Oito Dicas para Design e Troubleshooting de LAN
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A eficiência energética e o adequado monitoramento e gerenciamento estão entre as principais preocupações dos gerentes de data centers. É o que aponta a pesquisa bi-anual do Data Center Users Group (DCUG), divulgada pela Emerson Network Power.
O estudo ouviu 120 gerentes de data centers, empresas de serviços de infraestrutura e TI, que compartilharam informações sobre o estado atual e os planos futuros de seus data centers.
No levantamento, 47% dos entrevistados indicaram a eficiência energética como uma das suas principais preocupações nas instalações e redes, enquanto 46% listaram o monitoramento adequado como uma de suas três principais preocupações. Outras prioridades apontadas são: densidade de calor, disponibilidade e densidade de energia.
A pesquisa também revelou que o atual ambiente econômico forçou 61% dos participantes a cortar orçamentos, enquanto 35% deles foram obrigados a adiar projetos de construção e expansão de data centers.
Quando o orçamento permitir, 52% dos entrevistados indicaram que as futuras instalações seriam projetadas para suportar densidades entre 10 kW e 20 kW por rack, índices significativamente superiores do que a média de 7,4 kW suportada pelas atuais instalações.
Algumas razões citadas para mudar a alta densidade foram: poupar espaço nas instalações, suportar os servidores blade e reduzir os custos energéticos.
Em meio à implantação de novas tecnologias e posterior manutenção da infraestrutura, quase a metade dos entrevistados disse que a complexidade de seus sistemas de climatização, monitoramento e energia está aumentando.
O estudo apontou ainda que 55% dos participantes foram obrigados a avaliar sua infraestrutura de energia e climatização para ajudar com a complexidade no data center. Através dessas avaliações, 74% calcularam a confiabilidade do sistema de climatização, 54%, o consumo de energia, e 51%, os planos de expansão.
fonte: Decision REPORT.
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Base da captação e transmissão dos jogos e essencial para turistas e jornalistas, a infraestrutura tecnológica não entrou na pauta
Os preparativos para a Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil, já começaram. Espalhados nas 12 cidades-sede, os comitês organizadores colocam no papel sua seleção de ideias para apoiar a realização e a transmissão deste espetáculo. Mas, na disputa por espaço nas discussões para angariar investimentos para os projetos, os setores de tecnologia da informação e telecomunicações estão perdendo de goleada para outras verticais da economia.
Atualmente, é muito mais fácil ver os esforços (e as cifras) já definidos sobre as reformas aeroportuárias, hoteleiras e de saneamento básico do que como será trafegado o volume imenso de dados de um evento que tem tudo para ser um marco na história brasileira da digitalização das comunicações. No Ministério das Comunicações, há uma avaliação em andamento numa comissão especial, vinculada ao Ministério dos Esportes. Mas ainda não existe cronograma montado, nem previsão de finalização deste primeiro parecer. Somente a partir do resultado do trabalho inicial será elaborado todo o plano de para o evento.
Para muitos, a discussão deveria estar mais avançada, uma vez que a Copa coloca em jogo mais do que grandes times nacionais em disputas acirradas. Ser palco de um evento desta proporção é a chance do País avançar décadas de desenvolvimento em somente alguns anos. Para se ter uma idéia, em São Paulo os investimentos de R$ 32 bilhões previstos vão renovar várias infraestruturas, de turismo à energia, que estavam previstas para serem feitas até 2020, mas que em virtude da Copa serão adiantadas. Contudo, não há nada definido em termos de TI e telecom.
Outras cidades, menos abastecida com redes do que o eixo Sul-Sudeste, já tocaram a bola pra frente com seus comitês locais tendo grupos específicos de tecnologia. Em Fortaleza, o Estádio Governador Plácido Castelo, o Castelão, será cercado com um anel de fibra óptica e abrigará um moderno data center. Tudo preparado para trafegar imagens de alta definição (HDTV), uma das exigências da FIFA, a velocidades que variam de 1Gb a 10Gb. Os trabalhos já iniciaram e devem estar prontos ainda em 2010.
O projeto local da Copa 2014 servirá de base para a cidade entrar definitivamente na economia digital. “Toda a região metropolitana terá fibra óptica e isso irá impulsionar a inclusão e os projetos estaduais que envolvem Internet e telefonia”, explica o presidente da Empresa de Tecnologia da Informação do Ceará (Etice), Fernando Carvalho.
Para se preparar, a capital cearense segue um documento da FIFA, onde somente algumas recomendações são detalhadas. Há exigências irrevogáveis como a capacidade de lidar com HDTV, uso tecnologias que não sejam proprietárias e do protocolo IP. Mas não há nada que impeça os governos locais de escolherem o fornecedor adequado. Os contratos são feitos por meio de parcerias público-privadas (PPP) ou pela Lei 8.666, que rege as licitações públicas.
A Copa da convergência
A sede que não modernizar a infraestrutura de TI e telecom corre o risco de ter a imagem desgastada frente à bilhões de pessoas. As cidades da Copa da África do Sul preveem receber em média 3 milhões de turistas e centenas de equipes de jornalistas. Todos portando gadgets modernos e com capacidade imensa de produzir imagens e vídeos digitais que serão enviados para todos os lugares do mundo por redes de telefonia fixa, celular e outras formas de transmissão.
Sem o serviço adequado, o colapso nas comunicações é inevitável. “E estes profissionais de mídia são grandes consumidores de banda”, lembra o gerente-geral da Telium, Fábio Ferragi. A empresa é responsável pelo site www.copa2014.org.br, criado especialmente para a Copa em parceria com o Sinaenco (Sindicato Nacional da Arquitetura e Engenharia). Com clientes de TV e rádio na carteira, o executivo da Telium é enfático: “sem TI e telecomunicações não tem Copa”. Segundo ele, provavelmente veremos o evento marcado pela convergência digital. “Hoje, apenas discutimos a importância que tem as tecnologias digitais no dia-a-dia da mídia. Na Copa, isto estará na nossa frente”, diz.
Vitrine para o mundo
Um dos grandes defensores da ampliação da infraestrutura de comunicação digital no Brasil, o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), Antonio Gil, defende que as discussões sobre as tecnologias para a Copa de 2014 gerem planos de longo prazo para o País. “O Brasil só será a quinta maior economia do mundo em dez anos, como diz o presidente Lula, se investir a partir de agora”, ressalta Gil. E o maior evento do futebol mundial pode ajudar nisto, acelerando projetos e trazendo capital.
Mas a entidade também não iniciou qualquer ação específica ou aproximação com o poder público para participar das decisões sobre onde e como investir na infraestrutura de TI e telecom para a Copa. “Levamos constantemente nossos planos gerais sobre o País para ministros e o presidente, mas nada houve sobre a Copa de 2014″, aponta Gil. No entanto, ele diz que a Brasscom deve se dedicar mais a esse assunto ainda em 2009. Até porque, com a liberdade de escolha que as sedes podem ter sobre fornecedores, o evento é uma grande oportunidade de o setor se mostrar para o mundo.
E o primeiro grande desafio a enfrentar é evitar a firula que governantes fazem com investimentos desse tipo. “Muitos políticos não gostam de falar sobre investimentos em tecnologia, porque eles não aparecem para o eleitor, diferentemente da construção de um estádio”, argumenta Gil. Esta visão sobre TI e telecomunicações precisa mudar. O Brasil tem de provar que pode suportar uma Copa do Mundo antes do pontapé inicial do jogo de abertura. A FIFA realiza, no País escolhido para o campeonato mundial, a Copa das Confederações. O torneio, de menor proporção, ocorre dois anos antes. É um teste, e, por isso, este é o prazo final para muitas obras. Ou seja, em termos de infraestrutura, o Brasil tem pouco mais de dois anos para se preparar.
Se a “pátria de chuteiras” quer ser reconhecida também pela eficiência tecnológica, é bom o setor de TI e telecom não chutar de bico essa oportunidade pra fora. Afinal de contas, ganhe ou perca, seremos um País com cerca de 200 milhões de técnicos de futebol em 2014. E, quase todos, com celulares e computadores querendo acompanhar o evento máximo da maior paixão nacional.
fonte: itweb
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Empresa do segmento de arquitetura, a Rogers Stirk Harbour + Partners (RSHP) implementou appliances Riverbed Steelhead para aperfeiçoar a colaboração entre funcionários e melhorar sua solução de disaster recovery. O projeto foi desenhado pela integradora B2net.
Segundo Seamus Conway, gerente de redes da RSHP, a companhia conseguiu melhorar em 80% a velocidade de download de arquivos e acesso remoto com a solução.
“Isso permitiu aos nossos funcionários e colaboradores trabalhar com arquivos e aplicações Web através da rede WAN, de longa distância, independentemente de onde essas pessoas estejam”, afirma.
Conway destaca ainda a melhora da solução de disaster recovery da RSHP, agora centralizada, entre as filiais, matriz e escritórios terceirizados que utilizam o link de internet da empresa.
Com o aperfeiçoamento, a ferramenta é sincronizada para dados diariamente entre 45 e 50 GB. A largura de banda e o throughput são controlados via Qos, que pode aumentar ou diminuir conforme a necessidade da empresa. Os dados são espelhados em um local secundário utilizando o NetApp SnapMirror via uma conexão otimizada entre appliances Steelhead.
“Nossos escritórios de projeto são agora conectados à matriz a partir de qualquer localidade e podem acessar todos os arquivos e dados com a mesma velocidade de uma rede local”, explica.
O projeto foi desenvolvido em função do objetivo da empresa executar operações ininterruptamente, o que requeria constante colaboração entre funcionário por meio dos escritórios em rede em diferentes continentes.
Entretanto, devido à natureza do trabalho, o tamanho dos arquivos é muito grande, com links de dados em outros arquivos. Isto resultava na espera longa dos funcionários para finalizar downloads de arquivos.
Além disso, a RSHP tem de manter o arquivo com o desenho estrutural dos prédios pelo tempo de vida útil dessas construções, sendo assim, a perda de dados é uma preocupação significativa para a empresa.
A companhia também está avaliando a implantação da RSP, plataforma de serviços da Riverbed, uma vez que está interessada em fornecer Domain Controllers, DHCP, DNS e serviços e aplicações virtualizados com VMware em uma partição protegida no appliance Steelhead.
Isso permite que os serviços locais, tais como impressão, DNS e DHCP possam sem implantados nas filiais, sem a necessidade de servidores para executar os aplicativos.
fonte: Decision REPORT.
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