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	<title>Tripletech TI Solutions &#187; Mercado</title>
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	<description>Blog da empresa Tripletech com dicas, notícias e soluções de tecnologia</description>
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		<title>Crise econômica estimulou investimentos em TI</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:40:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[De acordo com pesquisa elaborada pela fornecedora norte-americana de serviços de hospedagem online Rackspace, a crise econômica pode ter deixado consequências mais interessantes que apenas prejuízos nas receitas das empresas. A recessão, segundo o texto, levou as companhias a se tornarem mais eficientes e atentas em relação à sua estrutura tecnológica.
O levantamento aponta que 62% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com pesquisa elaborada pela fornecedora norte-americana de serviços de hospedagem online Rackspace, a crise econômica pode ter deixado consequências mais interessantes que apenas prejuízos nas receitas das empresas. A recessão, segundo o texto, levou as companhias a se tornarem mais eficientes e atentas em relação à sua estrutura tecnológica.<span id="more-2088"></span></p>
<p>O levantamento aponta que 62% das empresas acreditam que a crise obrigou a tomada de decisões que, por mais que tenham sido motivadas por momentos difíceis, acabaram sendo vantajosas para as áreas de TI e não teriam sido concretizadas em outra situação.</p>
<p>O pós-crise também deve manter o cenário de melhorias no segmento. A pesquisa revela que 81% das organizações analisadas tem a expectativa de ampliar o orçamento de TI para 2010.</p>
<p>Os investimentos ocorridos no período também beneficiaram os projetos de cloud computing das corporações. A análise conclui que as empresas, especialmente as de grande porte, passaram a refletir sobre o tema com maior atenção, embora apenas uma fatia restrita das companhias tenham implementado o sistema.</p>
<p><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" href="http://olhardigital.uol.com.br/produtos/mobilidade/celulares-verdes-sao-uma-alternativa-para-diminuicao-do-lixo-eletronico/12696" target="_blank"><em>Crise econômica estimulou investimentos em TI</em></a></p>
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		<title>TI deixa papel de suporte para impulsionar negócios</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:25:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“Nos próximos anos, graças às perspectivas de crescimento interno e de investimentos externos, assistiremos à expansão ainda maior da terceirização de TI no Brasil. Consequentemente, os clientes serão cada vez mais exigentes e o aumento na demanda por fornecedores com capacidade para assumir os maiores níveis de exigência do mercado, com qualidade de serviço em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Nos próximos anos, graças às perspectivas de crescimento interno e de investimentos externos, assistiremos à expansão ainda maior da terceirização de TI no Brasil. Consequentemente, os clientes serão cada vez mais exigentes e o aumento na demanda por fornecedores com capacidade para assumir os maiores níveis de exigência do mercado, com qualidade de serviço em infraestrutura, agilidade e margem de erro aproximada de zero será cada vez maior.” A previsão é de Nelson Wilson, sócio da everis responsável pela área de Outsourcing no Brasil.<span id="more-2075"></span></p>
<p>De acordo com o executivo, está por vir um movimento ainda mais sofisticado no que diz respeito ao outsourcing. A combinação de itens como infraestrutura e sistemas, redução de custos, eficiência operacional, economia de escala e melhora contínua da disponibilidade de desempenho serão considerados os grandes agentes beneficiadores desse cenário.</p>
<p>No Brasil, segundo dados de mercado, os investimentos em TI deverão crescer a uma média anual de 6,9% até 2013, o que significa uma injeção de US$ 16,5 bilhões no País somente em 2010. Para a o especialista, tecnologias como Cloud Computing, Open Source, Gestão de Storage, Gestão Integrada de Redes e Soluções de Virtualização devem crescer acima da média nos próximos quatro anos.</p>
<p>“Atualmente o negócio da terceirização tornou-se tema estratégico”, diz o executivo da everis. “As áreas de TI, além da sua evolução tecnológica, estão direcionadas para gestão e governança dos processos e da sua terceirização”, afirma Nelson, para quem a empresa que propõe uma solução de outsourcing tem de levar em conta a questão do interesse do cliente, pois migrar ou não para a terceirização, e com que extensão, é uma decisão fundamental para o futuro de qualquer empresa.</p>
<p>Uma das grandes inovações da everis para esse setor é o modelo de gestão com foco no relacionamento com os clientes. A consultoria, que não presta serviço por meio da alocação de mão de obra (body shoping) e sim com foco no serviço de valor agregado, baseado em resultados claros de eficiência e qualidade, já gerou resultados de 35% a 40% na redução de custos operacionais no orçamento para seus clientes.</p>
<p>Por fim, o objetivo da área de TI é atuar como fonte de inteligência e colocar nas mãos de especialistas a segurança, a manutenção e a operação da plataforma tecnológica. “Terceirizar responsabilidades que não fazem parte diretamente do core business – atividades de infraestrutura (armazenamento de dados, gerenciamento de redes e equipamentos, data center, entre outras), sistemas (desenvolvimento, manutenção e modernização) e processos de negócio são ferramentas que têm por objetivo fazer com que o foco das organizações seja o negócio em si e, consequentemente, melhores resultados”, finaliza Nelson Wilson, sócio da everis responsável pela área de Outsourcing no Brasil.</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://corpbusiness.uol.com.br/interna.php?p=sn&amp;id=6672" target="_blank">TI deixa papel de suporte para impulsionar negócios</a></p>
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		<title>Mudar de emprego ou migrar de área, a questão para quem busca crescer em TI</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 18:37:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Numa época em que bons profissionais são raros, planos de carreira flexíveis são uma alternativa para empresas dispostas a reter os melhores.


A docente da instituição belga Katholeke Universiteit Leuven, Maddy Janssens, falou de maneira bastante franca sobre as etapas necessárias para atingir uma carreira de sucesso no segmento de TI. Durante palestra proferida em evento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa época em que bons profissionais são raros, planos de carreira flexíveis são uma alternativa para empresas dispostas a reter os melhores.</p>
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<p>A docente da instituição belga Katholeke Universiteit Leuven, Maddy Janssens, falou de maneira bastante franca sobre as etapas necessárias para atingir uma carreira de sucesso no segmento de TI. Durante palestra proferida em evento realizado em Melbourne, na Austrália, Janssens expôs as descobertas que fez em observações de diferentes segmentos, como a indústria farmacêutica e a tecnológica.<span id="more-2063"></span></p>
<p>De acordo com a professora, o ideal é estudar o roteiro profissional oferecido pelo empregador. “Por roteiro, entende-se todo o planejamento do departamento de RH das organizações, no que tange a ascensão profissional”, diz.</p>
<p><strong>Expectativas e realidade<br />
</strong>Depois de o candidato ou o funcionário descobrir qual é o combustível para a carreira dentro da empresa, vem o segundo passo: definir as expectativas e as metas. Janessens afirma que, se houver qualquer discrepância entre o roteiro do empregador e as aspirações do empregado rumo a uma carreira internacional, pode ser que outras alternativas de emprego comecem a ser levadas em consideração.</p>
<p><strong>Alternativa I<br />
</strong>“Em determinadas instâncias a ação é a saída mais apropriada. Por ação entende-se mudança. Possivelmente as aspirações do funcionário não correspondem ao proposto; chega a hora de procurar outro empregador que dê ao empregado uma posição dentro do quadro de poderes estratégicos que procura. No caso de muitos dos gerentes que entrevistei, essa oportunidade se concretiza quando procuram se alocar nas matrizes das companhias, lugar onde as decisões são tomadas”, afirma a professora.</p>
<p>Segundo a pesquisa, a maioria das empresas ainda não oferece um plano de carreira que atenda aos anseios dos indivíduos à procura de realização no plano internacional de uma economia globalizada. A seca que aflige o mercado de mão de obra, no que se refere a pessoas com qualificação, em Canberra, pode significar o golpe de misericórdia para empresas que não incluem planos de ascensão interessantes e atraentes. O êxodo dos talentos é iminente. Cabe aos CIOs mais precavidos identificar e tentar segurar os bons funcionários nas companhias.</p>
<div>
<p>O CIO da organização de logística Damatic, Allan Davis, diz que “um bom gerenciamento de TI é uma excelente medida contra a agitação no departamento”.</p>
<p><strong>Alternativa II<br />
</strong>Segundo Davis, a migração de empregos na procura por planos de carreira que satisfaçam o empregado constitui uma aproximação errônea. “É partir do princípio de que a vida dos outros é mais colorida que a própria. Faz parte das atribuições da gerência de TI garantir que os empregados jamais cheguem nesse ponto”, diz.</p>
<p>O executivo afirma que o pula-pula de um emprego para o outro é uma opção para empresas grandes, ao passo em que a Damatic prefere realizar promoções cruzadas dentro da própria empresa.</p>
<p>“Apostamos em aumentar o envolvimento dos funcionários nos negócios da empresa, e tivemos vários colaboradores mudando de área com o passar do tempo. Na época em que fui funcionário do setor de serviços, contratei um sujeito para trabalhar no laboratório; hoje em dia ele é gerente geral do departamento comercial. Assim que identifico alguém no departamento de TI que me pareça um pouco irrequieto, dou uma analisada no perfil do empregado e converso com ele, apresento todas as oportunidades em aberto e ofereço-lhe a chance de se soltar das amarras do departamento de TI.”, afirma o CIO.</p>
<p><strong>Conclusão<br />
</strong>Davis admite que segurar bons profissionais nas organizações tem sido um desafio para os CIOs, mas diz que isso é perfeitamente administrável.</p>
<p>“O desafio”, afirma Davis ”é manter a ocupação interessante e propor constantes trabalhos que exijam empenho por parte dos empregados. Queremos que nossos colaboradores entendam as necessidades da empresa; não acredito que um TI possa fazer um bom trabalho se não compreender profundamente quais são as demandas na organização”.</p>
</div>
</div>
</div>
<p> </p>
<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://idgnow.uol.com.br/carreira/2010/06/25/mudar-de-emprego-ou-migrar-de-area-a-questao-para-quem-busca-crescer-em-ti/paginador/pagina_2" target="_blank">Mudar de emprego ou migrar de área, a questão para quem busca crescer em TI</a></p>
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		<title>Análise: cloud é uma questão de perspectiva</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/06/29/analise-cloud-e-uma-questao-de-perspectiva/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 18:32:55 +0000</pubDate>
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Está cada vez mais claro que computação em nuvem não será uma tecnologia disruptiva, ao menos por sua definição clássica


 





Na mais recente pesquisa sobre computação em nuvem de InformationWeek EUA, olhamos as percepções e expectativas para cloud com base na função dos entrevistados. Separamos a comunidade de TI em gerentes seniores, médio e analistas em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="width: 100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td height="30"><em>Está cada vez mais claro que computação em nuvem não será uma tecnologia disruptiva, ao menos por sua definição clássica</em></td>
</tr>
<tr>
<td height="10"> </td>
</tr>
<tr>
<td>
<div>
<div>
<p>Na mais recente pesquisa sobre computação em nuvem de InformationWeek EUA, olhamos as percepções e expectativas para cloud com base na função dos entrevistados. Separamos a comunidade de TI em gerentes seniores, médio e analistas em geral com o objetivo de entender como cada tipo de profissional enxergava este último fenômeno da TI. Encontramos diferentes visões sobre a adoção, mas algo muito similar sobre os efeitos na tecnologia da informação.<span id="more-2060"></span> Os achados mais interessantes vieram da resposta à primeira questão: &#8220;sua organização utiliza ou planeha usar serviços em nuvem nos próximos 24 meses?&#8221; Enquanto 40% dos gestores pensavam que suas empresas usavam, apenas 30% da gerência média e 20% do staff em geral tinham essa percepção. Diante disso, não é surpresa alguma que os percentuais sobre adoção futura se inverteram: 12% em alta gerência, 22% gerência média e 39% staff em geral.Embora esperássemos divergências entre os grupos, não imaginávamos que seria algo tão distante. Isso pode ocorrer porque os funcionários de forma geral não estariam a par dos aplicativos de software como serviço em uso nas diversas áreas da empresa. Mas, ainda assim, fico em dúvida sobre o porcentual de alta gerência que vê sua empresa no mundo de cloud computing.É como se as definições para serviços de cloud fossem diferentes. Enquanto os analistas em geral pensam nesta modalidade como substituição das atuais funções de TI ou aplicações e os gestores olham como substituições e ampliar. Observamos essas respostas ao questionarmos sobre software como serviços, plataforma como serviço e infraestrutura como serviço.Apesar das diferentes percepções sobre o uso de computação em nuvem, esses três grupos estão em relativo acordo que a nuvem terá pouco efeito nas equipes e orçamentos nos próximos 24 meses. A maioria desses profissionais vê pouca ou nenhuma mudança.Está ficando claro que a computação em nuvem não será uma tecnologia disruptiva, ao menos não por sua definição clássica, onde a ruptura radical reduz o custo dos produtos. Em tempo, o valor de cloud é que ela oferece aos departamentos de TI a possibilidade de fazer mais com praticamente os mesmos recursos.Os profissionais, pela natureza do trabalho, veem os detalhes sórdidos e têm um momento mais difícil que os gestores. É por isso que eles veem menos oportunidades com a computação em nuvem. Ainda é assim, não é uma boa antecipar e se planejar para esses detalhes que resultam em atraso de projeto e retorno de custos. Hoje, o que se pode dizer, é que não há razão para não aprovar um projeto de cloud, mas é preciso analisar o valor e o custo e compartilhar esses pensamentos com os participantes da elaboração do projeto. </p>
</div>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><a rel="nofollow" href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=69529" target="_blank">Análise: cloud é uma questão de perspectiva</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>52% dos executivos de TI preferem nuvem particular, diz pesquisa</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/06/25/52-dos-executivos-de-ti-preferem-nuvem-particular-diz-pesquisa/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 18:32:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Executivos de TI]]></category>
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		<description><![CDATA[O estudo foi realizada pelo grupo IDC, que prevê crescimento nos serviços de cloud, chegando a 55,5 bilhões dólares em 2014.


Uma pesquisa, do grupo IDC, divulgada, na última quinta-feira (25/06), aponta que 52% dos executivos de TI preferem a utilização de uma nuvem privada à uma nuvem pública, informou o chefe de análise da companhia, Frank [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O estudo foi realizada pelo grupo IDC, que prevê crescimento nos serviços de cloud, chegando a 55,5 bilhões dólares em 2014.</strong></p>
<div>
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<p>Uma pesquisa, do grupo IDC, divulgada, na última quinta-feira (25/06), aponta que 52% dos executivos de TI preferem a utilização de uma nuvem privada à uma nuvem pública, informou o chefe de análise da companhia, Frank Gens.<span id="more-2056"></span></p>
<p>&#8220;Existe claramente uma maior preferência por uma nuvem privada&#8221;, disse Gens. Entre os entrevistados, 75% disseram que utilizariam aplicações de colaboração em uma nuvem privada e 53% que usariam e-mail no mesmo ambiente. Apenas 22% responderam que não tinham preferência entre os dois serviços em nuvem.</p>
<p>Ainda assim, Gens acredita que muitas empresas utilizarão ambos os tipos de nuvens. &#8220;A utilização de uma nuvem pública necessitará de uma série de soluções, portanto, é muito provável, que todos os clientes, pelo menos de médio porte para cima, combinarão ambientes privado e público, dividindo as aplicações&#8221;, disse ele. </p>
<p>O grupo IDC espera um crescimento significativo, nos serviços em cloud computing para os próximos anos, que só em 2009, superou os 16 bilhões de dólares, e deve chegar a 55,5 bilhões dólares em 2014.</p>
<p>O conceito surgiu nos últimos anos, enquanto os departamentos de TI continuam a lutar por uma construção integrada, eficiente e de rápida implantação. </p>
<p>A IDC define uma nuvem privada como um recurso de nuvem corporativo interno, no qual a empresa é fornecedora tais serviços, oferecendo auto-armazenamento, opções de pay-per-use e acesso simples, através de um navegador.</p>
</div>
</div>
<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/06/25/52-dos-executivos-de-ti-preferem-nuvem-particular-diz-pesquisa/" target="_blank">52% dos executivos de TI preferem nuvem particular, diz pesquisa</a></p>
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		<title>VMware lidera quadrante de virtualização</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/06/25/vmware-lidera-quadrante-de-virtualizacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 18:28:02 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
		<category><![CDATA[soluções]]></category>
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		<description><![CDATA[A VMware, empresa de soluções de virtualização para o ambiente de trabalho, foi possicionada como uma das líderes do chamado Quadrante Mágico do Gartner, no segmento de infraestrutura de virtualização, em função de seus servidores x86.
De acordo com o relatório, o mercado de infraestrutura de virtualização do servidor x86 constitui uma base essencial para todas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A VMware, empresa de soluções de virtualização para o ambiente de trabalho, foi possicionada como uma das líderes do chamado Quadrante Mágico do Gartner, no segmento de infraestrutura de virtualização, em função de seus servidores x86.<span id="more-2053"></span></p>
<p>De acordo com o relatório, o mercado de infraestrutura de virtualização do servidor x86 constitui uma base essencial para todas as tendências do mercado – a modernização da infraestrutura e a computação cloud. A virtualização está permitindo uma troca fundamental na forma como as empresas administram, implementam e fazem possível a tecnologia da informação, e a virtualização da arquitetura do servidor x86 é considerada como uma tendência dominante (com penetração de 25% do mercado), tornando-se cada vez mais real nas empresas.</p>
<p>&#8220;Desde que começou a promover a virtualização para sistemas x86 há 10 anos, a VMware tem ajudado milhares de clientes a reduzir a complexidade de TI para alcançar novos níveis de eficiência, serviço e valor&#8221;, disse Rick Jackson, diretor de marketing da VMware. &#8220;Acreditamos que nossa posição como líder reforça a crença de que a virtualização é vital para as soluções estratégias de TI, e reconhece a nossa visão para proporcionar de forma clara e atraente a computação em nuvem&#8221;, acrescentou Jackson.</p>
<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://corpbusiness.uol.com.br/interna.php?p=sn&amp;id=6493" target="_blank">VMware lidera quadrante de virtualização</a></p>
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		<title>Brasil lidera e-commerce na AL, diz estudo</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/06/18/brasil-lidera-e-commerce-na-al-diz-estudo/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 15:53:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[De acordo com dados do relatório sobre Comércio Eletrônico, que engloba dados de 41 países, divulgado pela everis, consultoria multinacional de negócios, tecnologia da informação e outsourcing, o Brasil encerrou o ano de 2009 ocupando o primeiro lugar no ranking latino-americano em volume de vendas eletrônicas. O País alcançou a marca de US$ 8,7 bilhões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com dados do relatório sobre Comércio Eletrônico, que engloba dados de 41 países, divulgado pela everis, consultoria multinacional de negócios, tecnologia da informação e outsourcing, o Brasil encerrou o ano de 2009 ocupando o primeiro lugar no ranking latino-americano em volume de vendas eletrônicas. O País alcançou a marca de US$ 8,7 bilhões transacionados nas vendas online, um aumento de 10,3% em relação a 2008.<span id="more-2044"></span></p>
<p>No ranking geral de vendas, o primeiro lugar é ocupado pelos Estados Unidos, com um movimento anual de US$ 134,9 bilhões seguido pelo Japão, com US$ 51,2 bilhões e pela China, com US$ 36,9 bilhões.</p>
<p>O relatório aponta ainda que em 2009, as vendas eletrônicas alcançaram, em todo o mundo, a marca de US$ 502,1 bilhões, um aumento de 4,5% em relação a 2008, o dobro do valor apresentado em 2004. Desse total, 82,3% das vendas se concentraram nos países desenvolvidos. A média proporcional geral entre o volume de vendas eletrônicas e o PIB foi de 0,88%. Dos 41 países analisados, 16 superam a proporção de 1%: Coréia (1,63%), Hong Kong (1,45%) e Hungria (1,39%) são os três países com índices mais elevados.</p>
<p>“O comércio eletrônico está em rápida expansão em todo o mundo. Mesmo com a forte crise financeira internacional ocorrida no ano passado, o crescimento das vendas eletrônicas não sofreu diminuição. Pelo contrário, as vendas mundiais, em dólares, aumentaram 4,5%, com destaque para os países do BRICIT[1], onde o aumento foi de 15,8%, e na América Latina, que registrou um aumento de 10%”, analisa Teodoro López, presidente da everis Brasil.</p>
<p>O estudo também compara o volume de vendas eletrônicas anuais, em dólares, com o número de habitantes de cada país. Do grupo estudado, apenas quatro países apresentaram decréscimo no valor movimentado pelas vendas online: Coreia, Dinamarca, Suécia e Nigéria. Por outro lado, oito países apresentaram crescimento superior a 15%, com destaque para Índia e Vietnã que apresentaram índices de 30,8%. O Brasil, em 2009, apresentou um crescimento de 8,9% em relação ao ano anterior e, no período 2005-2009, um crescimento de 238,8%.</p>
<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://corpbusiness.uol.com.br/interna.php?p=sn&amp;id=6366" target="_blank">Brasil lidera e-commerce na AL, diz estudo</a></p>
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		<title>Mais de 70% dos CEOs não citam a TI nos relatórios anuais</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 19:37:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[ceos]]></category>
		<category><![CDATA[relatório]]></category>
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		<description><![CDATA[De acordo com a Forrester, esse dado comprova que a maioria dos departamentos de tecnologia é enxergada apenas como uma área de suporte



Um estudo da empresa de pesquisas Forrester aponta que somente 16% dos CEOs das corporações de grande porte mencionam a TI em seus relatórios de resultados anuais. O que, de acordo com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>De acordo com a Forrester, esse dado comprova que a maioria dos departamentos de tecnologia é enxergada apenas como uma área de suporte</strong></p>
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<p>Um estudo da empresa de pesquisas Forrester aponta que somente 16% dos CEOs das corporações de grande porte mencionam a TI em seus relatórios de resultados anuais. O que, de acordo com o relatório, mostra um descompasso entre as estratégias das empresas e dos gestores da área de tecnologia.<span id="more-2031"></span></p>
<p>Boa parte do problema deve-se à forma como a TI é tratada pelas organizações. Na maioria dos casos, o departamento de tecnologia funciona apenas como uma área de suporte, voltada a atender às demandas do resto da organização. Com isso, o CIO não consegue demonstrar valor para a companhia.</p>
<p>De acordo com o principal executivo do grupo de analistas da Forrester, George Colony, a evolução das áreas de TI &#8211; que a consultoria define como Business Technology (Tecnologia de Negócios) &#8211; deve levar os departamentos de tecnologia a priorizar 10 a 15 projetos, em vez de se perder entre centenas de demandas. Além disso, a decisão precisa ser tomada pelo CIO em conjunto com o CEO.</p>
<p>Para que isso aconteça, os CEOs precisam estar preparados a lidar com as áreas de TI como se fossem qualquer outra área de negócios. Para os CIOs, especificamente, isso significa &#8220;entrar para o jogo&#8221;, enfatiza Colony. Ele afirma, no entanto, que para isso acontecer o gestor da área de tecnologia deve ter a capacidade de demonstração como o seu trabalho e suas capacidades poderão transformar a empresa.</p>
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<p><!-- NO TWITTER --><!--TWITTER -->// <!-- start twitter module -->Fonte: <a rel="nofollow" href="http://cio.uol.com.br/gestao/2010/06/10/mais-de-70-dos-ceos-nao-citam-a-ti-nos-relatorios-anuais/" target="_blank">Mais de 70% dos CEOs não citam a TI nos relatórios anuais</a></p>
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		<title>As vantagens da terceirização de segurança</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/06/11/as-vantagens-da-terceirizacao-de-seguranca/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 19:33:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>
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		<description><![CDATA[A indústria reforça a oferta de gestão remota como uma saída para suprir a necessidade das corporações por controle de ambientes cada vez mais complexos
Quem atua hoje na área de segurança da informação lida com o inesperado, mais do que em qualquer outro segmento de tecnologia. Por conta da demanda, precisam estar o tempo todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A indústria reforça a oferta de gestão remota como uma saída para suprir a necessidade das corporações por controle de ambientes cada vez mais complexos</strong></p>
<p>Quem atua hoje na área de segurança da informação lida com o inesperado, mais do que em qualquer outro segmento de tecnologia. Por conta da demanda, precisam estar o tempo todo buscando formas de se antecipar às ameaças, que crescem em volume e em complexidade nas empresas. E, talvez por isso, esse segmento esteja mais aberto a absorver novos modelos de serviços que começam a ser oferecidos pela indústria, em especial, aqueles ligados à gestão remota dos ambientes.<span id="more-2028"></span></p>
<p>Se existe uma evolução na oferta dos serviços gerenciados de segurança, ainda há uma desconfiança das empresas em relação ao modelo. O principal questionamento é se a gestão remota terá a mesma eficiência do trabalho presencial para proteger a corporação. Para o sócio-diretor da consultoria TGT Consult, Pedro Bicudo, a resposta a essa dúvida das corporações é só uma questão de tempo. &#8220;O monitoramento realizado fora da empresa, sobretudo em companhias com ambientes híbridos e diversas unidades, é uma tendência irreversível&#8221;, acredita Bicudo.</p>
<p>O conceito de serviços gerenciados prevê que todo o tráfego nas conexões da empresa seja monitorado, com o intuito de mapear pontos de vulnerabilidade e outros riscos. &#8220;Não chega a ser algo extremamente complexo, mas depende de pessoas especializadas. E uma companhia dificilmente se dará ao luxo de contar com um profissional de TI com essa qualificação&#8221;, afirma o especialista da TGT.</p>
<p>Ainda de acordo com ele, isso abre espaço para a atuação dos prestadores de serviço especializados. &#8220;Some isso ao fato de que há uma tendência clara de aumento dos incidentes de segurança, à medida que a sociedade migra para o ambiente online. Os crimes, hoje, ainda ocorrem mais fora da rede corporativa do que dentro dela. Mas essa realidade tende a se inverter&#8221;, alerta o consultor.</p>
<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://cio.uol.com.br/gestao/2010/06/02/as-vantagens-da-terceirizacao-de-seguranca/" target="_blank">As vantagens da terceirização de segurança</a></p>
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		<title>País vive segunda onda de expansão dos data centers</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/06/11/pais-vive-segunda-onda-de-expansao-dos-data-centers/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 19:29:33 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[cloud computing]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[data center]]></category>
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		<description><![CDATA[Ampliação do setor tem sido motivada por cloud computing e a possibilidade de oferecer serviços para toda a América Latina



Com as perspectivas de crescimento da economia brasileira e do aumento da oferta de serviços terceirizados de TI, o País entrou na rota de investimentos em data centers. O grande número de projetos para construção e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ampliação do setor tem sido motivada por cloud computing e a possibilidade de oferecer serviços para toda a América Latina</strong></p>
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<p>Com as perspectivas de crescimento da economia brasileira e do aumento da oferta de serviços terceirizados de TI, o País entrou na rota de investimentos em data centers. O grande número de projetos para construção e ampliação dos centros de processamento de dados permite dizer, sem medo de errar, que o Brasil vive hoje a segunda grande onda do setor.<span id="more-2024"></span></p>
<p>O primeiro movimento desse mercado, iniciado no final de 2000, tinha como principal objetivo atender o nascimento das empresas ‘pontocom’. Na época, foram instalados imensos IDCs (Internet Data Centers) no País, com o intuito de atender a uma expectativa de demanda gigantesca – que se concretizou apenas em parte – para hospedagem, gestão e manutenção de sites. Hoje, a tendência de construção e de expansão dos centros de processamento de dados está pautada em outra promessa do segmento de TI: cloud computing (computação em nuvem).</p>
<p>De carona na possibilidade de aproveitar as expectativas de aumento da demanda por serviços na nuvem, uma série de fornecedores divulgou investimentos na infraestrutura para suportar as ofertas. A IBM injetou 10 milhões de dólares na construção de mais um data center em Hortolândia, interior de São Paulo.</p>
<p>A Locaweb aplicou 111 milhões de reais na ampliação do seu centro de processamento de dados localizado na capital paulistana e a concorrente Alog vai destinar 50 milhões de reais para a expansão do seu terceiro centro. A lista ainda inclui o Uol, que acaba de inaugurar um prédio de oito andares para abrigar uma estrutura que, segundo a companhia, está entre as mais modernas do País.</p>
<p>E o movimento não para por aí. Durante visita ao Brasil, o CEO da Microsoft, Steve Ballmer, afirmou que a companhia analisa a instalação de um data center local para oferecer software como serviço. Não foi a primeira vez que a gigante demonstrou disposição para instalar esse tipo de operação no País.</p>
<p>A diferença agora está no fato de que o ambiente favoreceria a principal estratégia da fabricante, que é ampliar sua participação na área de serviços, por meio do modelo de cloud computing.</p>
<p>Na avaliação de Reinaldo Roveri, analista de mercado corporativo da consultoria IDC no Brasil, um dos fatores que tornam o País atraente para novos data centers é exatamente o potencial de crescimento da demanda por cloud computing. “Existem no Brasil 454 mil companhias com dez funcionários ou mais que não têm condições de comprar servidores, mas que poderão investir em software para processamento na nuvem”, justifica o analista. Ele constata ainda que a maior parte das pequenas e médias companhias que possuem domínio na internet não conta com um servidor de e-mail local e, por conta disso, representa um mercado a ser atacado pelos provedores de cloud.</p>
<p><strong>Exportação de serviços<br />
</strong></p>
<p>Além do mercado interno, outro fator contribui para o movimento de investimento em data centers no País: a possibilidade de, a partir do território nacional, exportar serviços para toda a América Latina. A Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) está entre as entidades que defendem essa bandeira. Para tanto, vai reunir associados para fazer um levantamento de como eles podem destacar-se no cenário internacional. “A ideia ainda está num estágio muito inicial”, explica o diretor de convergência digital da Brasscom, Nelson Wortsman.</p>
<p>Os próximos passos do projeto da entidade são a elaboração de um estudo para analisar as condições de infraestrutura, custos de fornecimento de energia e tributação, bem como buscar possíveis contrapartidas do Governo. “Se constatarmos que a energia é cara, podemos sugerir a construção de data centers em locais próximos das usinas hidrelétricas”, exemplifica Worstman, que ainda não tem uma data definida para encerrar os estudos.</p>
<p>De qualquer forma, o diretor da Brasscom acredita que o Brasil apresenta condições muito favoráveis para se tornar um polo de data centers na América Latina. “O País não tem fenômenos naturais, trabalha com energia limpa e está com uma economia estável”, enumera o executivo. Ele ressalta ainda que hoje o mercado internacional enxerga o País como um mercado atraente para os investidores.</p>
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