Intel foca em processadores menores

Fabricante espera expandir sua atuação para o mundo dos smartphones e outros dispositivos móveis

A Intel aposta na próxima geração de processadores de 332 nanômetros para levar a companhia além de sua atuação principal, que é fornecer processadores para PCs, já que as pessoas caminham para levar a internet em seus smartphones e outros dispositivos móveis.

Executivos da fabricante discutiram na quarta-feira (29/07) o futuro do mercado durante o Intel Mid-Summer Technology Summit, em São Francisco, Estados Unidos. Ao descrever a estratégia da companhia, executivos disseram que processadores e circuitos integrados desenvolvidos na tecnologia de 32 nanômetros serão o diferencial da companhia.

Enquanto os produtos atuais desenvolvidos na tecnologia de 45 nanômetros são utilizados principalmente em PCs, servidores e netbooks, os processos envolvendo 32 nanômetros marcarão o começo da Intel no mercado de dispositivos eletrônicos menores destinados ao mercado consumidor, um segmento muito maior que o mercado de computadores atual.

“Toda nossa linha de produto no próximo ano será completamente refeita com muitos materiais novos”, disse Sean Maloney, vice-presidente executivo e chefe de vendas e marketing da Intel.

A arquitetura de próxima geração abre a oportunidade de novas aplicações para os processadores Intel porque a tecnologia possui a habilidade de consumir menos energia em um pacote menor, o que é essencial para o crescente número de smartphones e futuros dispositivos móveis de acesso à internet. “Quanto menor você é, menos energia consume”, explica Sunit Kikhi, vice-presidente de tecnologia e manufatura do grupo.

A Intel planeja iniciar a produção de processadores 32 nanômetros em volume para fabricantes de PCs a partir do quarto trimestre deste ano. O número de nanômetros se refere ao tamanho do circuito no chip. Ao produzir um processador com mais transistores e outros componentes, as fabricantes tem possibilidade de melhorar desempenho, enquanto reduz o consumo de energia.

Os primeiros chips de 32 nanômetros da Intel, chamados pelos codinomes Clarkdale e Arrandale, serão para os principais desktops e laptops, respectivamente. Em 2010, a fabricante deve fornecer o produto para servidores e desktops high-end.

Para smartphones, a Intel deve utilizar seu processador Atom, já usado em netbooks. Os chips serão incorporados em produtos de circuitos integrados para dispositivos pequenos de acesso à web. A companhia não informou um calendário de lançamento para esses produtos.

A companhia ainda está focada em outras indústrias, como a da saúde e terminais de venda. A Intel prevê que 15 bilhões de dispositivos estarão conectados até 2015.

Enquanto a Intel precisa se mover rapidamente para atender a esse mercado de dispositivos de acesso à internet, o segmento de PCs continua a ser a principal fonte de receita da fabricante. Tanto é que a empresa está assistindo de perto as condições do mercado de computadores, fortemente afetado pela recessão econômica.

Maloney aposta na troca de computadores antigos para ampliar a receita. “Há um grande número de computadores com mais de três ou quatro anos nos Estados Unidos e no Leste Europeu”, afirmou.

Com “milhões computadores” esperando substituição, o mercado de PCs deve se recuperar rapidamente.

fonte IT Web

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Postado em Tecnologia por Info Blog em sexta-feira 31 julho 2009 às 16:00

Sete maneiras de criar uma boa rede de relacionamentos

Autora de um livro sobre como os profissionais introvertidos podem progredir no ambiente profissional, Naomi Karten dá dicas de qual o caminho para construir o networking

Muita gente sente um certo nervosismo quando precisa abordar outra pessoa ou ser apresentado a alguém importante. Mas para quem é naturalmente tímido, introvertido, ou ambos, fazer o chamado networking (estabelecer uma rede de contatos) profissional pode ser tão difícil quanto completar uma maratona.

Segundo a autora do livro How to Survive, Excel and Advance as an Introvert (Como Sobreviver, Destacar-se e Progredir sendo um Introvertido), Naomi Karten, os introvertidos são menos propensos a iniciar uma conversa. Isso pode ser uma desvantagem significativa no mundo corporativo, em que o sucesso na carreira depende da construção de relacionamentos sólidos.


Mas é possível aprender a fazer networking? Sim, de acordo com Karten, que dá sete dicas de como criar uma rede de contatos.

1- Desenvolva a ideia certa
O gerente de operações espaciais da norte-americana United Space Alliance, que presta serviços para a Nasa (agência espacial dos Estados Unidos), Keith Chuvala, não gosta do termo networking. Para ele, a melhor definição é construir relacionamentos. Pensando dessa forma, ele torna a tarefa mais natural e humana.

2 – Defina objetivos
Os mentores de carreira costumam mencionar a rede de relacionamentos como um caminho-chave para conseguir um novo emprego. Mas essa rede é importante também dentro da companhia. Para levar seus projetos adiante ou avançar com idiias, o profissional pode precisar de aliados ou até mesmo de segundas opiniões para questões mais específicas. Para chegar a esse ponto, uma boa estratégia é criar uma lista do que se almeja alcançar. Isso não só dá as bases para a criação de bons relacionamentos, como também motiva o profissional.

3 – Tire proveito de sua zona de conforto
O chefe de tecnologia da empresa norte-americana de direito Fenwick & West LLP, Matthew Kessner, sente-se à vontade para falar com centenas de pessoas e com grupos pequenos. Mas, curiosamente, acha assustador o meio-termo, como coquetéis. Para melhorar sua rede de relacionamentos, ele aprendeu a tirar o melhor proveito das situações confortáveis.

Conversar com multidões não constrói relacionamentos pessoais, mas ele aproveita a ocasião para falar cara-a-cara depois das apresentações. O profissional deve observar seu próprio comportamento para entender o que funciona mais para ele.

4 – Saiba mapear as oportunidades de relacionamento
Um bom começo pode ser criar uma agenda de compromissos em associações de classe, nas quais o profissional pode apresentar-se e travar conversas. Mas é importante não ficar limitado a esses eventos. De acordo com um executivo da empresa de recrutamento The PacheraGroup, baseada na Califórnia, é importante sempre ir aos locais onde o profissional será visto e reconhecido.

5 Maximize as ferramentas de sua rede social
É interessante maximizar conexões de suas redes, como Facebook, LinkedIn, Twitter, Plaxo e CW Connect. Em todos, há grupos que estão ligados aos seus interesses, pessoais e profissionais. Pode ser a porta de entrada para novas oportunidades.

6 Ofereça algo quando travar contatos
Para o CEO da desenvolvedora de sistemas Precision Quality Software, Andre Gous, é importante acrescentar valor cada vez que estabelecer um novo contato. “Pense sempre: o que posso oferecer?”, afirma. “Nem sempre é confortável para o outro mostrar o que quer”, diz.

7 – Comprometa seu tempo
Profissionais introvertidos estão acostumados a deixarem oportunidades de relacionamento passarem. Uma maneira de evitar que isso aconteça é comprometer o tempo e marcar encontros durante cafés da manhã ou almoços. Essa prática, quando incluída na rotina diária de negócios do profissional, torna mais fácil a criação de uma rede de relacionamentos e o desempenho social.

fonte: CIO

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Postado em Carreira por Info Blog em sexta-feira 31 julho 2009 às 15:00

Mercado de computação forense tende a crescer – 30/07/2009 – IT Web – Notícias

Embora governo seja hoje principal comprador, corporações começam a investir na área

O número de projetos de computação forense no Brasil está em crescimento. Só a TechBiz Forense, que fornece hardware e software neste segmento, contabiliza diversos cases e não apenas em governo. Redecard e Rede Globo, por exemplo, são clientes da empresa. Essas companhias compraram software que permite avaliar máquinas via rede, sem causar prejuízos aos usuários enquanto trabalham.

“A empresa não trata crime, mas da violação da política de segurança e fraude, o que se deve investigar da mesma forma. Tem empresas com rede de mais de 100 mil computadores”, dispara o diretor-comercial da TechBiz Forense, Giovani Thibau.

A Redecard, além do software EnCase, que tem autonomia para conduzir investigações complexas, possui também um duplicador de HD por fazer trabalho em campo, como detalhou Marcelo de Barros Alves, diretor de operações da TechBiz. Já a Rede Globo, utiliza o software para análise de dados. “Isso passa a ser usado para identificação, por exemplo, de invasões. O que houve depois da invasão? Quem fez? De onde partiu?”, exemplifica.

O executivo informou em entrevista, concedida durante a inauguração do laboratório de computação forense do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), no Rio de Janeiro, que as ferramentas fornecidas para polícia e empresas têm algumas diferenças, mas produzem os mesmos resultados. O que muda, por exemplo, é o fato de as empresas usarem o software EnCase via rede.

Thibau vê crescimento na demanda por esse tipo de produto, mas, mesmo apontando que bancos, prestadoras de serviços e outras indústrias, como telecom, demonstrem interesse pela área, reconhece que órgãos governamentais ainda são os principais clientes. A companhia possui projetos, já executados, entre outros, com as polícias de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná e Polícia Federal.

fonte IT Web

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Postado em Segurança da Informação por Info Blog em sexta-feira 31 julho 2009 às 12:17

Windows Mobile vai chamar-se Windows Phone

A Microsoft vai efectuar uma renovação na plataforma para dispositivos móveis e uma das primeiras mudanças será no nome do Windows Mobile 6.5 que vai passar a chamar-se Windows Phone.

O sistema operacional, que vai ser a versão 6.5, deve chegar no início de Outono, vai ter mais recursos online, como o backup dos contatos e mensagens SMS e a possibilidade de desativar o aparelho á distância.

Outro argumento que a Microsoft prepara é uma loja de aplicações nos modelos da App Store, do iPhone. Esta semana, a empresa começou a aceitar inscrições de programadores que queiram distribuir as suas aplicações pela nova loja virtual.

Esta movimentação da empresa visa reconquistar espaço frente ao crescimento substancial de concorrentes como a Apple, a RIM e o Android.

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Postado em Microsoft por Info Blog em sexta-feira 31 julho 2009 às 12:10

Projeto quer que computadres tenham eficiência energética

A Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) do Senado deve examinar, na terça-feira, 4 de agosto, proposta que prevê que computadores e outros produtos de informática vendidos no Brasil terão que atender, dentro de dois anos, a determinados requisitos ambientais, além de possuir eficiência energética.

Se aprovado, o projeto de lei, de autoria do senador João Tenório (PSDB-AL), segue à Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT). Pela proposta, substâncias tóxicas como chumbo, mercúrio, cromo hexavalente, bifenil polbromato (PBB) e éteres difenil polibromatos (PBDE) não poderão ter concentração superior a 0,1%, e a de cádmio não poderá ser superior a 0,01%.

O texto diz ainda que o nível de eficiência energética – quantidade de energia efetivamente gasta com o funcionamento desses produtos – não poderá ser inferior a 80%. E que suas partes e componentes devem ser passíveis de reciclagem em até 95% de seu peso.

Leomar Quintanilha (PMDB-TO), relator da comissão, apresentou parecer favorável a sua aprovação, ao observar que esses produtos se tornam obsoletos muito rapidamente e em grande proporção e seu descarte em aterros sanitários impróprios, com a conseqüente contaminação de solos, rios e lençóis freáticos, pode gerar conseqüências negativas à saúde humana e ao meio ambiente.

Daí, segundo ele, a necessidade de reavaliar e modificar a composição de computadores e demais equipamentos de informática. Também considera relevante a revalorização dos resíduos provenientes dos equipamentos descartados com processos de reciclagem. As informações são da Agência Senado.

fonte TI INSIDE Online

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Postado em Notícias por Info Blog em sexta-feira 31 julho 2009 às 12:03

Em seis anos, Lei de Informática gera investimentos de R$ 4 bi

A Lei de Informática possibilitou investimentos da ordem de R$ 4 bilhões no setor de tecnologia da informação e comunicação (TIC) entre 2002 e 2008, e foi responsável pelo desenvolvimento de 16 mil projetos, beneficiando 310 empresas e 252 instituições de pesquisa e desenvolvimento.

Os dados foram revelados pelo secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia, Augusto César Gadelha, durante seminário na Universidade de Brasília (UnB), na quarta-feira, 29. Segundo ele, a legislação reduz impostos, mas obriga o empresário a investir em pesquisa e desenvolvimento no país.

O secretário afirmou que desenvolver o setor de TIC é prioridade do governo. Para isso, ele diz que o MCT elaborou o Plano de Ação de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional (PAC,T&I 2007-2010), que, entre outros objetivos, visa promover a inovação das empresas. “Historicamente, os empresários brasileiros não investem em inovação. Mas esse quadro está mudando desde a implantação do plano”, afirma Gadelha.

A Lei de Informática concede incentivo fiscal às empresas que investem em pesquisa e desenvolvimento no país, mediante o desconto no recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) referente ao produto a ser fabricado no Brasil. O desconto do imposto recai apenas em produtos de informática e automação que atendam às exigências do Processo Produtivo Básico (PPB).

fonte TI INSIDE Online

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Postado em Mercado por Info Blog em sexta-feira 31 julho 2009 às 12:01

O segredo do sucesso das empresas mais inovadoras em TI

Qual é a próxima fase? Esta é uma das perguntas mais ouvidas nas reuniões entre o CIO da empresa norte-americana de importação e exportação de produtos Eurpac, Mike Skinner, e sua equipe. Os encontros, sem exceção, são divididos em três fases: na primeira, há a discussão sobre os investimentos realizados; na segunda, avaliam-se os progressos alcançados desde a última reunião; e na terceira etapa são definidas as metas futuras.

Esse planejamento estruturado está na cultura da Eurpac que, por conta disso, foi reconhecida como uma das 100 empresas mais inovadoras pela revista CIO dos Estados Unidos. A companhia foi premiada por seu modelo flexível e eficaz de atendimento aos clientes.

O grupo atua com importação e exportação dos mais diversos produtos: desde videogames a tabaco. Por conta da diversidade de itens, precisou desenvolver diferentes modelos para armazenamento e distribuição dos itens. “E as melhores ideias para solucionar os desafios do negócio foram encontradas dentro da própria organização”, explica Skinner, afirmando que, na maior parte das vezes, as sugestões nascem em uma área e são aplicadas em outra.

Outra empresa reconhecida na lista das 100 mais inovadoras pela revista CIO EUA, a rede de pizzarias Domino´s conhece bem a importância da TI enxergar além dos seus limites. Grande parte das inovações criadas pela equipe de tecnologia da companhia nasceram de sugestões de profissionais de outras equipes. Um dos exemplos de soluções criadas com base nessa postura foi um rastreador de pedidos, por meio do qual os clientes podem acompanhar de forma online todo o caminho percorrido por suas encomendas. A ideia, conta o vice-presidente de serviços da informação da companhia, Chris McGlothin, surgiu da observação de ferramentas fornecidas por outros mercados, como o e-commerce.

Para estimular soluções inovadoras, no princípio, McGlothin orientou seus funcionários a dedicar 10% do tempo de trabalho diário à busca de novidades. No entanto, por conta de uma concorrência cada vez mais acirrada, há três anos, o vice-presidente incrementou essa estratégia e criou uma área específica de inovação, a qual tem o objetivo de desenvolver dois grandes projetos de transformação dos negócios por ano.

McGlothin diz que não poderia estar mais satisfeito com os resultados obtidos. “Quando se tem o time correto, com incentivo e ambiente organizacional adequados, coisas maravilhosas acontecem”, diz o executivo, que complementa: “A chave do sucesso é deixar o ego de lado, já que um grupo certamente consegue resultados melhores do que uma pessoa sozinha.”

Outra empresa reconhecida como uma das 100 mais inovadoras pela CIO, a desenvolvedora de soluções tecnológicas para segurança governamental e projetos aeroespaciais Raytheon possui equipes voltadas especialmente à busca de inovação. “Com pessoas olhando para o futuro todo o tempo, conseguimos identificar futuras demandas”, diz a vice-presidente e CIO da companhia, Rebeca Rhoads.

Ela explica ainda que é preciso manter iniciativas inovadoras visíveis a todas as áreas do negócio. “O CIO que quiser inovar, além de estar certo de que toda a companhia entende a importância desses projetos, precisa estimular a troca de ideias e o desenvolvimento da criatividade no ambiente corporativo”, complementa Rebeca.

fonte CIO

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Postado em Notícias por Info Blog em sexta-feira 31 julho 2009 às 11:59

Como lidar com a ansiedade gerada pela crise

Autor do livro Fifth Wave Leadership: The Internal Frontier (sem tradução para o português), o psicoterapeuta e consultor em gestão Morrie Shechtman defende uma visão de que os profissionais em posição de liderança precisam ajudar suas equipes a lidar com a ansiedade provocada pelo cenário de crise financeira internacional.

De acordo com o especialista, existe um sentimento coletivo de medo e de desconfiança entre as pessoas. Com isso, os profissionais tendem a ficar preocupados com a possibilidade de demissão ou de perder espaço no trabalho. “Se o líder não conversar sobre isso, a ansiedade tende a tomar conta das equipes, as quais perdem a habilidade de focar no trabalho”, define Schechtman.

Para o consultor, a instabilidade precisa ser encarada como oportunidade para que os gestores exercitem sua capacidade de liderança, ao estimular a equipe a buscar resultados melhores. “A maioria das pessoas teme receber ou dar feedback (retorno sobre a qualidade do trabalho). Mas estimular esse tipo de atividade traz as pessoas para a realidade”, analisa.

“Em alguns momentos é necessário adaptar o discurso ao perfil dos funcionários”, ressalta o especialista. Para tanto, ele afirma que alguns profissionais tendem a ficar mais concentrados no trabalho do que em boatos e notícias sobre a crise. Enquanto os demais têm a produtividade influenciada por esse clima de tensão e, portanto, merecem um pouco mais de atenção dos gestores.

Outro fator que não pode ser ignorado pelos líderes é o fato de que os profissionais hoje permanecem mais tempo na escola e tendem a postergar suas experiências práticas. “Olhe para a geração de pessoas com 40, 50 ou 60 anos. O que eles já tinham feito aos 20 anos? Muitos estavam casados, construindo uma família e comprando uma casa”, exemplifica Schechtam. “Mas essa mesma realidade não faz sentido para quem está com 20 a 30 anos”, complementa, ao lembrar que isso exige um esforço redobrado dos líderes para estimular essa maturidade profissional.

fonte CIO

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Postado em Dicas por Info Blog em sexta-feira 31 julho 2009 às 11:57

Firewalls são vulneráveis e não impedem ataques às redes

A maioria das organizações obtém um retorno inadequado dos seus investimentos em firewalls, revela estudo da IDC, patrocinado pela Mcafee. As conclusões são apresentadas no estudo intitulado “O estado das atuais dificuldades de gerenciamento de firewalls”, que afirma que um número cada vez maior de ataques às redes, combinado com a quantidade crescente de conjuntos de regras, contribuem para o alto custo de operação de uma arquitetura de firewall, além da falta de eficácia contra as vulnerabilidades.

“A pesquisa mostra que o gerenciamento de firewalls é uma das maiores dificuldades em segurança da informação enfrentadas pelas organizações atualmente”, afirma Charles Kolodgy, diretor de pesquisa da IDC. “Quanto mais regras são inseridas no firewall, mais difícil fica gerenciá-lo, tornando-o cada vez menos eficaz. Essas regras não protegem a organização com mais eficiência, mas o melhor gerenciamento delas e a melhoria da tecnologia de firewall sim”, reforça.

A IDC entrevistou 260 gerentes de segurança e executivos de TI nos Estados Unidos e na Europa, concluindo que muitos firewalls antigos dependem de incômodas regras técnicas que complicam a capacidade das organizações de auditar e controlar as exigências de conformidade.

Com isso, as organizações arcam com custos mais elevados de mão de obra, pois precisam dedicar funcionários à atualização das regras de firewall ou à identificação de problemas de acesso ou disponibilidade. Além disso, muitos ataques à rede geram violações de dados, fazendo com que as organizações arquem com custos elevadíssimos na tentativa de recuperá-los.

“Existe uma enorme defasagem entre o firewall tradicional e o nível de proteção exigido pela maioria dos ambientes corporativos”, ressalta Greg Brown, diretor-sênior de Marketing de Produtos de Segurança de Rede da McAfee.

“Os firewalls devem oferecer recursos abrangentes de segurança sem aumentar a complexidade. Além disso, o gerenciamento de regras deve ser simplificado e fiscalizar o cumprimento das políticas reais de segurança de negócios para que as organizações se beneficiem ao máximo”, completa.

Os resultados da pesquisa apontam ainda que:

- A empresa média sofre aproximadamente 300 ataques à rede por ano, ao passo que 10% das organizações já sofreram mais de 1.200 ataques por ano;

- Entrevistados indicaram que os prejuízos causados por violações de dados valeram mais de 75% dos seus custos de operação de arquiteturas de firewall;

- Quem possui grandes conjuntos de regras de firewall admite que o gerenciamento dessas regras reduz a agilidade em sua área de negócios; e

- As regras de firewall continuam aumentando ao ponto de chegar a milhares ou dezenas de milhares. Quanto maior for o conjunto de regras de um firewall, mais complexo será o gerenciamento dessas regras e mais difícil será mantê-las atualizadas e evitar lacunas de proteção;

O white paper multimídia “O estado das atuais dificuldades de gerenciamento de firewalls”, na íntegra, pode ser baixado em: www.mcafee.com/fwmgmtiview

fonte:Convergência Digital

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Postado em Firewall, Segurança da Informação por Info Blog em quinta-feira 30 julho 2009 às 11:37

Grave falha de segurança no Bind 9

Uma nova vulnerabilidade descoberta no Bind 9 possibilita ataque de DoS ao servidor de nomes.

Saiba mais e obtenha correção na nota oficial: https://www.isc.org/node/474

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Postado em Linux, Segurança da Informação por Info Blog em quinta-feira 30 julho 2009 às 11:20