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	<title>Tripletech TI Solutions &#187; Segurança da Informação</title>
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	<description>Blog da empresa Tripletech com dicas, notícias e soluções de tecnologia</description>
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		<title>Kaspersky divulga ranking de softwares maliciosos</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/07/14/kaspersky-divulga-ranking-de-softwares-maliciosos/</link>
		<comments>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/07/14/kaspersky-divulga-ranking-de-softwares-maliciosos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:27:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A empresa especialista em segurança da internet, Kaspersky, divulgou nesta segunda-feira (12), o primeiro ranking do Top 20 que apresenta a lista os malwares (software malicioso), adwares (programas que automaticamente executam, mostram ou baixam publicidades maliciosas para o computador) e os programas potencialmente indesejados que foram detectados e neutralizados quando acessados pela primeira vez.
O primeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa especialista em segurança da internet, Kaspersky, divulgou nesta segunda-feira (12), o primeiro ranking do Top 20 que apresenta a lista os malwares (software malicioso), adwares (programas que automaticamente executam, mostram ou baixam publicidades maliciosas para o computador) e os programas potencialmente indesejados que foram detectados e neutralizados quando acessados pela primeira vez.<span id="more-2077"></span></p>
<p>O primeiro colocado foi o vírus Kido com mais de 304 mil de computadores infectados. Em segundo lugar foi registrado o Sality com 193 mil infecções seguido do malware de mesma família do Kido com mais de 175 mil computadores atingidos. No quinto lugar, surgiu o Exploit.JS.Agent.bab.</p>
<p>Já o segundo ranking Top 20 inclui os softwares maliciosos detectados nas páginas da web e os números de tentativas de download destes softwares para os computadores das vítimas.</p>
<p>O primeiro lugar foi composto pelo Trojan-Clicker.JS.Iframe.bb enquanto que o Trojan-Downloader.JS.Pegel.b reapareceu na terceira posição. Segundo a empresa, a última vez que o Pegel esteve extremamente ativo foi em fevereiro deste ano, quando seis variantes dessa família fizeram parte da lista dos softwares maliciosos mais propagados na internet.</p>
<p>Para concluir a Kaspersky apresentou também um estudo sobre os principais países que estão lançando maior quantidade de infecções provenientes da web, no qual, apontou que a China seguida da Russia registra respectivamente 21,3% e 14,7% de infecções vindas da internet. A índia e os EUA seguem em terceiro e quarto lugar.</p>
<p><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" href="http://corpbusiness.uol.com.br/interna.php?p=sn&amp;id=6661" target="_blank"><em>Kaspersky divulga ranking de softwares maliciosos</em></a></p>
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		<title>Como será o firewall de próxima geração?</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/07/06/como-sera-o-firewall-de-proxima-geracao/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 17:09:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>
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		<description><![CDATA[Os avanços da tecnologia e das demandas dos negócios caminham lado a lado. Atualmente, qualquer empresa precisa investir em recursos inovadores para não perder competitividade. Ao mesmo tempo, tal direcionamento contribui para derrubar as fronteiras corporativas e expandir o número de novas vulnerabilidades.
Dentro desse contexto complexo para a Segurança, o firewall é uma ferramenta emblemática [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os avanços da tecnologia e das demandas dos negócios caminham lado a lado. Atualmente, qualquer empresa precisa investir em recursos inovadores para não perder competitividade. Ao mesmo tempo, tal direcionamento contribui para derrubar as fronteiras corporativas e expandir o número de novas vulnerabilidades.<span id="more-2065"></span></p>
<p>Dentro desse contexto complexo para a Segurança, o firewall é uma ferramenta emblemática e sua necessária evolução para atender a essas novas necessidades corporativas foi justamente o ponto central do debate realizado pela TV Decision no último dia 24/06, com o tema “Firewall de Próxima Geração”.</p>
<p>“A preocupação da Segurança da Informação não se limita mais ao perímetro tradicional das redes, aos protocolos e bandas. Ela passa a ser o controle das aplicações que são utilizadas no seu ambiente e o tipo de tráfego que elas geram, o que se torna um problema, porque o firewall tradicional não tem essa visão de aplicação”, contextualizou Marlon Borba, CSO do Tribunal Regional Federal da 3ª Região.</p>
<p><strong>Sem limites</strong></p>
<p>Nesse novo cenário, os benefícios proporcionados pela aplicação das mais diversas tecnologias no plano dos negócios são diretamente proporcionais à ampliação das ameaças que permeiam as redes corporativas e, por consequência, ao aumento da complexidade dos sistemas de Segurança.</p>
<p>“Antes, se a empresa fechasse as portas do seu CPD, tinha 100% de segurança. Hoje não há mais limites. Você tem trabalhadores atuando até mesmo fora do país e clientes acessando o seu banco de dados. É claro que há ferramentas que ajudam a lidar com esse cenário, mas também sabemos que cada lançamento abre novas brechas”, opinou Érlen Abatayguara, gerente de TI do Grupo Tejofran.</p>
<p>Em meio à incorporação de novas soluções, alguns conceitos em crescimento na área de TI, como Cloud Computing, mobilidade, colaboração e redes sociais também aumentam os desafios em termos de Segurança da Informação para as organizações.</p>
<p>“Você tem que estar online, capturando e gerenciando eventos em tempo real, o que é bem diferente de uma porta estática que só fica cumprindo regras pré-estabelecidas. Os novos firewalls têm que ser inteligentes e aprenderem o tempo todo com esses ambientes”, afirmou Marcos Caldas, Diretor de TI do Grupo GOL.</p>
<p><strong>Performance, gestão e custo</strong></p>
<p>No caminho dessa evolução, outros fatores precisam ser trabalhados. “Acredito que essa nova geração deva trazer ferramentas que garantam Segurança e, ao mesmo tempo, não prejudiquem sua operação. Hoje, a gente acaba administrando regras, quando na verdade, o essencial é administrar acessos, o que está sendo feito na sua rede”, disse Marcos Argachoy, gerente de Segurança da Informação do Grupo Accor.</p>
<p>A demanda para que os firewalls agreguem outras tecnologias &#8211; como IPS e DLP &#8211; também foi apontada pelos participantes. Por outro lado, essa integração traz, ao mesmo tempo, o temor de que a incorporação de novos recursos gere ainda mais custos, mais investimentos, complexidade e dificuldade de gestão para os administradores desses ambientes.</p>
<p>“Hoje você tem gerenciamento de IPS, de proxy, e-mail, filtro de conteúdo, antivírus e por aí vai. A nova geração de firewall tem que ser algo que simplifique esses processos com alguns cliques. Espero que ela aprimore a gestão e que não seja simplesmente mais uma ferramenta no ambiente”, afirmou Eduardo Vilas, especialista na área de Segurança da Serasa Experian.</p>
<p>Diretor de Tecnologia da Cummins, Rubens Ferro acrescentou: “O grande desafio é justamente compatibilizar a velocidade das melhorias tecnológicas, o impacto da maior exposição do ambiente corporativo e como essas soluções de firewall vão nos ajudar a enfrentar esse panorama com rapidez, eficiência e menor custo”.</p>
<p><strong>Governança e rastreabilidade</strong></p>
<p>Alexander Patti, coordenador de infraestrutura da Andrade Gutierrez, também colocou o fator simplicidade como um dos principais requisitos dessas novas soluções. “A diversidade das soluções de Segurança faz com que, para cada uma dessas estruturas, você tenha que trabalhar com um especialista técnico. Se a nova geração conseguir fazer a convergência de todos esses ambientes para uma plataforma única, vai facilitar muita a operação no dia a dia”.</p>
<p>Segundo Fernando Ferreira, diretor de comunicação da ISACA (Information Systems Audit and Control Association), também é importante investir em certificações de Segurança, Governança, Auditoria e Gestão de Risco.“Elas ajudam o profissional a ter uma visão mais holística de como a empresa vai suprir em nível estratégico e tático essa necessidade atual de firewall frente às novas demandas”.</p>
<p>Para Raphael Cerdeira, advogado especializado em Direito Digital da PPP Advogados, mais do que a evolução dos firewalls, as empresas devem se preocupar com a capacitação dos operadores, gestores e analistas que responderão pela administração dessas soluções.</p>
<p>“De que adianta ter uma massa crítica de logs, se esses registros não possibilitam uma acessibilidade adequada e não têm a interpretação necessária. Fatores como rastreabilidade, trilhas de auditoria e resposta a incidentes ainda são um gargalo para as companhias. O que me preocupa é, se tudo falhar, como você prova o que deu errado, como deu errado e quem fez dar errado?”.</p>
<p><strong>Resposta do mercado</strong></p>
<p>Paralelamente aos requisitos apontados pelos usuários corporativos como fundamentais na transição dos firewalls tradicionais para uma nova geração, os fornecedores também discorreram sobre esse cenário.</p>
<p>“Quando falamos de firewall de próxima geração ou de quinta geração, basicamente não é nada tão revolucionário como todo mundo pensa. Na verdade são novas funcionalidades agregadas que atenderiam a novos requisitos de Segurança. Essa ideia nasceu muito mais no meio de especialistas do que de produtos”, explicou Fernando Santos, diretor geral da Check Point para o Brasil.</p>
<p>Os elementos destacados no novo perfil dos firewalls vão ao encontro das demandas ressaltadas pelas corporações. Além da integração com outras soluções de Segurança e acesso, e do conhecimento e controle acerca da origem, destino e tipo das aplicações que rodam nos ambientes das empresas, o fator identidade é um ponto chave nessa transição.</p>
<p>“Até bem pouco tempo, os firewalls trabalhavam com IPs na análise de regras e logs. Um usuário, mal intencionado ou não, poderia se logar em 10 máquinas diferentes e continuaria a ser apenas uma pessoa. Um novo elemento em termos de gerenciamento de identidade seria empreender esse processo através da análise de nomes dos usuários, o que permite maior controle e a criação de regras mais inteligentes e eficientes de acesso”.</p>
<p>A necessidade de mais inteligência não se aplica apenas à gestão de identidade, mas também, a diversas esferas compreendidas pelo firewall. Segundo Santos, uma das aplicações possíveis nessa direção é o recurso de geopolítica, que permite, através de apenas um clique no mapa mundi, criar uma regra de Segurança para bloquear todo e qualquer tráfego originado de um determinado país. </p>
<p>“No geral, a grande preocupação é facilitar o gerenciamento para atender às novas demandas. Nesse sentido, um dos ganhos é a correlação de todos os eventos, seja do firewall, de IPS, do servidor ou do próprio sistema operacional do desktop, de modo que a empresa tenha uma visão completa de todo o seu ambiente de Segurança”.</p>
<p>Responsável pela área de Segurança da Compugraf, Claudio Bannwart concordou com a necessidade dos firewalls monitorarem e controlarem todas as aplicações, sejam elas externas ou internas, e acrescentou a disponibilidade como item de atenção no contexto dessas novas soluções.</p>
<p>“Hoje, qualquer manutenção feita no firewall deve ter downtime zero. Não existe mais janela, as empresas não podem parar em hipótese nenhuma. Assim, as ferramentas devem incluir essa capacidade de correções sem parada e também o gerenciamento centralizado, com alertas de todos os eventos que estão acontecendo dentro da rede”.</p>
<p>Em meio aos requisitos dos usuários e a resposta dos fornecedores, Fernando Santos apontou as perspectivas atuais e futuras desse contexto. “O firewall de nova geração não é uma coisa que ainda vai acontecer, pois ele já é uma realidade e está disponível no mercado. Muitas das novas soluções estão procurando modularizar a Segurança de forma que o usuário não tenha mais dependência de um único hardware e possa distribuir as atividades e demandas sem perder a correlação e o gerenciamento das ameaças”.</p>
<p><span>FONTE: <a rel="nofollow" href="http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=6807&amp;sid=46" target="_blank">Como será o firewall de próxima geração?</a></span></p>
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		<title>As vantagens da terceirização de segurança</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/06/11/as-vantagens-da-terceirizacao-de-seguranca/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 19:33:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A indústria reforça a oferta de gestão remota como uma saída para suprir a necessidade das corporações por controle de ambientes cada vez mais complexos
Quem atua hoje na área de segurança da informação lida com o inesperado, mais do que em qualquer outro segmento de tecnologia. Por conta da demanda, precisam estar o tempo todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A indústria reforça a oferta de gestão remota como uma saída para suprir a necessidade das corporações por controle de ambientes cada vez mais complexos</strong></p>
<p>Quem atua hoje na área de segurança da informação lida com o inesperado, mais do que em qualquer outro segmento de tecnologia. Por conta da demanda, precisam estar o tempo todo buscando formas de se antecipar às ameaças, que crescem em volume e em complexidade nas empresas. E, talvez por isso, esse segmento esteja mais aberto a absorver novos modelos de serviços que começam a ser oferecidos pela indústria, em especial, aqueles ligados à gestão remota dos ambientes.<span id="more-2028"></span></p>
<p>Se existe uma evolução na oferta dos serviços gerenciados de segurança, ainda há uma desconfiança das empresas em relação ao modelo. O principal questionamento é se a gestão remota terá a mesma eficiência do trabalho presencial para proteger a corporação. Para o sócio-diretor da consultoria TGT Consult, Pedro Bicudo, a resposta a essa dúvida das corporações é só uma questão de tempo. &#8220;O monitoramento realizado fora da empresa, sobretudo em companhias com ambientes híbridos e diversas unidades, é uma tendência irreversível&#8221;, acredita Bicudo.</p>
<p>O conceito de serviços gerenciados prevê que todo o tráfego nas conexões da empresa seja monitorado, com o intuito de mapear pontos de vulnerabilidade e outros riscos. &#8220;Não chega a ser algo extremamente complexo, mas depende de pessoas especializadas. E uma companhia dificilmente se dará ao luxo de contar com um profissional de TI com essa qualificação&#8221;, afirma o especialista da TGT.</p>
<p>Ainda de acordo com ele, isso abre espaço para a atuação dos prestadores de serviço especializados. &#8220;Some isso ao fato de que há uma tendência clara de aumento dos incidentes de segurança, à medida que a sociedade migra para o ambiente online. Os crimes, hoje, ainda ocorrem mais fora da rede corporativa do que dentro dela. Mas essa realidade tende a se inverter&#8221;, alerta o consultor.</p>
<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://cio.uol.com.br/gestao/2010/06/02/as-vantagens-da-terceirizacao-de-seguranca/" target="_blank">As vantagens da terceirização de segurança</a></p>
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		<title>Microsoft anuncia atualizações de segurança</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/06/11/microsoft-anuncia-atualizacoes-de-seguranca/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 16:55:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Microsoft divulgou nesta terça-feira (8) a liberação de patches para correção das 34 vulnerabilidades indicadas pela companhia. Os problemas serão resolvidos em 10 boletins de atualizações de segurança
Destas vulnerabilidades, 14 referem-se ao Microsoft Excel e 8 ao Windows e Internet Explorer. A maioria delas coloca os usuários de Windows e Office em risco quanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Microsoft divulgou nesta terça-feira (8) a liberação de patches para correção das 34 vulnerabilidades indicadas pela companhia. Os problemas serão resolvidos em 10 boletins de atualizações de segurança<span id="more-2006"></span></strong></p>
<p>Destas vulnerabilidades, 14 referem-se ao Microsoft Excel e 8 ao Windows e Internet Explorer. A maioria delas coloca os usuários de Windows e Office em risco quanto ao comprometimento do sistema.</p>
<p>“Essas vulnerabilidades podem ser exploradas como armadilhas em sites Web e nos arquivos Office e Windows Media para que os cibercriminosos possam obter o controle sobre os computadores vulneráveis, atraindo o usuário a abrir um arquivo ou a clicar em link mal-intencionado”, diz Dave Marcus, diretor de pesquisa de segurança e comunicação do McAfee Labs.</p>
<p>A empresa dedicada à tecnologia de segurança da informação recomenda que os usuários instalem imediatamente os patches disponibilizados pela Microsoft. Mas ressalta que o usuário deve sempre estar alerta a vulnerabilidade da internet. &#8220;Além de assegurar uma proteção completa no computador, o usuário precisa ser disciplinado e evitar armadilhas da Internet, bem como atentar para documentos ou links que são enviados, mesmo que sejam de remetentes conhecidos”, alertou Marcus.</p>
<p>Destas vulnerabilidades, 14 referem-se ao Microsoft Excel e 8 ao Windows e Internet Explorer. A maioria delas coloca os usuários de Windows e Office em risco quanto ao comprometimento do sistema.</p>
<p>“Essas vulnerabilidades podem ser exploradas como armadilhas em sites Web e nos arquivos Office e Windows Media para que os cibercriminosos possam obter o controle sobre os computadores vulneráveis, atraindo o usuário a abrir um arquivo ou a clicar em link mal-intencionado”, diz Dave Marcus, diretor de pesquisa de segurança e comunicação do McAfee Labs.</p>
<p>A empresa dedicada à tecnologia de segurança da informação recomenda que os usuários instalem imediatamente os patches disponibilizados pela Microsoft. Mas ressalta que o usuário deve sempre estar alerta a vulnerabilidade da internet. &#8220;Além de assegurar uma proteção completa no computador, o usuário precisa ser disciplinado e evitar armadilhas da Internet, bem como atentar para documentos ou links que são enviados, mesmo que sejam de remetentes conhecidos”, alertou Marcus.</p>
<p>Destas vulnerabilidades, 14 referem-se ao Microsoft Excel e 8 ao Windows e Internet Explorer. A maioria delas coloca os usuários de Windows e Office em risco quanto ao comprometimento do sistema.</p>
<p>“Essas vulnerabilidades podem ser exploradas como armadilhas em sites Web e nos arquivos Office e Windows Media para que os cibercriminosos possam obter o controle sobre os computadores vulneráveis, atraindo o usuário a abrir um arquivo ou a clicar em link mal-intencionado”, diz Dave Marcus, diretor de pesquisa de segurança e comunicação do McAfee Labs.</p>
<p>A empresa dedicada à tecnologia de segurança da informação recomenda que os usuários instalem imediatamente os patches disponibilizados pela Microsoft. Mas ressalta que o usuário deve sempre estar alerta a vulnerabilidade da internet. &#8220;Além de assegurar uma proteção completa no computador, o usuário precisa ser disciplinado e evitar armadilhas da Internet, bem como atentar para documentos ou links que são enviados, mesmo que sejam de remetentes conhecidos”, alertou Marcus.</p>
<p><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" href="http://corpbusiness.uol.com.br/interna.php?p=sn&amp;id=6329" target="_blank"><em>Microsoft anuncia atualizações de segurança</em></a></p>
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		<title>Kaspersky anuncia três contratações no Brasil</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/05/31/kaspersky-anuncia-tres-contratacoes-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 17:53:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[


Gerentes de marketing, contas corporativas e canais chegam ao time local da fornecedora de segurança


 





De olho no crescimento de 100% da operação brasileira, previsto para este ano, a Kaspersky anuncia a contratação de três profissionais. Gladys Menezes assume como gerente de marketing para a unidade brasileira; Carlos Baleeiro, como gerente de contas; e Mauricio Mota é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="width: 100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td height="30"><em><strong>Gerentes de marketing, contas corporativas e canais chegam ao time local da fornecedora de segurança</strong></em></td>
</tr>
<tr>
<td height="10"> </td>
</tr>
<tr>
<td>
<div>
<div>
<p>De olho no crescimento de 100% da operação brasileira, previsto para este ano, a Kaspersky anuncia a contratação de três profissionais.<span id="more-1995"></span> Gladys Menezes assume como gerente de marketing para a unidade brasileira; Carlos Baleeiro, como gerente de contas; e Mauricio Mota é contratado para gerenciar a área de canais.Eljo Aragão, gerente-regional da companhia, afirma que, assim, o time local está completo, sem planos de novas contratações.Dado o novo foco da companhia no varejo, a ideia também é contratar promotores de vendas, que trabalharão a marca junto aos distribuidores e varejistas.<br />
 </p>
</div>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=68647" target="_blank">Kaspersky anuncia três contratações no Brasil</a></strong></p>
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		<title>Golpistas de DDoS oferecem &#8220;descontos&#8221; para ataques</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/05/28/golpistas-de-ddos-oferecem-descontos-para-ataques/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 17:10:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[desconto]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das mais novas táticas para adquirir novos clientes para botnets é uma estranha combinação de extorsão direta via DDoS (Ataque de Negação de Serviço), seguido por penalidades em caso de demora na resposta. Depois disso, é oferecido um desconto de 30% no caso de a vítima desejar que o ataque seja direcionado contra um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das mais novas táticas para adquirir novos clientes para botnets é uma estranha combinação de extorsão direta via DDoS (Ataque de Negação de Serviço), seguido por penalidades em caso de demora na resposta. Depois disso, é oferecido um desconto de 30% no caso de a vítima desejar que o ataque seja direcionado contra um rival ou concorrente. <a href="http://www.zdnet.com/blog/security/study-finds-the-average-price-for-renting-a-botnet/6528?tag=mantle_skin;content" target="_blank">Leia a notícia completa</a>.</p>
<p><span id="more-1986"></span></p>
<p><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" href="http://www.threatpost.com.br/pt_br/blogs/golpistas-de-ddos-oferecem-descontos-para-ataques-052710" target="_blank"><em>Golpistas de DDoS oferecem &#8220;descontos&#8221; para ataques</em></a></p>
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		<title>Ataques de crackers ao Facebook deverão ser ainda piores</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/05/28/ataques-de-crackers-ao-facebook-deverao-ser-ainda-piores/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 16:35:36 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>
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		<category><![CDATA[faceboook]]></category>
		<category><![CDATA[invasão de privacidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Especialistas dizem que rede social não conseguiu bloquear as ameaças e ainda avisam: elas poderão se intensificar daqui pra frente.


Os ataques que têm usuários do Facebook como alvo vão continuar e poderão, facilmente, se tornar ainda mais perigosos, disse nesta quinta-feira (27/05) um especialista em segurança.
Nos últimos dois finais de semana, criminosos virtuais cometeram ataques [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Especialistas dizem que rede social não conseguiu bloquear as ameaças e ainda avisam: elas poderão se intensificar daqui pra frente.</strong></p>
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<p>Os ataques que têm usuários do Facebook como alvo vão continuar e poderão, facilmente, se tornar ainda mais perigosos, disse nesta quinta-feira (27/05) um especialista em segurança.<span id="more-1984"></span></p>
<p>Nos últimos dois finais de semana, criminosos virtuais cometeram ataques de grandes proporções a partir de aplicativos maliciosos para Facebook, infectando usuários com malwares que fazem surgir pop-ups na tela do computador.</p>
<p>“Há limitações quanto o que o Facebook pode fazer para parar isso”, afirmou Patrick Runald, pesquisador da Websense Secutiry. “Eu não ficaria surpreso se outro ataque desses ocorresse nos próximos dias, afinal, eles funcionam”.</p>
<p>De acordo com Roger Thompson, chefe de tecnologia da AVG, fabricante do antivírus de mesmo nome, a ofensiva do último fim-de-semana foi 50% menor que a anterior. Ambos usaram mensagens que apareciam na forma de vídeos eróticos para convencer os internautas a instalar o aplicativo. A seguir, uma suposta atualização para um tocador de vídeo gratuito era baixada; esse era o adware (malware que faz o browser exibir propaganda).</p>
<p>Thompson concorda com Runald que os ataques não cessarão. “Eles querem fazer dinheiro, e estão procurando maneiras de fazê-lo usando o Facebook”.</p>
<p>Runald também disse que a construção da praga é muito simples, pois não tenta se espalhar por mais de dez amigos do infectado, ou seja, não foi feita para propagação em massa.</p>
<p>“O Facebook tem sistemas automatizados de segurança. Acredito que um deles deve dificultar que uma mesma mensagem seja enviada muitas vezes pelo mesmo usuário. Assim, eles estão começando por baixo, enviando apenas para dez amigos por vez”.</p>
<p>A Websense identificou mais de cem variações desse mesmo aplicativo nos dois ataques. Eram idênticos, a não ser pelas chaves API que a rede social exige; o grande número de permutações era uma simples estratégia para dificultar a identificação das pragas e sua consequente remoção.<strong><br />
</strong></p>
<p><strong>É só o começo</strong><br />
Na última segunda-feira (24/05), o Facebook pediu a ajuda dos usuários para detectar o software malévolo:</p>
<p>“Vários aplicativos maliciosos têm aparecido ultimamente”, diz um comunicado em sua página de segurança. “Nós estamos desativando-os à medida que eles são reportados ou identificados – e antes que causem grandes danos. No entanto, sua ajuda é muito importante. Avise-nos sobre programas suspeitos e, como sempre, nunca clique em links estranhos, mesmo que estes tenham sido repassados por seus amigos”</p>
<p>Os ataques, porém, podem ficar mais traiçoeiros. “Os downloads que os usuários são convencidos a fazer podem ser qualquer coisa, um antivírus falso ou um poderoso trojan como o Koobface”, avisa Runald, referindo-se a uma praga que se espalhou por diversas redes sociais, do MySpace ao Facebook. “Os crackers poderiam fazer coisas piores, mas querem atrair a menor atenção possível”, completa.</p>
<p>Para Thompson, o serviço continuará tendo dificuldades para interromper tais ataques. “Existe mais de um milhão de desenvolvedores no Facebook da última vez que vi. Estou convencido de que nem todos têm boas intenções. Além do mais, não há uma grande barreira que impeça a entrada de criminosos virtuais na rede”.</p>
<p>O que lhe preocupa é a grande dificuldade em identificar quem são, de fato, os desenvolvedores, separando os bons dos ruins. “Com qualquer outro software que uso ou compro, eu posso ir à página da empresa responsável por ele e pensar se vale a pena. Com o Facebook é diferente: os desenvolvedores de aplicativos estão escondidos atrás do anonimato. Nada me convence a usar softwares de pessoas que eu sequer conheço”.</p>
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<p><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/05/27/ataques-de-crackers-ao-facebook-deverao-ser-ainda-piores/" target="_blank"><em>Ataques de crackers ao Facebook deverão ser ainda piores</em></a></p>
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		<title>Cientista britânico diz ter sido infectado por vírus de computador</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/05/27/cientista-britanico-diz-ter-sido-infectado-por-virus-de-computador/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 18:03:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[No experimento]]></category>
		<category><![CDATA[o pesquisador está analisando os riscos de infecções de malware em chips implantados no corpo humano.]]></category>

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		<description><![CDATA[No experimento, o pesquisador está analisando os riscos de infecções de malware em chips implantados no corpo humano.


Um cientista britânico afirma ser o primeiro ser humano com uma infecção de vírus de computador em um experimento que, segundo ele, tem implicações importantes para o futuro de tecnologias de implantes.
O Dr. Mark Gasson, da University of [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>No experimento, o pesquisador está analisando os riscos de infecções de malware em chips implantados no corpo humano.</strong></p>
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<p>Um cientista britânico afirma ser o primeiro ser humano com uma infecção de vírus de computador em um experimento que, segundo ele, tem implicações importantes para o futuro de tecnologias de implantes.<span id="more-1979"></span></p>
<p>O Dr. Mark Gasson, da University of Reading, infectou um chip de computador implantado em sua mão com um vírus e depois o transmitiu a um computador para provar que o malware pode se mover entre humanos e computadores.</p>
<p>Chips que podem ser implantados no corpo humano já existem há algum tempo, e Gasson utiliza um no lugar de um passe de segurança para ter acesso ao prédio da universidade e para ativar seu celular. </p>
<p>Mas ele diz que as implicações para vírus em chips de implantes estão longe de ser alcançados, mas poderiam afetar pessoas com marca passos ou outros dispositivos médicos.</p>
<p>Em entrevista à BBC, Gasson afirmou que alguém com um vírus em seu chip implantado poderia infectar outra pessoa e que uma pessoa com dois dispositivos sob a pele poderia correr o risco de ter um vírus sendo transmitido entre os dois chips</p>
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<p><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/05/26/cientista-britanico-diz-ter-sido-infectado-por-virus-de-computador/" target="_blank"><em>Cientista britânico diz ter sido infectado por vírus de computador</em></a></p>
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		<title>Novo ataque explora a navegação por abas</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 16:46:56 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[aza raskin]]></category>
		<category><![CDATA[phishing]]></category>

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		<description><![CDATA[Um pesquisador desenvolveu um novo tipo de ataque phishing que aproveita o modo com que os navegadores lidam com navegação por abas e permite a um atacante usar um script em execução em uma guia para mudar completamente o conteúdo em outra. O ataque, demonstrado por Aza Raskin, da Mozilla, poderia ser usado para ataques [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um pesquisador desenvolveu um novo tipo de ataque phishing que aproveita o modo com que os navegadores lidam com navegação por abas e permite a um atacante usar um script em execução em uma guia para mudar completamente o conteúdo em outra. O ataque, demonstrado por Aza Raskin, da Mozilla, poderia ser usado para ataques altamente direcionados contra os clientes de um banco específico, serviço de Webmail ou de cartão de crédito.<span id="more-1975"></span></p>
<p>A nova técnica de phishing por abas depende de um usuário visitar um site controlado pelo invasor, que inclui um script malicioso. Quando o usuário visita o site, o código do atacante detecta quais outras páginas que o usuário tem aberto no browser e verifica quais não foram visitadas por um tempo. O código JavaScript então muda o favicon da guia e o conteúdo da página para parecer com o que o atacante quiser.</p>
<p>No exemplo que Raskin incluiu em seu site, o código altera a página para a página de login do Gmail. No entanto, um invasor poderia facilmente optar por um ataque usando uma página de login de um grande banco ou de outro site com credenciais de login de alto valor.</p>
<p>A idéia a vítima olhar  na guia aberta, &#8220;lembrar&#8221; que ela deixou uma aba do Gmail ou do banco aberta e depois logar-se novamente. Depois que as credenciais são introduzidas, o invasor pode simplesmente redirecionar a vítima ao local correto, que seria exibido corretamente porque o usuário ainda não deu log-out.</p>
<p>&#8220;Como o usuário verifica suas muitas abas abertas, o favicon e o título agem como uma importante dica de memória visual – ele é maleável e moldável e o usuário irá simplesmente achar que deixou uma aba do Gmail aberta. Quando clicar de volta para a aba do Gmail fake , ele verá a página de login padrão do Gmail, supor que estiva desconectado, e fornecer as suas credenciais para entrar. O ataque usa a suposta imutabilidade das guias&#8221;, Raskin escreveu em seu blog sobre o ataque.</p>
<p>Raskin especula que a técnica poderia ser usada em uma série de cenários diferentes, incluindo em combinação com outras táticas, como a captura de histórico CSS para segmentar os clientes de um serviço específico ou uma instituição financeira.</p>
<p>&#8220;For example, you can detect if a visitor is a Facebook user, Citibank user, Twitter user, etc., and then switch the page to the appropriate login screen and favicon on demand,&#8221; he writes. &#8220;Even more deviously, there are various methods to know whether a user is currently logged into a service. These methods range from timing attacks on image loads, to seeing where errors occur when you load an HTML webpage in a script tag*. Once you know what services a user is currently logged in to, the attack becomes even more effective.&#8221;</p>
<p>&#8220;Por exemplo, você pode detectar se o visitante não é um usuário do Facebook, do Citibank, Twitter, etc, e depois alternar a página para a tela de login e favicon adequados em tempo real&#8221;, escreve ele. &#8220;Ainda mais tortuosa, existem vários métodos para saber se um usuário está conectado a um serviço. Estes métodos variam desde ataques sincronizados com carregamento da imagem, a ver onde erros ocorrem quando você carrega uma página HTML em uma tag script *. Uma vez que você sabe quais os serviços em que um usuário está conectado no momento, o ataque se torna ainda mais eficaz. &#8221;</p>
<p><em>Fonte: </em><a href="http://www.threatpost.com.br/pt_br/blogs/novo-ataque-explora-navegacao-por-abas-052510"><em>Novo ataque explora a navegação por abas</em></a></p>
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		<title>Políticas de segurança: o elo mais fraco está nas pessoas</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 16:01:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[Para consultor especializado no assunto, nenhuma iniciativa de conscientização em segurança supera a natureza humana

Há mais de 25 anos, Winn Schwartau escreve, ensina e presta consultoria na área de segurança da informação. Para ele, a tecnologia pode ter mudado muito ao longo do período em que está no mercado, mas o fator mais influente em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Para consultor especializado no assunto, nenhuma iniciativa de conscientização em segurança supera a natureza humana</strong></p>
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<p>Há mais de 25 anos, Winn Schwartau escreve, ensina e presta consultoria na área de segurança da informação. Para ele, a tecnologia pode ter mudado muito ao longo do período em que está no mercado, mas o fator mais influente em segurança, que é o funcionário ou o usuário final, não.<span id="more-1961"></span></p>
<p>“Nós não tocamos em redes, nós tocamos nas pessoas”, diz Schwartau, que acrescenta: “Porque, no fim, o elo mais fraco em todas essas coisas é a pessoa que está na frente da tela.”</p>
<p>Para o especialista, os gerentes em segurança estão atentos contra a combinação de ignorância, apatia e arrogância que aflora quando o assunto é a conscientização do indivíduo em relação aos riscos. “Uma coisa que tivemos de reconhecer nos últimos anos é que o usuário não liga para a empresa na qual trabalha. Ele se importa com pagamento, avaliações e aumento de salário”, explica.</p>
<p>Ainda de acordo com Schwartau, muitas empresas dizem ter algum tipo de política sobre o comportamento do usuário, mas de forma geral as punições não garantem que os usuários sigam as regras.</p>
<p>Schwartau relembrou alguns momentos marcantes que vivenciou em décadas de consultoria em treinamento de segurança. A engenharia social, diz ele, tem novos atores e formatos, mas as técnicas que servem de base são as mesmas.</p>
<p><strong>1. A insegurança chega pelos Correios<br />
</strong>Diz Winn Schwartau: Nós fomos contratados por uma grande firma de serviços financeiros em Nova York, para um treinamento de conscientização em segurança. Queríamos elaborar uma métrica de como as pessoas estavam em relação a essa conscientização, usando como base todos os treinamentos e as políticas com as quais tinham lidado antes de nosso envolvimento com eles. Assim, criamos um teste de engenharia social.</p>
<p>Mas não era o tradicional ‘ligue para alguém e tente aplicar engenharia social nele’. O que fizemos foi escrever uma carta. Nós a enviamos por correio comum a cerca de 30% dos empregados. Aproximadamente 1.200 pessoas. A carta dizia essencialmente ‘ei, nós somos da segurança de informação corporativa. A razão pela qual você está recebendo esta carta é porque você sabe que ocorre engenharia social no trabalho e que nós estamos atualizando nossos sistemas’. Então, citamos algum bla-bla-blá técnico sobre a migração da base de dados e outras coisas que uma pessoa média simplesmente não entenderia.</p>
<p>A carta completava: “Nós sabemos que você está preocupado com segurança e esta é a razão desta carta. Não queremos que você comunique quaisquer dessas informações sobre qualquer forma a não ser pelo correio, que é o único meio seguro de fazer isso. Nós precisamos de seus detalhes pessoais sobre os temas a seguir para que possamos transferi-las para o sistema e verificar sua precisão porque temos tido problemas com os bancos de dados nessa transição.”</p>
<p>Nós dissemos aos destinatários: “Por favor, não mande essas informações nem por e-mail, nem por fax. Use somente o envelope selado e endereçado anexo”, e o endereço não era o da companhia. Nós contamos que fizemos assim para que ninguém no trabalho pudesse interceptar a carta no escritório. Nós também dissemos que tínhamos providenciado uma caixa postal especial e segura, à qual somente o departamento de segurança tinha acesso.</p>
<p>Depois que enviamos, recebemos uma resposta de 28%. Um teste muito simples de engenharia social e mais de um quarto das pessoas-alvo caíram nele.</p>
<p>Nós repetimos este teste em outros lugares, com e-mails impostores (phishing). Em uma empresa, enviamos uma oferta gratuita incrivelmente tentadora, via email. E fizemos isso depois de treinar e certificar extensivamente toda a organização, que teve mais de 95% de seu pessoal aprovado nas avaliações de conscientização. Mas a resposta ao e-mail phishing, mesmo depois do treinamento, foi de 40%.</p>
<p>Não importa quantos testes, avaliações e outras métricas você use. Não é possível trabalhar contra a natureza humana. Nós podemos ajudá-los com treinamento, e medir um aumento incremental no nível de conscientização, mas você nunca irá alcançar um sucesso de 100%.</p>
<p>A lição: Parte dos treinamentos de conscientização precisa incluir instruções de não dar informações pessoais para qualquer pessoa ou departamento.</p>
<p>“Avise de forma clara: nosso departamento de segurança nunca perguntará sobre esse tipo de informação”, disse Schartau. “O procedimento correto no lançamento de um novo sistema é emitir novas credenciais. Você nunca pedirá as credenciais atuais.”</p>
<p><strong>2. Queime depois de ler</strong><br />
Conta Schwartau: Eu recebi recentemente um e-mail que pareceu ser do Bank of America. Sou cliente deste banco e faço 98% de minhas atividades bancárias online.</p>
<p>O e-mail veio do SiteKey,seu sistema de verificação de sites, que é realmente um sistema muito bom. A mensagem dizia “Ei, isso veio do SiteKey e é realmente urgente porque você transferiu algum dinheiro e nós precisamos verificar isso.”</p>
<p>A partir desse ponto eu sabia que era um scam, pois sou um paranóico profissional. Mas olho o e-mail, os endereços, e eles estão corretos! Os logos, a informação do SiteKey; tudo ok. Tudo que eu poderia pensar era “como eles foram emitir isso?”</p>
<p>Então eu examinei os links; passei o mouse sobre eles para ver o que estava havendo. Estava tudo certo. Cliquei em alguns links, para ver até onde eu poderia ir com isso, e capturei algumas telas para uso em treinamento. Ainda não tinha conseguido descobrir nada.</p>
<p>Finalmente, depois de algum tempo, eu percebi. A razão pela qual eu não poderia descobrir é que eu estava em meu laptop com uma tela de 13 polegadas e baixa resolução. Debaixo dos links, os endereços diziam ‘bank of americil.com’ – i minúsculo, l minúsculo. Eu sabia desde o começo que era uma fraude. Mas quantas pessoas deverão cair numa peça como essa?</p>
<p>A lição: Tal como o departamento de segurança, uma instituição financeira legítima nunca lhe pedirá credenciais por e-mail. Eles farão com que você ligue para o número no verso do cartão, ou visite a página web que você sempre usa. Nunca confie em alguém que aparece pedindo suas credenciais, disse Schwartau. Não é assim que é feito.</p>
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<p><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" href="http://cio.uol.com.br/tecnologia/2010/05/25/politicas-de-seguranca-o-elo-mais-fraco-esta-nas-pessoas/paginador/pagina_2" target="_blank"><em>Políticas de segurança: o elo mais fraco está nas pessoas</em></a></p>
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