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	<title>Tripletech TI Solutions &#187; Notícias</title>
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	<description>Blog da empresa Tripletech com dicas, notícias e soluções de tecnologia</description>
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		<title>Mais de um terço das empresas admite vazamento de dados</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:43:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ainda de acordo com a pesquisa, 37% dos profissionais de TI atribuem o furto de informações a ex-funcionários.


Muitas companhias ainda derrapam nos controles de segurança das informações sensíveis aos seus negócios. Pelo menos é o que mostra um estudo realizado pela Cyber-Ark. No levantamento, 35% dos profissionais de TI admitem que suas organizações já foram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ainda de acordo com a pesquisa, 37% dos profissionais de TI atribuem o furto de informações a ex-funcionários</strong>.</p>
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<p>Muitas companhias ainda derrapam nos controles de segurança das informações sensíveis aos seus negócios. Pelo menos é o que mostra um estudo realizado pela Cyber-Ark. No levantamento, 35% dos profissionais de TI admitem que suas organizações já foram vítimas de vazamento de informações confidenciais.<span id="more-2090"></span></p>
<p>O levantamento, realizado nos Estados Unidos e Inglaterra, ouviu 400 administradores seniores de TI. E, de acordo com o relatório, 37% dos profissionais entrevistados creditam o furto das informações a ex-funcionários.</p>
<p>Em segundo lugar na lista dos possíveis motivos do vazamento de informações confidenciais está a falha humana, com 28%. Para aumentar a proteção nessa área, a Cyber-Ark sugere que sejam implementadas camadas adicionais nos sistema para reforçar a segurança dos dados mai sensíveis.</p>
<p>Outros 10% dos entrevistados acredita na hipótese de os dados terem sido sequestrados com base na ação de crackers e a mesma parcela atribui o vazamento à perda de dispositivos móveis, com notebooks, smartphones e outros aparelhos.</p>
<p>Segundo o levantamento, os dados mais visados são bases de clientes, planos de pesquisa e informações confidenciais de desenvolvimento, com 26% e 13%, respectivamente das ocorrências.</p>
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<p>Fonte: <a href="http://www.threatpost.com.br/pt_br/blogs/mais-de-um-terco-das-empresas-admite-vazamento-de-dados-070910">Mais de um terço das empresas admite vazamento de dados</a></p>
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		<title>Crise econômica estimulou investimentos em TI</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:40:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[De acordo com pesquisa elaborada pela fornecedora norte-americana de serviços de hospedagem online Rackspace, a crise econômica pode ter deixado consequências mais interessantes que apenas prejuízos nas receitas das empresas. A recessão, segundo o texto, levou as companhias a se tornarem mais eficientes e atentas em relação à sua estrutura tecnológica.
O levantamento aponta que 62% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com pesquisa elaborada pela fornecedora norte-americana de serviços de hospedagem online Rackspace, a crise econômica pode ter deixado consequências mais interessantes que apenas prejuízos nas receitas das empresas. A recessão, segundo o texto, levou as companhias a se tornarem mais eficientes e atentas em relação à sua estrutura tecnológica.<span id="more-2088"></span></p>
<p>O levantamento aponta que 62% das empresas acreditam que a crise obrigou a tomada de decisões que, por mais que tenham sido motivadas por momentos difíceis, acabaram sendo vantajosas para as áreas de TI e não teriam sido concretizadas em outra situação.</p>
<p>O pós-crise também deve manter o cenário de melhorias no segmento. A pesquisa revela que 81% das organizações analisadas tem a expectativa de ampliar o orçamento de TI para 2010.</p>
<p>Os investimentos ocorridos no período também beneficiaram os projetos de cloud computing das corporações. A análise conclui que as empresas, especialmente as de grande porte, passaram a refletir sobre o tema com maior atenção, embora apenas uma fatia restrita das companhias tenham implementado o sistema.</p>
<p><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" href="http://olhardigital.uol.com.br/produtos/mobilidade/celulares-verdes-sao-uma-alternativa-para-diminuicao-do-lixo-eletronico/12696" target="_blank"><em>Crise econômica estimulou investimentos em TI</em></a></p>
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		<title>Data centers podem ser mais eficientes, diz IBM</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:35:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estudo da IBM mostra que a forma de projetar e construir os centros de processamento de dados tem mudado radicalmente.


No passado, as companhias costumavam investir em data centers como pais que compram roupas para as crianças: buscavam ambientes grandes, para que continuassem servindo, mesmo depois de uma fase de crescimento. No entanto, as companhias que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Estudo da IBM mostra que a forma de projetar e construir os centros de processamento de dados tem mudado radicalmente.</strong></p>
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<p>No passado, as companhias costumavam investir em data centers como pais que compram roupas para as crianças: buscavam ambientes grandes, para que continuassem servindo, mesmo depois de uma fase de crescimento. No entanto, as companhias que fizeram assim no passado acabaram desperdiçando muito dinheiro para manter uma infraestrutura desnecessária.<span id="more-2084"></span></p>
<p>Hoje, as decisões sobre projetos para centros de processamento de dados são focadas em manter sempre a máxima eficiência no uso da infraestrutura, mas deixando as bases para o crescimento futuro. De acordo com o vice-presidente da IBM Steve Sams, essa nova visão já se traduz em uma tendência entre as organizações. &#8220;Como resultado, eles estão economizando cerca de 30% em custos operacionais, se considerado todo o tempo de vida do data center&#8221;, estima.</p>
<p>Há quatro anos, a IBM fez um estudo extenso sobre os projetos atuais de data center e chegou à conclusão que as três questões que orientaram a escolha por projetos (confiabilidade, tamanho e baixo custo) não eram suficientes. Assim, a fabricante, que constrói entre 200 e 300 data centers todos os anos, observou cinco outras tendências que direcionam a decisão sobre os investimentos nesse tipo de ambiente na atualidade.</p>
<p><strong>1 &#8211; Custos de eletricidade superam custos de capital</strong><br />
O estudo da IBM revelou que o custo para manter um data center rodando supera rapidamente o custo original para projetar e levantar a estrutura. O levantamento estima que um ambiente considerado médio custará cinco vezes mais para se manter no ar em 20 anos do que o custo do projeto.</p>
<p>A lição: construa somente o que você precisa para economizar dinheiro em custos de capital. Segundo Sams, os data centers mais eficientes de mundo no quesito eficiência energética estão operando em 100% de sua capacidade. Ou seja: além de economizar com componentes, a empresa ganha em energia.</p>
<p>Tudo isso foi elaborado presumindo um aumento nos custos de energia de 10% ao ano, considerado conservador. Sam cita um cliente da área financeira da África do Sul que atingiu níveis muito maiores: 28% no ano passado e 33% no primeiro semestre de 2010.</p>
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<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2010/07/12/data-centers-podem-ser-mais-eficientes-diz-ibm/" target="_blank">Data centers podem ser mais eficientes, diz IBM</a></p>
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		<title>&#8220;A nuvem será mais importante que a Internet&#8221;, afirma especialista</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:33:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“A computação na nuvem está prestes a bater a internet em importância”. A afirmação parte do docente da Georgetown University, Mike Nelson e foi feita nos auspícios da World Future Society Conference, na sexta-feira, (9/7).


Enquanto os desenvolvedores da Internet tinham uma perspectiva clara e dispunham do poder para tomar as decisões sobre que caminhos percorrer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“A computação na nuvem está prestes a bater a internet em importância”. A afirmação parte do docente da Georgetown University, Mike Nelson e foi feita nos auspícios da World Future Society Conference, na sexta-feira, (9/7).<span id="more-2082"></span></strong></p>
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<p>Enquanto os desenvolvedores da Internet tinham uma perspectiva clara e dispunham do poder para tomar as decisões sobre que caminhos percorrer – resultando naquilo que experimentamos hoje em dia – Nelson questionou a capacidade dos desenvolvedores da atualidade em entender a dinâmica da expansão da web.</p>
<p>“Nos anos 90´ havia uma ideia muito clara acerca das possibilidades da Internet; como nos faltam a visão e a percepção daquela época pode ser que falhemos na aproximação com a web do futuro”, diz o professor.</p>
<p>Se a percepção que temos da web dos próximos anos nos parece turvada, é essencial entender como se dará o crescimento da nuvem. “Ela é mais importante que a web”, diz o docente ao se referir ao ambiente cloud.</p>
<p><strong>Nuvem e democracia?</strong></p>
<p>A computação na nuvem deverá possibilitar às nações em desenvolvimento o acesso a um contingente de softwares antes acessível somente para países desenvolvidos. Para pequenas empresas o ambiente das nuvens será uma maneira de economizar recursos, uma vez que podem se beneficiar de estruturas de software e de hardware como a solução oferecida pela Amazon, o Elastic Compute Cloud, para armazenar e processar os dados, sem ter de investir em equipamento.</p>
<p>Se os resultados do levantamento realizado pelo Pew Internet and Amrican Life Project estiverem corretos no que se refere à aproximação dos EUA com a web, as previsões de Nelson podem estar acertadas.</p>
<p>Em 2000 a organização realizou a primeira pesquisa e perguntou aos entrevistados se eles usavam o recurso de computação na nuvem. As respostas positivas foram inferiores a 10 por cento. A mesma pesquisa foi feita em maio desse ano e a adesão à tecnologia cloud cresceu para casa dos 66 pontos.</p>
<p>De maneira a enfatizar a importância da nuvem no dia–a-dia, a pesquisa também revela o aumento na participação de dispositivos móveis no tráfego de dados entre os aparelhos e a nuvem.</p>
<p><strong>Nuvem e ventos</strong></p>
<p>Nelson chama atenção para a falta de regulamentação e de desenvolvimento, marcantes no ambiente cloud. “Há vários ventos que nos afastam da nuvem”, diz.</p>
<p>Entre esses “ventos” Nelson cita a possibilidade de os fornecedores de soluções na nuvem, desenvolverem softwares proprietários e terminarem por prender os clientes às soluções. Ele chama isso de nuvens “parcialmente “abertas.</p>
<p>“Se os consumidores exercerem a pressão necessária, talvez cheguemos a esperada nuvem universal”, explica.</p>
<p>Na lista de desafios postos à cloud computing encontram-se: regulamentações governamentais, empresas de entretenimento voltadas ao combate da pirataria e países rumando em direção a um modelos de nuvem próprio &#8211; tementes de uma possível dominância mundial imposta pelos EUA.</p>
<p><strong>Internet e sociedade</strong></p>
<p>Outro foco do levantamento feito pela Pew Research Center, liderado por Lee Rainie, é a influência exercida pela Internet na inteligência dos usuários e na maneira de relacionamento das pessoas. O estudo também evidenciou a questão da privacidade na rede mundial de computadores.</p>
<p>Sobre a inteligência e a internet, a pesquisa conclui que a influência será relativa à postura do usuário. Haverá aquele disposto a assimilar tudo que o Google lhe responder e haverá os internautas preocupados em aglutinar informações e formar uma base cognoscitiva sólida e plural. A diretora do Imagining, Jann Anderson responde que o problema não está na tecnologia. À frente do instituto sediado na Elon University, na Carolina do Norte, Jann afirma que as pessoas não têm identificado qualquer indício de influência negativa da web nas relações sociais. Também foi dito que as relações mantidas nos círculos virtuais não resultam em amizades mais profundas. Na perspectiva de Jann, a internet provê às pessoas uma plataforma, em que podem ser mais extrovertidas ou mais tímidas.</p>
<p><strong>Quem quer privacidade?</strong></p>
<p>Jovens formam a parcela mais criticada pela publicação de dados excessivamente privados nas redes sociais, como o Facebook. De acordo com o levantamento, isso deverá continuar a ser uma tendência. Rainie, do instituto de pesquisas Pew Internet, avisa que o público jovem integrou as redes sociais no cotidiano e que as usa na formação de laços sociais. No tocante à pirataria, Rainie diz que existem movimentos de identificação de usuários mais precisos, o que deve inibir a prática.</p>
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<p><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/13/a-nuvem-sera-mais-importante-que-a-internet-afirma-especialista/" target="_blank"><em>&#8220;A nuvem será mais importante que a Internet&#8221;, afirma especialista</em></a></p>
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		<title>Estudo mostra conteúdo mais procurado por usuários de TI</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/07/14/estudo-mostra-conteudo-mais-procurado-por-usuarios-de-ti/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:29:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A IDC, empresa de inteligência de mercado e consultoria em TI e Telecom, acaba de divulgar um estudo sobre o comportamento dos usuários de Tecnologia da Informação na América Latina e quais são os conteúdos mais procurados por eles na hora de obter informações sobre determinado produto ou serviço.Os cases de sucesso apresentados pelas empresas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A IDC, empresa de inteligência de mercado e consultoria em TI e Telecom, acaba de divulgar um estudo sobre o comportamento dos usuários de Tecnologia da Informação na América Latina e quais são os conteúdos mais procurados por eles na hora de obter informações sobre determinado produto ou serviço.<span id="more-2079"></span>Os cases de sucesso apresentados pelas empresas obtiveram o primeiro lugar no ranking, com 60,31%. “Hoje esse tipo de conteúdo é crucial para qualquer estratégia de B2B Marketing. É importantíssimo que as companhias saibam o que está sendo buscado”, declara Luciana Sario, gerente de marketing da IDC América Latina. A maioria dos usuários de TI na região prefere que as informações sobre um determinado produto, por exemplo, estejam disponíveis no formato de cases de sucesso. Na Venezuela, isso fica ainda mais evidente, já que o índice no ranking foi de 68,75%. Já no Chile e México os cases de sucesso estão na preferência de 56% dos usuários.</p>
<p>Em segundo lugar na pesquisa está a análise de mercado, com 29,29% em toda a América Latina. O Brasil é líder nesse assunto, com 37,5%, seguido por Chile e Venezuela, com 30% cada. Argentina e México ocupam os últimos lugares com os 25% restantes. Os guias de Produtos e Serviços ocuparam terceiro lugar, com 21,77%. Na sequência vêm as entrevistas realizadas com analistas ou especialistas, com 21,31% e as entrevistas com executivos importantes com 20%.</p>
<p>“A pesquisa releva que os conteúdos procurados e utilizados no mercado de TI servem como ferramentas para acompanhar um ciclo que muitas vezes envolve compra e entrega de resultados em momentos oportunos. Para obter melhor rendimento, é necessário conhecer o que cada usuário precisa e oferecer o conteúdo de acordo”, completa a gerente de marketing da IDC América Latina.</p>
<p>O 4 de agosto de 2010, Luciana Sario realizará uma conferência online para a imprensa e clientes, onde abordará e analisará as novas tendências de TI e B2B Marketing.</p>
<p><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" href="http://corpbusiness.uol.com.br/interna.php?p=sn&amp;id=6657" target="_blank"><em>Estudo mostra conteúdo mais procurado por usuários de TI</em></a></p>
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		<title>Corporações devem ampliar capacidade de storage em 93%, até 2013</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/07/06/corporacoes-devem-ampliar-capacidade-de-storage-em-93-ate-2013/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 17:24:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[corporação]]></category>
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		<description><![CDATA[Levantamento realizado pela IDC constatou que entre as grandes corporações, 58% delas gastam hoje mais de US$ 100 mil dólares com armazenamento.
Estudo conduzido pela divisão de publicações corporativas do grupo IDG (International Data Group) constatou que as empresas possuem 28% de capacidade armazenamento ociosa. Apesar disso, o mesmo universo de empresas planeja ampliar, em média, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Levantamento realizado pela IDC constatou que entre as grandes corporações, 58% delas gastam hoje mais de US$ 100 mil dólares com armazenamento.</strong></p>
<p>Estudo conduzido pela divisão de publicações corporativas do grupo IDG (International Data Group) constatou que as empresas possuem 28% de capacidade armazenamento ociosa. Apesar disso, o mesmo universo de empresas planeja ampliar, em média, 34% da estrutura de storage em 2011, 58% nos próximos três anos e 93% até 2015.<span id="more-2073"></span></p>
<p>A pesquisa, que ouviu mais de 1,1 mil gestores de TI, separou os respondentes em dois grupos: os que estão em empresas com mil funcionários ou mais e os que trabalham em companhias com menos de mil colaboradores. Com isso, constatou-se que 58% das companhias do primeiro grupo (grandes) gastam mais de 100 mil dólares com armazenamento, enquanto a média para as demais fica abaixo desse patamar de investimento.</p>
<p>A pesquisa constatou também que 23% do orçamento anual na área de armazenamento vai para custos operacionais de manutenção. Considerando somente as empresas com mais de mil funcionários, essa média sobe para 29%. Nas que têm número menor de trabalhadores, os gastos médios abrangem 19% dos aportes.</p>
<p>Quanto aos desafios na infraestrutura de armazenamento, 28% dos líderes disseram se preocupar com a complexidade de infraestrutura. Nessa lista, também há cuidados com segurança (27%), treinamento ou habilidades inadequadas (25%), dificuldade de comprovar o retorno sobre o investimento (21%) e a decisão sobre quais áreas do storage devem ser virtualizadas (21%).</p>
<p>Em relação a cloud computing (computação em nuvem), de todo o universo de pesquisados, somente 14% responderam que suas companhias estão em projeto-piloto ou em implementação de tecnologias de armazenamento baseadas em nuvem pública. Outras 42% das empresas, por sua vez, apontam que nem cogitam esse tipo de oferta.</p>
<p>Já em relação às nuvens privadas, de acordo com o levantamento, 23% dos entrevistados afirmaram que suas empresas já criaram políticas específicas para armazenamento de informações em cloud.</p>
<p>A pesquisa indicou uma outra tendência importante: 88% das empresas com mil funcionários ou mais e 73% das que têm menos de mil funcionários planejam ou estão em processo de implementar monitoramento das taxas de uso do espaço de armazenamento. Além disso, 65% pretendem consolidar os sistemas de storage ainda no próximo ano.</p>
<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://cio.uol.com.br/tecnologia/2010/07/02/corporacoes-devem-ampliar-capacidade-de-storage-em-93-ate-2013/" target="_blank">Corporações devem ampliar capacidade de storage em 93%, até 2013</a></p>
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		<title>Atualização de software: por que o assunto assombra empresas</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/07/06/atualizacao-de-software-por-que-o-assunto-assombra-empresas/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 17:21:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[atualização]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa]]></category>
		<category><![CDATA[software]]></category>

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		<description><![CDATA[A maioria das empresas e dos executivos de TI empurra a atualização o mais longe possível, com o objetivo de evitar custos e minimizar problemas de parada nos negócios
Muitos CIOs enfrentam hoje uma mesma dúvida: vale a pena atualizar as aplicações corporativas? A dúvida está, principalmente, no quanto os investimentos vão representar um retorno interessante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A maioria das empresas e dos executivos de TI empurra a atualização o mais longe possível, com o objetivo de evitar custos e minimizar problemas de parada nos negócios</strong></p>
<p>Muitos CIOs enfrentam hoje uma mesma dúvida: vale a pena atualizar as aplicações corporativas? A dúvida está, principalmente, no quanto os investimentos vão representar um retorno interessante para a organização.</p>
<p>Os vendedores, por sua vez, oferecem uma série de argumentos para que as empresas atualizem seus softwares, entre eles: ter acesso a novas funcionalidades e aplicações avançadas e ter uma arquitetura ágil, que permita a integração de soluções e serviços de próxima geração.</p>
<p>“A maioria das empresas e dos executivos de TI empurra a atualização o mais longe possível, com o objetivo de evitar custos e minimizar problemas de parada nos negócios”, relata Paul Hamerman, analista da Forrester Research, em um relatório sobre o tema.</p>
<p>No documento, a consultoria calcula que só 5% a 10% dos clientes atuais de softwares corporativos migram para a versão mais recente. Enquanto outros 40% a 50% permanecem no release atual e os demais permanecem com soluções antigas.</p>
<p>A pesquisa elaborada pela Forrester oferece uma visão aprofundada dos prós e os contras da atualização de software e das razões pelas quais os negócios continuam a ficar desconfortáveis com esse tipo de prática.</p>
<p>No relatório, Hammerman relata que um dos grandes problemas para as organizações está no fato de que é muito difícil prever as atualizações no custo total de propriedade (TCO) de um software corporativo.</p>
<p>Na sequência, o especialista elenca os motivos que dificultam o cálculo do TCO.</p>
<p>1. Falta de previsibilidade – Hamerman escreve que, tipicamente, os fornecedores lançam uma versão das aplicações corporativas a cada dois anos. “Alguns fornecedores tem tentado acelerar o passo de melhorias, com um sucesso ainda questionável”, ele adiciona.</p>
<p>2. Tudo é opcional – “Em um mundo de softwares baseados em licença, as atualizações são opcionais, pelo menos nos casos em que existe um problema com a validade do suporte”, pontua o especialista.</p>
<p>“A natureza da possibilidade de atualizar significa que nem os profissionais de TI e os gestores da corporação planejam e orçam isso de forma regular”, acrescenta. Segundo isso, isso faz com que os custos do upgrade não seja previstos como parte do TCO.</p>
<p>3. O valor da atualização é difícil de estimar – Na maioria dos casos, os projetos de atualização de software necessitam de ajuda externa e conhecimentos técnicos. “E calcular o custo disso envolve analisar um número de variáveis, incluindo a quantidade de customizações, quais as versões que serão migradas, as novas funcionalidades que precisam ser desenvolvidas, a estabilidade da nova versão e o impacto da integração com outros sistemas”, ressalta o especialista. Segundo ele, essa deve ser a base do plano e das justificativas usadas pela liderança de TI e pelos departamentos de finanças para justificar os upgrades.</p>
<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://cio.uol.com.br/gestao/2010/07/02/atualizacao-de-software-por-que-o-assunto-assombra-empresas/" target="_blank">Atualização de software: por que o assunto assombra empresas</a></p>
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		<title>52% dos executivos de TI preferem nuvem particular, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 18:32:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cloud]]></category>
		<category><![CDATA[Executivos de TI]]></category>
		<category><![CDATA[nuvem particular]]></category>

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		<description><![CDATA[O estudo foi realizada pelo grupo IDC, que prevê crescimento nos serviços de cloud, chegando a 55,5 bilhões dólares em 2014.


Uma pesquisa, do grupo IDC, divulgada, na última quinta-feira (25/06), aponta que 52% dos executivos de TI preferem a utilização de uma nuvem privada à uma nuvem pública, informou o chefe de análise da companhia, Frank [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O estudo foi realizada pelo grupo IDC, que prevê crescimento nos serviços de cloud, chegando a 55,5 bilhões dólares em 2014.</strong></p>
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<p>Uma pesquisa, do grupo IDC, divulgada, na última quinta-feira (25/06), aponta que 52% dos executivos de TI preferem a utilização de uma nuvem privada à uma nuvem pública, informou o chefe de análise da companhia, Frank Gens.<span id="more-2056"></span></p>
<p>&#8220;Existe claramente uma maior preferência por uma nuvem privada&#8221;, disse Gens. Entre os entrevistados, 75% disseram que utilizariam aplicações de colaboração em uma nuvem privada e 53% que usariam e-mail no mesmo ambiente. Apenas 22% responderam que não tinham preferência entre os dois serviços em nuvem.</p>
<p>Ainda assim, Gens acredita que muitas empresas utilizarão ambos os tipos de nuvens. &#8220;A utilização de uma nuvem pública necessitará de uma série de soluções, portanto, é muito provável, que todos os clientes, pelo menos de médio porte para cima, combinarão ambientes privado e público, dividindo as aplicações&#8221;, disse ele. </p>
<p>O grupo IDC espera um crescimento significativo, nos serviços em cloud computing para os próximos anos, que só em 2009, superou os 16 bilhões de dólares, e deve chegar a 55,5 bilhões dólares em 2014.</p>
<p>O conceito surgiu nos últimos anos, enquanto os departamentos de TI continuam a lutar por uma construção integrada, eficiente e de rápida implantação. </p>
<p>A IDC define uma nuvem privada como um recurso de nuvem corporativo interno, no qual a empresa é fornecedora tais serviços, oferecendo auto-armazenamento, opções de pay-per-use e acesso simples, através de um navegador.</p>
</div>
</div>
<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/06/25/52-dos-executivos-de-ti-preferem-nuvem-particular-diz-pesquisa/" target="_blank">52% dos executivos de TI preferem nuvem particular, diz pesquisa</a></p>
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		<title>O papel da TI na comunicação só tem a crescer</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/06/21/o-papel-da-ti-na-comunicacao-so-tem-a-crescer/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 17:40:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[ti]]></category>

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		<description><![CDATA[Por que o passado não reconhece o seu lugar e busca estar sempre presente?
“Não quero que nos tornemos um país de blogueiros. Acho que precisamos de mais conteúdo editorial que nunca. O que temos de encontrar é uma maneira de fazer as pessoas pagarem por esse conteúdo…”.
Essa declaração do Steve Jobs, publicada no O Globo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por que o passado não reconhece o seu lugar e busca estar sempre presente?</strong></p>
<p>“Não quero que nos tornemos um país de blogueiros. Acho que precisamos de mais conteúdo editorial que nunca. O que temos de encontrar é uma maneira de fazer as pessoas pagarem por esse conteúdo…”.<span id="more-2046"></span></p>
<p>Essa declaração do <strong>Steve Jobs</strong>, publicada no O Globo Digital, feita na conferência All Things Digital, deixa alguns questionamentos que demandam certo grau de reflexão.</p>
<p>Por que soa tão incoerente? Quais seriam os verdadeiros interesses por de trás de uma exposição pública como essa, principalmente quando se atenta para o fato da crescente expansão da social media, que tem em sua essência o uso do meio eletrônico para interação entre pessoas?</p>
<p>Enquanto Steve Jobs discursa sobre conteúdos pagos e alguns tantos interesses, outros simplesmente inovam.</p>
<p>Em seu blog, o consultor e empresário, Alan Dubner escreve: “os sistemas de relacionamentos digitais combinam textos, imagens, sons e vídeo para criar uma interação social de compartilhamento de experiências. O ser humano é antes de tudo um ser social, as ferramentas digitais estão potencializando essa tendência e alterando completamente a comunicação dessa nova economia… é uma maravilha estar aqui e agora!”.</p>
<h2>Baixa latência e conectividade com o público</h2>
<p>A Tecnologia da Informação almeja deixar para trás o seu passado de processamento de dados e assumir definitivamente o seu papel na comunicação.</p>
<p>Um dos exemplos é o da renovação ocasionada pelo Communication Enabled Business Process (CEBP), que permite a comunicação entre aplicações, bem como entre as aplicações e os seres humanos, visando automatizar muitos componentes dos processos de negócio.</p>
<p>Seu objetivo é aperfeiçoar os processos e assegurar a contínua e baixa latência, atuando em tempo real na comunicação entre os clientes, fornecedores e funcionários de uma empresa. Possui como principal característica a sua aplicabilidade horizontal, através de diferentes linhas de negócios e diferentes indústrias. Com isso, possibilita proporcionar um ROI muito mais efetivo que amplia o valor agregado.</p>
<p>Um pouco mais além, a social media está ampliando e revolucionando a gestão de relacionamento com o cliente (CRM) de forma profunda e rápida, pois permite aos consumidores transmitirem e expressarem seus pensamentos e sentimentos, imediatamente, sem qualquer filtragem.</p>
<p>Organizações e empresários atentos à realidade estão usando essas expressões para rapidamente lidar com clientes insatisfeitos, fazer melhorias em seus produtos e serviços, conectando-se cada vez mais com seu público. Oportuno é atentar para o fato que lidar com clientes insatisfeitos ainda não é uma atitude proativa, por mais positiva que seja ao ocasionar a melhoria contínua.</p>
<h2>Social Media Governance</h2>
<p>Em 2005, depois de constatar que centenas de funcionários estavam criando e escrevendo em blogs nos seus momentos ociosos, a IBM elaborou um conjunto de diretrizes para a computação social.</p>
<p>Atualmente, objetivando mitigar os riscos inerentes à utilização dos meios de comunicação social e superar os obstáculos comuns, a Governança Corporativa de TIC lança mão da Social Media Governance, que contém um conjunto de políticas, melhores práticas e procedimentos, visando orientar as organizações a implementar estruturas adequadas e de uso aceitável, incluindo políticas de segurança da informação, modelo de orientação jurídica, branding e guia empresarial de estilo.</p>
<h2>Nova interface para uma sociedade mais exigente e eletiva?</h2>
<p>Segundo os princípios básicos, a comunicação é o intercâmbio de informações através de um canal, mediante código comum ao emissor e ao receptor.</p>
<p>A social media possui esta característica básica e aí está sua importância, permitindo que os consumidores espalhem suas ideias sobre diferentes empresas, seus produtos e experiências pessoais.</p>
<p>Quer seja através de um blog, do Twitter ou uma mensagem no Facebook, os consumidores estão fazendo que suas vozes sejam ouvidas – mais alto e mais rápido do que nunca. O público em geral deseja cada vez mais ter seus anseios satisfeitos.</p>
<p>Cada vez mais, pesquisas indicam que o anseio latente da sociedade atual está além da pirâmide de Maslow, ou seja, algo mais profundo, mais antropológico, onde existe a inegável busca de respostas para entender o que somos a partir do espelho fornecido pelo relacionamento com o outro. Isso promove o amadurecimento da sociedade, o que a torna mais exigente, questionadora e consequentemente mais eletiva.</p>
<p>Como conseguir fazer com que pessoas sejam embaixadores de sua marca? O planejamento estratégico digital é uma das respostas para esta questão, pois dados só viram informações quando há inteligência por trás.</p>
<p>Da mesma forma, a comunicação – no auge de sua excelência – fornece a interface que transforma a informação em conhecimento ou experiência. O professor Luli Radfahrer escreveu em seu blog: “Ideias e histórias nunca tiveram formas fixas. Algumas delas se adaptam melhor a este ou àquele meio, mas elas só serão envolventes se conseguirem estabelecer uma conexão com quem as recebe. Essa conexão só vai acontecer se elas conseguirem se libertar do seu suporte e ativarem a imaginação”.</p>
<p>Nesse aspecto, a tipografia cinética permite a realização das funções estruturais da representação de ideias e imagens que concebemos do mundo, com a habilidade de adicionar conteúdos emotivos ligados à experiência.</p>
<p>Estabelece a execução conjunta das unidades do saber da consciência, baseados nos reflexos sensoriais, representações, pensamentos e lembranças, permitindo que algumas qualidades normalmente encontradas somente em filmes sejam adicionadas à informação. Seria esse o prefácio de uma nova interface?</p>
<h2>O amanhecer de uma nova era</h2>
<p>O tempo virá! O alvorecer possibilitará que a Tecnologia da Informação e Comunicação seja, em sua plenitude, o instrumento que irá agregar o valor do conhecimento cognitivo às informações, branding e ao que mais for necessário. Ampliando as destrezas humanas em todos os sentidos, de forma inclusiva, por meio da revolução inicialmente ocasionada pela social media.</p>
<p>O principal e maior obstáculo a enfrentar são nossas limitações como indivíduos e sociedade, sejam elas próprias ou atribuídas. Torna-se imprescindível uma conscientização coletiva, o discernimento do que é realidade e as instâncias que a envolve, sendo essa uma necessidade óbvia e premente.</p>
<p>Esse insight se conclui através das palavras de João Cabral de Melo Neto: “Um galo sozinho não tece uma manhã, ele precisará sempre de outros galos. De um que apanhe esse grito e o lance a outro; de outro galo que apanhe o grito de um galo antes e o lance a outro; e de outros galos que com muitos outros galos se cruzem os fios de sol de seus gritos de galo, para que a manhã, desde uma teia tênue, se vá tecendo, entre todos os galos”.<span> </span></p>
<p><span><span style="font-size: small">Por que o passado não reconhece o seu lugar e busca estar sempre presente?</span></span></p>
<p><span><span style="font-size: small">“Não quero que nos tornemos um país de blogueiros. Acho que precisamos de mais conteúdo editorial que nunca. O que temos de encontrar é uma maneira de fazer as pessoas pagarem por esse conteúdo…”. </span></span></p>
<p><span><span style="font-size: small">Essa declaração do <strong><span>Steve Jobs</span></strong>, publicada no O Globo Digital, feita na conferência All Things Digital, deixa alguns questionamentos que demandam certo grau de reflexão. </span></span></p>
<p><span><span style="font-size: small">Por que soa tão incoerente? Quais seriam os verdadeiros interesses por de trás de uma exposição pública como essa, principalmente quando se atenta para o fato da crescente expansão da social media, que tem em sua essência o uso do meio eletrônico para interação entre pessoas?</span></span></p>
<p><span><span style="font-size: small">Enquanto Steve Jobs discursa sobre conteúdos pagos e alguns tantos interesses, outros simplesmente inovam.</span></span></p>
<p><span style="font-size: small"></p>
<p><font size="3"><span>Em seu blog, o consultor e empresário, Alan Dubner escreve: “os sistemas de relacionamentos digitais combinam textos, imagens, sons e vídeo para criar uma interação social de compartilhamento de experiências. O ser humano é antes de tudo um ser social, as ferramentas digitais estão potencializando essa tendência e alterando completamente a comunicação dessa nova economia… é uma maravilha estar aqui e agora!”. </span></p>
<p></font></span> </p>
<h2 style="margin: auto 0cm"><span><span style="font-size: large">Baixa latência e conectividade com o público</span></span></h2>
<p><span><span style="font-size: small">A Tecnologia da Informação almeja deixar para trás o seu passado de processamento de dados e assumir definitivamente o seu papel na comunicação. </span></span></p>
<p><span><span style="font-size: small">Um dos exemplos é o da renovação ocasionada pelo Communication Enabled Business Process (CEBP), que permite a comunicação entre aplicações, bem como entre as aplicações e os seres humanos, visando automatizar muitos componentes dos processos de negócio. </span></span></p>
<p><span><span style="font-size: small">Seu objetivo é aperfeiçoar os processos e assegurar a contínua e baixa latência, atuando em tempo real na comunicação entre os clientes, fornecedores e funcionários de uma empresa. Possui como principal característica a sua aplicabilidade horizontal, através de diferentes linhas de negócios e diferentes indústrias. Com isso, possibilita proporcionar um ROI muito mais efetivo que amplia o valor agregado.</span></span></p>
<p><span><span style="font-size: small">Um pouco mais além, a social media está ampliando e revolucionando a gestão de relacionamento com o cliente (CRM) de forma profunda e rápida, pois permite aos consumidores transmitirem e expressarem seus pensamentos e sentimentos, imediatamente, sem qualquer filtragem. </span></span></p>
<p><span><span style="font-size: small">Organizações e empresários atentos à realidade estão usando essas expressões para rapidamente lidar com clientes insatisfeitos, fazer melhorias em seus produtos e serviços, conectando-se cada vez mais com seu público. Oportuno é atentar para o fato que lidar com clientes insatisfeitos ainda não é uma atitude proativa, por mais positiva que seja ao ocasionar a melhoria contínua. </span></span></p>
<h2 style="margin: auto 0cm"><span><span style="font-size: large">Social Media Governance</span></span></h2>
<p><span><span style="font-size: small">Em 2005, depois de constatar que centenas de funcionários estavam criando e escrevendo em blogs nos seus momentos ociosos, a IBM elaborou um conjunto de diretrizes para a computação social. </span></span></p>
<p><span><span style="font-size: small">Atualmente, objetivando mitigar os riscos inerentes à utilização dos meios de comunicação social e superar os obstáculos comuns, a Governança Corporativa de TIC lança mão da Social Media Governance, que contém um conjunto de políticas, melhores práticas e procedimentos, visando orientar as organizações a implementar estruturas adequadas e de uso aceitável, incluindo políticas de segurança da informação, modelo de orientação jurídica, branding e guia empresarial de estilo. </span></span></p>
<h2 style="margin: auto 0cm"><span><span style="font-size: large">Nova interface para uma sociedade mais exigente e eletiva?</span></span></h2>
<p><span><span style="font-size: small">Segundo os princípios básicos, a comunicação é o intercâmbio de informações através de um canal, mediante código comum ao emissor e ao receptor.</span></span></p>
<p><span><span style="font-size: small">A social media possui esta característica básica e aí está sua importância, permitindo que os consumidores espalhem suas ideias sobre diferentes empresas, seus produtos e experiências pessoais. </span></span></p>
<p><span><span style="font-size: small">Quer seja através de um blog, do Twitter ou uma mensagem no Facebook, os consumidores estão fazendo que suas vozes sejam ouvidas – mais alto e mais rápido do que nunca. O público em geral deseja cada vez mais ter seus anseios satisfeitos. </span></span></p>
<p><span><span style="font-size: small">Cada vez mais, pesquisas indicam que o anseio latente da sociedade atual está além da pirâmide de Maslow, ou seja, algo mais profundo, mais antropológico, onde existe a inegável busca de respostas para entender o que somos a partir do espelho fornecido pelo relacionamento com o outro. Isso promove o amadurecimento da sociedade, o que a torna mais exigente, questionadora e consequentemente mais eletiva.</span></span></p>
<p><span><span style="font-size: small">Como conseguir fazer com que pessoas sejam embaixadores de sua marca? O planejamento estratégico digital é uma das respostas para esta questão, pois dados só viram informações quando há inteligência por trás. </span></span></p>
<p><span><span style="font-size: small">Da mesma forma, a comunicação – no auge de sua excelência – fornece a interface que transforma a informação em conhecimento ou experiência. O professor Luli Radfahrer escreveu em seu blog: “Ideias e histórias nunca tiveram formas fixas. Algumas delas se adaptam melhor a este ou àquele meio, mas elas só serão envolventes se conseguirem estabelecer uma conexão com quem as recebe. Essa conexão só vai acontecer se elas conseguirem se libertar do seu suporte e ativarem a imaginação”. </span></span></p>
<p><span><span style="font-size: small">Nesse aspecto, a tipografia cinética permite a realização das funções estruturais da representação de ideias e imagens que concebemos do mundo, com a habilidade de adicionar conteúdos emotivos ligados à experiência. </span></span></p>
<p><span><span style="font-size: small">Estabelece a execução conjunta das unidades do saber da consciência, baseados nos reflexos sensoriais, representações, pensamentos e lembranças, permitindo que algumas qualidades normalmente encontradas somente em filmes sejam adicionadas à informação. Seria esse o prefácio de uma nova interface?</span></span></p>
<h2 style="margin: auto 0cm"><span><span style="font-size: large">O amanhecer de uma nova era</span></span></h2>
<p><span><span style="font-size: small">O tempo virá! O alvorecer possibilitará que a Tecnologia da Informação e Comunicação seja, em sua plenitude, o instrumento que irá agregar o valor do conhecimento cognitivo às informações, branding e ao que mais for necessário. Ampliando as destrezas humanas em todos os sentidos, de forma inclusiva, por meio da revolução inicialmente ocasionada pela social media.</span></span></p>
<p><span style="font-size: small"></p>
<p><font size="3"><span>O principal e maior obstáculo a enfrentar são nossas limitações como indivíduos e sociedade, sejam elas próprias ou atribuídas. Torna-se imprescindível uma conscientização coletiva, o discernimento do que é realidade e as instâncias que a envolve, sendo essa uma necessidade óbvia e premente.</span></p>
<p></font></span> </p>
<p><span>Esse insight se conclui através das palavras de João Cabral de Melo Neto: “Um galo sozinho não tece uma manhã, ele precisará sempre de outros galos. De um que apanhe esse grito e o lance a outro; de outro galo que apanhe o grito de um galo antes e o lance a outro; e de outros galos que com muitos outros galos se cruzem os fios de sol de seus gritos de galo, para que a manhã, desde uma teia tênue, se vá tecendo, entre todos os galos”.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" href="http://webinsider.uol.com.br/2010/06/18/o-papel-da-ti-na-comunicacao-so-tem-a-crescer/" target="_blank"><em>O papel da TI na comunicação só tem a crescer</em></a></span></p>
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		<title>Microsoft anuncia atualizações de segurança</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/06/11/microsoft-anuncia-atualizacoes-de-seguranca/</link>
		<comments>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/06/11/microsoft-anuncia-atualizacoes-de-seguranca/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 16:55:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[atualização]]></category>
		<category><![CDATA[vulnerabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A Microsoft divulgou nesta terça-feira (8) a liberação de patches para correção das 34 vulnerabilidades indicadas pela companhia. Os problemas serão resolvidos em 10 boletins de atualizações de segurança
Destas vulnerabilidades, 14 referem-se ao Microsoft Excel e 8 ao Windows e Internet Explorer. A maioria delas coloca os usuários de Windows e Office em risco quanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Microsoft divulgou nesta terça-feira (8) a liberação de patches para correção das 34 vulnerabilidades indicadas pela companhia. Os problemas serão resolvidos em 10 boletins de atualizações de segurança<span id="more-2006"></span></strong></p>
<p>Destas vulnerabilidades, 14 referem-se ao Microsoft Excel e 8 ao Windows e Internet Explorer. A maioria delas coloca os usuários de Windows e Office em risco quanto ao comprometimento do sistema.</p>
<p>“Essas vulnerabilidades podem ser exploradas como armadilhas em sites Web e nos arquivos Office e Windows Media para que os cibercriminosos possam obter o controle sobre os computadores vulneráveis, atraindo o usuário a abrir um arquivo ou a clicar em link mal-intencionado”, diz Dave Marcus, diretor de pesquisa de segurança e comunicação do McAfee Labs.</p>
<p>A empresa dedicada à tecnologia de segurança da informação recomenda que os usuários instalem imediatamente os patches disponibilizados pela Microsoft. Mas ressalta que o usuário deve sempre estar alerta a vulnerabilidade da internet. &#8220;Além de assegurar uma proteção completa no computador, o usuário precisa ser disciplinado e evitar armadilhas da Internet, bem como atentar para documentos ou links que são enviados, mesmo que sejam de remetentes conhecidos”, alertou Marcus.</p>
<p>Destas vulnerabilidades, 14 referem-se ao Microsoft Excel e 8 ao Windows e Internet Explorer. A maioria delas coloca os usuários de Windows e Office em risco quanto ao comprometimento do sistema.</p>
<p>“Essas vulnerabilidades podem ser exploradas como armadilhas em sites Web e nos arquivos Office e Windows Media para que os cibercriminosos possam obter o controle sobre os computadores vulneráveis, atraindo o usuário a abrir um arquivo ou a clicar em link mal-intencionado”, diz Dave Marcus, diretor de pesquisa de segurança e comunicação do McAfee Labs.</p>
<p>A empresa dedicada à tecnologia de segurança da informação recomenda que os usuários instalem imediatamente os patches disponibilizados pela Microsoft. Mas ressalta que o usuário deve sempre estar alerta a vulnerabilidade da internet. &#8220;Além de assegurar uma proteção completa no computador, o usuário precisa ser disciplinado e evitar armadilhas da Internet, bem como atentar para documentos ou links que são enviados, mesmo que sejam de remetentes conhecidos”, alertou Marcus.</p>
<p>Destas vulnerabilidades, 14 referem-se ao Microsoft Excel e 8 ao Windows e Internet Explorer. A maioria delas coloca os usuários de Windows e Office em risco quanto ao comprometimento do sistema.</p>
<p>“Essas vulnerabilidades podem ser exploradas como armadilhas em sites Web e nos arquivos Office e Windows Media para que os cibercriminosos possam obter o controle sobre os computadores vulneráveis, atraindo o usuário a abrir um arquivo ou a clicar em link mal-intencionado”, diz Dave Marcus, diretor de pesquisa de segurança e comunicação do McAfee Labs.</p>
<p>A empresa dedicada à tecnologia de segurança da informação recomenda que os usuários instalem imediatamente os patches disponibilizados pela Microsoft. Mas ressalta que o usuário deve sempre estar alerta a vulnerabilidade da internet. &#8220;Além de assegurar uma proteção completa no computador, o usuário precisa ser disciplinado e evitar armadilhas da Internet, bem como atentar para documentos ou links que são enviados, mesmo que sejam de remetentes conhecidos”, alertou Marcus.</p>
<p><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" href="http://corpbusiness.uol.com.br/interna.php?p=sn&amp;id=6329" target="_blank"><em>Microsoft anuncia atualizações de segurança</em></a></p>
]]></content:encoded>
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