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	<title>Tripletech IT Solutions &#187; Mercado</title>
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	<description>Blog da Tripletech IT Solutions com dicas, notícias e soluções de tecnologia</description>
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		<title>Perdas e ganhos</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 11:11:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O último mês de 2011, começa com uma bomba no mercado da distribuição: depois de encolher suas operações em julho, em função de complicações com questões tributárias inviabilizando manter os trabalhos no mesmo ritmo de antes, a Tech Data resolve encerrar seus negócios no Brasil, onde chegou em 1997. Em comunicado, Luis Oliveira, vice-presidente e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><p>O último mês de 2011, começa com uma bomba no mercado da distribuição: depois de encolher suas operações em julho, em função de complicações com questões tributárias inviabilizando manter os trabalhos no mesmo ritmo de antes, a <strong>Tech Data</strong> resolve encerrar seus negócios no Brasil, onde chegou em 1997.<span id="more-2760"></span></p>
<p>Em comunicado, Luis Oliveira, vice-presidente e gerente-geral da empresa na América Latina, explica que devido às mudanças nas políticas fiscais do Brasil, a distribuidora descontinuaria as vendas de hardware para fora do estado de São Paulo, mas que as vendas para outras regiões do País seriam atendidas por Miami – a comercialização de software não sofreriam impacto. “O fechamento se dá pelo ambiente complexo em impostos, leis e questões regulamentárias brasileiras, que torna difícil para a companhia gerar retorno suficiente sobre o capital investido”, disse, depois de um comunicado assinado pelo CEO da companhia, Robert M. Dutkowsky. Como resultado, a companhia espera perdas operacionais e outras cobranças no quarto trimestre fiscal de 2012 de 22 milhões a 25 milhões de dólares.</p>
<p>Isso logo antes de serem divulgados os resultados de um estudo encomendado pela Associação Brasileira dos Distribuidores de Tecnologia da Informação (Abradisti) à IT Data, para mapear o desenvolvimento do setor. As projeções indicam que o crescimento do mercado brasileiro de distribuição chega a 7,6% frente a 2010, com faturamento acumulado ao longo do ano de 12,7 bilhões de reais. O levantamento foi feito junto a 86 empresas – representantes de mais de 95% do segmento, que gera 9,9 mil empregos no País. Do faturamento total, 84% provém de venda de hardware, 10% de software e 1% de serviços. Componentes representam 18%, PCs e servidores, 15% e produtos de redes, 12%. O alto valor dos impostos é um dos destaques: com emissão de, em média, 340 mil notas fiscais a cada mês, o recolhimento apurado em 2011 supera 1 bilhão de reais.</p>
<p>O levantamento retratou também o universo de revendas atuantes no país, que passou de 29,5 mil em 2010 para 31 mil este ano, 60% delas com faturamento inferior a 500 mil reais ao ano. Uma em cada cinco conta apenas com o dono e 83% possuem até dez profissionais. Somados, os canais geram 158 mil empregos.</p>
<p>Entre as boas notícias, o <strong>LinkedIn</strong>, rede social para contatos profissionais, abre sua primeira unidade na América Latina com um escritório no Brasil, onde contava com 1 milhão de usuários em abril de 2010 – naquele mês, foi lançada a versão em português do serviço, que fez o número ser multiplicado por seis.</p>
<p>No ano de destaque para as redes sociais, a <strong>Bematech</strong> segue a onda e lança sua rede social corporativa, a Conecta, para ser comercializada na modalidade SaaS e que funciona como canal entre colaboradores, empresa/cliente, empresa/parceiros e até clientes/clientes. E o Brasil marca presença até na pequena Lugano, cidadezinha suíça do cantão italiano de Tessino com 30 mil habitantes, que adota a ferramenta EQM Suite, da SoftExpert, para aprimorar seus processos de auditoria interna.</p>
<p>A <strong>Dell</strong>, por sua vez, avisa que pretende investir mais no desenvolvimento de negócios com o canal e trará para o País três novas certificações para atuação por vertical de mercado: governo, saúde e educação, enquanto a Oracle anuncia sua intenção de triplicar o número de canais que possui na América Latina e no Brasil (atualmente, 1,8 mil no total).</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://crn.itweb.com.br/32029/perdas-e-ganhos/" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">Perdas e ganhos</span></a></em></span></p>
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		<title>CIO tem grandes desafios na liberação de novas tecnologias</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 11:41:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desenvolvimento tecnológico avança nas empresas e na vida de cada pessoa, os limites passam a não ser tão claros e os gestores de TI devem lidar com novos clientes internos e externos A tecnologia não é mais máquinas e motores de chão de fábrica. Ela está no dia a dia de quase todos os brasileiros, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Desenvolvimento tecnológico avança nas empresas e na vida de cada pessoa, os limites passam a não ser tão claros e os gestores de TI devem lidar com novos clientes internos e externos</h3>
<p>A tecnologia não é mais máquinas e motores de chão de fábrica. Ela está no dia a dia de quase todos os brasileiros, na mão ao comando do toque. Os recursos tecnológicos disponíveis em um mundo corporativo estão cada vez mais próximos do conhecimento do cidadão comum de classe média e requer uma adaptação menor quando da passagem do mundo privado para o mundo do trabalho em termos de conhecimento tecnológico.<span id="more-2740"></span></p>
<p>A chamada revolução tecnológica agora passa a ser parte do cotidiano das pessoas com grandes implicações para o gestor de tecnologia da informação, para as empresas e para os funcionários como um todo.</p>
<p>Apesar do advento da televisão ter sido algo transformador da organização da sociedade, ela não chegou a fazer parte fundamental da vida profissional das pessoas. Já o telefone, o computador pessoal e a internet hoje são essenciais para grande parte das profissões ao mesmo tempo em que são três instrumentos fundamentais também nas vidas cotidianas.</p>
<p>A proximidade entre a tecnologia profissional e pessoal traz grandes mudanças para a forma como as empresas se organizam. De acordo com o professor do programa de pós-graduação em tecnologias de inteligência e design digital da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Sergio Basbaum, ainda vamos assistir ao redesenho das instituições, da educação, das formas de trabalho e produção ainda em fase gestacional. “Ainda estamos no começo de um processo que chamaria de desmonte da modernidade”, explica.</p>
<p>O desenvolvimento de uma tecnologia capaz de processar dados em pequenos espaços, em primeiro lugar, modifica a forma como a humanidade acumula conhecimento, o difunde, acessa, copia, reproduz e inova, explica o pesquisador do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro, Pedro Augusto Pereira Francisco. “São novas formas de lidar com o conhecimento,” avalia.</p>
<p>“O instrumento do cidadão se comunicar é hoje também o instrumento das empresas se comunicarem e estabelecerem negócios, no limite. A questão agora é que a comunicação não se dá apenas entre dois pontos, mas em rede”, explica o professor da PUC-SP. A vida profissional e a vida pessoal se confundem, por exemplo.</p>
<p>Segundo ele, a menor diferenciação entre o espaço comercial e a vida social faz com que a imposição de um produto no mercado seja cada vez menos eficaz. A figura do especialista se dissolve e as escolhas de consumo são cada vez mais feitas por articulações coletivas. Surge a necessidade das empresas se aproximarem do consumidor, buscar a cumplicidade e confiança mutua. “Não dá para empresa querer enganar”, diz.</p>
<p>Cada uma destas mudanças acaba sendo ainda mais forte e importante à medida que se desenvolve a mobilidade. Isto significa certa indiferenciação entre os diversos espaços. A rua pode ser o banco, a casa pode ser o trabalho e o trabalho pode ser a casa, para ficar apenas em alguns exemplos simples. “Há uma alteração do padrão de consumo. A noção de carga horária se perde, mas são mudanças que ainda estão um pouco represadas pela cultura anterior”, diz Basbaum.</p>
<p>Para além disso, torna cada vez mais fácil a separação entre desenvolvimento, produção e montagem de produtos em ambientes distintos, ao mesmo tempo em que os profissionais estão cada vez mais adaptados à comunicação por meios digitais, aponta o professor de economia política da informação e comunicação e sistemas e tecnologias de comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Marcos Dantas.<br />
Porém, apesar das várias mudanças tecnológicas e do momento de ruptura em vários sentidos, vivemos também um momento de continuidade, “A pessoas que gostam de novela, vão buscar novela na internet. A busca por lucro ainda é o que move uma empresa”, diz.</p>
<p>Esse cenário complexo é que o CIO deve enfrentar no seu trabalho. Para além das tarefas diárias, pensar estrategicamente como receber pessoas cada vez mais capazes tecnologicamente, cujo universo profissional e pessoal se confundem e com capacidade para tratar o tempo e o espaço físico de maneira diferenciadas é um dos grandes desafios colocados, sem também ignorar que muitas coisas continuam as mesmas. “Terá exito quem não quiser guardar o passado”, conclui Basbaum.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://informationweek.itweb.com.br/6377/cio-tem-grandes-desafios-na-liberacao-de-novas-tecnologias/" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">CIO tem grandes desafios na liberação de novas tecnologias</span></a></em></span></p>
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		<title>5 novas tendências em evolução, com foco na CES 2012</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 17:28:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Compre um smartphone hoje e ele estará fora de moda amanhã Compre um smartphone hoje e ele estará fora de moda amanhã. É com essa rapidez que o mercado de smartphones muda. Novos modelos são anunciados em uma taxa absurda e a Consumer Electronics Shows (CES), que será realizada entre 10 e 13 de janeiro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Compre um smartphone hoje e ele estará fora de moda amanhã</h3>
<p>Compre um smartphone hoje e ele estará fora de moda amanhã. É com essa rapidez que o mercado de smartphones muda. Novos modelos são anunciados em uma taxa absurda e a Consumer Electronics Shows (CES), que será realizada entre 10 e 13 de janeiro, em Las Vegas (EUA), e com ela chega outro ciclo de novos dispositivos.</p>
<p>Vimos em 2011 os dispositivos irem do single-core para o dual-core, a aceitação de telas maiores do que 4,7 polegadas, a chegada das telas HD e o aumento de aparelhos com capacidade 4G. Também vimos o (quase) fim dos celulares comuns e a explosão de apps. Aqui estão as cinco tendências:<span id="more-2743"></span></p>
<p><strong>Reinado dual-core</strong></p>
<p>Um dos primeiros smartphones a ser lançado com dois núcleos foi o Motorola Atrix. Foi anunciado durante o CES de janeiro de 2011. Agora, a maioria dos smartphones de ponta são lançados com dual-core. O avanço dos processadores de 1GHz single-core para processadores 1GHz dual-core e até mesmo com 1,5GHz foi rápido. Esses processadores – fornecidos por empresas com a AMD, Broadcom, Nvidia, Qualcomm e Texas Instruments – levaram à melhoria de desempenho e levaram aos recursos nos quais agora nos apoiamos.</p>
<p>Os chips dual-core são a razão de termos telas HD de 4,7 polegadas em nossos smartphones, que executam jogos 3D e capturam vídeos 3D em alta definição enquanto economizam energia, fazendo com que, mesmo com o uso de todos os recursos, os dispositivos ainda durem o dia todo. Conforme mais plataformas e aplicativos usarem o dual-core, as capacidades de nossos smartphones vão se tornar melhores.</p>
<h4><strong> Telas HD</strong></h4>
<p>Quando a Apple apresentou o iPhone, original em 2007, as pessoas ficaram chocadas com o tamanho da tela, de 3,5 polegadas. Era enorme. Cinco anos depois, a Apple não aumentou o tamanho da sua tela, mas todo o resto dos fabricantes sim.</p>
<p>Apesar de muitos smartphones terem sido lançados com telas maiores do que 4 polegadas em 2019, isso não se tornou norma até 2011. Agora, a maioria dos smartphones é lançada com telas de 4.0 ou 4.7 polegadas. Apenas os modelos mais baratos têm telas menores.</p>
<p>Além do tamanho, as telas agora são HD. Apesar do iPhone 4 ter estimulado as telas de alta resolução, os fabricantes de smartphones Android fizeram disso a missão de suas vidas, para sobrepujar uns aos outros. Vários smartphones HD (540ps por 960 px) foram anunciados na CES de janeiro de 2011. Esse ano, espera-se que a maioria inclua HD de 1280 px por 720 px. Esses números irão aumentar? Difícil dizer, mas é possível divisar uma nova sub-categoria no horizonte: os phablets (smartphones + tablets).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Outro “G”, por favor</strong></h4>
<p>Todas as quatro grandes operadoras dos Estados Unidos realizaram sua missão em avançar suas redes e lançar dispositivos no mercado em 2011. Agora o 4G está lançado, 2012 deve satisfazer todos os gostos conforme a tecnologia amadurece. No Brasil, a evolução desta tecnologia ainda levará um tempo. A Sky anunciou em 13 de dezembro sua entrada no segmento de serviços de provimento de acesso de banda larga no Brasil, com o lançamento do Sky Banda Larga. A companhia utilizará a tecnologia TD-LTE (<em>Time Division Duplex Long Term Evolution</em>), conhecida como 4G.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Milhões (e bilhões) de aplicativos</strong></h4>
<p>A Apple deu o pontapé na loucura do app em 2008, quando lançou a iPhone App Store. Chegamos a 2011 e há um milhão de aplicativos ativos para smartphones entre as lojas iPhone App Store e Android Market. A balança ainda está a favor da Apple, quanto à quantidade de aplicativos, download e receita.</p>
<p>O Google anunciou em dezembro que os usuários de dispositivo Android baixaram 10 bilhões de apps. Em julho, a Apple anunciou que os usuários de dispositivos iOS baixaram 15 bilhões de apps. As duas empresas lideram o mercado de app, com centenas de milhares de aplicativos a frente de seus competidores – e isso não deve mudar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Diminuição de plataformas</strong></h4>
<p>No começo de 2011, havia seis grandes plataformas para smartphones ativas no mercado, incluindo o Android, BlackBerry SO, iOS, Symbian, webOS e Windows Phone. O webOS não sobreviveu. O Symbian também não. Apesar de a Nokia continuar atualizando a plataforma, trocou seu sistema operacional pelo Windows Phone.</p>
<p>Com a chegada de 2012, temos quatro competidores. BlackBerry está por um fio. 2012 terá ainda mais desistentes?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://itweb.com.br/51805/smartphones-5-novas-tendencias-em-evolucao-com-foco-na-ces-2012/" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">5 novas tendências em evolução, com foco na CES 2012</span></a></em></span></p>
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		<title>Acionistas da RightNow dão sinal verde para aquisição pela Oracle</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2011/12/29/acionistas-da-rightnow-dao-sinal-verde-para-aquisicao-pela-oracle/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 17:45:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As empresas anunciaram o acordo em outubro, onde a Oracle iria pagar cerca de 43 dólares por ação, aproximadamente 1,5 bilhão de dólares para adquirir a RightNow A Oracle está a um passo de abocanhar por 1,5 bilhão a RightNow Technologies, pois já conta com a aprovação dos acionistas, dada na última semana. A RghtNow [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>As empresas anunciaram o acordo em outubro, onde a Oracle iria pagar cerca de 43 dólares por ação, aproximadamente 1,5 bilhão de dólares para adquirir a RightNow</h3>
<p>A Oracle está a um passo de abocanhar por 1,5 bilhão a RightNow Technologies, pois já conta com a aprovação dos acionistas, dada na última semana.</p>
<p>A RghtNow afirmou que na última quinta feira (22/12), em uma reunião especial junto com alguns acionistas, que 99,8% deles votaram a favor da venda da companhia para a Oracle. Esses acionistas representam 87% do total de ações em circulação da RightNow, de acordo com a companhia.<span id="more-2747"></span></p>
<p>As empresas anunciaram o acordo em outubro, onde a Oracle iria pagar cerca de 43 dólares por ação, aproximadamente 1,5 bilhão de dólares para adquirir a RightNow. O movimento estreita a competição contra a Salesforce.com e seus serviços e ofertas baseados na nuvem.</p>
<p>A RightNow disse em comunicado que a conclusão da aquisição permanece sujeita à aprovação regulamentar e a “satisfação ou renúncia das condições de fechamento, especificada no acordo de fusão”. Em outubro, a Oracle esperava completar o acordo ainda em 2011 ou no começo de 2012.</p>
<p>A Oracle planeja ofertar as aplicações da RightNow através do novo serviço de nuvem pública da fabricante, anunciado durante o Oracle OpenWorld e que espera que a oferta esteja plenamente disponível em 2012</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://crn.itweb.com.br/32103/acionistas-da-rightnow-dao-sinal-verde-para-aquisicao-pela-oracle/" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">Acionistas da RightNow dão sinal verde para aquisição pela Oracle</span></a></em></span></p>
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		<title>Automação do data center: é hora de mudar</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2011/12/23/automacao-do-data-center-e-hora-de-mudar/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 20:11:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Automação deve começar com governança, um processo para alinhar a TI e as prioridades dos negócios &#160; Ambientes de nuvem estão guiando a automação dos data centers, tornando-os mais complexos. Mas se você deseja liberar recursos para outras prioridades, é preciso mudar. Substituir os gastos das operações de negócios da TI por inovação deve ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Automação deve começar com governança, um processo para alinhar a TI e as prioridades dos negócios</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ambientes de nuvem estão guiando a automação dos data centers, tornando-os mais complexos. Mas se você deseja liberar recursos para outras prioridades, é preciso mudar.</p>
<p>Substituir os gastos das operações de negócios da TI por inovação deve ser o objetivo chave de todos os CIOs. Uma maneira de fazer isso é ter um data center altamente virtualizado. Mas a TI não garantirá a eficiência e o ganho pessoal, nem mesmo a redução de custos da virtualização.<span id="more-2710"></span></p>
<p>Começamos a passar a mensagem: 36% dos 345 profissionais de tecnologia que participaram de uma pesquisa já usam ferramentas de automação de processos, enquanto 32% têm um projeto de implementação em andamento.</p>
<p>De acordo com 25% dos entrevistados que têm o processo totalmente implantado, o impacto da automação é uma resposta mais rápida às solicitações de serviço. Outros citaram a redução de erros e de mudança do pessoal para novas atividades – o que significa a liberação da TI para se concentrar em projetos de maior valor. Poupar dinheiro, porém, pode ser evasivo: apenas 11% fazem corte de pessoal e 5% citam a redução de custos como um dos principais efeitos da automação de processos.</p>
<p>A pesquisa aponta ainda que um novo interesse em automação está sendo guiado pela nuvem privada, sem ela, a TI não é capaz de entregar uma base de dados altamente flexível e escalável. Ambientes de nuvem pública, em contrapartida, acrescentam complexidade na automação de processos, mas a tecnologia cloud-broker, um tipo de provedor de serviços que tende a ser intermediário entre automação e cloud computing, oferece uma solução potencial.</p>
<p>A dificuldade que a TI enfrenta com projetos de automação dependerá, em grande parte, de seus sistemas: quanto mais padronização, mais fácil será a automação. Muitas aplicações internas e complicados workflows irão aumentar a dificuldade. No entanto, ainda vale a pena persistir. Os líderes de TI devem ter uma melhor aderência sobre os desafios estratégicos como uma melhor governança e integração da nuvem. As equipes de tecnologia podem identificar, ao mesmo tempo, projetos de pequena escala para ganhos rápidos em até 90 dias, assim como a integração de processos de contratação e demissão com o Active Directory.</p>
<p><strong>O Mandato de Governança</strong></p>
<p>Automação deve começar com governança – um processo para alinhar a TI e as prioridades de negócios e, em seguida, garantir que a execução siga um processo bem definido. Apenas 45% dos profissionais de TI que utilizam ou pretendem implantar ferramentas de automação de TI dizem que a governança é extremamente importante, isso é desanimador. Esse número deveria ser maior.</p>
<p>A estrutura da governança, assim como Six Sigma, ISO 9001, ITIL e CMMI, pode proporcionar um avanço significativo na padronização e formalização dos processos. Mas, essa estrutura não vai satisfazer todas as necessidades da TI, porém, podem reduzir significativamente o tempo para estabelecer o processo das áreas centrais.</p>
<p>Dois grandes candidatos para automação são a configuração e a gestão da mudança. Automatizá-los pode ajudar a reduzir erros na infraestrutura e eliminar uma grande quantidade de esforço manual para manter os sistemas em funcionamento.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://informationweek.itweb.com.br/6357/automacao-do-data-center-e-hora-de-mudar/" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">Automação do data center: é hora de mudar</span></a></em></span></p>
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		<title>4 tendências tecnológicas para PME em 2012</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2011/12/19/4-tendencias-tecnologicas-para-pme-em-2012/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 17:44:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta é uma excelente época do ano para ser uma bola de cristal dos negócios. Todos querem saber o que esperar de 2012. Mas e em relação às pequenas e médias empresas (PME), o que se pode aguardar?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Pequenas e medias empresas devem promover mudanças nas abordagens de nuvem, mídia social e mobilidade</h3>
<p>Esta é uma excelente época do ano para ser uma bola de cristal dos negócios. Todos querem saber o que esperar de 2012. Mas e em relação às pequenas e médias empresas (PME), o que se pode aguardar?<br />
Abundância, respondeu um grupo de PME. Para as empresas de pesquisa de mercado, essas companhias primeiro olham o passado para depois mirar o horizonte, avaliando e balanceando as previsões passadas. Em áreas como comércio móvel e adoção de cloud computing, elas estavam corretamente no alvo. Em outras – como valor de aplicativos móveis para empresas de pequeno porte -, elas eram quase ignoradas.<span id="more-2707"></span></p>
<p>Agora, com vistas a 2012, Laurie McCabe, parceira do SMB Group, da InformationWeek EUA, aponta quarto tendências que realmente devem fazer a diferença nesse segmento.</p>
<p>1 – O aumento da PME Progressiva. A expectativa é que a economia global continue a trazer notícias pouco animadoras – ao menos na primeira parte do ano que vem. Isso significa que as companhias seguirão com o desafio de espremer os orçamentos, mas McCabe acredita que isso representa uma oportunidade para as PMEs mais espertas: aquelas que fazem investimentos estratégicos em TI com claro objetivo de crescer. Em recente estudo, chamado SMB Routes do Market, o SMB Group revelou que 73% das companhias de médio porte (com 100 a mil funcionários) que planejam investir mais em tecnologia esperava também um crescimento da receita; na outra ponta, apenas 17% das empresas com queda no budget de TI esperavam aumento de faturamento.</p>
<p>McCabe classifica essas empresas como “PME Progressivas”, notando que 2012 será o ano em que as empresas que pensam à frente ultrapassarão os concorrentes que não conseguem enxergar nas entrelinhas. “Muitas PMEs farão apertos orçamentários, mas você ainda tem este grupo que realmente apostam no investimento em TI”, afirmou. “Isso permitirá que elas transformem seus negócios de forma a ajudá-las no futuro.”</p>
<p>2 – Cloud sera algo comum. Pode esperar que frase como a seguinte será comum: 2012 será o ano em que as PMEs encaram as tecnologias de nuvem como algo normal e não apenas como um conceito distante. Avalie isso de outra forma, quando chega o momento de adquirir e lançar projetos de tecnologia, as plataformas em nuvem serão instintivamente a primeira escolha – deixando de lado modelos alternativos e opções on-premise. Embora ainda existam preocupações com segurança, isso não tem atrapalhado o processo de adoção.</p>
<p>3 – Crescimento da mobilidade. Com a popularização dos smartphones – e tablets ganhando cada vez mais destaque –, McCabe espera que as companhias de pequeno e médio portes iniciem um processo de mobilização de suas aplicações em massa em 2012. Enquanto ferramentas de e-mail e colaboração já fazem parte da realidade dos usuários móveis, áreas como pagamento móvel e outros serviços devem ter adoção em escala a partir do próximo ano.</p>
<p>A especialista avalia que existe também uma grande oportunidade para a indústria de aplicativos específicos. Essas empresas devem registrar forte crescimento a partir do próximo ano. Eficiência e interface amigável serão essenciais para os desenvolvedores.</p>
<p>4 – Estratégia social. Para o SMB Group, 2012 será o ano em que as PMEs criaram uma abordagem para atuação estratégica em redes sociais. Na opinião de McCabe, as empresas que pensarem o social a partir daquilo que querem atingir, em como mensurar resultados e de que forma transformarão suas atividades com base em dados reais irão ultrapassar aquelas que simplesmente começam uma página no Facebook ou abrem uma conta no Twitter.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://informationweek.itweb.com.br/6252/4-tendencias-tecnologicas-para-pme-em-2012/" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">4 tendências tecnológicas para PME em 2012</span></a></em></span></p>
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		<title>MS e GE: joint venture para saúde</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2011/12/16/ms-e-ge-joint-venture-para-saude/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 21:35:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Microsoft e General Electric (GE) anunciaram esta semana a formação de uma joint venture especializada em plataformas para criação de aplicações voltada a profissionais e empresas da área de saúde.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Microsoft e General Electric (GE) anunciaram esta semana a formação de uma joint venture</h3>
<p>Microsoft e General Electric (GE) anunciaram esta semana a formação de uma joint venture especializada em plataformas para criação de aplicações voltada a profissionais e empresas da área de saúde.</p>
<p>Conforme divulgado pelas companhias, há previsão de contratações para os primeiros cinco anos da atuação conjunta, embora o número de novos empregados não tenha sido informado.</p>
<p>Entretanto, até o primeiro semestre de 2012, os projetos conjuntos serão realizados pelas atuais equipes das duas empresas.</p>
<p><strong>Alianças em voga</strong><br />
Não foi só com a GE que a Microsoft anunciou parceria esta semana.</p>
<p>A companhia também divulgou uma ação em conjunto com a montadora Nissan.</p>
<p>Pelo acordo, a MS vai desenvolver sistemas de CRM e cooperação social para concessionárias da marca japonesa.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.baguete.com.br/noticias/software/16/12/2011/ms-e-ge-joint-venture-para-saude" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">MS e GE: joint venture para saúde</span></a></em></span></p>
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		<title>Amazon anuncia seu serviço em nuvens no Brasil</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2011/12/16/amazon-anuncia-seu-servico-em-nuvens-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 17:37:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Todo mundo só fala em computação em nuvem, e agora o Brasil já conta com mais uma empresa que oferece esse serviço Todo mundo só fala em computação em nuvem, e agora o Brasil já conta com mais uma empresa  que oferece esse serviço; falo da Amazon, que anunciou ontem o início de seu serviço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Todo mundo só fala em computação em nuvem, e agora o Brasil já conta com mais uma empresa que oferece esse serviço</h3>
<p>Todo mundo só fala em computação em nuvem, e agora o Brasil já conta com mais uma empresa  que oferece esse serviço; falo da Amazon, que anunciou ontem o início de seu serviço de computação em nuvem no Brasil e na América do Sul. Sem informar o valor do investimento, a Amazon irá implantar dois data centers no Brasil, ao qual irá fornecer sua plataforma global de cloud computing.<span id="more-2672"></span></p>
<p>A empresa on-line norte americana vem ao país para competir com companhias como Alog, Localweb, Tecla e UOL. Denominada de Amazon Web Services, a empresa irá oferecer o serviço no Brasil  em parceria com outras empresas, sendo essa a oitava região do mundo onde a Amazon passa a atuar que terá como base a cidade de São Paulo.</p>
<p>De acordo com as declarações de Andy Jassy, vice-presidente sênior da Amazon Web Services, falou ele que, “Muitos clientes sul-americanos têm usado a AWS nos Estados Unidos, Europa e Ásia. Com a chegada no Brasil, o que reduz significativamente a latência para os usuários finais, permitindo a permanência dos dados na região para aqueles que assim necessitam”, afirma Jassy.</p>
<p>Há várias empresas brasileiras já usando os serviços da Amazon Web Services, mas hospedados nos Estados Unidos e hoje passarão a utilizar o serviço brasileiro, são elas; a companhia aérea Gol, portal R7, da Rede Record e o site de compras coletivas Peixe Urbano</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.oficinadanet.com.br/noticias_web/4680/amazon-anuncia-seu-servico-em-nuvens-no-brasil" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">Amazon anuncia seu serviço em nuvens no Brasil</span></a></em></span></p>
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		<title>Celulares com NFC chegam a 35 milhões</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2011/12/16/celulares-com-nfc-chegam-a-35-milhoes/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 17:15:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[tecnologia NFC]]></category>

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		<description><![CDATA[Celulares com NFC chegam a 35 milhões Projeções da IMS Research indicam que os celulares com a tecnologia NFC, usada em sistemas de débito móvel, por exemplo, chegarão a 35 milhões de unidades vendidas globalmente em 2011. O volume mais que dobrará em 2012, alcançando 80 milhões de aparelhos. Com a tecnologia, é possível efetuar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Celulares com NFC chegam a 35 milhões</h3>
<p>Projeções da IMS Research indicam que os celulares com a tecnologia NFC, usada em sistemas de débito móvel, por exemplo, chegarão a 35 milhões de unidades vendidas globalmente em 2011.</p>
<p>O volume mais que dobrará em 2012, alcançando 80 milhões de aparelhos.<span id="more-2660"></span></p>
<p>Com a tecnologia, é possível efetuar pagamentos por proximidade, mas sem a necessidade contato, como no caso dos cartões de crédito, em que a tarja toca o leitor.</p>
<p>A IMS diz que após alguns anos de expectativa, este ano pode ser considerado um ponto de virada para o segmento.</p>
<p>Segundo o relatório, muitos dos maiores fabricantes de celulares lançaram aparelhos compatíveis com NFC nos últimos 12 meses, incluindo Nokia, Samsung, HTC e RIM.</p>
<p>Além do lançamento de diversos celulares com NFC, a IMS Research mencionou que neste ano também ocorreu um importante aumento do surgimento de joint ventures com foco no ecossistema de NFC e de empresas que colaboram com o segmento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.baguete.com.br/noticias/telecom/15/12/2011/celulares-com-nfc-chegam-a-35-mi" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">Celulares com NFC chegam a 35 mi</span></a></em></span></p>
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		<title>Claro também entra no 3G+</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2011/12/15/claro-tambem-entra-no-3g/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 19:57:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A operadora Claro anunciou nessa quinta-feira, 15, que já capacitou toda a sua rede para o 3G+]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>A operadora Claro anunciou nessa quinta-feira, 15, que já capacitou toda a sua rede para o 3G+</h3>
<p>A operadora Claro anunciou nessa quinta-feira, 15, que já capacitou toda a sua rede para o 3G+, termo para denominar de forma mais simples a tecnologia HSPA+ (High Speed Packet Access).</p>
<p>A tecnologia permite atingir velocidades de navegação até três vezes superior a obtida atualmente.</p>
<p>Na prática, é considerada um meio termo entre o 3G e o 4G.<span id="more-2654"></span></p>
<p>Segundo a operadora, todos os clientes 3G da operadora que possuem aparelho compatível passam, automaticamente, a utilizar a rede 3G+ sem nenhum custo adicional.</p>
<p>O recurso está disponível em mais de 700 municípios.</p>
<p>“Temos a maior cobertura nacional 3G+. Nossos clientes poderão acessar a internet a uma velocidade média inicial de até 3 Mbps sem ter que pagar promocionalmente nada mais”, promete Fiamma Zarife, diretora de serviços de valor agregado da Claro.</p>
<p>A adaptação para a tecnologia 3G+ exigiu a atualização de software e hardware na rede da empresa.</p>
<p>Conforme a operadora, a cobertura 3G+ estará disponível também para os clientes que optarem pela oferta do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).</p>
<p>Até 2012, serão investidos mais de R$ 3,5 bilhões em ações de melhoria.</p>
<p>Juntas, todas as empresas do grupo América Móvil – Claro, Embratel e Net – farão R$ 10 bilhões em investimentos na ampliação de rede e na conquista de novos mercados.</p>
<p>Na Claro, o volume de dados aumentou mais de 40% em comparação a 2010. Por isto, além do investimento no 3G+, a operadora está focando fortemente em infraestrutura, construindo uma rede de acesso totalmente IP, com mais de 8.500 roteadores e fibra ótica como meio de transporte prioritário.</p>
<p>Além da Claro, a Vivo já anunciou a disponibilidade da tecnologia 3G+ aos clientes. A Oi também já comunicou que está preparando a infraestrutura da rede para suportar o padrão.</p>
<p>Em setembro, a TIM prometeu a tecnologia para São Paulo até dezembro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.baguete.com.br/noticias/telecom/15/12/2011/claro-tambem-entra-no-3g" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">Claro também entra no 3G+</span></a></em></span></p>
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