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	<title>Tripletech TI Solutions &#187; Linux</title>
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	<description>Blog da empresa Tripletech com dicas, notícias e soluções de tecnologia</description>
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		<title>Lançada a versão final do Fedora 13</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/05/27/lancada-a-versao-final-do-fedora-13/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 16:33:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Fedora]]></category>
		<category><![CDATA[Goddard]]></category>

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		<description><![CDATA[O Projeto Fedora Brasil anunciou no último domingo, 23/05, o lançamento da versão final do Fedora 13, que recebe o codinome Goddard. A plataforma, que estava programada para ser disponibilizada há duas semanas, chega com a tentativa de integrar as necessidades de um usuário comum com a expectativa dos fãs dos sistemas Linux.
Entre as novidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto Fedora Brasil anunciou no último domingo, 23/05, o lançamento da versão final do Fedora 13, que recebe o codinome Goddard. A plataforma, que estava programada para ser disponibilizada há duas semanas, chega com a tentativa de integrar as necessidades de um usuário comum com a expectativa dos fãs dos sistemas Linux.<span id="more-1971"></span></p>
<p>Entre as novidades anunciadas, o Projeto Fedora destaca as ferramentas para automatização de instalações e o empacotamento das versões mais atuais dos softwares. O download do Goddard pode ser feito no site oficial do projeto.</p>
<p>Confira abaixo as principais inovações da plataforma:</p>
<p>- Melhoria no suporte 3D para placas de vídeos Nvidia, por meio do drive Nouveau;<br />
- RPM versão 4.8;<br />
- Inicialização do sistema em menor tempo;<br />
- Instalação do sistema com pré-definição de partições separadas para Home e   Boot;<br />
- Firefox 3.6;<br />
- Melhoria no suporte a Webcams;<br />
- NetworkManger suporta conexão a internet por meio de celular conectado via Bluetooth;<br />
- KDE 4.4, Gnome 2.30, Sugar 0.88 e Moblin 2.2;<br />
- Instalação automática do driver da impressora e de pacotes do idioma.<br />
- NetBeans 6.8 e Zarafa ;<br />
- NFS versão 4 e suportea clientes IPv6;<br />
- Boost 1.41;<br />
- 13. Boot remoto pelo servidor boot.fedoraproject.org.</p>
<p><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" href="http://olhardigital.uol.com.br/digital_news/noticia.php?id_conteudo=11996" target="_blank"><em>Lançada a versão final do Fedora 13</em></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Ubuntu 10.04 Lucid Lynx final</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/05/03/ubuntu-10-04-lucid-lynx-final/</link>
		<comments>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/05/03/ubuntu-10-04-lucid-lynx-final/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 May 2010 17:17:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Lucid Lyns]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Como previsto para essa quinta-feira (29), depois dos tradicionais 6 meses, a Canonical acabou de liberar a versão final do aguardado Ubuntu 10.04 codinome Lucid Lynx. A encomenda dos tradicionais CDs do sistema, que podem ser adquiridos sem nenhum custo com o Lucid Lynx, já está disponível desde o início da semana no site ShipIt.
Um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como previsto para essa quinta-feira (29), depois dos tradicionais 6 meses, a Canonical acabou de liberar a versão final do aguardado Ubuntu 10.04 codinome Lucid Lynx. A encomenda dos tradicionais CDs do sistema, que podem ser adquiridos sem nenhum custo com o Lucid Lynx, já está disponível desde o início da semana no site ShipIt.<span id="more-1884"></span></p>
<p>Um dos destaques dessa versão da distribuição Linux mais popular do planeta é o novo e exclusivo tema, substituindo o cansado Human. A renovação visual contempla, também, o logotipo e tela de carregamento do sistema, a qual o usuário terá pouco tempo para apreciar. Uma das melhorias do Ubuntu 10.4 é no tempo de inicialização, que está mais rápido a cada versão.</p>
<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://www.guiadopc.com.br/noticias/14303/download-ubuntu-10-04-lucid-lynx-final.html?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+guiadopc+%28Guia+do+PC%29" target="_blank">Ubuntu 10.04 Lucid Lynx final</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Os comandos pgrep e pkil</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/04/26/os-comandos-pgrep-e-pkil/</link>
		<comments>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/04/26/os-comandos-pgrep-e-pkil/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 20:35:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Info Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[comando]]></category>
		<category><![CDATA[pgrep]]></category>
		<category><![CDATA[pkil]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem é usuário  antigo de sistemas Unix e derivados, provavelmente já gastou os dedos digitando coisas como:
  ps -ef &#124; grep rubens

Mas como tudo no mundo do software livre, em que a ordem é simplificar e economizar tempo, veio alguém e criou os comandos pgrep e pkill.
Como o nome mesmo indica, pgrep significa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem é usuário  antigo de sistemas Unix e derivados, provavelmente já gastou os dedos digitando coisas como:</p>
<pre>  ps -ef | grep rubens<span id="more-1837"></span>
</pre>
<p>Mas como tudo no mundo do software livre, em que a ordem é simplificar e economizar tempo, veio alguém e criou os comandos <em>pgrep</em> e <em>pkill</em>.</p>
<p>Como o nome mesmo indica, pgrep significa <em>process grep</em>, que na  verdade é o comando anterior aglutinado em apenas um. Por exemplo, eu quero  descobrir os PID (process id) de todos os programas do usuário rubens associados ao  Firefox:</p>
<pre>  pgrep -u rubens  firefox
  9397
</pre>
<p>Se eu quiser matar algum processo, eu posso fazê-lo de forma genérica, eliminando todos os processos, de todos os usuários, ou posso também  atuar de forma seletiva:</p>
<pre>  pkill firefox
</pre>
<p>ou</p>
<pre>  pkill -u rubens firefox
</pre>
<p>Além de terminar processos, eu posso usar o comando pgrep em combinação com outros. A documentação do programa dá um exemplo interessante, em  que o comando pgrep é usado para redefinir a prioridade de um programa:</p>
<pre>  renice +4 `pgrep netscape`
</pre>
<p>O programa <em>netscape</em> irá rodar exigindo menos recursos da máquina,  sendo mais <em>nice</em> <img src='http://www.tripletech.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Existem diversas possibilidades, mas as mais comuns e úteis são mesmo as  que foram apresentadas. Uma outra diretiva bastante útil, é a diretiva &#8220;<code>-l</code>&#8220;, que  faz com que o nome completo do processo seja listado juntamente com sua identificação:</p>
<pre>  $ pgrep -l ssh
  1407 ssh-agent
  2204 sshd
  8162 ssh
</pre>
<p>Os programas pgrep e pkill fazem parte do pacote procps e podem ser  instalados, em sistemas Debian e derivados, com o comando:</p>
<pre>  apt-get install procps
</pre>
<p>Estes programas são de autoria de Kjetil Torgrim Homme e Albert Cahalan.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://www.linhadecodigo.com.br/Artigo.aspx?id=2885" target="_blank">Os comandos pgrep e pkil</a></em></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>pstree &#8211; Uma Visão Mais Objetiva dos Processos</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/04/26/pstree-uma-visao-mais-objetiva-dos-processos/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 20:32:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Info Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[comando]]></category>
		<category><![CDATA[ps -ef | more]]></category>
		<category><![CDATA[pstree]]></category>

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		<description><![CDATA[Normalmente, quando  desejamos ver quais processos estão rodando em nosso servidor, usamos o  comando:
  ps -ef &#124; more


A saída deste comando, que usamos diariamente, muitas vezes, não é das  mais fáceis de se interpretar. Uma alternativa mais inteligente, é o  comando pstree. A árvore de processos tem sua raiz a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Normalmente, quando  desejamos ver quais processos estão rodando em nosso servidor, usamos o  comando:</p>
<pre>  ps -ef | more
<span id="more-1835"></span>
</pre>
<p>A saída deste comando, que usamos diariamente, muitas vezes, não é das  mais fáceis de se interpretar. Uma alternativa mais inteligente, é o  comando <em>pstree</em>. A árvore de processos tem sua raiz a partir de um  PID (<em>Process ID</em>), ou a partir do processo <em>init</em>. Se o nome  de um  usuário é especificado, a árvore de processos possui como raiz  os processos deste usuário.</p>
<p>Vejamos um exemplo:</p>
<pre>  % pstree
  init-+-acpid
       |-apache2-+-apache2
       |         `-2*[apache2---26*[{apache2}]]
       |-atd
       |-avahi-daemon---avahi-daemon
       |-bonobo-activati---{bonobo-activati}
       |-chrome-+-chrome
       |        |-chrome---3*[{chrome}]
       |        `-19*[{chrome}]
       |-chrome---7*[chrome---{chrome}]
       |- console-kit-dae---63*[{console-kit-dae}]
       |-cron
       |-2*[dbus-daemon]
       |-dbus-launch
       |-dd
       |-devkit-disks-da---devkit-disks-da
       |-devkit-power-da
       |-dhclient
       |-dhclient3
       |-drivemount_appl
       |-evolution-data----2*[{evolution-data-}]
       |-evolution-excha---{evolution-excha}
  ... diversas linhas omitidas
</pre>
<p>Para exibir a árvore de processos, bem como a identificação dos  processos, usamos:</p>
<pre>  % pstree -p
  init(1)-+-acpid(944)
          |-apache2(1803)-+-apache2(20235)
          |               |-apache2(20292)-+-{apache2}(20294)
          |               |                |-{apache2}(20295)
          |               |                |-{apache2}(20296)
          |               |                |-{apache2}(20297)
  ... diversas linhas omitidas
</pre>
<p>Pela listagem acima, podemos ver que o processo pai de todas as  instâncias do Apache possui o número 20292. Para matar todos os processos do  apache, é só terminar o processo pai.</p>
<p>Uma outra alternativa, é exibir a árvore de processos de um determinado  usuário:</p>
<pre>  % pstree rubens
  bonobo-activati---{bonobo-activati}

  chrome-+-chrome
         |-chrome---3*[{chrome}]
         `-19*[{chrome}]        

  chrome---7*[chrome---{chrome}]

  dbus-daemon

  dbus-launch

  drivemount_appl

  evolution-data----2*[{evolution-data-}]

  evolution-excha---{evolution-excha}

  gconfd-2

  gnome-session-+-bluetooth-apple
                |-compiz.real---sh---gtk-window-deco
                |-evolution-alarm---{evolution-alarm}
                |-firefox---14*[{firefox}]
                |-gdu-notificatio
</pre>
<p>O comando <em>pstree</em> certamente faz parte daquela lista de comandos  raramente utilizados, mas muito úteis. Certamente vale a pena darmos uma atenção  especial a ele.  O comando faz parte do pacote <em>coreutils</em> de sistemas  Debian e derivados. O software foi desenvolvido por Werner Almesberger e Craig  Small.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://www.linhadecodigo.com.br/Artigo.aspx?id=2881" target="_blank">pstree &#8211; Uma Visão Mais Objetiva dos Processos</a></em></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Receita da Red Hat cresce 18% no trimestre</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/01/05/receita-da-red-hat-cresce-18-no-trimestre/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 01:32:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Info Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cresce]]></category>
		<category><![CDATA[red hat]]></category>

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		<description><![CDATA[No terceiro trimestre do ano receita totalizou US$ 194,3 milhões
A receita da Red Hat no terceiro trimestre fiscal encerrado em 30 de novembro totalizou US$ 194,3 milhões. Trata-se de uma alta de 18% em relação ao resultado de igual período do ano passado. Receita com assinaturas saltou 21%, para US$ 164,4 milhões.
Após um período de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>No terceiro trimestre do ano receita totalizou US$ 194,3 milhões</h3>
<p>A receita da Red Hat no terceiro trimestre fiscal encerrado em 30 de novembro totalizou US$ 194,3 milhões. Trata-se de uma alta de 18% em relação ao resultado de igual período do ano passado. Receita com assinaturas saltou 21%, para US$ 164,4 milhões.</p>
<p>Após um período de recessão, a Red Hat é uma das histórias de sucesso no segmento de software. A Oracle é outro exemplo, com receita ampliada em 4% no segundo trimestre fiscal de 2010.</p>
<p>O lucro operacional da Red Hat ficou em US$ 19,8 milhões. O lucro líquido foi de US$ 16,4 milhões, ou 0,08 centavos de dólar por ação. No ano passado, a companhia havia registrado lucro líquido de US$ 24,3 milhões.</p>
<p>Jim Whitehurst, CEO da companhia, afirmou em 22 de dezembro que a empresa continuou crescendo mesmo &#8220;durante o ambiente econômico instável.&#8221;</p>
<p>A Red Hat espera encerra o ano fiscal com receita entre US$ 743 milhões e US$ 745 milhões.</p>
<p>fonte: <a rel="nofollow" href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=64049&amp;utm_source=newsletter_20100104&amp;utm_medium=email&amp;utm_content=Receita%20da%20Red%20Hat%20cresce%2018%%20no%20trimestre&amp;utm_campaign=ITWebDirect&amp;__akacao=215541&amp;__akcnt=2d206609&amp;__akvkey=3657">Receita da Red Hat cresce 18% no trimestre </a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mercado de código aberto crescerá 22,4% anualmente até 2013</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2009/12/30/mercado-de-codigo-aberto-crescera-224-anualmente-ate-2013/</link>
		<comments>http://www.tripletech.com.br/blog/2009/12/30/mercado-de-codigo-aberto-crescera-224-anualmente-ate-2013/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 16:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Info Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[open source]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tripletech.com.br/blog/?p=1464</guid>
		<description><![CDATA[Consultoria IDC diz que segmento alcançará receita de US$ 8,1 bilhões em quatro anos, pois sistemas registram maior aceitação entre empresas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Consultoria IDC diz que segmento alcançará receita de US$ 8,1 bilhões em quatro anos, pois sistemas registram maior aceitação entre empresas.</h2>
<div>
<p>O mercado global de programas de código aberto &#8211; sistemas que podem ser modificados por qualquer desenvolvedor &#8211; crescerá a uma taxa anual de 22,4% até 2013, quando a receita do segmento deve alcançar 8,1 bilhões de dólares, aponta estudo da consultoria norte-americana IDC.<span id="more-1464"></span></p>
<p>O otimismo em relação a este mercado, segundo a empresa, se deve ao fato de os softwares de código aberto terem tido uma aceitação muito maior entre as grandes companhias nos últimos 12 meses. Além disso, a melhora no cenário econômico acelerou a adoção desse tipo de sistema.</p>
<p>De acordo com o vice-presidente do grupo de soluções corporativas da IDC, Michael Fauscette, o mercado de sistemas de código aberto deu um grande salto durante a crise econômica mundial. O executivo afirma que este tipo de software, atualmente, é visto como estratégico para as empresas.</p>
<p>Tendo em vista que a indústria de tecnologia da informação continua se consolidando, é importante que os fornecedores de softwares de código aberto, diz Fauscette, ganhem escala. Segundo o executivo, grandes empresas que atuam no setor de software e serviços, como IBM, Sun, Dell, HP e Oracle, estão obtendo um bom faturamento oferecendo suporte e sistemas de código aberto.</p>
<p>O modelo híbrido, que mescla código aberto com softwares proprietários, segundo a IDC, deve prevalecer no mercado, com a adição do conceito de software como serviço, em que o cliente paga apenas pelo uso do sistema e a infraestrutura de hardware fica a cargo do fornecedor.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte: <a rel="nofollow" href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2009/08/03/mercado-de-codigo-aberto-crescera-22-4-anualmente-ate-2013/" target="_blank">Mercado de código aberto crescerá 22,4% anualmente até 2013</a></em></span></p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Projeto Cauã: Reduzir desperdício, avançar a computação</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2009/12/04/projeto-caua-reduzir-desperdicio-avancar-a-computacao/</link>
		<comments>http://www.tripletech.com.br/blog/2009/12/04/projeto-caua-reduzir-desperdicio-avancar-a-computacao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 13:07:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Info Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[maddog]]></category>
		<category><![CDATA[open source]]></category>
		<category><![CDATA[projeto Caua]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tripletech.com.br/blog/?p=1256</guid>
		<description><![CDATA[Há cinco anos, comecei a voltar minhas discussões sobre Software Livre à pergunta de “Como ganhar dinheiro com Software Livre?”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Jon &#8216;maddog&#8217; Hall</em></p>
<p>Há cinco anos, comecei a voltar minhas discussões sobre Software Livre à pergunta de “Como ganhar dinheiro com Software Livre?”. Quatro anos atrás, questões em torno de usabilidade e softwares de código fechado no mundo moderno atual começaram a se infiltrar nas minhas palestras, levando à pergunta de quanto tempo é desperdiçado em escala mundial pelos softwares que não fazem o que queremos e precisamos que façam. Há três anos, comecei a abordar as questões de uso de energia e quanto o próximo bilhão de computadores vai utilizar se não tomarmos cuidado. Dois anos atrás, comecei a abordar as questões de pirataria de software e como ela afeta os usuários finais mais do que aos “provedores de software”. Ano passado, as questões de inclusão digital também entraram no cenário.<span id="more-1256"></span></p>
<p>Este ano, uma recessão mundial causadora de enorme desemprego me fez parar para pensar e começar a pôr em prática um plano para resolver todas essas questões e mais algumas. Dois empresários brasileiros, Douglas Conrad da OpenS (Florianópolis, SC) e André Franciosi da Franciosi Consultoria (Porto Alegre, RS) começaram a trabalhar comigo para formular um projeto que resolveria alguns desses problemas, e depois uma série de outros empresários e técnicos se juntou à diretoria e ao princípio da diretoria técnica, para formar o “Projeto Cauã”.</p>
<p>Vamos examinar alguns dos problemas mencionados acima.</p>
<p>O desktop médio usa entre 200 e 300 watts de energia. Até já vi um sistema desktop que “orgulhosamente” usava 850 watts. Dados os (aproximadamente) 1 bilhão de desktops no mundo, se todos esses computadores fossem ligados, usariam entre 200 e 300 bilhões de watts de energia elétrica. Some a isso as telas maiores (e múltiplas) de LCD e Plasma de que todos gostamos, e a quantidade de energia é considerável.</p>
<p>Uma regra aproximada diz que para cada watt de eletricidade usado para computação, outro watt é necessário no resfriamento. Embora isso não seja necessariamente ruim na Antártica, onde o computador pode até atuar como um aquecedor muito caro, no equador o problema é real.</p>
<p>É claro que o os sistemas que gastam mais energia também têm ventoinhas. Quando mais jovem, eu tive um sistema que soava como um B-52 decolando no meu cubículo, então eu o desligava para conseguir ouvir meus pensamentos. Claro que um computador desligado é menos útil que uma âncora de barco, já que ao menos a âncora tem o papel de manter o barco no lugar. E a primeira parte a falhar num computador é a ventoinha ou o disco; mais um motivo para desligar o sistema quando ele não estiver em uso.</p>
<p>E se o sistema na sua mesa fosse tão pequeno e tão eficiente que não tivesse ventoinha? Se ele usasse menos de 10 watts de eletricidade? E se a sua rede fosse tão rápida e tão onipresente, com uma latência tão baixa que você conseguisse sobreviver com um disco em estado sólido ou até sem disco? Talvez você ficasse tentado a deixar seu computador ligado o tempo todo, e ele poderia ser o que você quisesse, como sua TV, seu rádio, seu telefone, sistema de segurança, roteador sem fio, sistema de automação doméstica e (óbvio) sua conexão com a Internet.</p>
<p>Outra questão é o tempo gasto hoje em dia na computação. Há quarenta anos, as pessoas eram treinadas em Ciência da Computação. Elas frequentavam aulas para aprender a usar o computador, e recebiam treinamento de como cuidar dele. Então, próximo a 1980, a indústria decidiu pôr o mainframe nas mesas das pessoas e o chamou de “computador pessoal”. Esperava-se que as pessoas entendessem magicamente de “backups”, vírus, filtragem de spam e (conforme os preços dos computadores caíram) com menos e menos treinamento nos aspectos menos conhecidos dos computadores.</p>
<p>As grandes empresas conseguiam pagar por essas pessoas mágicas chamadas de “administradores de sistemas”, mas as pequenas lidavam com pessoas autodidatas que podiam ou não ter o conhecimento necessário para o que precisavam fazer, e com menos foco em sua “tarefa principal”.</p>
<p>E se, nesses um bilhão de computadores, nós desperdiçássemos “somente” cinco dólares por dia? Nos salários atuais, isso significa aproximadamente quinze minutos por dia desperdiçados por conta de vírus, arquivos perdidos, spam não filtrado, ou simplesmente pela falta de softwares adequados instalados e do conhecimento de como usá-los. Como sociedade mundial, isso seria aproximadamente cinco bilhões de dólares por dia, e eu estimo que a perda seja bem mais que isso.</p>
<p>É claro que os defensores da computação em nuvem dizem que podem resolver esse problema, e apesar da “cloud computing” resolver várias necessidades das pessoas, há muitos cuja conectividade com a Internet em termos tanto de velocidade quanto de latência, ou da falta de aplicativos críticos, não lhes permitiria viver completamente “na nuvem” nos próximos anos.</p>
<p>Em várias cidades do mundo, as pessoas moram em áreas muito densas. Edifícios altos, bairros densos onde uma LAN com banda larga poderia ser fornecida para oferecer a largura e a latência necessárias para uma combinação de cliente e servidor. A Internet seria passada ao servidor, e não a empresas individuais, apartamentos e casas.</p>
<p>E se a computação se tornasse realmente uma “appliance” para a maioria das pessoas, com um administrador de sistemas/empreendedor bem treinado fornecendo os sistemas, softwares e conhecimentos para manter os sistemas da melhor forma para todos os seus clientes? E se essa pessoa bem treinada não estiver na Índia nem na China, mas apenas alguns andares abaixo do seu apartamento ou escritório? E se parte do trabalho dessa pessoa bem treinada for ajudar você a entender como usar seu computador de forma melhor e mais eficiente? Para economizar para você e sua família ou funcionários dez ou quinze minutos diários de frustração e falta de produtividade ao usar sua “rede de conhecimentos”? Isso valeria cinco dólares por mês?</p>
<p>E se essa pessoa também fosse um web designer que pudesse até escrever programas simples para você caso necessário? E se ela pudesse ajudar você a integrar seus softwares à sua vida ou à sua empresa?</p>
<p>E se você fosse essa pessoa? Alguém que conheça e ame o Software Livre, curta programar e gostaria do desafio de ser seu próprio chefe, seu próprio empreendedor? Parte de uma sociedade de um a dois milhões de pessoas no Brasil, e outros dois a três milhões no resto da América Latina? Talvez outro milhão no leste europeu e na Rússia, e outros quatro a cinco milhões pela Ásia? Isso pode gerar aproximadamente cinco vezes mais desenvolvedores de Software Livre do que temos hoje, e responder (de uma vez por todas) a pergunta de “como obter suporte para Software Livre?”.</p>
<p>Note que eu não disse nada da América do Norte e pouco da maior parte da Europa ou da África. Não temos a intenção de deixar essas regiões de fora, mas a economia e a densidade das populações nessas áreas as obrigam a “esperar para ver” boa parte do plano.</p>
<p>Estudos mostram que 80% da América Latina vive em ambientes urbanos. Apesar de algumas pessoas pensarem na América Latina como “floresta tropical”, “Rio Amazonas” e “Carnaval”, ela também abriga duas das maiores cidades do planeta e muitas outras cidades menores com regiões densas.</p>
<p>Além disso, a economia preliminar do projeto mostra que ele poderia oferecer uma experiência de computação melhor para os usuários, incluindo o pagamento do salário de administradores de sistemas/empreendedores (SA/E, na sigla em inglês), por menos dinheiro do que a maioria deles paga hoje por menos serviços. Parte do projeto é provar que isso é verdade.</p>
<p>Entretanto, não vamos excluir os outros locais mencionados. Talvez o projeto funcione em Manhattan, Chicago, Detroit e outras áreas de alta densidade com muito desemprego. Talvez consigamos retirar as pessoas do seguro-desemprego e transformá-las em contribuintes novamente.</p>
<p>Em particular, gostaríamos de “empregar os inempregáveis”. Pais e mães solteiros, deficientes físicos. Acreditamos que esses “SA/E” fariam seu trabalho melhor na tranquilidade de seus lares, contratando pessoas para ajudá-los quando não conseguissem mais dar conta das tarefas sozinhos. O projeto forneceria esse grupo de pessoas para ajudá-los.</p>
<p>O Projeto Cauã possui vários outros aspectos. Questões de acesso à Internet livre e gratuito, seguindo modelos usados em vários locais do globo.</p>
<p>Muitas pessoas dirão que “não há nada de novo aí”, e é relativamente verdade. Nada de novo precisa ser inventado. Nenhuma tecnologia precisa ser formada. Esse é um projeto de integração muito, muito grande, e portanto deve conseguir decolar bem rápido.</p>
<p>Todos os resultados e planos do Projeto Cauã serão “abertos”. As pessoas poderão acompanhá-lo ou participar dele conforme desejarem.</p>
<p>Por favor, visitem o site do Projeto Cauã e leiam sobre ele. Se você quiser participar, por favor registre-se. Também há uma lista de e-mails que pode ser assinada e cancelada de acordo com a sua vontade. Também é possível ler o histórico da lista a qualquer momento. Vamos criar outros métodos de comunicação e colaboração conforme as pessoas se juntarem ao projeto.</p>
<p>O primeiro passo é analisar mercados verticais, suas necessidades, e quais softwares livres já existentes podem resolver essas necessidades, assim como desenvolver a plataforma horizontal (servidores, thin clients e redes) para sustentar esses mercados verticais. Vamos precisar da ajuda da comunidade e de comprometimento para fazer essa análise.</p>
<p>Obrigado pela atenção,</p>
<p>Carpe Diem!</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte: <a href="http://www.linuxmagazine.com.br/maddog/projeto_caua" target="_blank">Projeto Cauã: Reduzir desperdício, avançar a computação</a></em></span></p>
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		<title>MercadoLivre virtualiza com Oracle</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2009/10/07/mercadolivre-virtualiza-com-oracle/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 20:44:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Info Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[mercadolivre]]></category>
		<category><![CDATA[oracle]]></category>
		<category><![CDATA[servidores]]></category>
		<category><![CDATA[vmware]]></category>

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		<description><![CDATA[O MercadoLivre acaba de implementar a plataforma de virtualização de servidores Oracle VM, Oracle Management Pack for Linux, e Oracle Clusterware for Oracle Unbreakable Linux.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="bagueteTexto"><em>O MercadoLivre acaba de implementar a plataforma de <a href="http://www.tripletech.com.br/?Solu%E7%F5es:Tecnologias:VMware" target="_blank">virtualização </a>de <strong>servidores</strong> Oracle VM, Oracle Management Pack for Linux, e Oracle Clusterware for Oracle Unbreakable Linux.<br />
</em><br />
O projeto, que também inclui a transição dos serviços <a href="http://www.tripletech.com.br/blog/tag/linux/" target="_blank">Linux </a>utilizados pela empresa de comércio eletrônico para o Oracle Unbreakable Linux, teve como objetivo aumentar a estabilidade e a disponibilidade do seite, reduzindo o espaço e footprints de energia, segundo Rodrigo Benzaquen, diretor de Infraestrutura e Operações do MercadoLivre.<br />
<span id="more-1166"></span><br />
A companhia de e-commerce também adotou a plataforma <a href="http://www.tripletech.com.br/?Solu%E7%F5es:Banco_de_Dados" target="_blank">Oracle </a>VM Templates, que compreende mecanismos virtuais pré-instalados e pré-configurados do software empresarial, para acelerar a implementação do sistema.</p>
<p>&#8220;O Oracle VM e o Oracle Unbreakable Linux permitem que cortemos os custos, o espaço e o consumo de energia. Além disso, possibilitam acelerar a implementação de softwares, uma vez que oferecem uma infraestrutura de TI escalável para dar apoio ao crescimento de nossa base de usuários&#8221;, afirma Benzaquen.</p>
<p>Ainda conforme o diretor, o MercadoLivre também utiliza o Oracle Database e o Oracle Real Application Clusters para potencializar o uso da <a href="http://www.tripletech.com.br/?Solu%E7%F5es:Move_de_Datacenter" target="_blank">infraestrutura </a>instalada na empresa, permitindo aos usuários buscar, interagir, comprar, vender e pagar produtos diversos na plataforma online.</p>
<p>Desde seu início, o MercadoLivre.com já atendeu mais de 37,8 milhões de usuários. O site está entre os 50 maiores do mundo em termos de visualização de páginas, segundo Benzaquen.</p>
<p>&#8220;Ao buscar um sócio de <a href="http://www.tripletech.com.br/blog/category/vm/" target="_blank">virtualização</a>, nós, que executamos 99% de nossos sistemas-chave em Linux, necessitávamos encontrar uma solução com suporte para Xen que pudesse ser facilmente ajustada à infraestrutura&#8221;, destaca o diretor. Segundo ele, o Oracle VM atendeu a esta expectativa.</p>
<p>Com a plataforma, o MercadoLivre já consolidou centenas de servidores físicos em menos de dez <strong>servidores</strong> centrais, cada um executando múltiplos mecanismos virtuais.</p>
<p>&#8220;Essa consolidação nos permitiu escalar gabinetes de <strong>servidores</strong>, minimizando e centralizando o espaço de disco, melhorando a utilização do servidor e a disponibilidade do equipamento chave, o que simplifica a administração e reduz substancialmente a utilização de espaço e de energia&#8221;, finaliza Benzaquen.</div>
<div></div>
<div><span style="color: #888888;"><em>Fonte: <a href="http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3511006" target="_blank">MercadoLivre virtualiza com Oracle</a></em></span></div>
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		<title>Linus Torvalds critica Linux</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2009/09/24/linus-torvalds-critica-linux/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 16:45:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Info Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[kernel]]></category>
		<category><![CDATA[linus torvalds]]></category>

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		<description><![CDATA[O criador do Linux, Linus torvalds, afirmou que o kernel (núcleo) do sistema operativo (SO) está &#8220;enorme e mais pesado&#8221;.
Na conferência LinuxCon, Torvalds reconheceu que a maior popularidade do Linux está fazendo com que sejam desenvolvidos novas funcionalidades para o SO. Esta popularidade fez com que o kernel do sistema crescesse de tal forma que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O criador do Linux, Linus torvalds, afirmou que o kernel (núcleo) do sistema operativo (SO) está &#8220;enorme e mais pesado&#8221;.</p>
<p>Na conferência LinuxCon, Torvalds reconheceu que a maior popularidade do Linux está fazendo com que sejam desenvolvidos novas funcionalidades para o SO. Esta popularidade fez com que o kernel do sistema crescesse de tal forma que aumentou consideravelmente a seu tamanho no sistema, ou seja, o espaço e recursos que consome.</p>
<p>A notícia é da Internet News que cita Linus Torvalds: &#8220;Em 1994, o Linux foi lançado com 176,250 linhas de código. A versão 2.6.30 contém 11,637,173&#8243;.</p>
<p>É considerável o aumento de complexidade do SO em 15 anos. Torvalds disse também que &#8220;Adorava poder dizer que temos planos (para fazer com que fique mais leve). É algo triste perceber que não temos, mesmo, o híper-eficiente kernel que perspectivei há 15 anos. Este kernel é enorme e tem demasiadas funcionalidades&#8221;.</p>
<p><em>fonte: <a href="http://www.infonoticias.eu/noticias/5102/09/sep/linus-torvalds-critica-linux" target="_blank">Linus Torvalds critica Linux | InfoNotícias</a>.</em></p>
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		<title>Brasil quer ser referência em software livre em ambiente de redes de colaboração</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2009/09/16/brasil-quer-ser-referencia-em-software-livre-em-ambiente-de-redes-de-colaboracao/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 17:18:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Info Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[open source]]></category>

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		<description><![CDATA[Qualidade do produto e processos de desenvolvimento serão avaliados, segundo coordenador do CTI, Jarbas Lopes Cardoso
O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) quer transformar o Brasil em um centro internacional de referência em software livre, dentro de um ambiente de redes de colaboração. Para isso, é preciso avaliar fatores como a qualidade do produto e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Qualidade do produto e processos de desenvolvimento serão avaliados, segundo coordenador do CTI, Jarbas Lopes Cardoso</em></strong></p>
<p>O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) quer transformar o Brasil em um centro internacional de referência em software livre, dentro de um ambiente de redes de colaboração. Para isso, é preciso avaliar fatores como a qualidade do produto e o processo de desenvolvimento, destacou Jarbas Lopes Cardoso, coordenador de projetos de cooperação do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, do MCT, na quinta-feira (10/09).<br />
<span id="more-1019"></span><br />
A expectativa é colocar à disposição da sociedade, em outubro próximo, em uma comunidade que vai se chamar 5CQualiBR, os primeiros resultados do projeto, que incluem modelos de testes, avaliação de produtos e processos.</p>
<p>Ele explicou que dentro de um ambiente restrito de empresas já há coisas que são consolidadas internacionalmente. Para Cardoso, no Brasil, as questões nesse ambiente empresarial são resolvidas em um nível muito bom. As empresas têm seus próprios métodos de gestão, destacou.</p>
<p>&#8220;Mas, na hora em que você passa para um ambiente de colaboração, onde as pessoas estão distribuídas via rede e, na maioria das vezes, trabalhando de boa vontade, fica difícil administrar tudo isso com regras tradicionais de gestão de projetos. O CTI Renato Archer está preocupado com isso&#8221;, analisou.</p>
<p>De acordo com o coordenador, há indagações que ainda buscam respostas. Entre elas, ele mencionou como &#8220;qualificar uma contribuição vinda de uma rede de cooperação, como aquilo foi criado, como a gente pode confiar nas respostas e na rapidez dessas respostas&#8221;.</p>
<p>O CTI do MCT estuda casos de sucesso, como o software público brasileiro, para poder replicar. O objetivo é fortalecer a indústria nesse novo ambiente de colaboração livre para gerar novos negócios e, consequentemente, riqueza social. No momento, o CTI avalia o acesso à comunidade que será criada (5CQualiBR). &#8220;Como tem uma demanda potencial para isso, a gente não quer que a infraestrutura não dê conta do acesso&#8221;, explicou.</p>
<p><em>fonte: <a href="http://www.resellerweb.com.br/noticias/index.asp?cod=60851&amp;utm_source=newsletter_20090916&amp;utm_medium=email&amp;utm_content=Brasil%20quer%20ser%20refer%EAncia%20em%20software%20livre&amp;utm_campaign=ResellerWebNewsletter" target="_blank">Brasil quer ser referência em software livre em ambiente de redes de colaboração</a></em></p>
]]></content:encoded>
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