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	<title>Tripletech IT Solutions &#187; Gerenciamento de Rede</title>
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	<description>Blog da Tripletech IT Solutions com dicas, notícias e soluções de tecnologia</description>
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		<title>Planeje-se para o horário de verão 2010-2011</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2011/02/21/planeje-se-para-o-horario-de-verao-2010-2011/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 15:53:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Especialista Network</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento de Rede]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[fuso horário]]></category>
		<category><![CDATA[horário de verão]]></category>

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		<description><![CDATA[A Microsoft alerta para os ajustes necessários nas mudanças do horário de verão
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>A Microsoft alerta para os ajustes necessários nas mudanças do horário de verão</h3>
<p>Este ano, o horário de verão no Brasil teve início na meia noite do dia <strong>17 de Outubro de 2010</strong> (domingo) e terá duração <strong>até o dia 20 de fevereiro de 2011</strong> (domingo), sendo válido para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país.*<span id="more-2224"></span></p>
<p>*Se você não se encontra dentro da área de cobertura do Horário de Verão, <a rel="nofollow" target="_blank" rel="nofollow" href="http://www.microsoft.com/brasil/windows/verao_desabilitar.mspx">clique aqui</a>.</p>
<p>Para evitar transtornos nesse período, a Microsoft recomenda a atualização <strong>do seu Windows Update para a versão mais recente (versão de setembro de 2010)</strong> para que os ajustes de horário sejam feitos automaticamente e o recebimento das atualizações importantes do Windows não seja prejudicado.</p>
<ul>
<li><em>Eu não tenho o Windows Update mais recente habilitado no meu computador. O que fazer?</em>
<p>Garanta a instalação do <a rel="nofollow" target="_blank" rel="nofollow" href="http://support.microsoft.com/kb/2158563">hotfix aqui</a> (KB2158563) para ter o ajuste de horário com toda a segurança.</p>
<p>Caso você já tenha atualizado com o <a rel="nofollow" target="_blank" rel="nofollow" href="http://support.microsoft.com/kb/979306">Windows Update de Fevereiro (KB979306)</a>, seu computador já estará protegido, não sendo necessária a instalação do hotfix de Setembro.</p>
<p><a href="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/2010_horario_verao_banner2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2227" src="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/2010_horario_verao_banner2.jpg" alt="" width="700" height="130" /></a></li>
</ul>
<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Decreto/D6558.htm"></a> </p>
<p><span style="color: #888888">Fonte: </span><a rel="nofollow" target="_blank" rel="nofollow" href="http://www.microsoft.com/brasil/windows/verao.mspx"><span style="color: #888888">Planeje-se para o horário de verão 2010-2011 </span></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Oito Dicas para Design e Troubleshooting de LAN</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/01/01/oito-dicas-para-design-e-troubleshooting-de-lan/</link>
		<comments>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/01/01/oito-dicas-para-design-e-troubleshooting-de-lan/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 03:31:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento de Rede]]></category>
		<category><![CDATA[cisco]]></category>
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		<category><![CDATA[Lan]]></category>
		<category><![CDATA[troubleshooting]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste pequeno artigo a intenção é a apresentar 8 problemas que mais ocorrem em design e troubleshooting de redes LAN.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><p>Neste pequeno artigo a intenção é a apresentar 8 problemas que mais ocorrem em design e troubleshooting de redes LAN.<span id="more-1709"></span></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">1- Configurar Duplex and speed</span></strong></p>
<p>Switch(config-if)# speed 100<br />
Switch(config-if)# duplex full</p>
<p><em>Troubleshooting Note:</em> O host conectado a porta deve, obrigatoriamente, possuir velocidade e modo de transmissão fixada no driver da placa de rede. Caso contrário, o switch ficará com a porta configurada em 100 Mbits/Full duplex e o servidor ficará com a placa de rede configurada em 100 Mbits/Half duplex.</p>
<p>Sintomas : Incremento do contador de número de colisões na porta do switch, não admitido em ambientes full duplex.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>2- Spanning tree Root</strong></span></p>
<p><em>Per Vlan</em></p>
<p>Switch(config)# spanning-tree vlan &lt;vlan_id&gt; root primary</p>
<p><em>Processo de eleição do Root Bridge</em></p>
<ol>
<li>Bridge Priority &#8211; Numerical value held by switches. All Catalyst switches are 32768</li>
<li>Se empatar, Bridge ID = MAC Address</li>
</ol>
<p><em>Troubleshooting Note:</em> É extremamente recomendado que seja designado como root bridge um equipamento com alto MTBF. Caso o root bridge fique indisponível, haverá um travamento na rede durante o novo processo de eleição e convergência da topologia.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">3- Configurar porta para subir o link de forma mais rápida</span></strong></p>
<p>Switch(config-if)# spanning-tree portfast</p>
<p>Etapas no modo padrão:</p>
<ul>
<li>From initialization to blocking</li>
<li>From blocking to listening or to disabled</li>
<li>From listening to learning or to disabled</li>
<li>From learning to forwarding or to disabled</li>
<li>From forwarding to disabled</li>
</ul>
<p><em>Troubleshooting Note:</em> É extremamente recomendado que as placas de rede dos servidores possuam um menor tempo de transição entre o status down e up. Contudo, atentar para que sejam mitigados possíveis loops quando da não utilização do spanning tree nesta porta.</p>
<p><strong>OBS:</strong> Outra forma de habilitar a mesma configuração:</p>
<p>Switch(config-if)#switchport mode host</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">4- Prevenção contra loop quando utilizar portfast<br />
</span></strong><br />
Bridge Protocol Data Unit = Bpdu<br />
Solução = Bpdu guard</p>
<p>Switch(config-if)# spanning-tree portfast bpduguard</p>
<p>Opcionais (Altera recover time da porta)</p>
<p>Switch(config-if)# errdisable recovery cause bpduguard<br />
Switch(config-if)# errdisable recovery interval 400</p>
<p>(Default recover time da porta = 300 segundos)</p>
<p><em>Troubleshooting Note:</em> É extremamente recomendado utilizar o bpduguard quando configurada uma porta como portfast. O Bpduguard colocará a porta em errdisable state quando “escutar” frames bpdu na porta que fora configurada como portfast.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">5- Configuração VTP</span></strong></p>
<p>Switch(config)# vtp mode transparent<br />
Switch(config)# vtp domain cisco<br />
Switch(config)# vtp password 123</p>
<p><em>Troubleshooting Note:</em> É extremamente recomendado que novos switches que forem inseridos na rede de produção sejam inicialmente configurados no modo “transparent”. Caso o mesmo seja inserido na rede de produção no modo “server “ e possuir o mesmo domínio VTP e uma database<br />
revision number maior, ele alterará todas as vlans da rede atual ocasionando inconsistência do vlan database.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>6- Configurar Port modes</strong></span></p>
<p>Acess, Trunk , Dynamic Desirable</p>
<p>Switch(config-if)# switchport mode trunk (ou access)</p>
<p><em>Troubleshooting Note:</em> É extremamente recomendado não deixar nenhuma porta configurada como dynamic, este procedimento evita o futuro aparecimento de Trunks indesejados. Sempre configure todas as portas como “access” e depois altere para “trunk” as portas que necessitarem serem configuradas como trunk. Para que o trunk funcione sem problemas, obrigatoriamente, os dois equipamentos devem estar configurados no mesmo domínio VTP.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">7- Configurar Trunk utilizando protocolo 802.1q</span></strong></p>
<p>mode, encapsulation</p>
<p>Switch(config-if)# switchport trunk encapsulation dot1q<br />
Switch(config-if)# switchport mode trunk</p>
<p><strong>OBS:</strong> Ao fixar o mode da porta, o protocolo DTP é desabilitado.</p>
<p><em>Troubleshooting Note:</em> Existem switches que não possuem o comando “switchport trunk encapsulation”, estes switches utilizam o protocolo dot1q por default e não suportam o protocolo ISL.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>8- Configurar Etherchanel nas portas f0/2 e f0/3 utilizando o protocolo PagP</strong></span></p>
<p>Switch(config-if)# speed 100<br />
Switch(config-if)# duplex full<br />
Switch(config-if)# switchport mode access<br />
Switch(config-if)# channel-group 1 mode desirable</p>
<p><strong>Modes:</strong></p>
<ul>
<li>Desirable &#8211; Negocia etherchannel utilizando protocolo PagP</li>
<li>Auto - Modo passivo, apenas escuta solicitações para negociação</li>
<li>ON &#8211; Não utiliza PagP, configura etherchannel de forma incondicional</li>
</ul>
<p><em>Troubleshooting Note:</em> Antes de configurar Etherchannel entre os switches , obrigatoriamente, primeiro coloque as portas em modo “administrative down” através do comando shutdown. Caso contrário, o segundo equipamento (que ainda não foi configurado) detectará condição de loop uma vez que o etherchannel configurado no primeiro equipamento divulgará o MAC ADDRESS da primeira porta em todas as portas que compõe o channel group. Obrigatoriamente todas as portas que pertençam a um channel group devem possuir as mesmas configurações referentes à velocidade e modo de transmissão.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte: <a rel="nofollow" target="_blank" rel="nofollow" href="http://blog.ccna.com.br/2008/04/12/oito-dicas-para-design-e-troubleshooting-de-lans/" target="_blank">Oito Dicas para Design e Troubleshooting de LAN</a></em></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Níveis de privilégio no IOS Cisco</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2009/12/10/niveis-de-privilegio-no-ios-cisco/</link>
		<comments>http://www.tripletech.com.br/blog/2009/12/10/niveis-de-privilegio-no-ios-cisco/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 03:41:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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		<category><![CDATA[privilégio]]></category>

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		<description><![CDATA[Níveis de privilégio no IOS Cisco]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><p>Muitos não sabem, mas é possível trabalhar com até 16 níveis de privilégio diferentes no Cisco IOS. A vantagem disso é que você pode controlar o acesso a um elemento de rede por um usuário (ou grupo de usuários), definindo exatamente quais comandos este está autorizado à utilizar.<span id="more-1715"></span></p>
<p>Pelo menos dois níveis são bem conhecidos. São eles:</p>
<ol>
<li>Modo usuário: privilege level 1</li>
<li>Modo privilegiado: privilege level 15</li>
</ol>
<p>Quando um usuário acessa um router (ou um switch), ele automaticamente é colocado no primeiro nível (level 1). Ao se digitar “enable”, acessa-se o nível 15 (level 15).</p>
<p>Alguns comandos úteis:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Show privilege:</strong></span> Apresenta o atual nível de privilégio em que você se encontra. Exemplo:</p>
<p>router# <strong>show privilege</strong><br />
Current privilege level is 3</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Enable:</span></strong> Este comando normalmente E utilizado para acessar o modo privilegiado (level 15), mas ele também pode ser usado para acessar qualquer outro nível. Exemplo:</p>
<p>router# <strong>show privilege<br />
</strong>Current privilege level is 3<br />
router# <strong>enable 1<br />
</strong>router&gt; <strong>show privilege<br />
</strong>Current privilege level is 1<br />
router&gt;</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Username:</span></strong> Este comando adiciona usuários,mas também pode informar qual o nível de acesso que este usuário terá após efetuar o login. Exemplo:</p>
<p>router(config)# <strong>username ccna password ccna privilege 3</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Enable secret:</strong></span> Em modo default, este comando configura uma senha para ser utilizada com o nível 15 de acesso. Entretanto, este comando pode também ser usado para a criação de senhas para outros níveis. Exemplo:</p>
<p>router(config)# <strong>enable secret level 5 senha5</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Privilege:</strong></span> Este comando é usado para se definir quais comandos estarão disponíveis apenas a alguns níveis. Exemplo:</p>
<p>router(config)# <strong>privilege exec level 3 show startup-config</strong></p>
<p>Existem vários modos nos quais o comando privilege pode ser aplicado. “EXEC” é apenas 1 deles:</p>
<p>router(config)# <strong>privilege ?</strong><br />
<em>[…]</em><br />
<strong>configure</strong> Global configuration mode<br />
<em>[…]</em><br />
<strong>exec</strong> Exec mode<br />
<em>[…]</em></p>
<p>O mesmo comando pode ser usado para alterar o nível de privilégio default de uma determinada linha (como a console, por exemplo). Exemplo:</p>
<p>router(config)# <strong>line con 0<br />
</strong>router(config-line)# <strong>privilege level 3</strong></p>
<p>Para finalizar este artigo, suponhamos que você deseje autorizar o uso estendido dos comandos “<strong>ping</strong>“e “<strong>traceroute</strong>“, assim como a configuração de endereços IP em interfaces e a ativação (no shut) e desativação (shut) de interfaces para um determinado usuário. Como se configuraria isso utilizando privilégios no IOS?</p>
<p>Eis a solução:</p>
<p>router(config)# <strong>enable secret level 3 ccna<br />
</strong>router(config)# <strong>privilege exec level 3 ping</strong><br />
router(config)# <strong>privilege exec level 3 traceroute</strong><br />
router(config)# <strong>privilege exec level 3 configure terminal<br />
</strong>router(config)# <strong>privilege configure level 3 interface<br />
</strong>router(config)# <strong>privilege configure level 3 ip<br />
</strong>router(config)# <strong>privilege configure level 3 address</strong><br />
router(config)# <strong>privilege configure level 3 no<br />
</strong>router(config)# <strong>privilege configure level 3 shutdown</strong></p>
<p>Quando o usuário digitar:</p>
<p>router&gt; <strong>enable 3</strong></p>
<p>Ele deverá digitar a senha “ccna” e terá acesso apenas aos comandos definidos (assim como outros, pré-definidos).</p>
<p>Se quiser desautorizar algum comando pré-autorizado à um determinado nível, basta definí-lo em outro nível, mais alto. Por exemplo, se quisermos proibir o uso do comando “<strong>show</strong>” no nível 3, basta fazer o seguinte:</p>
<p>router(config)# <strong>privilege exec level 15 sh</strong></p>
<p>Automaticamente, usuários do nível 3 não tem mais acesso ao comando em questão.</p>
<p><em>fonte: </em><a rel="nofollow" target="_blank" rel="nofollow" href="http://www.cisco.com/en/US/docs/ios/12_2/security/configuration/guide/scfpass.html" target="_blank"><em>http://www.cisco.com/en/US/docs/ios/12_2/security/configuration/guide/scfpass.html</em><img id="snap_com_shot_link_icon" src="http://i.ixnp.com/images/v6.18/t.gif" alt="" /></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>10 dicas “quentes” relacionadas ao Cisco IOS</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2009/11/10/10-dicas-%e2%80%9cquentes%e2%80%9d-relacionadas-ao-cisco-ios/</link>
		<comments>http://www.tripletech.com.br/blog/2009/11/10/10-dicas-%e2%80%9cquentes%e2%80%9d-relacionadas-ao-cisco-ios/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 03:37:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ios]]></category>

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		<description><![CDATA[Trata-se das 10 dicas mais quentes sobre o IOS, escritas por James Boney, autor do livro “Cisco IOS in a Nutshell” Os comandos têm efeito imediato. Se você já lida com roteadores Cisco há algum tempo, esta dica é inútil! Entretanto, parece que novos usuários esquecem deste detalhe com frequência! No IOS, conforme você digita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><p>Trata-se das 10 dicas mais quentes sobre o IOS, escritas por James Boney, autor do livro “Cisco IOS in a Nutshell”<span id="more-1712"></span></p>
<ol>
<li><strong>Os comandos têm efeito imediato.</strong></li>
<p>Se você já lida com roteadores Cisco há algum tempo, esta dica é inútil! Entretanto, parece que novos usuários esquecem deste detalhe com frequência!</p>
<p>No IOS, conforme você digita os comandos em modo de configuração, estes têm efeito assim que a tecla “ENTER” é pressionada. Veja o exemplo abaixo:</p>
<pre>    Router1#config terminal
    Enter configuration commands, one per line.  End with CNTL/Z.
    Router1(config)#hostname MyRouter
    MyRouter(config)#^Z
    MyRouter#
</pre>
<p>Como pode ser observado, o procedimento para alterar o nome do roteador entra em ação imediatamente, assim que o ENTER é pressionado.</p>
<li><strong>Acostume-se a utilizar descrições. </strong></li>
<p>No processo de configuração de um router, existem comandos específicos que permitem a inserção descrições em determinados pontos da configuração. Por exemplo, o comando “description” utilizado em interfaces, o comando “remark”, utilizado em ACLs, ou mesmo um banner informativo. Todos estes comandos permanecem na configuração do router e são de grande ajuda durante o processo de resolução de problemas, ou mesmo de documentação de uma rede.</p>
<p>Eis um exemplo do comando aplicado à uma interface::</p>
<pre>    ! Here is an interface description.
    ! Document as much about the interface as possible
    interface Serial0
        description Connection To Irvine: Wan ID [23499]
</pre>
<p>Eis um exemplo de utilização de um BANNER, ou seja, uma mensagem que é apresentada quando uma pessoa conecta-se ao dispositivo:</p>
<pre>    MyRouter(config)#banner motd #
    Enter TEXT message.  End with the character '#'.
        Welcome to MyRouter.
    Some legalese should go here about unauthorized access.
    #
</pre>
<p>Aqui, um exemplo do comando “remark”, em uma ACL. Este comando aceita até 100 caracteres e pode ser utilizado em ACLs com nome (named ACLs) ou com números (numbered ACLs).</p>
<pre>    access-list 1 remark Permit our private network through the list
    access-list 1 permit 10.1.1.0 0.0.0.255
    access-list 1 remark Just deny everything else
    access-list 1 deny any
</pre>
<p>Existe ainda a opção de utilizar o “!”, como forma de documentar uma configuração. Este método é útil apenas em configurações OFFLINE, já que comentários precedidos por “!” são perdidos se inseridos em uma configuração ativa. Eis um exemplo:</p>
<pre>    ! Criação da ACL 1, para permitir apenas a rede 10.1.1.0
    access-list 1 permit 10.1.1.0 0.0.0.255
    access-list 1 deny any
</pre>
<li><strong>O comando “RELOAD” pode salvar sua pele.</strong></li>
<p>Não importa o quão bem você planeje uma alteração, eventualmente você irá precisar alterar a configuração de um roteador remotamente. Se você cometer um erro durante o processo, pode perder a conexão remota com o roteador, terá que pegar o carro voando para ir até o local ou, se isso não for possível, terá de ligar para alguém que se encontra próximo e pedir que desligue e ligue o roteador, para retornar a configuração antiga (dependendo de quem estiver do outro lado, é mais rápido pedir isso do que explicar o que foi feito e pedir que arrume a configuração). Obviamente isso apenas funcionará se você não salvou a config “problemática” na NVRAM do router. Esperemos que não <img src="http://blog.ccna.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif" alt=";-)" /> . De qualquer forma, esta “técnica” não é muito boa, como vocês devem ter percebido…! Além do que, ao utiliza-la, você mostra para o mundo seu lado… bem… vamos dizer… inexperiente (para não dizer outra coisa). Alterações em rotas, senhas, ACLs, e outras, podem gerar este tipo de problema. Para minimizar as chances de “embaraço”, um reload programado pode ser utilizado.</p>
<p>Por exemplo, vamos informar ao router para realizar um reload em 3 minutos:</p>
<pre>    MyRouter#reload in 3
        Reload scheduled in 3 minutes
    Proceed with reload? [confirm]y
</pre>
<p>Agora, temos 3 minutos para fazer a configuração que desejamos. Vamos aplicar uma ACL na interface S0:</p>
<pre>    MyRouter#config terminal
    Enter configuration commands, one per line.  End with CNTL/Z.
    MyRouter(config)#interface serial0
    MyRouter(config-if)#ip access-group 110 in
    MyRouter(config-if)#^Z
    MyRouter#
</pre>
<p>Procedemos com a alteração na config e, aparentemente, ainda temos acesso ao router! Bom, podemos cancelar o processo de reload, portanto:</p>
<pre>    MyRouter#reload cancel
</pre>
<p>Ou, se a aplicação da ACL tivesse cortado meu acesso remoto, o roteador iria reinicializar e a config original (que permitia meu acesso) entraria em ação.</p>
<li><strong>Não se esqueça de configurar uma senha (enable secret ou mesmo enable password).</strong></li>
<p>Se você planeja acessar um router remotamente, você precisa ter a senha enable (secret ou password) configurada, assim como uma senha para as linhas VTY (Telnet). Se você não fizer isso, o router não permitirá seu acesso, remotamente.</p>
<pre>    ! Enable service password-encryption if it isn't already.
    service password-encryption
    ! Here is our enable password, which is ok
    ! but not too secure.
    enable password 7 141B171F01012325
    ! Here is our enable secret, much better.
    enable secret 5 $1$99Jc$dxVXUkwMM3Edvj7f0SUrL/
</pre>
<p>Não se esqueça que a senha “enable secret” é preferida em relação a senha “enable password”. Para garantir, acostume-se a utilizar sempre a “enable secret”.</p>
<li><strong>Pare a resolução de nomes automática no prompt do router.</strong></li>
<p>Este é um problema bastante irritante! Se você erra a digitação de um comando, o router pensa que você digitou um nome de um host e tenta resolver este nome para um endereço IP para, então, conectar-se via Telner ao destino. O irritante é que este processo leva tempo, e você tem que esperar o router perceber que não existe um host na rede com o “nome” digitado. Por exemplo:</p>
<pre>    MyRouter#shwo
    Translating "shwo"...domain server (10.1.1.2)
    % Unknown command or computer name, or unable to find computer address
    MyRouter#
</pre>
<p>Neste exemplo, o comando “show” foi digitado errado. Existem 2 métodos para desabilitar isso no router. O primeiro, é alterar o tipo de transporte preferido nas linhas Console e VTY:</p>
<pre>    ! Console port
    line con 0
        transport preferred none
    ! VTY Ports
    line vty 0 5
        transport preferred none
</pre>
<p>O segundo, é desabilitar a resolução de nomes no router:</p>
<pre>    MyRouter(config)#no ip domain-lookup
</pre>
<li><strong>Dois erros comuns em ACLs.</strong></li>
<p>O primeiro problema mais comum ao se elaborar ACLs é não permitir nenhum tipo de tráfego ICMP. Apesar de muitos pensarem que ICMP é um protocolo “do mal”, e apenas usado por hackers para causar problemas em redes, o ICMP desempenha um papel muito importante.</p>
<p>Por exemplo, você acaba de habilitar uma ACL em um link xDSL no router de sua empresa. De repente, sempre que você tenta enviar arquivos grandes anexados em e-mails, o tempo limite da conexão se esgota e a conexão é encerrada de forma inesperada. Sem saber o que fazer, você desaplica a ACL e o problema é resolvido. Re-aplica a ACL, e o problema retorna. Você revisa a ACL inúmeras vezes e não consegue identificar o problema. Bom, o problema pode ser exatamente a não-permissão de tráfego ICMP em sua ACL!</p>
<p>No problema acima, mensagens ICMP específicas, relacionadas ao MTU (Maximum Transmission Unit) ou “source-quench” não estão conseguindo atravessar a ACL. Neste caso, os comandos abaixo resolveriam o problema:</p>
<pre>    ! allow ICMP source-quench
    access-list 110 permit icmp any any source-quench
    ! allow path MTU discovery
    access-list 110 permit icmp any any packet-too-big
    ! allow time-exceeded, which is useful for traceroute
    access-list 110 permit icmp any any time-exceeded
    ! deny all other ICMP packets
    access-list 110 deny icmp any any
</pre>
<p>Um segundo erro comum é esquecer de permitir tráfego DNS.</p>
<p>O exemplo abaixo permite o acesso aos servidores DNS externos 172.16.1.1 e 172.30.1.1. Deve ser aplicada na direção OUT (direção dos servidores externos).</p>
<pre>    access-list 110 permit udp host 172.16.1.1 eq 53 any gt 1023
    access-list 110 permit udp host 172.30.1.1 eq 53 any gt 1023
</pre>
<li><strong>Comandos SHOW úteis.</strong></li>
<p>Configurar um router é apenas metade do trabalho <img src="http://blog.ccna.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif" alt=";-)" /> . Sem um punhado de bons comandos “show”, configurar um router seria muito mais complicado. Aqui estão alguns comandos “show” que podem ser de grande ajuda.</p>
<dl>
<dt>
<pre>show ip arp</pre>
</dt>
<dd>Displays the entire ARP (Address Resolution Protocol)table, which is the MAC-to-IP resolution table.</dd>
<dt>
<pre>show version</pre>
</dt>
<dd>This command gives a good amount of information; the IOS version you are running, the available interfaces, the system uptime, the last reload reason, and the configuration register setting.</dd>
<dt>
<pre>show ip protocols</pre>
</dt>
<dd>Displays information about the currently running routing protocols.</dd>
<dt>
<pre>show ip route</pre>
</dt>
<dd>The old standby, which displays the entire IP route table.</dd>
<dt>
<pre>show ip route summary</pre>
</dt>
<dd>Gives a very useful summary of the IP route table.</dd>
<dt>
<pre>show ip interface</pre>
</dt>
<dd>Gives a summary of each interface from the IP level.</dd>
<dt>
<pre>show ip interface brief</pre>
</dt>
<dd>A very brief summary of each interface.</dd>
<dt>
<pre>show ip traffic</pre>
</dt>
<dd>An extensive summary of IP traffic statistics on the router.</dd>
<dt>
<pre>show access-list</pre>
</dt>
<dd>This useful command not only shows the all the currently configured access-lists, but it also shows you the number of hits each line has received. You can use this information to better troubleshoot your access-lists.</dd>
<dt>
<pre>show cdp neighbors</pre>
</dt>
<dd>Assuming you have CDP enabled, this command gives you a report of all Cisco devices that the current device is connected to. CDP stands for Cisco Discovery Protocol, which can be an invaluable tool.</dd>
<dt>
<pre>show cdp neighbors detail</pre>
</dt>
<dd>This command gives even more information about CDP neighbors.</dd>
<dt>
</dt>
</dl>
<li><strong>Acostume-se aos comandos de edição de linha do IOS.</strong></li>
<p>Quando você passa muito tempo em cima de um router, conhecer alguns atalhos e “hot keys” podem ajuda-lo bastante! Aqui estão alguns comandos de edição (muitos mais existem):</p>
<pre>Control A      Move o cursor para o início da linha
Control E      Move o cursor para o final da linha
Control K      Apaga tudo à direita do cursor
Control P      "Puxa" o último comando digitado, do histórico
</pre>
<li><strong>Uma confusão comum com Frame-Relay.</strong></li>
<p>O tipo de encapsulamente FR deve ser definido ANTES da criação de uma subinterface. O encapsulamento default de interfaces seriais é o HDLC.</p>
<pre>    interface serial0
        encapsulation frame-relay
</pre>
<p>E então… subinterfaces!</p>
<pre>    interface serial0.1 point-to-point
        description This is our first sub interface for serial1
</pre>
<li><strong>Configure o “bandwidth” nas interfaces.</strong></li>
<p>A configuração do comando “bandwidth” em interfaces em nada influencia na velocidade de transmissão dos pacotes. Entretanto, esta informação é utilizada por alguns protocolos de roteamento (como OSFP e EIGRP) para calcular a melhor rota para uma rede remota. O valor default do comando é 1.544mps, que equivale a velocidade de um link T1.</p>
<pre>    interface serial0
        description This is a 56k link
        bandwidth 56
</pre>
</ol>
<p>Popularity: 12% [<a rel="nofollow" target="_blank" title="What does this mean?" href="http://alexking.org/projects/wordpress/popularity-contest">?<img id="snap_com_shot_link_icon" src="http://i.ixnp.com/images/v6.18/t.gif" alt="" /></a>]</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Data Centers priorizam monitoramento e eficiência energética</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2009/07/22/data-centers-priorizam-monitoramento-e-eficiencia-energetica/</link>
		<comments>http://www.tripletech.com.br/blog/2009/07/22/data-centers-priorizam-monitoramento-e-eficiencia-energetica/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 14:46:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de Rede]]></category>
		<category><![CDATA[data center]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento]]></category>

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		<description><![CDATA[A eficiência energética e o adequado monitoramento e gerenciamento estão entre as principais preocupações dos gerentes de data centers. É o que aponta a pesquisa bi-anual do Data Center Users Group (DCUG), divulgada pela Emerson Network Power. O estudo ouviu 120 gerentes de data centers, empresas de serviços de infraestrutura e TI, que compartilharam informações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><p>A eficiência energética e o adequado monitoramento e gerenciamento estão entre as principais preocupações dos gerentes de data centers. É o que aponta a pesquisa bi-anual do Data Center Users Group (DCUG), divulgada pela Emerson Network Power.</p>
<p>O estudo ouviu 120 gerentes de data centers, empresas de serviços de infraestrutura e TI, que compartilharam informações sobre o estado atual e os planos futuros de seus data centers.</p>
<p>No levantamento, 47% dos entrevistados indicaram a eficiência energética como uma das suas principais preocupações nas instalações e redes, enquanto 46% listaram o monitoramento adequado como uma de suas três principais preocupações. Outras prioridades apontadas são: densidade de calor, disponibilidade e densidade de energia.</p>
<p>A pesquisa também revelou que o atual ambiente econômico forçou 61% dos participantes a cortar orçamentos, enquanto 35% deles foram obrigados a adiar projetos de construção e expansão de data centers.</p>
<p>Quando o orçamento permitir, 52% dos entrevistados indicaram que as futuras instalações seriam projetadas para suportar densidades entre 10 kW e 20 kW por rack, índices significativamente superiores do que a média de 7,4 kW suportada pelas atuais instalações.</p>
<p>Algumas razões citadas para mudar a alta densidade foram: poupar espaço nas instalações, suportar os servidores blade e reduzir os custos energéticos.</p>
<p>Em meio à implantação de novas tecnologias e posterior manutenção da infraestrutura, quase a metade dos entrevistados disse que a complexidade de seus sistemas de climatização, monitoramento e energia está aumentando.</p>
<p>O estudo apontou ainda que 55% dos participantes foram obrigados a avaliar sua infraestrutura de energia e climatização para ajudar com a complexidade no data center. Através dessas avaliações, 74% calcularam a confiabilidade do sistema de climatização, 54%, o consumo de energia, e 51%, os planos de expansão.</p>
<p><em>fonte: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=4843&amp;sid=20" target="_blank">Decision REPORT</a>.</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Organização da Copa 2014 ainda não definiu estratégias de TI e telecom</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2009/07/21/organizacao-da-copa-2014-ainda-nao-definiu-estrategias-de-ti-e-telecom/</link>
		<comments>http://www.tripletech.com.br/blog/2009/07/21/organizacao-da-copa-2014-ainda-nao-definiu-estrategias-de-ti-e-telecom/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 17:05:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de Rede]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[copa do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[telecom]]></category>

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		<description><![CDATA[Base da captação e transmissão dos jogos e essencial para turistas e jornalistas, a infraestrutura tecnológica não entrou na pauta]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><p><em>Base da captação e transmissão dos jogos e essencial para turistas e jornalistas, a infraestrutura tecnológica não entrou na pauta</em></p>
<p>Os <a rel="nofollow" target="_blank" style="text-decoration: underline;" href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=59280">preparativos para a Copa do Mundo de 2014</a>, que será realizada no Brasil, já começaram. Espalhados nas 12 cidades-sede, os comitês organizadores colocam no papel sua seleção de ideias para apoiar a realização e a transmissão deste espetáculo. Mas, na disputa por espaço nas discussões para angariar investimentos para os projetos, os setores de tecnologia da informação e telecomunicações estão perdendo de goleada para outras verticais da economia.</p>
<p>Atualmente, é muito mais fácil ver os esforços (e as cifras) já definidos sobre as reformas aeroportuárias, hoteleiras e de saneamento básico do que como será trafegado o volume imenso de dados de um evento que tem tudo para ser um marco na história brasileira da digitalização das comunicações. No Ministério das Comunicações, há uma avaliação em andamento numa comissão especial, vinculada ao Ministério dos Esportes. Mas ainda não existe cronograma montado, nem previsão de finalização deste primeiro parecer. Somente a partir do resultado do trabalho inicial será elaborado todo o plano de para o evento.</p>
<p>Para muitos, a discussão deveria estar mais avançada, uma vez que a Copa coloca em jogo mais do que grandes times nacionais em disputas acirradas. Ser palco de um evento desta proporção é a chance do País avançar décadas de desenvolvimento em somente alguns anos. Para se ter uma idéia, em São Paulo os investimentos de R$ 32 bilhões previstos vão renovar várias infraestruturas, de turismo à energia, que estavam previstas para serem feitas até 2020, mas que em virtude da Copa serão adiantadas. Contudo, não há nada definido em termos de TI e telecom.</p>
<p>Outras cidades, menos abastecida com redes do que o eixo Sul-Sudeste, já tocaram a bola pra frente com seus comitês locais tendo grupos específicos de tecnologia. Em Fortaleza, o Estádio Governador Plácido Castelo, o Castelão, será cercado com um anel de fibra óptica e abrigará um moderno data center. Tudo preparado para trafegar imagens de alta definição (HDTV), uma das exigências da FIFA, a velocidades que variam de 1Gb a 10Gb. Os trabalhos já iniciaram e devem estar prontos ainda em 2010.</p>
<p>O projeto local da Copa 2014 servirá de base para a cidade entrar definitivamente na economia digital. &#8220;Toda a região metropolitana terá fibra óptica e isso irá impulsionar a inclusão e os projetos estaduais que envolvem Internet e telefonia&#8221;, explica o presidente da Empresa de Tecnologia da Informação do Ceará (Etice), Fernando Carvalho.</p>
<p>Para se preparar, a capital cearense segue um documento da FIFA, onde somente algumas recomendações são detalhadas. Há exigências irrevogáveis como a capacidade de lidar com HDTV, uso tecnologias que não sejam proprietárias e do protocolo IP. Mas não há nada que impeça os governos locais de escolherem o fornecedor adequado. Os contratos são feitos por meio de parcerias público-privadas (PPP) ou pela Lei 8.666, que rege as licitações públicas.</p>
<p><strong>A Copa da convergência</strong></p>
<p>A sede que não modernizar a infraestrutura de TI e telecom corre o risco de ter a imagem desgastada frente à bilhões de pessoas. As cidades da Copa da África do Sul preveem receber em média 3 milhões de turistas e centenas de equipes de jornalistas. Todos portando <em>gadgets </em>modernos e com capacidade imensa de produzir imagens e vídeos digitais que serão enviados para todos os lugares do mundo por redes de telefonia fixa, celular e outras formas de transmissão.</p>
<p>Sem o serviço adequado, o colapso nas comunicações é inevitável. &#8220;E estes profissionais de mídia são grandes consumidores de banda&#8221;, lembra o gerente-geral da Telium, Fábio Ferragi. A empresa é responsável pelo site <a rel="nofollow" target="_blank" style="text-decoration: underline;" href="http://www.copa2014.org.br/">www.copa2014.org.br</a>, criado especialmente para a Copa em parceria com o Sinaenco (Sindicato Nacional da Arquitetura e Engenharia). Com clientes de TV e rádio na carteira, o executivo da Telium é enfático: &#8220;sem TI e telecomunicações não tem Copa&#8221;. Segundo ele, provavelmente veremos o evento marcado pela convergência digital. &#8220;Hoje, apenas discutimos a importância que tem as tecnologias digitais no dia-a-dia da mídia. Na Copa, isto estará na nossa frente&#8221;, diz.</p>
<p><strong>Vitrine para o mundo</strong></p>
<p>Um dos grandes defensores da ampliação da infraestrutura de comunicação digital no Brasil, o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), Antonio Gil, defende que as discussões sobre as tecnologias para a Copa de 2014 gerem planos de longo prazo para o País. &#8220;O Brasil só será a quinta maior economia do mundo em dez anos, como diz o presidente Lula, se investir a partir de agora&#8221;, ressalta Gil. E o maior evento do futebol mundial pode ajudar nisto, acelerando projetos e trazendo capital.</p>
<p>Mas a entidade também não iniciou qualquer ação específica ou aproximação com o poder público para participar das decisões sobre onde e como investir na infraestrutura de TI e telecom para a Copa. &#8220;Levamos constantemente nossos planos gerais sobre o País para ministros e o presidente, mas nada houve sobre a Copa de 2014&#8243;, aponta Gil. No entanto, ele diz que a Brasscom deve se dedicar mais a esse assunto ainda em 2009. Até porque, com a liberdade de escolha que as sedes podem ter sobre fornecedores, o evento é uma grande oportunidade de o setor se mostrar para o mundo.</p>
<p>E o primeiro grande desafio a enfrentar é evitar a firula que governantes fazem com investimentos desse tipo. &#8220;Muitos políticos não gostam de falar sobre investimentos em tecnologia, porque eles não aparecem para o eleitor, diferentemente da construção de um estádio&#8221;, argumenta Gil. Esta visão sobre TI e telecomunicações precisa mudar. O Brasil tem de provar que pode suportar uma Copa do Mundo antes do pontapé inicial do jogo de abertura. A FIFA realiza, no País escolhido para o campeonato mundial, a Copa das Confederações. O torneio, de menor proporção, ocorre dois anos antes. É um teste, e, por isso, este é o prazo final para muitas obras. Ou seja, em termos de infraestrutura, o Brasil tem pouco mais de dois anos para se preparar.</p>
<p>Se a &#8220;pátria de chuteiras&#8221; quer ser reconhecida também pela eficiência tecnológica, é bom o setor de TI e telecom não chutar de bico essa oportunidade pra fora. Afinal de contas, ganhe ou perca, seremos um País com cerca de 200 milhões de técnicos de futebol em 2014. E, quase todos, com celulares e computadores querendo acompanhar o evento máximo da maior paixão nacional.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=59297&amp;utm_source=newsletter_20090721&amp;utm_medium=email&amp;utm_content=Copa%202014%20n%E3o%20tem%20definidas%20estrat%E9gias%20de%20TI%20e%20telecom&amp;utm_campaign=ITWebDirect" target="_blank">itweb</a></em></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>RSHP adota soluções da Riverbed</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2009/07/21/rshp-adota-solucoes-da-riverbed/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 15:59:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de Rede]]></category>
		<category><![CDATA[WAN]]></category>
		<category><![CDATA[link]]></category>
		<category><![CDATA[otimização]]></category>
		<category><![CDATA[riverbed]]></category>

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		<description><![CDATA[Empresa do segmento de arquitetura, a Rogers Stirk Harbour + Partners (RSHP) implementou appliances Riverbed Steelhead para aperfeiçoar a colaboração entre funcionários e melhorar sua solução de disaster recovery. O projeto foi desenhado pela integradora B2net. Segundo Seamus Conway, gerente de redes da RSHP, a companhia conseguiu melhorar em 80% a velocidade de download de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><p>Empresa do segmento de arquitetura, a Rogers Stirk Harbour + Partners (RSHP) implementou appliances Riverbed Steelhead para aperfeiçoar a colaboração entre funcionários e melhorar sua solução de disaster recovery. O projeto foi desenhado pela integradora B2net.</p>
<p>Segundo Seamus Conway, gerente de redes da RSHP, a companhia conseguiu melhorar em 80% a velocidade de download de arquivos e acesso remoto com a solução.</p>
<p>“Isso permitiu aos nossos funcionários e colaboradores trabalhar com arquivos e aplicações Web através da rede WAN, de longa distância, independentemente de onde essas pessoas estejam”, afirma.</p>
<p>Conway destaca ainda a melhora da solução de disaster recovery da RSHP, agora centralizada, entre as filiais, matriz e escritórios terceirizados que utilizam o link de internet da empresa.</p>
<p>Com o aperfeiçoamento, a ferramenta é sincronizada para dados diariamente entre 45 e 50 GB. A largura de banda e o throughput são controlados via Qos, que pode aumentar ou diminuir conforme a necessidade da empresa. Os dados são espelhados em um local secundário utilizando o NetApp SnapMirror via uma conexão otimizada entre appliances Steelhead.</p>
<p>“Nossos escritórios de projeto são agora conectados à matriz a partir de qualquer localidade e podem acessar todos os arquivos e dados com a mesma velocidade de uma rede local”, explica.</p>
<p>O projeto foi desenvolvido em função do objetivo da empresa executar operações ininterruptamente, o que requeria constante colaboração entre funcionário por meio dos escritórios em rede em diferentes continentes.</p>
<p>Entretanto, devido à natureza do trabalho, o tamanho dos arquivos é muito grande, com links de dados em outros arquivos. Isto resultava na espera longa dos funcionários para finalizar downloads de arquivos.</p>
<p>Além disso, a RSHP tem de manter o arquivo com o desenho estrutural dos prédios pelo tempo de vida útil dessas construções, sendo assim, a perda de dados é uma preocupação significativa para a empresa.</p>
<p>A companhia também está avaliando a implantação da RSP, plataforma de serviços da Riverbed, uma vez que está interessada em fornecer Domain Controllers, DHCP, DNS e serviços e aplicações virtualizados com VMware em uma partição protegida no appliance Steelhead.</p>
<p>Isso permite que os serviços locais, tais como impressão, DNS e DHCP possam sem implantados nas filiais, sem a necessidade de servidores para executar os aplicativos.</p>
<p>fonte: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=4833&amp;sid=4" target="_blank">Decision REPORT</a>.</p>
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