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	<title>Tripletech IT Solutions &#187; Notícias</title>
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	<description>Blog da Tripletech IT Solutions com dicas, notícias e soluções de tecnologia</description>
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		<title>Aplicativos pessoais Vs Aplicativos de trabalho</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 13:15:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A TI deve responder a três questões para proporcionar uma melhor experiência móvel aos funcionários, além de ajudar a empresa a repensar o que é um aplicativo Hoje, os consumidores podem fazer quase tudo em um dispositivo móvel, desde acessar sua conta bancária até fazer teste para carta de motorista. Muitas empresas têm dado grandes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>A TI deve responder a três questões para proporcionar uma melhor experiência móvel aos funcionários, além de ajudar a empresa a repensar o que é um aplicativo</h3>
<p>Hoje, os consumidores podem fazer quase tudo em um dispositivo móvel, desde acessar sua conta bancária até fazer teste para carta de motorista. Muitas empresas têm dado grandes saltos para oferecer aos clientes nativos da Apple e smartphone e tablet com Android experiências com novos aplicativos.</p>
<p>E, no entanto, a maioria dos funcionários está presa há um tempo em um aplicativo de mobilidade, limitado a fazer apenas envio de e-mail e uso de calendários em seus smartphones. Aplicativos do consumidor têm interfaces convidativas que utilizam toque e fornecem dados em um ou dois cliques. Os aplicativos dos funcionários têm fontes minúsculas, interfaces simples e menus que exigem intermináveis minutos de navegação para obter os dados. Na verdade, um empregado pode precisar acessar diversas aplicações antes que ele ou ela tenha dados suficientes para tomar uma decisão de negócios.<span id="more-2762"></span></p>
<p>Por quê? É fácil culpar as questões de segurança e conformidade para a realização de empresas. Mas está não é a única razão de estarmos vendo uma divisão digital entre consumidores bem servidos e funcionários negligenciados. Há, pelo menos, três questões que uma empresa luta para oferecer aplicativos de negócios para os funcionários.</p>
<p>Primeiro, o que a empresa deve mobilizar? As empresas têm dezenas, senão centenas, de aplicativos, muitos deles construídos sob encomenda. A TI já está se perguntando se deve acabar algumas dessas aplicações definitivas, consolidá-las ou substituí-las por serviços baseados em nuvem. Eles não querem gastar dinheiro mobilizando um aplicativo legado que eles acabam substituindo. Além disso, a empresa precisa mobilizar todo um processo, não apenas um aplicativo. Mobilizar um aplicativo pode permitir que um empregado para complete apenas uma parte de um processo – finalizar uma venda, por exemplo, é muitas vezes composta de operações de vários aplicativos, como CRM, estoque e compras.</p>
<p>Segundo, como eu deveria mobilizar esses aplicativos? Deve a TI criar aplicativos que são nativos para o dispositivo, adotar uma experiência HTML5 ou construir um híbrido de nativos e Web? Se a empresa seleciona desenvolvimento de aplicativos nativos, ela também tem que escolher quais as plataformas de sistema operacional móvel serão usadas. Será que isso suporta Apple iOS, Google Android, RIM Blackberry e Microsoft Windows Phone? O que as empresas estão aprendendo é que não há modelo único de desenvolvimento de software que funciona para todos os cenários móveis. A maioria das empresas irá usar uma mistura de Web nativa, híbrida e móveis. A decisão vai depender da profundidade da funcionalidade que o aplicativo requer.</p>
<p>Terceiro, quais são as prioridades para o desenvolvimento móvel? Na seleção de processos de mobilização, uma empresa deve decidir quais as partes de quais aplicativos estarão disponíveis em um dispositivo móvel, e quais aplicativos serão feitos primeiro. Tendo apenas um aplicativo que foi criado para uso em desktop e torná-lo acessível em um dispositivo móvel não vai funcionar. A TI deve entender quais funções do aplicativo devem ser acessíveis em um dispositivo móvel, e quanto eles precisam ser revistos para o trabalho móvel. Estas são questões complexas que podem bloquear os esforços de TI.</p>
<p>Para superar esses obstáculos, uma estratégia bem sucedida requer a TI para trabalhar com cada unidade de negócios, focada em definir quais processos vão entregar o maior benefício. A TI deve selecionar uma pequena lista de processos e mobilizá-la para provar o caso de negócio.</p>
<p>A TI também precisa ajudar a empresa a repensar o que é um aplicativo. Muitas empresas tentam replicar o aplicativo desktop inteiro para um dispositivo móvel. Para uma distribuição inicial móvel é perfeitamente aceitável escolher uma ou duas funções da aplicação e entregá-las perfeitamente. Não deixe que “a característica creep” fique no caminho entregando rapidamente uma ou duas funções. E uma vez que o aplicativo móvel está em vida, esteja preparado para ouvir os funcionários, ouvir o que está faltando e, rapidamente, adicionar novas funcionalidades.</p>
<p>Claro que existem outras questões a resolver, tais como as questões de segurança de propriedade dos dispositivos dos funcionários, gerenciamento de dispositivos e aplicações móveis e os custos. Mas até que as questões básicas do que e como mobilizar são resolvidas, continuará a ser uma grande divisão digital entre o que uma pessoa pode conseguir com aplicações de consumo versus o que eles podem conseguir com um aplicativo móvel empresarial móvel.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://informationweek.itweb.com.br/6441/mobilidade-digital-aplicativos-pessoais-vs-aplicativos-de-trabalho/" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">Aplicativos pessoais Vs Aplicativos de trabalho</span></a></em></span></p>
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		<title>Microsoft comemora queda do IE6</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2012/01/05/microsoft-comemora-queda-do-ie6/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 12:40:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Microsoft comemora queda do IE6 no mercado de browser Os desenvolvedores do Internet Explorer fizeram uma festa para comemorar a queda de participação do IE6 no mercado de browser. O navegador agora tem menos de 1% do mercado americano. O evento, feito nos Estados Unidos, teve bolo e salgados – além de abraços dos integrantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Microsoft comemora queda do IE6 no mercado de browser</h3>
<p>Os desenvolvedores do Internet Explorer fizeram uma festa para comemorar a queda de participação do IE6 no mercado de browser. O navegador agora tem menos de 1% do mercado americano.<span id="more-2766"></span></p>
<p>O evento, feito nos Estados Unidos, teve bolo e salgados – além de abraços dos integrantes da equipe. Os engenheiros até estouraram uma champanhe.</p>
<p>A Microsoft comemora o fato porque considera o software um estorvo, pois não roda um monte de padrões novos – como o HTML5, tecnologia que a Microsoft colabora com o desenvolvimento e, de certa maneira, deseja que vingue.</p>
<p>A empresa de Bill Gates, quando decretou a morte oficial do IE6, em 2009, até estimulou os usuários a adotarem outros navegadores.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/microsoft-comemora-queda-do-ie6-03012012-28.shl" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">Microsoft comemora queda do IE6</span></a></em></span></p>
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		<title>Brasil cresceu 298% no Facebook em 2011</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2012/01/05/brasil-cresceu-298-no-facebook-em-2011/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 11:33:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Brasil foi o país líder em crescimento no Facebook durante o ano de 2011. Segundo números do especialista Nick Burcher, o país saltou de 8,8 milhões de usuários da rede social em 2010 para 35,1 milhões em 2011 – acréscimo de 298%. Com isso, o Brasil assumiu a quarta colocação em número de usuários, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>O Brasil foi o país líder em crescimento no Facebook durante o ano de 2011.</h3>
<p>Segundo números do especialista Nick Burcher, o país saltou de 8,8 milhões de usuários da rede social em 2010 para 35,1 milhões em 2011 – acréscimo de 298%.</p>
<p>Com isso, o Brasil assumiu a quarta colocação em número de usuários, atrás somente dos Estados Unidos (157 milhões), Indonésia (41,7 milhões) e Índia (41,3 milhões).<span id="more-2764"></span></p>
<p>Segundo os <strong>números </strong>de Burcher, obtidos no próprio Facebook, em 2008, o Brasil contava apenas com 209 mil usuários cadastrados na rede social contra 2,4 milhões em 2009.</p>
<p>Entre os cinco primeiros países em número de usuários, os Estados Unidos cresceram apenas 8% em 2011, contra 30% da Indonésia, 139% da Indonésia e 67% do quinto colocado México.</p>
<p>Se mantiver o atual ritmo de crescimento, o Brasil pode ultrapassar a Índia e assumir a terceira posição em número de usuários já em 2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/brasil-cresceu-298-no-facebook-em-2011-05012012-5.shl" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">Brasil cresceu 298% no Facebook em 2011</span></a></em></span></p>
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		<title>Google teria quebrado suas regras de links para promover o Chrome</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 21:09:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Google e empresas de marketing contratadas para promover seus produtos &#8211; em especial o Chrome – usam uma campanha online que viola as próprias regras de anúncios da empresa, apontaram os blogs de pesquisa de marketing SEO Book e Search Engine Land. Na segunda-feira, as publicações perceberam uma série de notícias e posts patrocinados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><p>O Google e empresas de marketing contratadas para promover seus produtos &#8211; em especial o Chrome – usam uma campanha online que viola as próprias regras de anúncios da empresa, apontaram os blogs de pesquisa de marketing <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.seobook.com/post-sponsored-google" rel="nofollow" target="_blank">SEO Book</a> e <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://searchengineland.com/googles-jaw-dropping-sponsored-post-campaign-for-chrome-106348" rel="nofollow" target="_blank">Search Engine Land</a>.</p>
<p>Na segunda-feira, as publicações perceberam uma série de notícias e posts patrocinados em alguns blogs e identificaram a gigante de buscas como financiadora desses conteúdos.<span id="more-2757"></span></p>
<p>Tal prática representaria uma divulgação adequada e não seria digna de observação se não fosse por dois pontos cruciais: esses blogs faziam links ao Google em seus posts,como uma forma de retorno ao site; e o histórico que a companhia tem em desencorajar essa prática de conteúdo pago, que, ao seu ver, é de baixa qualidade.</p>
<p>Como o Google usa links em seu algoritmo PageRank, que determina onde os sites aparecerão em resultados de pesquisa, há um incentivo óbvio a tentativa de manipular o sistema por meio da criação uma grande quantidade de links com o tema.</p>
<p>Para desencorajar essa prática, as regras de propaganda do Google afirmam que “comprar ou vender links que passem o PageRank é uma violação a Webmaster Guidelines e pode ter um impacto negativo na lista de resultados de pesquisa do site”.</p>
<p>A empresa fornece um padrão aceitável para links pagos: eles precisam incluir o <code>rel="nofollow"</code> atribuído no caractere anchor , que faz parte do código HTML da página, mas os posts identificados como “This Post Sponsored by Google” (Essa postagem é patrocinada pelo Google) não possuíam o atributo <code>nofollow</code>, portanto, aparentemente a companhia faz exatamente o que proíbe os outros sites de fazerem.</p>
<p>A percepção de que o Google utiliza regras de publicidade diferente das que aplica para seus clientes é justamente o que a companhia quer evitar. Especialmente porque a prática pode fazer com que as autoridades antitruste acreditem mais nas queixas dos concorrentes, que alegam que ela favorece suas criações. A gigante de buscas e suas empresas de propaganda afirmam que não encomendaram mensagens e posts que quebrem as regras do Webmaster Guidelines.</p>
<p>A campanha do Google para promover o Chrome é uma entre as muitas que a empresa lançou recentemente para buscar afinidade com a marca em um momento em que a imagem corporativa é atacada por competidores e reguladores. A vice-presidente de marketing global do Google recentemente se recusou a informar ao <em>The New York Times</em> em quanto o valor do orçamento de publicidade do Google tinha aumentado, mas confirmou uma mudança na estratégia para alcançar de forma mais eficaz os consumidores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://itweb.com.br/51899/google-pode-ter-quebrado-suas-regras-de-propaganda/" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">Google teria quebrado suas regras de links para promover o Chrome</span></a></em></span></p>
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		<title>Os acertos e os erros da Microsoft em 2011</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2011/12/30/os-acertos-e-os-erros-da-microsoft-em-2011/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 17:36:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Este ano foi cheio de altos e baixos para a maior empresa de software do mundo. Aqui estão sete razões A Microsoft luta para se adaptar a um mercado de computação em que o PC está ficando em segundo plano, atrás de tablets e smartphones. Muito dos problemas da empresa nos últimos tempos têm surgido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Este ano foi cheio de altos e baixos para a maior empresa de software do mundo. Aqui estão sete razões</h3>
<p>A Microsoft luta para se adaptar a um mercado de computação em que o PC está ficando em segundo plano, atrás de tablets e smartphones. Muito dos problemas da empresa nos últimos tempos têm surgido diretamente dessa mudança de mercado. Aqui está uma lista com as sete ações mais errôneas e inteligentes da Microsoft em 2011.<span id="more-2745"></span></p>
<h4>1.Aquisição do Skype (Certo)</h4>
<p>A Microsoft anunciou em maio passado que havia chegado a um acordo para adquirir o Skype por US $ 8,5 bilhões. Por que foi tão esperta? Ferramentas e serviços VoiP do Skype irão adicionar simplicidade, recursos de bate-papo por vídeo são amplamente utilizado por uma série de produtos da Microsoft, incluindo o Office e Office 365, Windows Phone, Xbox e, no futuro, o Windows 8. Ações que poderiam dar à Microsoft uma vantagem sobre os rivais como Google e Apple que, daqui para frente, podem até ter que pagar pelo direito de usar o Skype em algumas de suas plataformas.</p>
<h4>2. Ainda sem tablets (Errado)</h4>
<p>Se a atual temporada de compras provou alguma coisa, é que 2011 foi o ano do tablet. Dados de mercado mostram que os principais presentes sob a árvore de natal este ano foram touch-powered da Apple, Android OEMs e Amazon. Quanto à Microsoft? Ela ainda está falando de tablets num tempo futuro. A estratégia de tablets da empresa está intimamente ligada ao Windows 8, ambos devem entrar em operação até final do próximo ano ou mesmo de 2013. Aí já pode ser tarde demais para a festa.</p>
<h4>3. Kinect para Windows (Certo)</h4>
<p>Com PCs ficando em segundo plano, a Microsoft precisa encontrar uma maneira de revigorar seu núcleo de franquia Windows. Ela pode ter a coisa certa em ferramentas que permitem aos desenvolvedores de aplicativos porta Kinect da Xbox ao PC. Kinect em máquinas Windows promete uma série de novas aplicações, de entretenimento a fabricação de saúde. Alguns desenvolvedores da Universidade de Washington já estão usando a tecnologia para criar sistemas que permitirão aos médicos operar equipamentos cirúrgicos miniaturizados através de gestos com as mãos.</p>
<h4>4. Acabou com o Zune (Certo e Errado)</h4>
<p>A Microsoft colocou oficialmente seu longo sofrimento, a franquia Zune, fora de sua miséria, em outubro deste ano. Ato inteligente, porque o Zune havia se tornado um concorrente na categoria de música MP3 player, e como marca não se encaixava com a nova estratégia da Microsoft móvel, que é baseada em Windows Phone 7. A parte errada? Levou tanto tempo para tomar essa decisão – Zune deveria ter sido demolido há muito tempo.</p>
<h4>5. Lançamento Office 365 (Certo)</h4>
<p>Com cidades como Los Angeles e Washington DC trocando seus desktops para aplicativos Google, a Microsoft precisava responder a seu rival baseada em ofertas de nuvem. Assim fez com o Office 365, que foi lançado em junho. Office 365 tem recursos baseados em nuvem das ferramentas familiares de produtividade e comunicação da Microsoft. Inclui acesso ao Office Professional Plus, o Exchange Online, SharePoint Online, Online Lync e Office Web.<br />
Os planos começam em US $ 6 mensal por usuário, tornando a oferta competitiva com os aplicativos e serviços do Google, que inclui e-mail online, aplicativos de produtividade e de calendário a partir de 5 dólares por usuário.</p>
<h4>6. Bilhões para Nokia (Errado)</h4>
<p>A Microsoft e a Nokia fecharam no início deste ano um acordo sob o qual a fabricante finlandesa de celulares abandonará o Symbian e passará a usar o Windows Phone como sistema operacional padrão em praticamente todos os seus dispositivos móveis. Na superfície, é um bom negócio para a Microsoft, uma vez que a Nokia ainda vende mais telefones em todo o mundo que qualquer outro fabricante. Mas acontece que a Microsoft vai realmente pagar bilhões de dólares para a Nokia usar Windows Phone.</p>
<h4>7. Acordo SUSE Linux (Certo)</h4>
<p>Em julho, a Microsoft anunciou que iria estender um acordo no qual ela compra “certificados” para suporte e serviços de apoio SUSE Linux e revende-os em uma marcação para clientes do Windows que operam em ambientes híbridos. Microsoft, que afirma que Linux viola suas patentes, também se compromete a não processar os detentores de certificado de infração. O programa de ações permite que a empresa lucrar com suas reivindicações no Linux sem irritar os clientes.</p>
<p>2012 esta chegando&#8230; vamos vê como será para a Microsoft&#8230;</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://informationweek.itweb.com.br/6391/os-acertos-e-os-erros-da-microsoft-em-2011/" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">Os acertos e os erros da Microsoft em 2011</span></a></em></span></p>
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		<item>
		<title>3 grandes histórias de 2011</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2011/12/29/3-grandes-historias-de-2011/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 15:32:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mobilidade:2011 foi um ano cheio para a indústria móvel 2011 foi um ano cheio para a indústria móvel, que ficou repleta de ação, crescimento, progresso, conflito, vencedores e perdedores. Vimos o nascimento do tablet Android, o renascimento das plataformas Android, iOS e Windows Phone; a morte dos telefones e tablets com base no webOS; e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Mobilidade:2011 foi um ano cheio para a indústria móvel</h3>
<p>2011 foi um ano cheio para a indústria móvel, que ficou repleta de ação, crescimento, progresso, conflito, vencedores e perdedores. Vimos o nascimento do tablet Android, o renascimento das plataformas Android, iOS e Windows Phone; a morte dos telefones e tablets com base no webOS; e todo o tipo de quebra de recordes para apps, downloads, vendas e muito, muito mais.<span id="more-2737"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tentar falar de um ano inteiro dos eventos da indústria em uma única matéria não faz justiça a todos os envolvidos, mas aqui estão cinco histórias que se destacaram em escala e importância:</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>1. Dominação Android</strong></h4>
<p>O sucesso do Android é inigualável. Tinha presença zero no mercado há três anos, e desde então passou todas as outras plataformas e se tornou o sistema de smartphones número um em vendas. Apenas recentemente essa taxa diminuiu, mas o Google ainda ativa novos dispositivos Android a uma taxa de 550 mil por dia, sem dar sinais de esse número diminuir.</p>
<p>Além dos números, o Google revelou seu melhor esforço até agora, o Android 4.0 Ice Cream Sandwich, a nova versão da plataforma. No momento, o novo sistema está disponível somente para o Samsung Galaxy Nexus, mas isso deve mudar em 2012. O Android pode ser encontrado em todos os tipos de dispositivos – além dos telefones – incluindo mídia players, tablets, relógios, etc.</p>
<p>O ano de 2011 pertenceu ao Android e é bem provável que o mesmo aconteça com o ano de 2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>2. Tablets para todos os gostos </strong></h4>
<p><strong></strong>Na Consumer Electronic Show (CES) de 2011, realizada em Las Vegas (EUA), que foi realizada no mês de janeiro, as empresas eletrônicas apresentarem 50 novos tablets. Cinquenta! Poucos tiveram sucesso. O campo de batalha dos tablets se iniciou repleto de esperanças, mas no final, apenas alguns se mantiveram. Os que ainda continuam em pé são: Motorola Xoom, Samsung Galaxy Tab, Apple iPad 2, Research In Motion PlayBook e o HP TouchPad. E mesmo eles tiveram problema.</p>
<p>O iPad 2 é o competidor número um no espaço de tablets, com venda de dez milhões de dispositivos. O Galaxy Tab da Samsung está em segundo lugar, bem atrás. A má notícia é que RIM praticamente afundou tentando vendar sua bomba PlayBook. Pior, a HP finalizou seu TouchPad após ter ficado no mercado por apenas um mês. Por mais difícil que seja admitir, Steve Jobs estava certo sobre 2011: foi o ano do iPad 2 – pelo menos na arena de tablets.</p>
<h4><strong>3. iPhone 5</strong></h4>
<p>sim, eu sei que o iPhone 5 não existe. Como Google observou em seu Zeitgeist do ano, o iPhone 5 – algo que não existe – foi o sexto item mais procurado em seu buscador nesse ano. “Consumidores e analistas anteciparam o lançamento do novo smartphone da Apple muitos meses antes do lançamento. Os rumores incluíam uma tela maior, vidro de ponta a ponta, câmera de 8 megapixels e controle de voz. Muitos acreditavam que o telefone se chamaria iPhone 5”. Ainda sim não aconteceu. Em vez disso, chegou o iPhone 4S, um iPhone 4 com especificações melhores e uma assistente que conversa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://itweb.com.br/51717/mobilidade-3-grandes-historias-de-2011/" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">3 grandes histórias de 2011</span></a></em></span></p>
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		<title>As dez escorregadas da TI em 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 13:31:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nem tudo são flores quando o assunto é retrospectiva 2011. Uma lista com as 10 principais escorregadas da TI neste ano que passou. Falha de privacidade expondo Zuckerberg no Facebook, falha de segurança na PSN, indefinições na HP… tudo o que os envolvidos gostariam de “esquecer” sobre o ano. As ocorrências não estão elencadas por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><p>Nem tudo são flores quando o assunto é retrospectiva 2011. Uma lista com as 10 principais escorregadas da TI neste ano que passou. Falha de privacidade expondo Zuckerberg no Facebook, falha de segurança na PSN, indefinições na HP… tudo o que os envolvidos gostariam de “esquecer” sobre o ano.</p>
<p>As ocorrências não estão elencadas por ordem de importância, mas por um mínio de cronologia. Se tiver sugestões, não deixe de compartilhar comentando esta galeria de imagens. E que venha 2012!</p>
<p><span id="more-2725"></span></p>
<h4><img class="aligncenter size-medium wp-image-2726" title="Sony hackeada" src="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/sony-300x219.png" alt="Hackers rendem a Sony" width="300" height="219" />HACKERS RENDEM A SONY</h4>
<p>Os aficionados por games passaram um mês em abstinência dos jogos do PlayStation Network e Sony Online Entertainment, quando, em meados de abril, a Sony foi alvo de um ataque de hackers que sequestrou informações pessoais de 77 milhões de usuários. A rede, que suporta o jogo em modo multiplayers e dá acesso à loja online da marca, foi atacada entre 16 e 17 de abril. Três dias depois, ao descobrir o roubo dos dados, a empresa desligou os servidores online, que só voltaram a funcionar após alguns prazos adiados, até que a segurança das informações fosse restabelecida. A Sony tentou, mas, quando tudo parecia resolvido, uma nova surpresa: um intruso acessou o sistema e roubou pontos virtuais de clientes no valor de US$ 1.225. Desta vez, um episódio de menor impacto. Para os usuários, porém, um desgaste que abala a confiança na marca.</p>
<h4><a href="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/ipadBrasil.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2727" title="PRODUÇÃO DE IPAD NO BRASIL" src="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/ipadBrasil-300x188.png" alt="PRODUÇÃO DE IPAD NO BRASIL" width="300" height="188" /></a></h4>
<h4>PRODUÇÃO DE IPAD NO BRASIL: PROMESSA NÃO CUMPRIDA.</h4>
<p>O ano terminou e a fantástica fábrica de US$ 12 bilhões que produziria os tablets e smartphones da Apple no Brasil, como anunciado há meses pelo Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, virou promessa de ano novo. Em outubro, a taiwanesa Foxconn, fabricante da marca, disse que manteria o prazo de dezembro para iniciar a montagem dos dispositivos em larga escala, em território nacional. Chegado o fim do ano, a companhia não sabe quando estará pronta para isso. Mercadante justificou o atraso por problemas de infraestrutura – a construção da alça de acesso à fábrica, em Jundiaí (SP), não foi concluída – e de falta de mão de obra qualificada no País, o que tardou as contratações. Até que os impasses sejam resolvidos, quem paga é o consumidor, com a tributação de 36% sobre os tablets.</p>
<h4><a href="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/hp.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2728" title="HP DECIDE ABANDONAR PCs " src="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/hp-300x300.png" alt="HP DECIDE ABANDONAR PCs " width="300" height="300" /></a>HP DECIDE ABANDONAR PCs E webOS</h4>
<p>O ano foi de decisões difíceis para a HP. Após a grande reestruturação promovida por Mark Hurd, com enxugamento de custos e elevação dos lucros, Leo Apotheker, seu substituto na liderança global da marca, deu a notícia que caiu como uma bomba no mercado: a companhia abandonaria o negócio de PSG (Personal System Group), para direcionar a estratégia a software e serviços. A questão era: como enfrentar o crescimento vertiginoso da Apple, em um mercado de margens estreitas? O CEO aproveitou também para descartar o mercado de tablets e smartphones, deixando de investir na plataforma webOS, resultado da aquisição da Palm, e no recém-lançado tablet TouchPad. A euforia que se instalou após o anúncio não foi para menos: a área de PCs da HP gera quase um terço do faturamento anual da empresa, de US$ 126 bilhões, além de ser um dos maiores compradores de componentes eletrônicos do mundo.</p>
<p><a href="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/hpBack.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2730" title="HP VOLTA ATRÁS NA DECISÃO" src="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/hpBack-300x225.png" alt="HP VOLTA ATRÁS NA DECISÃO" width="300" height="225" /></a></p>
<h4>HP VOLTA ATRÁS NA DECISÃO</h4>
<p>Não demorou muito para que Leo Apotheker caísse do posto de CEO. Um mês após ser indicada para a sucessão, Meg Whitman anunciou que, após muitos estudos sobre os impactos potenciais de uma venda ou spin-off de PSG, a HP desistira da ideia. O alto custo do encerramento das atividades da área não foi a única descoberta da companhia. Entregar o mercado de computadores traria um impacto de grande proporção para o negócio de servidores, uma vez que o poder de fogo da HP seria reduzido. A revisão dos planos incluiu a retomada do mercado de tablets. Apesar do vexame, a nova CEO chegou mostrando serviço.</p>
<p><a href="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/oracle.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2729" title="ATRASADA, ORACLE ENTREGA JAVA REGULAR" src="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/oracle-300x210.png" alt="ATRASADA, ORACLE ENTREGA JAVA REGULAR" width="300" height="210" /></a></p>
<h4>ATRASADA, ORACLE ENTREGA JAVA REGULAR</h4>
<p>Foi correndo contra o tempo que a Oracle lançou o Java 7, primeira versão da plataforma de desenvolvimento aberto criada sob sua gestão, após a aquisição da Sun, criadora da linguagem. Atrasada em dois anos, a companhia colocou no mercado uma versão menos parruda do que o esperado, o que não agradou os usuários. A falta de alguns componentes e a existência de falhas que poderiam estourar o compilador NullPointerException geraram reclamações. Aos desenvolvedores, contudo, resta esperar até outubro de 2012, quando a companhia deve disponibilizar a versão Java 8, com tudo o que falta. Acima, Adam Messinger, vice-presidente de desenvolvimento de produtos, anunciando o Java 7</p>
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		<title>Futuro: leitura de pensamentos se tornará realidade, diz IBM</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 12:25:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Leitura de pensamentos se tornará realidade, diz IBM A leitura de pensamentos, no futuro, não será algo restrito a heróis e vilões de histórias em quadrinho. Dispositivos móveis também conseguirão o feito, de acordo com a pesquisa “Next 5 in 5”,realizada pela IBM. O levantamento revela cinco inovações que podem mudar o modo das pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Leitura de pensamentos se tornará realidade, diz IBM</h3>
<p>A leitura de pensamentos, no futuro, não será algo restrito a heróis e vilões de histórias em quadrinho. Dispositivos móveis também conseguirão o feito, de acordo com a pesquisa “Next 5 in 5”,realizada pela IBM. O levantamento revela cinco inovações que podem mudar o modo das pessoas trabalharem, viverem e se divertirem nos próximos cinco anos.<a href="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/thefuture.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2722" title="the future" src="http://www.tripletech.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/thefuture-300x198.jpg" alt="the future" width="300" height="198" /></a></p>
<p><span id="more-2721"></span></p>
<p>Ainda de acordo com a pesquisa será possível:</p>
<ol>
<li><strong>Abastecer a casa com a energia que você gerou: </strong>qualquer coisa que se move ou produz calor tem o potencial de gerar energia apta a ser capturada – caminhar, correr, andar de bicicleta, o calor do seu computador ou mesmo a água que corre nos canos. Avanços na tecnologia para geração de energia renovável permitirão que os indivíduos coletem esta energia cinética, que no momento é perdida, e a utilizem para ajudar a abastecer casas, locais de trabalho e cidades. Imagine conectar pequenos dispositivos aos aros das rodas da bicicleta, recarregando baterias à medida que você pedala. A geração de energia pode vir de tudo ao nosso redor. De acordo com a empresa, cientistas da IBM na Irlanda, por exemplo, procuram formas de entender e minimizar o impacto ambiental de converter a energia das ondas do oceano em eletricidade.</li>
<li><strong>Inutilidade das senha</strong>: não será mais necessário criar, manter ou lembrar de várias senhas para os diversos logins. Cada pessoa tem uma identidade biológica singular e por trás disso o que existe são dados. Dados biométricos – definições faciais, varreduras de retina e arquivos de voz – serão combinados por software para criar senhas online de DNA exclusivo. Conhecidos como sistemas de múltiplos fatores biométricos, esses sistemas mais inteligentes serão capazes de agregar as informações em tempo real para garantir que sempre que alguém esteja tentando acessar esses dados, essa pessoa tenha o perfil biométrico específico e autêntico. As pessoas também poderão optar por manter ou cancelar qualquer informação fornecida.</li>
<li><strong>Leitura de pensamentos: </strong>a IBM informou que cientistas pesquisam formas de interligar o cérebro de uma pessoa a dispositivos, como um computador ou um smartphone. Bastará que a pessoa pense em fazer uma chamada telefônica para que ela ocorra. Também será possível controlar o cursor em uma tela de computador simplesmente pensando para onde se quer movê-lo. Cientistas da área de bioinformática desenharam <em>headsets</em> com sensores avançados para ler a atividade elétrica do cérebro capazes de reconhecer expressões faciais, entusiasmo e níveis de concentração, além de pensamentos, sem que haja necessidade de qualquer ação por parte desta pessoa. No prazo de cinco anos, será possível ver as primeiras aplicações desta tecnologia no setor de jogos e entretenimento. Além disso, médicos poderão usá-la para testar padrões cerebrais ou mesmo para auxiliar na reabilitação de AVCs e ajudar a entender problemas no cérebro, como o que gera o autismo, por exemplo.</li>
<li><strong>Exclusão digital deixará de existir: </strong>hoje, o crescimento e a riqueza das economias são cada vez mais decididos em função do nível de acesso a informações. No prazo de cinco anos, a diferença entre os que têm ou não acesso à informação diminuirá consideravelmente, devido aos avanços na tecnologia móvel. Existem 7 bilhões de pessoas vivendo no mundo hoje. Em cinco anos, 5,6 bilhões de telefones móveis terão sido vendidos, o que significa que 80% da atual população global terá um dispositivo móvel individual. À medida que fica mais barato possuir um telefone móvel, pessoas com menor poder de compra serão capazes de fazer muito mais do que podem hoje. Na Índia, usando tecnologia de voz e dispositivos móveis, a IBM possibilitou que aldeões analfabetos de vilas rurais enviassem informações por meio de mensagens gravadas em seus telefones. Com acesso a informações, os aldeões podem conferir previsões de tempo que os ajudam a decidir quando fertilizar as plantações, saber quando os médicos estarão na cidade e definir os melhores preços para suas colheitas ou mercadorias.</li>
<li><strong><em>Junk mail</em> vai virar e-mail prioritário: e</strong>m cinco anos, a propaganda não solicitada poderá parecer tão personalizada e relevante que será possível pensar que o spam morreu. Ao mesmo tempo, os filtros de spam serão tão precisos que as pessoas não serão mais incomodadas por mensagens de venda indesejadas. A IBM informou que desenvolve uma tecnologia que usa processos analíticos em tempo real para interpretar e integrar dados de diversas fontes, como redes sociais e preferências online, de modo a apresentar e recomendar informações que sejam úteis apenas para aquele indivíduo.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://itweb.com.br/51667/futuro-leitura-de-pensamentos-se-tornara-realidade-diz-ibm/" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">Futuro: leitura de pensamentos se tornará realidade, diz IBM</span></a></em></span></p>
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		<title>Buscapé entra com representação na Justiça contra Google</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 11:15:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Buscapé entra com representação na Justiça contra Google &#160; O Buscapé entrou com uma representação junto a Secretaria de Direito Econômico (SDE), do Ministério da Justiça contra o Google. De acordo com a companhia, a gigante de buscas tem resultados artificiais e manipulados “A alegação é de que o Google Busca passou a favorecer artificialmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Buscapé entra com representação na Justiça contra Google</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Buscapé entrou com uma representação junto a Secretaria de Direito Econômico (SDE), do Ministério da Justiça contra o Google. De acordo com a companhia, a gigante de buscas tem resultados artificiais e manipulados<span id="more-2714"></span></p>
<p>“A alegação é de que o Google Busca passou a favorecer artificialmente seu próprio comparador de preço chamado Google Shopping no resultado de suas buscas orgânicas” afirmou a empresa por meio de nota oficial.</p>
<p>De acordo com o Buscapé, apenas o Google Shopping tem o direito de divulgar imagens de produtos, apontar avaliações, comentários, número de lojas anunciantes e até mesmo preços no resultado de pesquisa do Google Busca.</p>
<p>A representação afirma que desde os primeiros dias de existência o Google Shopping apareceu com elevada frequência na primeira página do Google Busca e, principalmente, nas primeiras posições entre os links não-patrocinados.</p>
<p>O Google, por meio de nota oficial, afirmou desconhecer a representação. <em>“O Google não foi notificado e não tem conhecimento de qualquer processo nesse sentido.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://itweb.com.br/51708/buscape-entra-com-representacao-contra-google/" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">Buscapé entra com representação na Justiça contra Google</span></a></em></span></p>
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		<title>Automação do data center: é hora de mudar</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 20:11:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Automação deve começar com governança, um processo para alinhar a TI e as prioridades dos negócios &#160; Ambientes de nuvem estão guiando a automação dos data centers, tornando-os mais complexos. Mas se você deseja liberar recursos para outras prioridades, é preciso mudar. Substituir os gastos das operações de negócios da TI por inovação deve ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Automação deve começar com governança, um processo para alinhar a TI e as prioridades dos negócios</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ambientes de nuvem estão guiando a automação dos data centers, tornando-os mais complexos. Mas se você deseja liberar recursos para outras prioridades, é preciso mudar.</p>
<p>Substituir os gastos das operações de negócios da TI por inovação deve ser o objetivo chave de todos os CIOs. Uma maneira de fazer isso é ter um data center altamente virtualizado. Mas a TI não garantirá a eficiência e o ganho pessoal, nem mesmo a redução de custos da virtualização.<span id="more-2710"></span></p>
<p>Começamos a passar a mensagem: 36% dos 345 profissionais de tecnologia que participaram de uma pesquisa já usam ferramentas de automação de processos, enquanto 32% têm um projeto de implementação em andamento.</p>
<p>De acordo com 25% dos entrevistados que têm o processo totalmente implantado, o impacto da automação é uma resposta mais rápida às solicitações de serviço. Outros citaram a redução de erros e de mudança do pessoal para novas atividades – o que significa a liberação da TI para se concentrar em projetos de maior valor. Poupar dinheiro, porém, pode ser evasivo: apenas 11% fazem corte de pessoal e 5% citam a redução de custos como um dos principais efeitos da automação de processos.</p>
<p>A pesquisa aponta ainda que um novo interesse em automação está sendo guiado pela nuvem privada, sem ela, a TI não é capaz de entregar uma base de dados altamente flexível e escalável. Ambientes de nuvem pública, em contrapartida, acrescentam complexidade na automação de processos, mas a tecnologia cloud-broker, um tipo de provedor de serviços que tende a ser intermediário entre automação e cloud computing, oferece uma solução potencial.</p>
<p>A dificuldade que a TI enfrenta com projetos de automação dependerá, em grande parte, de seus sistemas: quanto mais padronização, mais fácil será a automação. Muitas aplicações internas e complicados workflows irão aumentar a dificuldade. No entanto, ainda vale a pena persistir. Os líderes de TI devem ter uma melhor aderência sobre os desafios estratégicos como uma melhor governança e integração da nuvem. As equipes de tecnologia podem identificar, ao mesmo tempo, projetos de pequena escala para ganhos rápidos em até 90 dias, assim como a integração de processos de contratação e demissão com o Active Directory.</p>
<p><strong>O Mandato de Governança</strong></p>
<p>Automação deve começar com governança – um processo para alinhar a TI e as prioridades de negócios e, em seguida, garantir que a execução siga um processo bem definido. Apenas 45% dos profissionais de TI que utilizam ou pretendem implantar ferramentas de automação de TI dizem que a governança é extremamente importante, isso é desanimador. Esse número deveria ser maior.</p>
<p>A estrutura da governança, assim como Six Sigma, ISO 9001, ITIL e CMMI, pode proporcionar um avanço significativo na padronização e formalização dos processos. Mas, essa estrutura não vai satisfazer todas as necessidades da TI, porém, podem reduzir significativamente o tempo para estabelecer o processo das áreas centrais.</p>
<p>Dois grandes candidatos para automação são a configuração e a gestão da mudança. Automatizá-los pode ajudar a reduzir erros na infraestrutura e eliminar uma grande quantidade de esforço manual para manter os sistemas em funcionamento.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://informationweek.itweb.com.br/6357/automacao-do-data-center-e-hora-de-mudar/" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">Automação do data center: é hora de mudar</span></a></em></span></p>
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