A virtualização e a computação em nuvem

Cloud computing é a nova expressão do cenário tecnológico e pode ser definido como um modelo computacional no qual o acesso às informações é independente da infra-estrutura tecnológica.

Esse termo computacional tem se tornado popular e está associado à utilização de uma rede massiva de servidores físicos e virtuais para a alocação de um ambiente de computação adaptativo, eliminando a camada de complexidade tecnológica imposta pelos aplicativos e sistemas operacionais modernos.

Não podemos nos referir ao cloud computing como uma simples tecnologia, pois se trata de um conceito tecnológico completo, formado a partir da união de diversas tecnologias de mercado, dentre as quais ganham destaque as soluções de virtualização de aplicações, responsáveis por tornar transparente o acesso dos usuários aos aplicativos dispostos na nuvem, criando uma camada de abstração entre a complexidade do sistema (servidores, redes, protocolos, entre outros) e os aplicativos.

Dessa forma, com a utilização do cloud computing é possível viabilizar o acesso ao parque de aplicativos de maneira mais rápida, simples e sob demanda, sem a necessidade de impor a complexidade do ambiente tecnológico ao usuário ou ao cliente.

Segundo pesquisas do Gartner, na medida em que empresas tentam reduzir custos com sistemas que permitem que programas sejam executados pela web, o faturamento mundial dos serviços de “computação em nuvem”, uma das tendências mais comentadas da indústria de tecnologia, pode superar os US$ 56 bilhões esse ano, crescendo 21,3% sobre 2008.

As tendências do mercado de TI para os próximos anos continuam altamente incertas. Mas, apesar do crescimento no curto prazo ser inibido, o custo potencialmente menor dos serviços em nuvem é atraente e pode motivar o crescimento das ofertas, inclusive das tecnologias que complementam e se adaptam a esse novo conceito.

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