. De acordo com projeções de gastos e investimentos do governo dos Estados Unidos para 2012, apresentadas no início de dezembro]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Orçamento do órgão destinado à investigação do cibermundo crescerá 13%, chegando a US$ 166 milhões</h3>
<p>O FBI está prestes a receber novos ciberagentes especiais. De acordo com projeções de gastos e investimentos do governo dos Estados Unidos para 2012, apresentadas no início de dezembro, o órgão receberá mais financiamento para diversos tipos de investigações, incluindo invasões de computadores e ciberinvestigações.</p>
<p>De acordo com o documento, trata-se de um fato importante, especialmente se avaliar a questão da invasão de computadores. O documento diz que o “FBI está em posição única para conter ciberameaças, já que é a única agência com autoridade estatutária, expertise e habilidade para combinar combate ao terrorismo, inteligência e recursos criminais para neutralizar, mitigar e acabar com operações ilegais conduzidas por computadores”.<span id="more-2712"></span></p>
<p>Para tal trabalho, o comitê que faz as previsões de finanças recomenda um budget de US$ 166,5 milhões (13% a mais que em 2011) para que o FBI possa conduzir ciberinvestigações completas. O montante ajudaria o órgão a contratar 42 profissionais, incluindo 14 novos agentes especiais com conhecimentos em cibercrime.</p>
<p>Apenas para comparação, o orçamento do FBI para investigar ameaças à segurança nacional será de US$ 316 milhões, enquanto a Divisão de Serviços de Informação da Justiça Criminal receberá US$ 645 milhões. Ao mesmo tempo em que visa ao combate de ciberameaças, o órgão solicitou 367 novas posições para combater crimes de colarinho branco.</p>
<p>Com uma força de trabalho que beira 30 mil pessoas, o FBI tem presença de especialistas em cibercrime em cada um dos seus 56 escritórios espalhados pelos Estados Unidos, assim como mil agentes especialmente treinados para crimes eletrônicos, analistas e especialistas em forense digital.</p>
<p>De todo o dinheiro destinado para o cibermundo, o FBI alocará US$ 5 milhões “no treinamento de agentes envolvidos em casos de violação da segurança nacional”. Para o comitê, isso ajudará o órgão a ampliar o número de agentes qualificados para entender as atuais técnicas e táticas usadas por delatores digitais.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://informationweek.itweb.com.br/6336/fbi-tera-mais-agentes-de-combate-ao-cibercrime/" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">FBI terá mais agentes de combate ao cibercrime</span></a></em></span></p>
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		<title>Empresas ainda focam proteção contra ataques tradicionais</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 16:21:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Eugene Kaspersky, CEO da empresa que leva seu sobrenome, fala de ciberguerra e avisa que companhias que lidam com dados valiosos precisam de padrões militares em SI Os ataques focados ou, em inglês, targeted attacks, são cada vez mais populares, mas, infelizmente, a maior parte das empresas não está pronta para esta situação. A avaliação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Eugene Kaspersky, CEO da empresa que leva seu sobrenome, fala de ciberguerra e avisa que companhias que lidam com dados valiosos precisam de padrões militares em SI</h3>
<p>Os ataques focados ou, em inglês, targeted attacks, são cada vez mais populares, mas, infelizmente, a maior parte das empresas não está pronta para esta situação. A avaliação é do CEO do Kaspersky Lab, Eugene Kaspersky, que, em passagem pelo Brasil, concedeu entrevista exclusiva à InformationWeek Brasil. “Tem ainda a questão da engenharia social, que explora muitas vulnerabilidades. O problema é que as organizações de TI e de segurança armam uma proteção contra os ataques tradicionais”, alerta o executivo.<span id="more-2650"></span></p>
<p>Apesar da ameaça real e de, em algumas ocasiões, pintar um cenário nebuloso, <a href="http://www.tripletech.com.br/?Produtos:Kaspersky" target="_blank">Kaspersky</a> reconhece que existem empresas de alguns segmentos que, até por regulação e controle mais rígido, realizam um trabalho melhor na área de segurança da informação. É o caso do que ele chama de áreas críticas, como bancos e organizações militares. De forma geral, o executivo acredita que os setores da economia que lidam com informações valiosas precisam de padrões militares quando o assunto é SI. “Essas organizações de TI não podem apenas se preocupar com encriptação e listas brancas.”</p>
<p>Uma barreira cultural que Kaspersky entende que é preciso quebrar está ligada à importância e atenção que a segurança da informação recebe nas empresas. Ele entende – e já se vê isso em alguns setores e companhias de grande porte – que a figura do líder de SI deve está no nível do C-level e não reportando à TI ou qualquer outra área. E quando aborda o assunto, enfatiza que trata-se de uma realidade global. “Eu sei que muitas empresas já se preocupam e possuem padrões altíssimos, são companhias com um departamento específico para segurança. Em bancos, por exemplo, não existem apenas CTOs e CIOs, mas há a presença do CISO, lidando diretamente com os demais executivos do C-level”, comenta, reconhecendo que não é fácil atingir este nível.</p>
<p>Todos os lados</p>
<p>Se Kaspersky avalia que as corporações precisam evoluir seus investimentos em segurança da informação, focando não apenas ameaças tradicionais, o mesmo vale para governos. É sabido que a preocupação com ciberataques está maior e muitos países investem na criação de centros específicos voltados à <a href="http://www.tripletech.com.br/blog/category/seguranca/" target="_blank">cibersegurança</a>. O Brasil está neste grupo e o Exército tem trabalho na estruturação do grupo. Mas ainda é pouco, entende o executivo. “Os governos hoje levam muito a sério os ataques tradicionais, eles estão preocupados com o nível do <a href="http://www.tripletech.com.br/blog/?s=seguran%C3%A7a" target="_blank">cibercrime</a> e abertos à negociação para acordos de cooperação. Mas quando se fala de ciberguerra, ainda está muito no início.”</p>
<p>Ao olhar para todas as iniciativas governamentais, ele acredita que as nações não estão preparadas para um ambiente de ciberguerra. Para Kaspersky, estar pronto para um combate desse tipo passa por compreender a realidade e há um longo caminho até que os governos realmente entendam com que tipo de ameaças o mundo lida neste momento. “Não estamos envolvidos em nenhum projeto de governo, até porque, eles não falam sobre o que estão fazendo. Mas atuamos como aconselhadores sobre estratégia de segurança de TI e, também, ciberguerra, mas, neste último ponto, eles ainda não estão nos ouvindo.”</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://informationweek.itweb.com.br/6189/empresas-ainda-focam-protecao-contra-ataques-tradicionais/" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">Empresas ainda focam proteção contra ataques tradicionais</span></a></em></span></p>
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		<title>Conheça os riscos do mau gerenciamento de acesso dos usuários</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 17:53:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[HP apresenta seu estudo mundial que trata sobre as crescentes ameaças a dados confidenciais e sensíveis de usuários A HP apresenta seu novo estudo mundial que trata sobre as crescentes ameaças a dados confidenciais e sensíveis de usuários. Estas ameaças acontecem pela falta de controle e supervisão dos próprios usuários chamados “privilegiados”, incluindo os administradores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>HP apresenta seu estudo mundial que trata sobre as crescentes ameaças a dados confidenciais e sensíveis de usuários</h3>
<p>A HP apresenta seu novo estudo mundial que trata sobre as crescentes ameaças a dados confidenciais e sensíveis de usuários. Estas ameaças acontecem pela falta de controle e supervisão dos próprios usuários chamados “privilegiados”, incluindo os administradores de bancos de dados, engenheiros de rede e especialistas de segurança de TI.</p>
<p>O estudo global concentrou-se em mais de 5 mil operações de TI e ouviu profissionais de segurança em países como Austrália, Brasil, França, Alemanha, Hong Kong, Índia, Itália, Japão, Coreia, Cingapura, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos. Os principais resultados do estudo “The Insecurity of Privileged Users”, conduzido pelo Ponemon Institute, revelaram que:<span id="more-2679"></span></p>
<p>- 52% dos participantes indicaram que receberam, no mínimo, acesso a informações confidenciais ou restritas que vão além dos requisitos da sua posição;</p>
<p>- Mais de 60% informaram que usuários privilegiados acessam dados sensíveis e confidenciais apenas por curiosidade, e não em função do cargo que ocupam;</p>
<p>- Dados gerais sobre os clientes e informações de negócio estão em alto risco. As aplicações mais ameaçadas são as que envolvem mobilidade, mídias sociais e programas específicos de áreas das empresas.</p>
<p>Muitos dos participantes alegaram que têm políticas bem definidas para indivíduos com direitos de acesso privilegiados a sistemas de TI. Entretanto, quase 40% não tinham certeza sobre a visibilidade de sua empresa como um todo no que diz respeito aos direitos e acessos específicos, ou se aqueles com direitos de acesso privilegiado atendiam a políticas de conformidade.</p>
<p>As organizações tentam manter o controle sobre o problema de diferentes maneiras. 27% disseram que as suas organizações utilizam controles de identidade e acesso baseados em tecnologia para detectar o compartilhamento de direitos de acesso administrativos do sistema ou direitos de acesso em nível raiz por usuários privilegiados, e 24% disseram combinar tecnologia com processos. Entretanto, 15% admitiram que o acesso não é realmente controlado e 11% disseram que foram incapazes de detectar compartilhamento de direitos de acesso.</p>
<p>“Este estudo aponta riscos que as organizações não veem com a mesma tenacidade que correções críticas, defesa de perímetro e outros problemas de segurança e, ainda assim representam um ponto de acesso importante a informações sensíveis”, disse Tom Reilly, vice-presidente e General Manager de Enterprise Security Products da HP.</p>
<p>A pesquisa também apontou que:</p>
<p>- As principais barreiras para a aplicação de direitos de acesso aos usuários privilegiados são a incapacidade de manter o ritmo das requisições de mudança, os processos de aprovação inconsistentes, altos custos de monitoração e a dificuldade de validar mudanças de acesso;</p>
<p>- As áreas para melhoria incluem a monitoração de acesso de usuários privilegiados ao entrar em atividade administrativa no nível da raiz, a identificação de violações de políticas e a aplicação de políticas em toda a organização;</p>
<p>- O potencial para o “abuso” de acesso privilegiado varia de país para país. Com base nas respostas, França, Hong Kong e Itália têm o maior potencial, enquanto que Alemanha, Japão e Cingapura, o menor;</p>
<p>- Cerca de 80% dos participantes responderam que a implantação de uma solução de gerenciamento de informações de segurança e eventos (SIEM) foi fundamental para a governança, o gerenciamento e o controle de direitos de acesso de usuários privilegiados.</p>
<p>“A intenção do estudo é oferecer um melhor entendimento do estado da governança e acesso aos dados em organizações globais e a probabilidade de que usuários privilegiados abusem ou utilizem erradamente os recursos de TI”, disse Larry Ponemon, presidente e fundador do Ponemon Institute. “Os resultados demonstram as principais áreas de preocupação, como tecnologias, identidades e gerenciamento de acesso, além de inovações no campo de inteligência de rede como os três principais fatores de sucesso para governança, gerenciamento e o controle de acesso de usuários privilegiados em toda a empresa”.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=28753&amp;sid=57" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">Conheça os riscos do mau gerenciamento de acesso dos usuários</span></a></em></span></p>
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		<title>7 em cada 10 jovens ignoram políticas de segurança</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2011/12/15/7-em-cada-10-jovens-ignoram-politicas-de-seguranca/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 16:04:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Políticas de segurança costumam ser inimigas de funcionários mais jovens nas empresas. É muito comum, aliás, que esse público rejeite diversas ações que visem à padronização ou bloqueio de serviços como redes sociais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Levantamento da Cisco aponta ainda que uma em cada quatro pessoas com menos de 30 anos é vítima de roubo de dados</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Políticas de segurança costumam ser inimigas de funcionários mais jovens nas empresas. É muito comum, aliás, que esse público rejeite diversas ações que visem à padronização ou bloqueio de serviços como redes sociais. Para referendar tal cenário, um estudo produzido pela Cisco mostra, por exemplo, que sete em cada dez jovens ignoram políticas de TI. Em contrapartida, uma em cada quatro pessoas com menos de 30 anos é vítima de roubo de dados.<span id="more-2643"></span></p>
<p>O estudo <a href="http://www.tripletech.com.br/?Solu%E7%F5es:Cisco" target="_blank">Cisco</a> Connected World Technology, encomendado pela fabricante e conduzido pela InsightExpress, ouviu 2,8 mil universitários e jovens profissionais de 14 países, entre eles o Brasil. A ideia da pesquisa foi compreender como as empresas devem equilibrar necessidades corporativas e gestão de riscos com o comportamento e as expectativas tecnológicas da próxima geração de funcionários.</p>
<p>Excesso de confiança dos jovens em relação ao mundo digital pode explicar o fato de um em cada quatro universitários e profissionais ter sofrido roubo de identidade antes de completar 30 anos. A pesquisa mostra, também, que 33% dos universitários não veem problemas em compartilhar informações pessoais online e acreditam que as fronteiras da privacidade estão se afrouxando.</p>
<p>Quando se volta para o ambiente <a href="http://www.tripletech.com.br/blog/?s=corporativo" target="_blank">corporativo</a>, ainda que cientes das políticas de TI, sete em cada dez profissionais admitem violar essas regras com frequência variada. No Brasil a média é muito similar, com 69% dos respondentes afirmando adotar tal condução.</p>
<p>Do total de participantes, 10% informaram que as políticas de TI restringem o uso de tablets, o que configura um desafio à TI, em um momento em que a tendência de consumerização é crescente. Diversos relatos e levantamentos mostram que jovens optariam por uma companhia que pagasse um salário menor, mas que desse liberdade de acesso às redes sociais e também ao uso de dispositivos pessoais.</p>
<p>Algo que também representa um perigo para a segurança da informação das companhias está no compartilhamento de equipamentos. No mundo, 56% dos participantes disseram ter permitido que outras pessoas usassem seus computadores sem supervisão. No Brasil, esse porcentual chega a 70%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://informationweek.itweb.com.br/6237/7-em-cada-10-jovens-ignoram-politicas-de-seguranca/" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">7 em cada 10 jovens ignoram políticas de segurança</span></a></em></span></p>
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		<title>Saiba quais são as pragas virtuais e veja dicas para se proteger</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 18:28:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Está pensando em medidas drásticas para garantir a segurança do seu computador? Antes de tudo, é importante conhecer os riscos que existem na internet. São tantos termos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Está pensando em medidas drásticas para garantir a segurança do seu computador?</h3>
<p><a href="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/seguranca-computador.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2618" title="Está pensando em medidas drásticas para garantir a segurança do seu computador?" src="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/seguranca-computador-300x185.png" alt="Está pensando em medidas drásticas para garantir a segurança do seu computador?" width="421" height="259" /></a></p>
<p>Está pensando em medidas drásticas para garantir a segurança do seu computador? Antes de tudo, é importante conhecer os riscos que existem na internet. São tantos termos (e em sua maioria, em inglês) que para alguns usuários fica difícil entender o perigo que representam.A seguir o que são essas pragas e como fazer para se proteger delas&#8230;<span id="more-2617"></span><strong></strong></p>
<h4><strong>Vírus</strong></h4>
<p>É um programa ou código que &#8220;infecta&#8221; um ou mais programas embutindo uma cópia de si mesmo em outros programas, arquivos e dispositivos &#8212; pode ser um computador, celular, pendrive e, até mesmo, tablet. Uma vez instalado, o vírus tem o poder de se propagar para outros dispositivos, espalhando seu código, até mesmo sem o usuário perceber</p>
<p><strong>Como se proteger</strong></p>
<p>São vários os dispositivos que podem ser infectados, então vale sempre manter um programa antivírus instalado, atualizado e ativo. Assim, quando você clicar em algo infectado, como um link na internet, ou &#8221;espetar&#8221; um pendrive e executar mídias externas (disquetes, CDs, DVDs), o aplicativo de segurança vai alertá-lo do perigo e remover a praga</p>
<h4><strong>Worm (verme)</strong></h4>
<p>É um programa que se propaga automaticamente numa rede e envia, de computador a computador, cópias de si mesmo. Ele usa brechas de segurança em sistemas e softwares para infectar um computador. Difere do vírus por não infiltrar cópias de si mesmo em programas e arquivos; também não necessita ser executado para se espalhar</p>
<p><strong>Como se proteger</strong></p>
<p>Além de ter um programa antivírus instalado, é importante manter o sistema usado no computador e softwares usados com frequência sempre atualizados. As empresas liberam com frequência pacotes com correções para eliminar as brechas exploradas pelos worms. Usar um firewall &#8212; programa que analisa as informações que chegam da internet e que são enviadas de volta &#8212; pode evitar o acesso externo à vulnerabilidade de algum programa instalado no computador</p>
<h4><strong>Trojan (cavalo de troia)</strong></h4>
<p>Programa malicioso que é instalado computador sem que o usuário perceba seu perigo. Pode vir de fontes &#8221;legítimas&#8221; em anexos de e-mail, supostas atualizações de softwares, janelas tipo pop-up com ofertas de download. Ele abre brechas na máquina para seu controle remoto, seja pela invasão de hackers ou outros visitantes indesejados</p>
<p><strong>Como se proteger</strong><br />
Nunca baixe um programa ou abra um anexo de e-mail, mesmo que tenha sido enviado por uma fonte legítima, se não tiver instalado e habilitado um programa antivírus no seu computador. O aplicativo pode identificar a ameaça antes que ela danifique o PC. Se está desconfiado do conteúdo que recebeu, entre em contato com o amigo que &#8221;supostamente&#8221; enviou o e-mail ou link no chat para conferir sua veracidade</p>
<h4><strong>Spyware (programa espião)</strong></h4>
<p>Do inglês, &#8221;spy&#8221; significa espionar. São programas que se instalam num computador sem que o usuário perceba, às vezes junto a um outro software que estava sendo baixado. Eles recolhem informações sobre o usuário, como hábitos de navegação, e as transmitem remotamente para outro computador</p>
<p><strong>Como se proteger</strong><br />
Usar um firewall é recomendável, pois o programa vai identificar tentativas de instalação de programas sem seu consentimento. Não clique em caixas de diálogo suspeitas. Geralmente, o programa espião se disfarça em &#8221;oferta gratuita&#8221;. Desconfie!</p>
<h4><strong>Malware</strong></h4>
<p>Do inglês, &#8221;malicious software&#8221;, ou programa malicioso e abrange vários tipos de ameaças (vírus, worms, cavalos de troia, spywares, entre outros). Vem disfarçado em anexos de e-mails e mensagens instantâneas e podem conter vírus, cavalos de troia e &#8221;vermes&#8221; que danificam o sistema do computador. Eles podem até enviar a si mesmos &#8212; e automaticamente &#8212; para sua lista de contatos</p>
<p><strong>Como se proteger</strong><br />
Nunca abra anexos nem clique em links na web enviados por desconhecidos. Se for enviado por um colega ou familiar, mas você estiver desconfiado, entre em contato com a pessoa antes e confirme se ela lhe enviou aquele conteúdo. Se receber o link suspeito pela janela do programa de chat, encerre a sessão da mensagem</p>
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		<title>Conheça mitos e verdades sobre a segurança do seu computador</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2011/12/02/conheca-mitos-e-verdades-sobre-a-seguranca-do-seu-computador/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 18:08:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheça mitos e verdades sobre a segurança do seu computador, você é capaz de dizer se um firewall substitui um antivírus? E se o computador do usuário está sujeito a ser infectado só de visitar uma página da web?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3> Você é capaz de dizer se um firewall substitui um antivírus? E se o computador do usuário está sujeito a ser infectado só de visitar uma página da web?</h3>
<p><a href="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/verdade-e-mitos1.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2601" title="Conheça mitos e verdades sobre a segurança do seu computador" src="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/verdade-e-mitos1-300x186.png" alt="Conheça mitos e verdades sobre a segurança do seu computador" width="377" height="233" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Você é capaz de dizer se um firewall substitui um antivírus? E se o computador do usuário está sujeito a ser infectado só de visitar uma página da web? Por mais que especialistas banquem mães digitais e alertem &#8220;instale um antivírus, menino&#8221;, as dúvidas quanto à segurança são sempre presentes. Por isso, veja a seguir 12 mitos e verdade sobre segurança digital; confira:<span id="more-2598"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: center;"><strong>Dois antivírus funcionam melhor que um?</strong></h4>
<p><a href="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/dois_antivirus.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2602" title="Dois antivírus funcionam melhor que um" src="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/dois_antivirus-300x190.jpg" alt="Dois antivírus funcionam melhor que um" width="300" height="190" /></a><br />
Dois antivírus instalados no computador competem entre si, deixam o sistema mais lento e abrem brecha para que a funcionalidade de um anule a proteção do outro. Em alguns casos, instalar dois softwares dessa categoria é impossível. Na teoria, o banco de dados de um antivírus atualizado deve ser igual ao de seus concorrentes. O que muda, portanto, são detalhes de desempenho e configuração. Escolha o mais apropriado para suas necessidades e imunize sua máquina</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: center;"><strong>É possível ser infectado apenas visitando uma página?</strong></h4>
<p><a href="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/visitando-uma-p%C3%A1gina.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2603" title="É possível ser infectado apenas visitando uma página" src="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/visitando-uma-p%C3%A1gina-300x187.png" alt="É possível ser infectado apenas visitando uma página" width="300" height="187" /></a><br />
Da mesma forma que mensagens de e-mails podem contar scripts maliciosos, os sites podem conter códigos da mesma natureza que são reconhecidos automaticamente pelo navegador. Muitas vezes, esses códigos são inseridos inadvertidamente em sites populares, o que aumenta ainda mais o risco. Manter o navegador e o antivírus atualizados é uma forma de evitar o problema</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: center;"><strong>Vírus podem destruir fisicamente o hardware?</strong></h4>
<p><a href="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Virus-destruir-hardware.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2604" title="Vírus podem destruir fisicamente o hardware" src="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Virus-destruir-hardware-300x188.png" alt="Vírus podem destruir fisicamente o hardware" width="300" height="188" /></a><br />
Os malwares não têm a capacidade de causar danos físicos diretos à máquina, mas podem induzir algum componente do computador à exaustão ou mesmo alterar os códigos nativos de placas e outras peças. Em alguns desses casos, o usuário pode perder para sempre o componente afetado</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: center;"><strong>Um firewall funciona como um antivírus?</strong></h4>
<p><a href="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/firewall-antivirus.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2605" title="Um firewall funciona como um antivírus" src="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/firewall-antivirus-300x187.png" alt="Um firewall funciona como um antivírus" width="300" height="187" /></a><br />
Um firewall é complementar ao antivírus e em hipóteses alguma pode substituí-lo. Os firewalls são programas utilizados para evitar que conexões suspeitas e não autorizadas vindas da internet tenham acesso ao computador do usuário. Grande parte dos antivírus possui bons firewalls. Mesmo assim, os sistemas operacionais contam com uma versão nativa do &#8220;escudo digital&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: center;"><strong>Abrir e-mails sem abrir anexo pode ser perigoso?</strong></h4>
<p><a href="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/e-mail-anexo-perigoso.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2606" title="Um firewall funciona como um antivírus" src="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/e-mail-anexo-perigoso-300x185.png" alt="Um firewall funciona como um antivírus" width="300" height="185" /></a><br />
Essa afirmação exige um detalhe técnico. De acordo com Cristine Hoepers, analista de segurança do Cert.br (setor de segurança do Comitê Gestor da Internet no Brasil), algumas mensagens podem vir com códigos maliciosos chamados de scripts embutidos no texto da mensagem. Se o programa usado para ler e-mails está configurado para interpretar scripts automaticamente, a máquina do usuário poderá ser infectada. Desabilite a função (nas configurações de auto execução do Windows, por exemplo) e mantenha o software sempre atualizado</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: center;"><strong>Vírus podem deixar o computador lento?</strong></h4>
<p><a href="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/virus-computador-mais-lento.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2607" title="Vírus podem deixar o computador lento" src="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/virus-computador-mais-lento-300x186.png" alt="Vírus podem deixar o computador lento" width="300" height="186" /></a><br />
&#8220;Tá uma carroça. Deve ser vírus.&#8221; A frase anterior é quase um dito popular. E quem diz isso está com a razão. Alguns programas maliciosos utilizam a máquina do usuário remotamente para abusar da capacidade de processamento do computador e, entre outras atividades, propagar spams. Além disso, os malwares podem utilizar parte da banda larga do usuário para trocar informações, causando a impressão de que o sinal da internet está debilitado. Portanto, por mais &#8220;pesado&#8221; que seja um antivírus, é melhor mantê-lo em funcionamento a ter de arcar com as consequências de uma invasão</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: center;"><strong>Os antivírus protegem contra todo tipo de ameaça?</strong></h4>
<p><a href="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/antiv%C3%ADrus-proteger-contra-tipos-amea%C3%A7a.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2608" title="Os antivírus protegem contra todo tipo de ameaça" src="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/antiv%C3%ADrus-proteger-contra-tipos-amea%C3%A7a-300x187.png" alt="Os antivírus protegem contra todo tipo de ameaça" width="300" height="187" /></a><br />
Os antivírus são essenciais, mas não são eficazes com o malwares, adwares, spywares ou trojans(<a href="http://www.tripletech.com.br/blog/2011/12/02/saiba-quais-sao-as-pragas-virtuais-e-veja-dicas-para-se-proteger/" target="_blank">Saiba mais sobre malwares,spywares&#8230;</a>). Existem programas específicos para esses outros tipos de ameaça. O ideal é manter os dois tipos de softwares instalados e atualizados</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: center;"><strong>Um programa malicioso pode ficar alojado no sistema sem ser notado?</strong></h4>
<p><a href="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/programa-malicioso-alojado.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2609" title="Um programa malicioso pode ficar alojado no sistema sem ser notado" src="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/programa-malicioso-alojado-300x185.png" alt="Um programa malicioso pode ficar alojado no sistema sem ser notado" width="300" height="185" /></a><br />
Há muita verdade nesta afirmação. Aliás, a maioria das ameaças utiliza essa técnica hoje. Quanto mais &#8220;imperceptível&#8221; for o invasor, mais danos ele conseguirá executar sem ser notado. Foi-se o tempo em que hackers criavam vírus apenas para importunar os usuários. A crescente demanda de comércio eletrônico e gerenciamento de conta bancária por meio da web têm atraído a ação dos criminosos. Não se esqueça de executar uma verificação em todo o sistema periodicamente</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: center;"><strong>Antivírus pagos são mais eficazes</strong>?</h4>
<p><a href="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/antivirus-pago.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2610" title="Antivírus pagos são mais eficazes" src="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/antivirus-pago-300x186.png" alt="Antivírus pagos são mais eficazes" width="300" height="186" /></a><br />
Os antivírus pagos costumam oferecer recursos mais sofisticados, que integram outros softwares e facilitam a vida do usuário. Ainda assim, os sistemas de proteção dos softwares gratuitos são tão eficazes quanto, desde que sejam atualizados periodicamente. Segundo Cristine Hoepers, analista de segurança do Cert.br (setor de segurança do Comitê Gestor da Internet no Brasil), não existe um antivírus que proteja o computador contra 100% das ameaças, seja ele pago ou gratuito. Mesmo assim a ferramenta é indispensável</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: center;"><strong>Um vírus pode vir embarcado em um arquivo (ex: JPG, WMV, PDF)</strong>?</h4>
<p><a href="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/virus-embarcado.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2611" title="Um vírus pode vir embarcado em um arquivo" src="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/virus-embarcado-300x185.png" alt="Um vírus pode vir embarcado em um arquivo" width="300" height="185" /></a><br />
Segundo Cristine Hoepers, analista de segurança do Cert.br (setor de segurança do Comitê Gestor da Internet no Brasil), é possível introduzir códigos maliciosos dentro de arquivos. Esses códigos exploram versões vulneráveis dos softwares utilizados para abri-los. Por isso é tão importante manter os programas sempre atualizados, já que atualizações surgem periodicamente e visam diminuir os riscos</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: center;"><strong>Usar computadores públicos é mais perigoso</strong>?</h4>
<p><a href="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/computador-publico.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2612" title="Usar computadores públicos é mais perigoso" src="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/computador-publico-300x187.png" alt="Usar computadores públicos é mais perigoso" width="300" height="187" /></a><br />
Talvez &#8220;perigoso&#8221; não seja a palavra correta, mas fato é que o usuário não tem o controle dos softwares de um computador público. Sendo assim, o sistema está mais suscetível a abrigar arquivos mal-intencionados, que captam informações confidenciais como contas e senhas. Evite acessar redes sociais e contas de e-mail em locais públicos</p>
<h4 style="text-align: center;"></h4>
<h4 style="text-align: center;"><strong>Os pendrives podem propagar vírus e outras ameaças</strong>?</h4>
<p><a href="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/pendrive-virus-ameacas.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2613" title="Os pendrives podem propagar vírus e outras ameaças" src="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/pendrive-virus-ameacas-300x185.png" alt="Os pendrives podem propagar vírus e outras ameaças" width="300" height="185" /></a><br />
Os crackers abusam do poder de mobilidade do pendrive e desenvolvem ameaças capazes de alojarem-se na unidade de memória (no caso o pendrive) assim que plugada ao computador. Dica: faça uma verificação nas unidades de memória sempre que possível (no gerenciamento do antivírus é possível escolher a verificação para unidades específicas) e desabilite funções do sistema operacional que executam os arquivos do pendrive automaticamente</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://tecnologia.uol.com.br/album/mitoseverdade_seguranca_album.jhtm#fotoNav=1" rel="nofollow" target="_blank">Conheça mitos e verdades sobre a segurança do seu computador</a></em></p>
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		<title>PMEs: não sejam reféns de ciber sequestradores</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2011/11/11/pmes-nao-sejam-refens-de-ciber-sequestradores/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 18:19:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ser alvo de ataque não significa apenas ser banido dos grandes negócios. Confira as dicas do especialista para impedir que cibercriminosos sequestrem seus dados e outros ativos corporativos Por que hackers sofisticados desperdiçam tempo com peixes pequenos enquanto sabem como capturar um troféu e gerar manchetes? Simples: eles seguem o dinheiro. “O que não gera [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Ser alvo de ataque não significa apenas ser banido dos grandes negócios. Confira as dicas do especialista para impedir que cibercriminosos sequestrem seus dados e outros ativos corporativos</h3>
<p>Por que hackers sofisticados desperdiçam tempo com peixes pequenos enquanto sabem como capturar um troféu e gerar manchetes? Simples: eles seguem o dinheiro. “O que não gera notícia e é um tanto problemático são os assaltos, os crimes motivados pelas oportunidades”, comparou Jeff Schmidt, fundador e CEO da Jas Global Advisor. “Na visão dos criminosos, as PMEs são alvos fáceis.”<span id="more-2576"></span></p>
<p>Isso faz com que pequenas e médias empresas (PME), particularmente aquelas que ignoram até mesmo as práticas básicas de segurança, chamem a atenção dos bandidos. De acordo com Schmidt, antigamente, os velhos alvos da internet eram números de seguro social e senhas de banco, mas, atualmente, os bandidos procuram bens sensíveis como informações de clientes e fornecedores, bancos de dados de marketing, dados de geolocalização e outros documentos profissionais que gerem valor para os criminosos. “Os dados nunca foram tão fáceis para bandidos monetizarem”, explicou Schmidt.</p>
<p>A principal lição: não seja uma presa fácil. Os fundamentos de segurança mínima continuam sendo aplicados: mantenha as correções críticas e softwares como Windows, Adobe, entre outros, sempre atualizados. Use senhas complexas – e, não as reutilize em outros sistemas. A perda de laptops, dispositivos móveis e drives externos continuam sendo um problema; por isso, é importante entender os riscos, especialmente, se o seu gerente financeiro for o PC.</p>
<p>Schmidt também observou que, embora algumas empresas têm problemas com as aplicações em nuvem, essas plataformas têm ganhado força, e PMEs poderão oferecer mais segurança e melhores práticas para seus clientes internamente. “Não existe compensação para tudo, mas quando essas empresas de menor porte terceirizam partes da sua infraestrutura conseguem vantagens de segurança sem ter que investir os recursos de TI”, concluiu Schmidt.</p>
<p>Ainda assim, os ambientes de segurança começam internamente. Seja cuidadoso com informações pessoais e corporativas nas mídias sociais ou outros domínios.</p>
<p>Schmidt notou que existe um número crescente de ataques contra PMEs que começam com informações individuais sobre funcionários, que bandidos roubam da internet, na esperança de encontrar alguma informação lucrativa. Isso pode incluir, por exemplo, nomes de funcionários que tenham autorização financeira ou de bancos, com acesso às credenciais e outros dados. Essas informações podem ser usadas para lançar ataques de social phishing e diversos outros com a intenção de roubar dinheiro, sequestrar sistemas ou outras condutas de espionagem corporativa. Em alguns casos, os ataques podem comprometer certos sistemas ou dados que demandem resgate.</p>
<p>Executivos e profissionais de finanças continuam escaneando os sistemas financeiros, mas, segundo Schmidt, outros cargos podem tornar-se alvos. Isso é verdade, principalmente, em indústrias onde as tecnologias são roteiros de desenvolvimento de produtos, códigos fonte e outros dados prioritários que têm valor externo. Para PMEs que já praticam segurança inteligente, o próximo passo é a mudança de filosofia: “em muitos casos, mesmo que PMEs tenham técnicas sofisticadas, devem proteger tudo mentalmente”, ensinou, adicionando que essa mentalidade trata estritamente da segurança como um problema técnico que deve ser mitigado com soluções técnicas como firewalls, encriptação, software de antivírus, entre outros.</p>
<p>Schmidth aconselhou também a adoção de uma abordagem diferente para PMEs: trate a segurança como um problema de <a href="http://www.tripletech.com.br/?Solu%E7%F5es" target="_blank">gestão de risco</a>. Isso envolve determinar o valor dos diferentes tipos de dados e outros ativos dentro da companhia, considerando quem pode estar interessado e qual pessoa interna tem acesso a alvos em potencial. Então, será capaz de desenvolver políticas e procedimentos mais fortes para minimizar os riscos de violação à segurança.</p>
<p>Isso poderia incluir funções e recursos humanos, tais como verificação de antecedentes, “regra dos dois homens”, que previne uma simples pessoa de ter acesso exclusivo aos sistemas críticos, e outras políticas de prevenção.</p>
<p>“Quando começa observar a fundo, a segurança torna-se tanto um problemas de política como um problema técnico, disse Schmidt. “Você começa a olhar para ele como gestão de risco e toma todas as medidas disponíveis, não apenas as medidas técnicas”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>fonte: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://informationweek.itweb.com.br/5537/seguranca-das-pmes-nao-seja-refem-de-cyber-sequestradores/" rel="nofollow" target="_blank">PMEs: não sejam reféns de ciber sequestradores</a></em></p>
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		<title>Kaspersky Endpoint Security 8 &#8211; Novidades!!!</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2011/10/25/kaspersky-endpoint-security-8-novidades/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 15:47:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As mudanças no mundo dos negócios colocam enormes desafios no campo das TI. Há novas tecnologias a serem adoptadas pelas TI como resposta a esses desafios]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Kaspersky Endpoint Security 8 é uma ferramenta para todos os fins de proteção de dados na sua organização.</h3>
<p>As mudanças no mundo dos negócios colocam enormes desafios no campo das TI. Há novas tecnologias a serem adoptadas pelas TI como resposta a esses desafios – mas tais tendências criam novos e perigosos riscos de malware para a organização.<span id="more-2544"></span></p>
<p>A aplicação garante a proteção contra vírus e malware, ameaças desconhecidas e fraude, e permite que você controle a inicialização de aplicativos por usuários e seu acesso a dispositivos e recursos web</p>
<p>A Kaspersky permite que os seus clientes adotem novas tecnologias sem deixarem de se sentir confiantes na protecção contra as ameaças TI.</p>
<p>Kaspersky Endpoint Security 8 oferece uma protecção centralizada às estações de trabalho e servidores Windows contra malware, programas potencialmente perigosos e ataques em rede.</p>
<h3>Vantagens</h3>
<ul>
<li><strong>A melhor protecção anti-malware na sua classe</strong><br />
Usando tecnologias de defesa proativas com base em assinaturas e o poder da Rede de Segurança Kaspersky baseada em cloud, a aplicação verifica inteligentemente estações de trabalho e servidores e analisa o comportamento do sistema e das aplicações.</li>
<li><strong>Controlos Poderosos</strong><br />
O Controle de Aplicações, o Controle de Dispositivos e o Controle Web implicam em um nível global de gestão e uma protecção mais profunda do endpoint. Os administradores podem restringir o acesso à aparelhos externos e a websites não confiaveis. Uma lista negra ou branca personalizável das aplicações e ferramentas juntam-se às medidas de proteção Kaspersky, aumentando assim a produtividade dos funcionários, a proteção de dados e a aplicação de políticas TI.</li>
<li><strong>Administração flexível e centralizada</strong><br />
Usando a aplicação Kaspersky Security Center, instale remotamente a solução em estações de trabalho e servidores, estabeleça parâmetros de proteção, regule as atualizações anti-malware, monitore o estado da segurança e responda a eventos. Inclui também características como a sinalização centralizada de vulnerabilidades, apoio a máquinas virtuais e capacidades sub-administrativas.</li>
<li><strong>Tecnologias proativas e heurística</strong><br />
O System Watcher e outros componentes proativos do Kaspersky Endpoint Security 8 oferecem proteção contra ameaças ainda não registadas nas bases de dados de assinaturas. Com o uso de padrões Behavior Streams Signature, o comportamento estranho é analisado e tomada ações imediatas e, se necessário, as mudanças desnecessárias são revertidas e os dados danificados restaurados.</li>
</ul>
<p><em><a href="http://www.tripletech.com.br/?Produtos:Kaspersky" rel="nofollow" target="_blank">Saiba mais</a></em></p>
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		<item>
		<title>Empresas, esqueçam as novas ameaças: ataques antigos ainda funcionam</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2011/10/24/empresas-esquecam-as-novas-ameacas-ataques-antigos-ainda-funcionam/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 15:18:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[ataques]]></category>
		<category><![CDATA[ataques antigos]]></category>
		<category><![CDATA[novas ameaças]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tripletech.com.br/blog/?p=2534</guid>
		<description><![CDATA[Para especialista em segurança, gerentes de TI deixam de lado questões básicas que podem acabar comprometendo sistemas inteiros. Todas as pessoas do universo da tecnologia da informação (TI) que conheço estão em um mundo perigoso, cheio de uma variedade infindável de ciber-ataques criados para comprometer e tirar proveito de falhas de segurança. Mas ainda há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Para especialista em segurança, gerentes de TI deixam de lado questões básicas que podem acabar comprometendo sistemas inteiros.</h3>
<div>
<p>Todas as pessoas do universo da tecnologia da informação (TI) que conheço estão em um mundo perigoso, cheio de uma variedade infindável de ciber-ataques criados para comprometer e tirar proveito de falhas de segurança.</p>
<p>Mas ainda há uma persistente falta de consciência sobre ameaças especificas e qual a melhor maneira de enfrentá-las, de acordo com Rob Halvet, diretor de testes de penetração da Trustwave, uma fornecedora internacional de soluções de flexibildiade e segurança da informação.<span id="more-2534"></span></p>
<p>A ironia, diz ele, é que não são necessariamente os malwares ou as técnicas de hack mais novos e assustadores que podem comprometer uma empresa.</p>
<p>“Você vê as pessoas entrando em um frenesi sobre as técnicas mais recentes que exigem todos os tipos de habilidades técnicas para explorar enquanto ignoram coisas que estão por aí desde sempre. Uma das coisas mais comuns que encontramos em uma rede interna é uma política ruim de senhas – coisas absurdas como usar ‘admin’ para uma senha administrativa, ou deixar o código do sistema administrativo fique em branco.”</p>
<p>Havelt escreveu a maior parte do estudo &#8220;Earth vs. The Giant Spider: Amazingly True Stories of Real Penetration Tests”, que foi apresentado pelos membros da Trustwave nesta semana durante o evento SecTor 2011, em Toronto, no Canadá. Ele diz que uma das coisas que estimula os líderes de TI a perceberem é que uma “pequena falha”, como uma senha master padrão para uma troca PBX, pode “acabar implodindo em algo com um sério impacto”.</p>
<p>Essa, na verdade, é uma das suas histórias incrivelmente verdadeiras. Havelt realizou testes de invasão em que descreve como uma companhia financeira “muito segura” da lista das 500 Maiores da revista Fortune trocou um antigo telefone PBX Siemens Rolm. Apesar de a maioria das senhas padrão terem sido alteradas, “uma conta não mudou, o que nos deu algo melhor do que acesso administrativo, para que pudéssemos usar isso para nos passar por qualquer usuário.”</p>
<p>Havelt e sua equipe clonaram caixas de e-mail do help desk (serviço de apoio a usuários) da companhia em questão, o que lhes deu acesso a qualquer mensagem de voz dos funcionários.</p>
<p>“Enquanto estávamos testando, uma nova mensagem de voz chegou de alguém que estava na estrada, cuja VPN (rede virtual privada) não estava funcionando. Sabia como resolver isso, por isso liguei para a pessoa e ela me deu nome de usuário, código pin e senha de domínio. Ajudei-o a resolver seu problema, mas com apenas uma senha de domínio é muito fácil incrementar seus privilégios. De lá, nós fomos para o gerenciamento de riquezas e a watch list do Departmento de Segurança dos EUA”, explica.</p>
<h4><strong>“Tudo a partir de uma ligação.”</strong></h4>
<p>Em outro caso, Havelt e sua equipe conseguiram, por meio de um hack, acessar o HD das câmeras de segurança de uma grande fabricante. Como podiam controlá-las, e uma vez que cinco ou seis delas estavam apontadas para mesas, “e elas tinham zoom óptico de 10x, pudemos aproximar a imagem dos teclados e mesas, descobrir as senhas e fazer login em outros sistemas.”</p>
<p>Algumas vezes, as vulnerabilidade são, ou deveriam ser, ridiculamente óbvias. “Coisas como nomes de usuários e senhas que são os mesmos, ou uma conta de rede com uma senha ‘admin’”, afirma.</p>
<p>“Gostaria de poder te dizer que esses são casos isolados, mas eles não são. Existem milhares.”</p>
<p>Então o que o gerente de TI prudente deveria fazer? Havelt diz que um problema é que “existe um número excessivo de organizações que se opõem a testes reais de invasão. Elas tentam limitar isso a algumas máquinas em momentos específicos. Mas não é assim que um ataque funciona.”</p>
<p>“Entendo a realidade dos negócios”, afirma. “Mas isso é como ir ao médico para um exame físico completo e dizer para ele olhar apenas as suas mãos.”</p>
<p>Além disso, Havelt afirma que uma segurança melhor exige “carregar as coisas para fora da sua conclusão lógica – analisando uma vulnerabilidade e pensando sobre o que pode ser feito com ela.”</p>
<p>Ou, como dizia um CEO genial que nos deixou recentemente: <strong>“Pense diferente.”</strong></p>
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<p><em>fonte: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2011/10/21/empresas-esquecam-as-novas-ameacas-ataques-antigos-ainda-funcionam/" rel="nofollow" target="_blank">Empresas, esqueçam as novas ameaças: ataques antigos ainda funcionam</a></em></p>
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		<title>5 problemas de segurança móvel para gerenciar</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 14:28:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[aumento de segurança]]></category>
		<category><![CDATA[mão de obra móvel]]></category>
		<category><![CDATA[móvel]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Consumerização de TI, mão de obra móvel, funcionários conduzindo tecnologia. Não importa o termo usado, para capturar a tendência, companhias têm aumentado a segurança dos dados]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3><strong>Companhias precisam desistir de controlar dispositivos móveis e focar apenas na segurança dos dados</strong></h3>
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<p>Consumerização de TI, mão de obra móvel, funcionários conduzindo tecnologia. Não importa o termo usado, para capturar a tendência, companhias têm aumentado a segurança dos dados e operações frente aos trabalhadores detentores de dispositivos móveis.<span id="more-2530"></span></p>
<p>A questão vai continuar prevalecendo: em 2011, 41% dos trabalhadores usavam a tecnologia pessoal para acessar aplicações de negócio, acima dos 31% relatados em 2010, segundo relatório da IDC e da Unisys. Outro estudo da Nielsen constatou que consumidores que possuem tablets são menos propensos a usar computadores tradicionais.</p>
<p>Diante desse caos, as empresas precisam parar de focar em dispositivos móveis que estão fora do seu controle, acredita Kevin Mahaffey, diretor de tecnologia de segurança móvel na Lookout. “Grande parte das questões caem sempre em como lidar com os dispositivos de papel duplo onde os consumidores usam durante o fim de semana para assuntos pessoais e para negócios durante a semana”, relatou.</p>
<p>Uma parte da estratégia é olhar além dos dispositivos usados para interagir com os dados e focar apenas nas informações, disse Andrew Jaquith, ex-analista de pesquisa da Forrester. “A batalha real por dispositivos móveis não é a segurança, mas a privacidade e o equivalente corporativo de privacidade, que é o vazamento de dados”, diz Jaquith.</p>
<p>Companhias de TI precisam monitorar de perto cinco tendências em segurança móvel que pode ajudar empresas a domar o caos resultante da consumerização de TI.</p>
<h4><strong>1. Armazenamento de aplicativos local</strong></h4>
<p>Porque o principal ponto de distribuição de aplicativos móveis, na maioria dos casos, é uma loja ou comércio, grande parte da segurança dos dispositivos depende do processo de verificação dos pontos de distribuição. Em vez do modo tradicional, plataformas móveis tendem a confiar em aplicativos para downloads e visualização de dados e em lojas para fornecer aplicações.</p>
<p>“Não é porque estamos lidando com a era dos aplicativos de internet que devemos fazer download por impulso de qualquer aplicação, isso pode ser perigoso”, revelou Jaquith.</p>
<p>As companhias precisam se concentrar em utilizar lojas de aplicativos que oferecem o melhor processo de revisão. Já grandes em empresas, como a IBM, a implantação da sua própria loja de aplicativos para funcionários faz sentido e a Big Blue criou.</p>
<h4><strong>2. Sincronização como porta dos fundos</strong></h4>
<p>Companhias devem se preocupar em dados levados para fora por meio de USB, cartões de memória ou e-mail. Agora, adicione arquivos sincronizados com os serviços em nuvem a esta lista também.</p>
<p>“Empresas precisam se preocupar com os funcionários da Starbucks”, disse Ahmed Datoo, diretor de marketing de dispositivos móveis da Zenprise. “Tablets permitem que pessoas trabalhem fora do escritório, puxando a inteligência de negócios para onde eles estão trabalhando.”</p>
<p>Embora serviços de compartilhamento de dados como DropBox se destinam a consumidores, os trabalhadores usam amplamente a tecnologia para transferir dados de um para uma série de outros dispositivos. As empresas precisam se preocupar se os dados estão seguros. No início deste ano, uma vulnerabilidade no DropBox poderia ter permitido a qualquer usuário acessar dados de outros no mesmo servidor.</p>
<h4><strong>3. Corrigir sem permissão</strong></h4>
<p>Companhias acostumadas a ter controle agora vão ter que desistir de administrar outro aspecto de sua infraestrutura de TI: corrigindo.</p>
<p>Em muitos casos, vulnerabilidades em smarthphones levam um bom tempo para serem corrigidas por causa das etapas adicionais da cadeia de abastecimento. A vulnerabilidade encontrada por um pesquisador tem que ser reportada ao fabricante do software, que produz a correção. No sistema de desktop, as correções podem ser distribuídas. Em smarthphone, no entanto, o software atualizado tem que ser integrado à plataforma do fabricante e então ser testado pelo transportador.</p>
<p>Em todos os casos, o processo pode adicionar meses no trabalho de correção, e não há muito que a companhia possa fazer a esse respeito.</p>
<h4><strong>4. VPNs móveis são arriscadas</strong></h4>
<p>Empresas que estão preocupadas com a segurança dos dados deve assumir que adicionar VPN aos dispositivos móveis faz sentido. Desde que as companhias tentem prover segurança em todo o sistema do laptop, a encriptação da comunicação oferecida pela VPN faz sentido.</p>
<p>Com smarthphones, tablets e outros dispositivos de propriedade do consumidor, companhias não podem atestar a segurança dessas plataformas, então conectá-los via VPN à internet da corporação é perigoso. No mundo da consumerização, um dos grandes desafios é que, em breve, acreditam os especialistas, o departamento de TI não poderá mais ditar quais aplicações uma pessoa pode ter no dispositivo. Funcionários podem ter esses aplicativos em seu dispositivo e eles têm acesso total à rede por meio da VPN.</p>
<h4><strong>5. A vida é curta sem suporte</strong></h4>
<p>Finalmente, a rotatividade dos novos dispositivos significa que o ciclo de vida dos smarthphones e tablets será menor do que os dos desktop e laptop usados nas empresas.</p>
<p>Companhias devem estar prontas para reagir aos trabalhadores que trazem plataformas móveis que não estão corrigidas e até mesmo apresentam vulnerabilidades, disse Vidas, da CMU.</p>
<p>“Com Android, os telefones são perfeitamente capazes, mesmo depois de dois anos, mas os fabricantes só suportam essas plataformas por 18 meses em contrato”, disse. “Isso é menos do que os acordos que os consumidores assinam.”</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><em>fonte: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://informationweek.itweb.com.br/4659/5-problemas-de-seguranca-movel-para-gerenciar/" rel="nofollow" target="_blank">5 problemas de segurança móvel para gerenciar</a></em></p>
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